“My First My Last My Everything”, Barry White: De novo, ele, para vibrar junto, tendo a esperança no sangue e a fé na virada do jogo! Deus Nos Quer Sorrindo! A Vida É Mais! Barry White, meu rei, jogue duro, aí, de cima, com My First My Last My Everything! Beijos e abraços mil!

BOM DIA!!! FELIZ  2001!!!

(Gilson Nogueira)

 (crédito: Divulgação)
(crédito: Divulgação)
DO CORREIO BRZILIENSE
Basta escurecer e o movimento de pessoas em direção à beira do rio e à pracinha da igreja começa em Caraíva, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia, onde não vivem mais de mil pessoas. De lá, só saem quando o dia surge no horizonte, deixando para trás lixo da noitada de aglomeração. Diariamente, o vilarejo tem sido tomado de gente e o fluxo se repete. A população está sete vezes maior com a presença de turistas e as festas ilegais têm ocorrido como se fossem, na verdade, permitidas.
Os turistas começaram a chegar depois do Natal e só devem deixar a região depois do réveillon, entre 2 e 3 de janeiro.
Sem a possibilidade de viajar para o exterior, por causa das barreiras sanitárias e emissões de alertas relacionados ao crescente número de casos de covid, o sul da Bahia parece ter sido o destino escolhido pelos viajantes mais abastados – a maioria deles vindo do Sudeste, principalmente de São Paulo.
No topo da preferência, estão Caraíva e Trancoso, outro distrito de Porto Seguro, onde são registradas aglomerações em praças públicas, bares e festas privadas ilegais.
O movimento está tão intenso que entre a tarde e a noite do dia 26 houve engarrafamento de jatinhos e aviões de pequeno porte nos aeroportos locais.
No Aeroporto Terravista, em Trancoso, que só recebe voos particulares ou fretados, 48 aeronaves pousaram só sábado. Em alguns momentos, aviões tiveram de esperar liberação para continuar viagem.
Em Caraíva, os principais pontos de aglomeração são a beira do rio e a pracinha da igreja, margeadas por bares e supermercados que não respeitam o horário de fechamento, às 23 horas, e ficam abertos madrugada adentro.
As casas de luxo também sediam festas, mas, sem contingente para fiscalizar todos os locais, os policiais precisam escolher os mais graves.
Na noite do domingo, Lucas Borges, de 29 anos, presidente da Associação de Nativos, precisou ir à casa de um parente e, na volta, recalculou trajeto. Parecia carnaval no distrito. “Os moradores já não passam mais pela rua, cortam pelos becos, porque é muito lotado, não é seguro”, conta.
Caraíva, distrito onde a energia elétrica chegou só em 2007, era considerado um paraíso com praias praticamente isoladas. Na última década, descoberta por famosos e milionários, passou a ser destino certo nesta época do ano – mesmo com a pandemia.
“Tem até pousadas discutindo entre si, porque festa dentro de pousada está acontecendo, o que traz situação deplorável aqui para o vilarejo”, diz Agrício Ribeiro, de 50 anos, dono de uma pousada trabalha com metade da capacidade por decisão própria. Pousadas e hotéis têm aval para funcionar com 100% da capacidade – opção feita pela maioria.
Sem casas de eventos abertas, turistas também organizam festinhas clandestinas. “Na realidade, essas pessoas que estão aqui têm muito dinheiro e nenhuma educação”, critica Agrício, que vê descompasso entre o incentivo ao turismo pelo poder público e as restrições de funcionamento impostas aos empresários. Resultado: descontrole na rua. “A maioria das pessoas que a gente vê nas ruas são jovens. Vão vir para cá e ficar na pousada, em casa? Não. Vão aglomerar sem qualquer limite.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

dez
31
Posted on 31-12-2020
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Sponholz, NO

 

dez
31
Posted on 31-12-2020
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Neymar desiste de festa em Mangaratiba
Foto : Pedro Martins / MowaPress

Mais cedo, o Ministério Público do Rio notificou o jogador a dar explicações sobre a festa de cinco dias, com mais de 150 convidados, que promoveria da cidade do litoral fluminense.

“O Neymar Jr. não fará festa alguma neste ano, estamos em plena pandemia e ele está com seus amigos e familiares e vão celebrar entre eles”, disse a assessoria do jogador à Folha.

“Esta tarde vi llover”, Roberto Carlos: a voz e a interpretação mais que perfeitas para esta canção (bolero), uma obra prima em letra e melodia, de tantas deixadas por Armando Manzanero. Saudades!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

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Foto: Charles Platiau/Reuters
Credit…Foto: Charles Platiau/Reuters

Por Jornal do Brasil

O estilista ítalo-francês Pierre Cardin morreu aos 98 anos de idade, anunciou nesta terça-feira (29) a família para a agência “AFP”. A causa do falecimento não foi informada, apenas que ele estava internado no hospital Neuilly, em Paris.

“É um dia de grande tristeza para toda a nossa família, Pierre Cardin já não está entre nós. O grande costureiro que foi, atravessou o século, deixando para a França e para o mundo um patrimônio artístico único na moda, mas não só isso. Nos orgulhamos da sua ambição tenaz e da ousadia que demonstrou ao longo da vida”, diz a nota da família, destacando o “homem moderno de muitos talentos e energia inesgotável”.

Pioneiro da moda mundial em muitos sentidos, Cardin nasceu na Itália em 1922, mas foi morar na França ainda criança. O estilista começou a desenhar já aos 14 anos e, antes de criar uma grife com seu nome, na década de 1950, trabalhou para outras maisons de luxo da França, como a Christian Dior.

Cardin também é considerado o primeiro estilista de alto luxo a desenhar uma coleção “prêt-a-porter”, uma linha de roupas “pronta para vestir” para um público não atendido pelas grifes à época. Foi criticado por “popularização”, mas seu gesto foi seguido nos anos seguintes por praticamente todas as grandes maisons.

Além disso, foi o primeiro a considerar os mercados asiáticos da China e do Japão, bem como a Rússia, como de alto interesse para a moda de luxo. Em janeiro deste ano, sua vida e trajetória na moda foi alvo de um documentário “House of Cardin”, que mostrava o estilista plenamente ativo mesmo quase centenário.

dez
30
Posted on 30-12-2020
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J. Bosco, no jornal O Liberal (PA)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Segundo a assessoria de imprensa do vice-presidente, ele continua fazendo uso de hidroxicloroquina, azitromicina e nitazoxanida

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: ROMERIO CUNHA/AFP)

(crédito: ROMERIO CUNHA/AFP)

Diagnosticado com covid-19, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, está se recuperando bem da infecção, segundo informou sua assessoria de imprensa nesta terça-feira (29/12).

Segundo a assessoria, antes de ter sido diagnosticado com covid-19, Mourão apresentou mialgia (dor no corpo), cefaleia (dor de cabeça) e febre, que não passou de 38ºC, o que o levou a fazer o exame no domingo (29/12).

Ele engrossa a lista de autoridades que foram infectadas pelo vírus. Desde março, o presidente Jair Bolsonaro e outros 13 ministros já contraíram a doença e se recuperaram da doença. Mourão segue em isolamento na residência oficial do Palácio do Jaburu.

 

 

 

 

 

DO CORREIO BRAZILIENSE/COM FRANCE PRESS

 

Para Armando Manzanero, o romantismo surgiu ainda quandi criança e foi a sua marca. Evocando o pôr do sol na praia vieram “Somos novios”, “Esta tarde vi chover” e “Adoro”, joias que o colocam entre os grandes nomes da música mexicana.

Paradoxalmente, a quarentena permitiu-lhe fazer coisas que “não sabia fazer”, como descansar e dar uma pausa a sua maior virtude: compor.

Também o ajudou a “colocar em ordem” seu catálogo de mais de 400 obras e a não deixar “uma única música ficar por aí”, como afirmou ao jornal Milenio em abril, em pleno confinamento.

Nascido na cidade de Mérida, (estado de Yucatán), em 7 de dezembro de 1934, mas registrado um ano depois, Armando Manzanero Canché também se destacou como intérprete e produtor, uma carreira multifacetada que lhe rendeu uma figura de destaque no cenário musical na América Latina.

Ele também recebeu o Prêmio de Excelência Musical da Academia Latina da Gravação, em 2010.

– Muitos prêmios –

Nos últimos dias, o bolerista tinha sido homenageado pessoalmente pelo governo de Yucatán com a inauguração de um museu dedicado à sua vida e obra.

“A gratidão é a memória do coração, e a música é a melhor memória que você pode carregar no bolso”, afirmou Manzanero durante a homenagem.

O maestro mexicano construiu uma carreira de seis décadas, com cerca de trinta álbuns e canções como “Vou apagar a luz”  e “Contigo aprendi”, hinos do cancioneiro romântico hispânico acompanhados do seu piano.

Entre os cantores internacionais que deram voz a suas letras estão Luis Miguel, Andrea Bocelli, Frank Sinatra, Christina Aguilera, Chavela Vargas, Julio Iglesias e Raphael.

Orgulhoso de sua origem maia, Manzanero veio ao mundo envolto na música: seu pai, Santiago, era trovador, e ganhava a vida cantando nas cidades, embora o romantismo – contou várias vezes – tenha sido herdado de sua avó Rita.

Casou-se cinco vezes, número que o incomodava, e teve sete filhos.

Quem o conheceu intimamente afirma que o Prêmio Nobel de Literatura de 1982, o colombiano Gabriel García Márquez, queria fazer um bolero com ele, mas isso nunca se concretizou.

O escritor e cronista mexicano Carlos Monsiváis, com quem o cantor-compositor tinha um programa de rádio, disse certa vez que “Manzanero só seria substituído por Manzanero”.

“A vida dele é a canção de um homem que não será alcançado”, escreveu recentemente o colunista Carlos Díaz no Milenio.

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“Mia” (Minha), Armando Manzanero y Miguel Bose: Um bolero consagrador – em letra e melodia – interpretado lindamente em dueto, neste tributo do BP ao grande artista mexicano que a Covid-19 nos levou nesta segunda-feira amarga de quase fim de dezembro.  Cantado em dueto com o famoso cantor romântico espanhol, Miguel Bosé. Escutei  esta gravação pela primeira vez em uma loja de discos do “El Corte Inglês” , no centro de Madri  e fiquei extasiado. Depois comprei o disco e mais outros CDs disponíveis do autor de “Esta Tarde Vi Llover” e “Contigo Aprendi” _ entre outras preciosidades do bolero –  , e nunca mais parei de ouvir e ter Manzanero entre meus artistas preferidos. A notícia de sua morte sofrida nesta segunda-feira de quase fim de dezembro -vítima da Covid-19 – muito me etristece. Permanece indelével e imortal a memória da obra monumental que  Manzanero legou ao México e a todos nós no mundo inteiro.

R.I.P.

(Vitor Hugo Soares)

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