Bahia Notícias / Notícia / ACM Neto diz não ver crítica de Wagner como antecipação da eleição de 2022 - 21/10/2019
 ARTIGO DA SEMANA

Nordeste 2022 : Jaques Wagner (PT) e ACM Neto (DEM) se batem

Vitor Hugo Soares

Merece atenção – além dos muxoxos de descrédito de alguns observadores e gladiadores da atual cena política baiana e nordestina – os murmúrios de desejos de petistas de raiz e de figuras históricas de esquerda, que começam a sugerir, sem pedir segredos, que o senador Jaques Wagner saia de sua zona de conforto, no Congresso (mandato de oito anos, conquistado em 2018), para mergulhar no olho do furacão, que deverá varrer o estado na disputa pelo Palácio de Ondina, na sucessão do governador Rui Costa, em 2022.

Não deu nem tempo de amenizar o calor da refrega eleitoral, pela prefeitura de Salvador, decidida no primeiro turno com a vitória de Bruno Reis, o vice e braço direito de ACM Neto (DEM), com 64% dos votos válidos. Mais que suficientes para o presidente nacional dos Democratas sentir-se com forças suficientes, a ponto de desafiar o ex-governador da Bahia – um reconhecido campeão de urnas em embates de passado recente – para o centro do ringue na sucessão estadual. 

Wagner e ACM Neto já se batem com vistas a 2022. Enquanto os olhos de analistas e holofotes da imprensa nacional se voltam para disputas com ingredientes e conteúdos para fazer história nas eleições, deste domingo, 29, a exemplo do confronto Marília (PT) x João Campos (PSB), primos e herdeiros da tradição política de Miguel Arraes, pelo comando de Recife, a lendária capital de Pernambuco. E tem ainda um tira teima inesperado e arrepiante entre Covas (PSDB) x Boulos (PSOL) pela crucial prefeitura da capital paulista, a mais rica e cobiçada do Brasil. 

Semana passada, contente e esbanjando autoconfiança, depois de confirmada a balaiada de votos, do candidato eleito do DEM em praticamente todas as urnas e zonas eleitorais, dos chamados bairros nobres ao centro, periferia e subúrbios, ACM Neto foi para a galera. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o presidente do Democratas tratou de dar ressonância nacional ao seu feito político e ao estado de espírito. Falou sem meias palavras. Na parte mais polêmica da conversa, o prefeito da capital baiana brandiu farpas, de conteúdo político, contra adversários da chamada “esquerda baiana”, mas deixou escapulir algumas mágoas pessoais, de querelas do tempo em que o avô Antônio Carlos Magalhães imperava na Bahia, enquanto o ex-presidente Lula mandava no Nordeste e no país. Ao Valor, Neto disse que as  eleições municipais deste ano – ainda em curso com o segundo turno deste domingo – causaram “uma aceleração no processo de aposentadoria do Lula.”

O senador Jaques Wagner não gostou desta parte da entrevista e, ao ser entrevistado pela Tribuna da Bahia, considerou que o adversário passou da conta, foi “arrogante” e reagiu no mesmo tom do prefeito. Para Wagner, “a decisão do futuro do ex-presidente Lula cabe somente a ele”. E pisou mais forte no acelerador, na reação ao dirigente do DEM: “Só porque ganhou domingo (dia 15 de novembro) já está com arrogância de querer dizer o que vai acontecer. Já demonstra que não sabe conviver com eventuais vitórias, e eu espero que não faça o mesmo que fez há dois anos porque o que ele apoiou está aí matando o Brasil”, atacou o senador petista, sem citar nominalmente o atual ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro. Nem precisava.
Tem mais, muito mais, mas não digo. A não ser que 2022 começou bem mais cedo na Bahia.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br

“Dora”, Nana Caymmi: a voz e a força interpretativa de Nana, na gravação  de uma das composições mais bonitas e empolgantes de Sêu Dorival. Um maravilhoso canto à bela e guerreira capital pernambucana, na véspera  de fazer historia mais uma vez. 

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

nov
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Posted on 28-11-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-11-2020

DO CORREIO BRAZILIENSE

Por conta da covid-19, o debate presencial que aconteceria hoje entre os candidatos à prefeitura de São Paulo foi cancelado. Pelas redes sociais, Boulos comentou o diagnóstico e disse ter pedido à Globo que o duelo com Covas seja mantido

Ingrid Soares
 

 (crédito: MAURO PIMENTEL/AFP)

(crédito: MAURO PIMENTEL/AFP)

O candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), foi diagnosticado com covid-19 na tarde desta sexta-feira (27/11). Segundo a assessoria de imprensa, o psolista está assintomático. Ele esteve em campanha junto com a deputada Sâmia Bonfim (PSOL) que testou positivo para o novo coronavírus na última segunda-feira.

De acordo com a nota, ele cumprirá o protocolo de quarentena pelo período necessário e a campanha segue atuante até o final de semana, quando Boulos e Bruno Covas, atual prefeito, se enfrentarão nas urnas no segundo turno das eleições municipais.

 
 “Toda a equipe que trabalha na campanha e que tem contato próximo com o candidato será testada a partir de agora. O candidato reforça a preocupação que tem afirmado nos últimos dias sobre os indícios de uma segunda onda da pandemia, até aqui negligenciada pelos governos estadual e municipal, responsáveis pela aplicação das medidas. A campanha seguirá atuante nesta reta final para apresentar o projeto de mudança que São Paulo precisa e fazer a esperança que a gente vê nas ruas desaguar numa vitória no próximo domingo”.

“Cuidem-se”

Por conta da covid-19, o debate presencial que aconteceria hoje entre os candidatos à prefeitura de São Paulo, tido como essencial na virada de votos, foi cancelado.

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28
Posted on 28-11-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-11-2020


 

Kleber, NO 

 

 

Atração estreia em janeiro com Lucas Mendes, Caio Blinder, Diogo Mainardi, Ricardo Amorim e Pedro Andrade

Correio Braziliense
Após nove anos na Globo News, o programa Manhattan Connection migrará de emissora. A atração, que fala de política, economia e cultura, teve a última edição no canal da Globosat no domingo (22/11) e segue para a TV Cultura. A estreia está prevista para janeiro.
 

 (crédito: Twitter/Reprodução)

(crédito: Twitter/Reprodução)

O Manhattan Connection estreou na tevê fechada brasileira em 1993 no canal GNT. Diretamente de Nova York e sob comando de Lucas Mendes, a atração tinha na primeira formação Paulo Francis, Caio Blindes e Nelson Motta. Depois Lúcia Guimarães, que antes ficava por trás da câmeras, passou a ter um espaço dedicado à cultura. Em 2011, o programa migrou para a Globo News seguindo para um foco mais jornalístico e com uma nova bancada.

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