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Postado em 05-11-2020
Arquivado em (Artigos) por vitor em 05-11-2020 00:16

Ganhe Trump ou Biden, a participação dos eleitores foi recorde e muito mais jovens decidiram participar da escolha do presidente da República. Fiscais de apuração e advogados de ambos os partidos atuam ferozmente, numa disputa que não foi liofilizada pela tecnologia. Se a disputa for parar no tapetão, a Suprema Corte ou o Congresso do país decidirão conforme a lei, sem jurisprudência de ocasião. Se houver conflitos de rua, a lei e a ordem serão garantidas pelas forças de segurança e eventuais excessos serão filmados e punidos, como deve ser. Contas feitas, contestadas e julgadas, os Estados Unidos terão um presidente da República legítimo em janeiro e ponto final — eleito pelo federalismo que se sobrepõe à maioria absoluta e é a alma inerente ao sistema americano.

 Não vejo a polarização política, expressa agora pela luta eleitoral renhida, como problema fundamental. Nem o fato de ela continuar pelos próximos anos. A estridência cansa, mas uma espada de Dâmocles pendurada pela metade dos eleitores do país sobre a cadeira presidencial é a melhor forma de fiscalização que pode haver.

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