Vivemos em uma sociedade acometida por muitos males. Estresse, cobrança, preocupação, preconceitos, ansiedade, doenças novas e velhas conhecidas da medicina. Difícil driblar todos esses problemas e não sofrer com um, pelo menos, alguma vez na vida.

Desde muito nova, Julia Camara, 30, experimentou a autocobrança. A vontade que tinha de trabalhar, de ter independência e ser sempre produtiva pode ter lhe rendido maus frutos. A baiana de Paulo Afonso foi em 2006 com sua irmã mais velha morar em Recife (PE) para estudar. “A cidade grande me assustou”, diz ela, mas o ritmo acelerado começou a fazer parte de sua vida ainda no início da faculdade de administração.

Julia estudava à noite e trabalhava de dia, e as cobranças só continuavam. Até que com 23 anos percebeu que havia algo de errado. Crises constantes a fizeram parar na emergência de hospitais, sem saber o que poderia ser, com direito a palpite das buscas do Google que a fizeram cogitar infarto e AVC. Mas não tinha nada a ver. A descoberta da síndrome do pânico veio logo em seguida. Após o diagnóstico, o tratamento durou um ano até os ataques de pânico irem embora.

No Brasil, cerca de 9% da população sofre com algum transtorno de ansiedade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). O TAG (transtorno de ansiedade generalizada) é um deles. A síndrome do pânico pode ser vista como uma espécie de “evolução” da doença, pois seus sintomas são semelhantes, mas as crises são mais graves. No TAG, geralmente a pessoa tem crises a partir de acontecimentos concretos, já na síndrome do pânico as crises ocorrem sem motivo, é apenas um medo que o indivíduo sente e que, na maioria das vezes, não tem fundamento.

Ideia

Conviver com o transtorno trouxe uma vontade de ajudar outras pessoas na mesma situação. Por isso, ela desenvolveu um planner (ou agenda) para que quem tem o transtorno possa preencher com informações sobre o que sentiu no dia. Isso porque uma das recomendações dos especialistas é fazer um acompanhamento, anotar tudo aquilo que pode ser importante para o tratamento.

“Eu não sabia como fazer isso, saí da consulta perdida, sem saber por onde começar. Dá até preguiça começar do zero, sabe?”. E o que começou como algo individual virou o Tão A Gente, marca do planner que ela pretende transformar em uma rede de apoio e expandir com outros produtos no futuro.

“O nome Tão A Gente surgiu como um desejo de me incluir na questão também. Sabe quando a pessoa diz para a outra ‘isso é tão a gente’? Foi daí que saiu”, conta. E pode parecer planejado, mas Julia diz que foi puramente coincidência as iniciais formarem a sigla TAG, mas que foi um fato decisivo para a escolha.

E olha, ela quis se incluir por inteiro no projeto, mas nem sempre foi assim. Desde que foi diagnosticada, Julia sempre teve muita vergonha de contar para as pessoas. Só os pais e parentes mais próximos sabiam do que estava acontecendo. “Eu estava morrendo de medo, porque até ali ninguém sabia. Fiquei em um dilema, sem saber se queria me expor”.

Depois de muita reflexão, decidiu que era necessário, porque o assunto é sério e precisa ser debatido para deixar de ser um tabu: “Coisa de doido, remédio controlado são coisas que vamos construindo durante a vida e ainda existe muito preconceito”.

O planner pensado por Julia serve para manter um acompanhamento, como um diário. Tem uma página diária, mas é atemporal e é possível escrever todos os dias, se a pessoa quiser. Ele mostra como o tratamento está funcionando. Resumo do sono, compromissos, cardápio das refeições, notas, planejamento financeiro, inspirações e hábitos podem ser registrados. Além do planner, o kit vem com saquinho com escalda-pés e vidrinhos com sementes aromáticas, que custa R$ 69,20.

Sintomas

Os primeiros sinais, para ela, surgiram há muito tempo. E só em 2006 foi diagnosticada com síndrome do pânico. “Provavelmente, tive crise de ansiedade antes. Como não busquei ajuda, pode ter evoluído para o pânico”.

Os sintomas eram os piores possíveis: falta de ar, dores de cabeça, taquicardia. As crises leves deram espaço para as mais severas e o quadro foi se agravando, até que Julia não conseguia mais dirigir. Se sentia mal enquanto estava no trânsito, ao ponto de ligar para a mãe e ter que fazer o trajeto inteiro com ela do outro lado da linha para a acalmar: “O medo era o da morte”.

“Tenta controlar. Isso é coisa da sua cabeça. É frescura. Exagero”. Eram frases comuns que ela ouvia no início. Até que teve crise na frente do pai, enquanto passava férias em Paulo Afonso, que a obrigou ir ao médico. Foi um ano inteiro com medicação. Em 2017, mais uma manifestação da doença, mais ataques de pânico. Julia não aceitava passar por tudo aquilo novamente, também demorou a procurar ajuda. As crises duravam de 10 minutos a uma hora, tempo que é reduzido ao longo do tratamento com os remédios.

A causa não é possível saber, mas Julia acredita que pode ter sido um misto da autocobrança com a mudança de cidade – que ela não queria ir. Tudo isso na fase da adolescência marcou muito esse período da sua vida. Mas ela nunca parou: “Nunca prejudicou meu trabalho. Me orgulho de ter tido força para não desistir, porque acontece muito”.

Com 30 anos, Julia se considera uma pessoa feliz e que encontrou o seu caminho. Ela conta que sempre sentiu falta de um propósito em sua vida profissional. “Me sentia vazia, parecia que eu não estava fazendo nada útil, achava que podia fazer mais e agora estou vendo que posso ajudar e facilitar a vida das pessoas”. A ideia é se dedicar exclusivamente ao Tão A Gente e desenvolver outros produtos que possam ajudar no tratamento de transtornos mentais.

“Ele é tão especial que até quando alguém dá um presente desses, não é qualquer um, não é uma roupa bonita. É significativo. Quer dizer que tem alguém preocupado com você”. E assim pretende deixar a sua colaboração para o mundo.

“Fundo Azul”, Nara Leão : Toda doçura , atualidade e originalidade de uma artista especialíssima.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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 G1

Por Jornal Nacional — Brasília

Juristas e políticos criticaram o líder do Governo que propôs uma nova constituição
 

Juristas e políticos criticaram o líder do Governo que propôs uma nova constituição

Juristas e políticos criticaram um ataque do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), à Constituição de 1988, criada por uma assembleia nacional constituinte depois do encerramento da ditadura militar.

Barros fez a declaração em um evento virtual organizado pela Academia Brasileira de Direito Constitucional.

Ele disse que o Brasil está em situação ingovernável e deveria seguir o exemplo do plebiscito do Chile e convocar uma assembleia nacional constituinte para escrever uma nova Constituição.

“Eu pessoalmente defendo uma nova assembleia nacional constituinte. Acho que devemos fazer um plebiscito, como fez o Chile, para que possamos refazer a carta magna e escrever muitas vezes nela a palavra ‘deveres’, porque a nossa carta só tem direitos e é preciso que o cidadão tenha deveres com a nação”, afirmou o líder do governo.

Barros também disse que a Constituição de 1988 tem um poder fiscalizador grande demais. Em 2018, durante a campanha presidencial, o PT chegou a propor uma constituinte e só recuou depois de receber muitas críticas.

No mesmo evento, intitulado “Um dia pela democracia”, o ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, criticou — sem citar o líder do governo — a convocação de uma assembleia constituinte.

“Nós temos no Brasil uma democracia bastante resiliente, que vive sob a Constituição de 1988 há 32 anos recém-completados”, afirmou o ministro. “Tivemos momentos dificeis na vida brasileira. Alguns momentos reais, alguns momentos puramente retóricos, mas até hoje ninguém cogitou de uma solução que não fosse o respeito à legalidade constitucional. E o Legislativo funciona e dá limites ao poder. O Judiciário e o Supremo funcionam e dão limites ao poder e, portanto, além de qualquer retórica menos feliz, nós temos instituições sólidas que têm resistido adequadamente a vendavais constantes”, complementou.

Em uma rede social, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas condenou a proposta de uma assembleia constituinte.

“Tenho visto gente no Brasil tentando pegar carona no plebiscito chileno para reabrir o debate sobre uma nova Constituição por aqui. Estudar um pouco de história e entender a transição democrática deles e a nossa seria útil. Só para começar”, escreveu.

O ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Sergio Moro, afirmou em uma rede social que “o que dificultou a governabilidade do Brasil nos últimos anos foi a corrupção desenfreada e a irresponsabilidade fiscal, não a Constituição de 1988 nem a Justiça ou o Ministério Público”.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) também rebateu as declarações de Ricardo Barros. Nascido no Chile, Maia disse que a situação do país é completamente diferente. No Brasil, segundo ele, o marco final do processo de redemocratização foi a Constituição de 1988. No Chile, esse processo ainda não se concluiu até hoje.

Maia afirmou que o caminho para solucionar os problemas do país é a realização das reformas por meio de emendas e não escrever uma nova Constituição.

“Não podemos de forma nenhuma misturar a história do Brasil com a história do Chile. O Brasil teve uma transição democrática e aprovou uma Constituição nesse processo que culminou com essa aprovação. Neste momento, o Brasil tem muitas urgências, tem muitas emendas constitucionais para reformar a Constituição, a PEC emergencial, a reforma administrativa e a reforma tributária. Vamos ficar no nosso foco. Senão, vamos transmitir insegurança para a sociedade. Qual é a agenda do governo? Qual é a agenda do congresso nacional?

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal ministro Ayres Brito disse que o país se torna ingovernável quando se dá as costas para a Constituição.

“Isso, exatamente, a Constituição, se bem entendida, bem interpretada e bem aplicada conduzirá o Brasil ao melhor dos destinos, um destino politicamente democrático, volto a dizer, filosoficamente humanista e culturalmente civilizado. Tenho certeza disso. É só ler com atenção, não subinterpretar a Constituição, não ter um pé atrás com ela. Enquanto tivermos um pé atrás com a Constituição, o Brasil não irá para a frente”, disse.

O ministro Carlos Velloso, que também presidiu o Supremo, disse que é um “golpe” defender agora uma assembleia constituinte”.

“Em síntese, seria um golpe de estado porque não se muda a Constituição ao sabor da vontade das pessoas. Não. A Constituição foi feita para durar”, declarou.

O Palácio do Planalto não quis comentar as declarações do líder Ricardo Barros.

 

Jornalista e escritor Joaci Góes assume a presidência da ALB – Home | ABI – Associação Bahiana de Imprensa

Renúncia na ALB 1 (Joaci Góes)

Surpreendeu aos meios culturais, empresarial e político a  renúncia do acadêmico Joaci Góes à presidência da Academia de Letras da Bahia. O ato ocorreu na noite de quinta-feira  (22), em meio a uma reunião “on line” da ALB, quando um extenso relatório de prestação de contas foi apresentado, apesar dos poucos meses de atividades, sem falar dos impasses causados pela pandemia. Segundo confrades mais próximos, a decisão de Joaci está relacionada a discordâncias de ordem política manifestadas por “imortais de esquerda” que seguem a liderança do reitor da UFBA, João Carlos Salles.

Renúncia na ALB 2

Eleito presidente da ALB em novembro de  2018, Joaci Góes assumiu o posto em março de 2019,  realizando uma gestão dinâmica e inovadora, racionalizando custos e desenvolvendo projetos que colocaram a egrégia instituição com grande presença na vida cultural do Estado. Em razão disso, fortes eram os apelos  para sua recondução por mais um mandato. A tais manifestações, o então presidente já havia informado que só concorreria se não houvesse “bate-chapa”, para evitar prejuízos à ALB como  ocorrera em  anos anteriores. Percebendo, contudo, ser grande a obstinação de alguns  “opositores” em lutar pelo comando da Academia, Joaci preferiu renunciar. Assumiu o cargo o conceituado acadêmico Nelson Cerqueira, vice-presidente.

Milicianos e traficantes estão infiltrados nas eleições no Rio, diz estudo
 

Em 14 cidades do Rio de Janeiro, há denúncias de que milicianos e traficantes se infiltraram nas eleições deste ano.

Segundo levantamento feito pelo Disque Denúncia a pedido do Globo, os traficantes e milicianos direcionam votos em determinados candidatos e impedem a presença de concorrentes em áreas controladas por eles.

Em cinco municípios, foram registradas denúncias tanto de traficantes quanto de paramilitares direcionando votos e impedindo a presença de candidatos: Rio, Itaguaí, Duque de Caxias, Belford Roxo e Niterói.

has “compradas pelas Farc”

As demais cidades citadas no estudo são Natividade, São Fidélis, Araruama, Maricá, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Queimados, São João de Meriti e Angra dos Reis.

De acordo com o relatório do Disque Denúncia, “chama atenção a quantidade de denúncias que informam sobre a candidatura dos próprios indivíduos que pertencem aos grupos de milícia. Nestes casos, especificamente, os milicianos utilizam sua influência na comunidade e, atrvés da realização de ameaças, buscam conseguir mais votos”.

rasileiro

DO CORREIO BRAZILIENSE

Ao CB Poder, o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Bartolomeu Rodrigues, falou sobre o 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que será em dezembro

PB
Paula Barbirato*
 

Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF – (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

“É a primeira vez que o festival não se restringe ao território do Distrito Federal”, pontua Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, em entrevista concedida ao CB.Poder – parceria do Correio com a TV Brasília, nesta segunda-feira (26/10). Além de falar sobre o modelo virtual do 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o secretário comentou sobre o carnaval de 2021, o pagamento da Lei Aldir Blanc, o Teatro Nacional e as políticas de incentivo à cultura.

Depois de dificuldades e adiamentos, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi marcado para ocorrer entre 15 e 20 de dezembro e o edital para inscrições está aberto até 10 de novembro. Na mesma dinâmica com as mostras Competitiva e Brasília, o evento será realizado de maneira remota, com transmissão via tevê pelo Canal Brasil e também pelo streaming Brasil Play.

“O festival não pode ser interrompido, até porque o cinema nacional está precisando de um instrumento, de uma voz como esta”, afirma Bartolomeu Rodrigues, diante do momento de pandemia que prejudicou as produções cinematográficas. “O cinema nacional vem de uma crise muito grande, mas está mostrando que não se entrega fácil assim”, complementa.

Conhecido pela troca presencial entre participantes e público, Bartolomeu Rodrigues também comentou da intenção de realizar alguma cerimônia no espaço físico do Cine Brasília, local que sediou outras edições. “O Cine Brasília não pode ficar de fora. É um símbolo”, diz o secretário. Declarado Patrimônio Imaterial em 2007, a edição está sob coordenação e curadoria do cineasta Silvio Tendler, dos documentários Jango e Glauber, o filme – Labirinto do Brasil.

Cancelamento do carnaval

Outros assuntos relacionados com a cultura do Distrito Federal foram citados na entrevista. Entre eles, o secretário comentou sobre o cancelamento das festas de carnaval em 2021. “O Estado tem responsabilidade. Não vamos colocar recurso em um cenário que não sabemos como estará no período do carnaval”, reflete Bartolomeu Rodrigues, a fim de seguir os protocolos de segurança.

Mesmo com a vacina, o secretário coloca que a sociedade compreende que não é uma medida tomada para cercear a festividade cultural, mas sim para garantir segurança e por não existirem previsões concretas sobre a pandemia. “Nós gostaríamos de anunciar a festa, mas temos que ter responsabilidade”, acrescenta.

Incentivo à cultura

A Lei Aldir Blanc (Lei 4.017/2020) está nos outros temas comentados ao decorrer da entrevista. Em frente ao prejuízo causado pela covid-19 no setor cultural, Bartolomeu Rodrigues confirmou o primeiro pagamento da linha 1 a partir de quarta-feira (28/10). No Distrito Federal, em vez de três parcelas, serão cinco que podem totalizar entre R$ 3.000 a R$ 6.000, que são para as pessoas, mulheres, sobretudo, mantenedoras do lar.

A respeito do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o secretário afirma que a partir do momento que colocarem o superávit a disposição do orçamento da Secretaria de Cultura, os recursos serão utilizados. “Nós trabalhamos com aquilo que está disponível”, garante Bartolomeu Rodrigues e dá o exemplo do último edital FAC Visual Periférico, com mais de R$ 9 milhões disponibilizados. Um dos objetivos da secretaria, segundo ele, é criar medidas que diversifiquem e democratizem o acesso à cultura.

Teatro Nacional

Antes de encerrar a entrevista, o último assunto mencionado foi o Teatro Nacional. O primeiro passo dado, segundo Bartolomeu Rodrigues, esteve em identificar o direcionamento das obras iniciais, junto a equipe técnica da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), para resolver os problemas estruturais do local. “No ano que vem, a gente vai estar a todo vapor no Teatro Nacional”, garante o secretário.

*Estagiária sob supervisão de Adriana Izel

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Posted on 27-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-10-2020


 

Passofundo, no portal

 

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Posted on 27-10-2020
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CB
Correio Braziliense
 

Carla Vilhena deixou a Globo em 2018 - (crédito: reprodução/Instagram)

Carla Vilhena deixou a Globo em 2018 – (crédito: reprodução/Instagram)

A CNN está disposta a sacudir o mercado do telejornalismo brasileiro. Poucos dias depois de anunciar as contratações de Márcio Gomes e Glória Vanique, os dois da Globo, chegou a vez de Carla Vilhena reforçar o time do canal de notícias. Carla estava fora da televisão desde 2018, quando saiu da Globo para se dedicar a projetos especiais.

Em uma rede social, a CNN Brasil disse que a contratação de Carla “é o terceiro reforço da emissora, em uma semana, para ampliação do projeto multiplataforma e para a programação do Pay TV.”

No comunicado, a emissora lembra que “Carla fez história na Rede Globo, onde trabalhou durante 34 anos e apresentou os principais produtos jornalísticos da TV. Esteve à frente de Jornal Nacional, Fantástico, Jornal Hoje, Bom Dia Brasil, Jornal da Globo, entre outros.”

Ainda não há data de estreia prevista para Carla, Márcio e Glória na CNN

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