Foi cremado neste sábado, 25 , no cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, o  corpo do engenheiro civil, administrador de empresas e articulador político na cidade de Juazeiro, Flávio Luiz Ribeiro, de 71 anos. Do leitor e colaborador do Bahia em Pauta, amigo da rede social que assina Vangelis, este editor recebeu a noticia do falecimento , confirmada na sexta-feira (23).  Ele era irmão do fotojornalista Flávio Ciro, que em várias oportunidades atuou na antiga sucursal do Jornal do Brasil em Salvador. A mãe e os filhos de Flavio Luiz residem na capital  baiana. de 90 anos, mora na capital baiana.

A notícia do morte do administrador, por covid 19, foi confirmada  na noite e sexta-feira, em notícia publicada na Rede RN, do vale do São Francisco.

Até ser contaminado pelo corona virus, ele atuava na  campanha da candidata a prefeita de Juazeiro, Suzana Ramos, que tinha em Flavio um dos coordenadores políticos.

A notícia da Rede GN relata que Flávio Luiz teve atuante participação em diversos movimentos em prol de Juazeiro, além de marcante presença política e de gestão administrativa. Foi candidato a prefeito de Juazeiro e atuou como secretário municipal em diversas gestões.

Flávio estava internado no Hospital Neurocárdio, em Petrolina, há alguns dias para tratamento de Covid-19, teve complicações em virtude de outros problemas de saúde.

A Câmara de Vereadores de Juazeiro decretou luto oficial de três dias. Entre a inúmera mensagens de pesar pelo falecimento de Flavio Luiz, uma foi publicada na rede social pelo artista sanfoneiro, cantor e compositor, Targino Gondim.


Bahia em Pauta » Blog Archive » Janio Ferreira Soares: o mais, obediente que sou, seguirei à risca a ordem do capitão Zeca, neste 31 de março
 ARTIGO

Delegado Bussunda e o dinheiro na cueca do senador

Quando li a manchete dizendo que um senador havia sido flagrado com mais de 30 mil reais na cueca, pensei ser alguma brincadeira relativa aos 15 anos daquele episódio ocorrido em 2005, onde um assessor do deputado José Guimarães, do PT do Ceará, foi preso com 100 mil dólares na dita-cuja. Mas aí, ao ler a matéria, primeiro veio à surpresa de sabê-la verdadeira. Depois, o susto de ver que o astro da bizarrice era o quase conterrâneo Chico Rodrigues. Explico.

Apesar de ter nascido em Recife, Chico morou em Paulo Afonso até os 16 anos, já que seu pai era motorista da Chesf. Depois de fazer o colegial aqui, ele foi estudar na capital pernambucana e voltou pra lecionar na Escola Rural, ocasião em que conheceu Selma Rodrigues, sua esposa.

Pois bem, o mais surpreendente desse caso – que lembra um quadro do Casseta e Planeta -, é a riqueza de detalhes do local onde o dinheiro estava camuflado e a forma como foi descoberto, sem falar na explicação meio retrô do senador por tê-lo entocado num local, digamos, tão cavernoso e úmido. “Foi impulso”, disse ele, talvez em homenagem àquela velha propaganda dos anos 80 de um desodorante, que mostrava uma menina andando e uns marmanjos seguindo-a com rosas nas mãos, enquanto uma voz em off dizia: “O desodorante que deixa você tão atraente, que se de repente um desconhecido lhe oferecer flores, isso é Impulse”. Mas voltemos aos fatos.

Semana passada a Polícia Federal cumpriu seis mandatos de busca e apreensão em Boa Vista, apurando um suposto esquema de desvio de recursos públicos para o combate ao coronavírus em Roraima. Um dos endereços visitados foi o do senador Chico Rodrigues, vice-líder do governo Bolsonaro.

Conta o delegado Wedson (função que cairia como uma luva em Bussunda, até pela oportunidade da rima) que Chico, bastante nervoso, insistia em ir ao banheiro. Aí, desconfiado do volume em formato de cocadas nas nádegas do senador, seu delega deu um belo confere nas tais protuberâncias e, segurando o riso, quis saber que diabo era aquilo quase furando a malha de seu pijama. Foi aí que Chico deveria ter incorporado um personagem do saudoso besteirol e dito algo do tipo: “Ah, isso? Isso é uma cueca bunda rica que uma baiana me mandou de Maceió, que já vem recheada com dinheiro vivo”.

E aí, aproveitando o bigode no estilo daquele caubói do Village People, começaria a dançar e a cantar I Will Survive, enquanto jogava pela janela vários maços de onças aflitas, garoupas sufocadas e lobos-guarás entorpecidos, dizendo: “Vão, minhas criaturinhas, voltem para o Pantanal que titio Bolsonaro já apagou o incêndio”.

Assustado diante do ocorrido, só restaria ao delegado Wedson Bussunda encerrar o caso prendendo o coitado do Tadeu, aquele que pegou a irmã de Clemilda e… crau!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco.

I Will Survive”, Gloria Gaynor-Village People: uma sugestão dominical – recolhida no próprio texto do autor – para acompanhar do informativo, bem humorado e bem escrito texto de Janio, que o BP publica hoje (24)

BOM DOMINGO

(Vitor Hugo Soares}

out
25
Posted on 25-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-10-2020

Leopoldo López deixa a Venezuela

Leopoldo López, líder oposicionista venezuelano e colega de partido de Juan Guaidó, saiu da Venezuela a caminho de Bogotá, na Colômbia. Segundo a oposição ao regime de Nicolás Maduro, seu destino final pode ser a Espanha, onde vivem a esposa e filhos.

Prisioneiro político do chavismo, López estava refugiado na embaixada da Espanha em Caracas desde abril do ano passado.

out
25

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Ministro do Meio Ambiente chamou o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, de “maria fofoqueira”

ST
Sarah Teófilo

 (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

(crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também saiu em defesa do ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, após ofensa do ministro do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles. Pelo Twitter, Alcolumbre disse que a ação de Salles “apequena o governo”.

“Sem entrar no mérito da questão, faço duas ressalvas. 1.Como chefe do Legislativo, registro a importância do ministro Ramos na relação institucional com o Congresso. 2.Não é saudável que um ministro ofenda publicamente outro ministro. Isto só apequena o governo e faz mal ao Brasil”, escreveu Alcolumbre.

Também pela rede social, mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou de forma dura a postura de Salles. “O ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”, afirmou.

A briga começou depois que Salles publicou uma notícia do jornal O GLOBO no qual dizia que o ministro “esticou a corda” com a ala militar do governo após o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) suspender as ações de combate aos incêndios no Pantanal e na Amazônia devido à falta de recurso.

“Ministro Ramos, não estiquei a corda com ninguém. Tenho enorme respeito e apreço pela instituição militar. Atuo da forma que entendo correto. Chega dessa postura de #mariafofoca”, escreveu, deixando a briga pública.

DO JORNAL DO BRASIL

Foto: Reuters/Adriano Machado
Credit…Foto: Reuters/Adriano Machado

Por Jornal do Brasil

A Rede e o PSB preparam medidas em duas frentes, no Congresso Nacional e no Judiciário, em reação a notícia sobre utilização do GSI e da Abin para possível interferência nas investigações de suposto esquema de rachadinhas no gabinete do então deputado estadual, hoje senador, Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Coluna da revista Época noticiou reunião ocorrida entre o presidente Jair Bolsonaro, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, e advogados de Flávio, que é filho do presidente.

A equipe de defesa levava às autoridades documentos que supostamente dão sustentação à tese da existência de uma organização criminosa na Receita Federal que estaria a serviço de levantar informações para relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Econômicas (Coaf).

Segundo Randolfe Rodrigues (AP), líder da Rede no Senado, e Alessandro Molon (RJ), líder do PSB na Câmara, a ideia é preparar a coleta de assinaturas para a criação de comissões parlamentares de inquérito para apurar o caso, assim como requerimentos de convocação de autoridades, como Heleno e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Os parlamentares também preparam pedido de informações ao GSI sobre a reunião que teria ocorrido entre Bolsonaro, Heleno e o chefe da Abin, dentre as iniciativas a serem tocadas no âmbito do Legislativo.

As equipes da Rede e do PSB também preparam mandado de segurança a ser apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja avaliada a possibilidade de afastamento de Heleno e Ramagem, e para que seja determinado ao presidente da República que se abstenha de solicitar informações sobre esse caso específico à Receita.

Ainda segundo a Época, Heleno e Ramagem teriam recebido admissão de, “em nome da segurança da família presidencial”, checar e buscar elementos para a tese da defesa de Flávio. O senador, por sua vez, teria tido encontros com o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, depois procurado pelo próprio presidente, e também com o diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados do governo (Serpro) Gileno Gurjão Barreto. Mas Flávio não teria obtido sucesso em nenhuma das tentativas, disse a revista.

Molon classificou a denúncia como “gravíssima”.

“Não se trata de uma questão de segurança da família presidencial, mas sim de uma tentativa de blindagem da família do presidente da República contra investigações criminais”, disse Molon, acrescentando que se comprovadas, as denúncias podem levar a um pedido de impeachment.

Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro esclareceu que “levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que o Relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do Senador”.

A defesa argumenta ainda que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do Senhor Presidente da República”.

Em nota, o GSI confirmou ter recebido de maneira informal dados “acerca de supostas irregularidades, que teriam sido cometidas em relatórios da Receita Federal”, mas conclui que não havia providência a ser tomada no âmbito do órgão.(com agência Reuters)

out
25
Posted on 25-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-10-2020



 

Sid, NO PORTAL DE HUMOR

 

DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Hélder de Sousa foi chefe do gabinete de comunicação do Grande Prémio de Portugal durante 12 anos. Viveu as emoções do “Grande Circo” por dentro e aceitou o desafio de escolher os cinco que mais o marcaram. A prova rainha do automobilismo regressa este fim de semana a Portugal.

A Fórmula 1 regressa neste fim de semana a Portugal (de sexta a domingo), após 24 anos de ausência, e tem casa nova. O Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, será a quarta pista nacional a receber a prova rainha do automobilismo, vulgarmente conhecido como Grande Circo.

A história do Grande Prémio de Portugal começou em 1958 nas ruas da Boavista, no Porto, e passou ainda pela mata de Monsanto, em Lisboa, mas foi no Circuito do Estoril que ganhou mais memórias. Algumas delas recordadas para o DN por Hélder de Sousa.

O ex- piloto e jornalista esteve por dentro da organização do evento português durante mais de uma década (de 1984 a 1996) como chefe do gabinete de imprensa do Grande Prémio de Portugal e destaca cinco eventos. A começar pelo Grande Prémio de 1984: “Havia um espírito patriota entre todos os envolvidos para que resultasse e até de certa forma impressionar o grande patrão, que era o Bernie Ecclestone, para que o evento voltasse no ano a seguir.”

1984 – o regresso: Lauda campeão por meio ponto

A prova do Estoril era a última das 16 do calendário do Mundial de 1984 e ainda não havia campeão. O Estoril foi encaixado no Mundial um pouco à última hora e exigiu um grande esforço de todos os envolvidos para cumprir as exigências da organização. O velho Niki Lauda e o jovem Alain Prost, ambos pilotos da McLaren TAG Porsche, lutavam pelo título. Lauda aproveitou um pião de Nigel Mansell para o ultrapassar e terminar em segundo, acabando por se sagrar campeão por meio ponto em relação ao Prost, o vencedor da corrida. No final, o francês deu-lhe o lugar mais alto do pódio como o reconhecimento do título mundial.

“Foi um Grande Prémio icónico nessa medida, pois permitiu um título por meio ponto. Foi nesse ano que Senna rodou pela primeira vez no Estoril, com o fraquíssimo Toleman-Hart, e subiu ao pódio, no terceiro lugar. Era o início de uma história que teria desenvolvimentos no ano a seguir”, recordou o antigo jornalista.

1985 – o mais falado: primeira vitória de Senna

Não parou de chover um segundo. Os pilotos foram caindo que nem tordos. Só nove terminaram a corrida e o Lotus de Senna foi um deles, com mais de uma volta de avanço a sete dos oito adversários. O Grande Prémio de Portugal de 1985 acabou ao fim de 67 voltas e não 70 como previsto, uma vez que estavam esgotadas as duas horas previstas nos regulamentos para terminar a corrida.

Senna tinha feito a pole position e acabou por conseguir o primeiro triunfo da carreira no Estoril, fazendo ainda a volta mais rápida, e ao volante de um Lotus, que ainda conhecia mal. Foi o início da magia de Ayrton na F1. “Dava para perceber que era um talento puro, um superdotado e um diamante para ser lapidado”, recordou o ex-jornalista, que nunca esquecerá a primeira de 41 vitórias de Ayrton na Fórmula 1.

1991 – desclassificação histórica: a birra de Nigel Mansell

Mansell foi um dos maiores protagonistas da corrida portuguesa. Em 1991, o piloto britânico assumiu a liderança da corrida na 18.ª volta, mas quando foi à box fazer a troca de pneus algo correu mal. Ele arrancou antes de tempo, o pneu traseiro direito saiu do eixo e o carro ficou parado na pit-lane. O pneu ficou a rolar na pista, Mansell fez marcha-atrás para os mecânicos meterem outra roda e voltou à pista e fez uma recuperação fabulosa desde o do 17.º lugar, antes de ver a bandeira preta de desclassificação imediata.

(A razão para a desclassificação: Mansell não poderia ter feito marcha atrás com o motor do carro, teria de ser empurrado pelos mecânicos. É contra os regulamentos, considerado manobra perigosa, utilizar o motor do veículo para recuar no pit-lane.)

 

“Numa birra sem precedentes, o britânico recusou sair de pista, mas nada havia a fazer. Senna foi segundo e aumentou a vantagem no Mundial para Mansell. Este é também o ano em que Pedro Matos Chaves tenta partir da grelha de partida, mas não consegue a qualificação. O carro, um Coloni-Ford, não prestava para nada e ele foi o oitavo da qualificação e ficou de fora”, lembrou Hélder de Sousa.

1992 – o acidente a 250 km/h: o voo de Patrese

O Grande Prémio de Portugal de 1992 ficou marcado pelo famoso voo de Riccardo Patrese (Williams Renault) na 43.ª volta. Quase bateu numa passagem pedonal aérea antes da meta. Patrese não se apercebeu de que Gerhard Berger queria entrar nas boxes e bateu-lhe na traseira do McLaren, o carro levantou voo… foi uma situação muito assustadora para toda a gente.

“Seguia a uns 250 km/h, mas apesar do voo e da aterragem violenta no solo e de o carro ficar sem uma roda, o piloto ficou ileso, mas em choque e incrédulo com o que tinha acabado de acontecer.”

 

1996 – o último: a ultrapassagem de Villeneuve a Schumacher

O último Grande Prémio em solo português (1996) ficou marcado pela ultrapassagem, por fora, na curva da parabólica, de Jacques Villeneuve a Michael Schumacher. Foi na famosa curva, que antecede a entrada na reta da meta. “Fazê-la por fora era meter o carro numa zona suja, perigosa, e o Jacques Villeneuve teve muita mas muita coragem em fazê-la”, recordou o português.

O canadiano acabou por vencer e Damon Hill foi segundo, ganhando balanço para o título no Japão na última prova do Mundial. Pedro Lamy participou ao volante de um Minardi e acabou em último…

  • Arquivos