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Notícias - NEOJIBA - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia
Bahia em Pauta » Blog Archive » Lucia Leão Jacobina: “Brasil Vermelho”, um livro crucial para entender a histórica cobiça estrangeira pelas riquezas brasileiras sob disfarce de preservação ambiental
 ARTIGO

UM SUCESSO CHAMADO NEOJIBA

 

Lucia Jacobina

 

Hoje, dia 20 de outubro,comemora-se mais um aniversário do NEOJIBA e a programação festiva começou desde domingo último, com a apresentação de lives de todos os seus grupos componentes. São treze anos de atividade ininterrupta realizada nos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantisda Bahia.

Desde seu nascimento, em 2007, até a inauguração de sua sede no Parque do Queimado, na Liberdade, no ano passado, com o acréscimo da Sala Sinfônica, um projeto arrojado e pioneiro no Brasil, o NEOJIBAvem apresentandoa cada ano novas realizações.

Para este período, estava prevista a comemoração dos 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven, com a presença de vários artistas de renome internacional. Em virtude da pandemia, só foi possível assistir ao concerto inaugural da série, realizado em 12 de março, com uma notável execuçãodo famoso Concerto nº 5,para piano e orquestra, também conhecido como “Imperador”, pelo pianista Ricardo Castro, acompanhadopela Orquestra Juvenil da Bahia, a maior e mais importante formação do grupo. As demais apresentações foram canceladas.

O incansável e dinâmico também maestro Ricardologo adaptou o ensino musical à nova realidade e manteve seus músicos em casa estudando on line, fazendolives constantes pela internet, recebendoo auxílio fundamentaldestinado a todos os filiados e as suas respectivas famílias, como procedia habitualmente. Se alguns eventos foram cancelados, muitos outros estão sendo cumpridos.

Em 21 de agosto passado, houve o lançamento na forma virtual do livro “NEOJIBA, APrática Artística como meio de Desenvolvimento Humano”, de José Sérgio de Oliveira Andrade, que, além de escritor, integra o Conselho de Administração do IDSM, Instituto de Desenvolvimento Social pela Música, entidade queadministra e coordena a entidade. O livro foi impresso pela Quarteto Editora e conta a história de como surgiu o programaem Salvador, num estilo agradável e escorreito, com um belo projeto gráfico de diagramação e capa, além de estar fartamente ilustrado com fotografias das mais diferentes fases dessa vivência musical, desde que foi implantado até o ano de 2019. Mostra, ainda, o crescimento constante nos bairros, a interiorização pelosmunicípios de nosso estado, e as turnês internacionais realizadas pelo grupo, desde 2011 até a última, ocorrida em 2018, cuja apresentação final, na sede da Philarmonie de Paris, com a participação de Martha Argerich,como solista e Ricardo Castro na regência, foi entusiasticamente aplaudida de pé pelo público, comportamentoinusitado nas salas de concerto da Europa.

Um capítulo, no livro, há de ser destacado, o que nos apresenta a trajetória desse renomado pianista, Ricardo Castro, nascido em Vitória da Conquista e educado até os dezenove anos em Salvador, de onde partiu para conquistar as plateias do mundo. Muito cedo, aos três anos de idade revelou-se o interesse do garoto pelo instrumento e aos cinco foi aceito na Escola de Música e Artes Cênicas da UFBA, tendo dado o seu primeiro recital solo aos oito anos e aos dez, foi o solista de um concerto para piano e orquestra, acompanhado pela Sinfônica da UFBA. O nosso menino prodígio, seguindo sua vocação, foi estudar na Europa, tendo consolidado sua carreira vencendoimportantes concursos internacionais que o credenciaram a uma carreira internacional, se apresentando com grandes orquestras, nos mais famosos templos da música erudita. O reconhecimento de seu talento e alto preparo técnico ainda o habilitaram a lecionar na HauteÉcole de Musique de Lausanne e no Conservatório de Genebra, ambos na Suíça e no Conservatório de Fiesole, na Itália. Em decorrência de suas viagens como concertista, conheceu o El Sistema, da Venezuela, e estando em Salvador resolveu propor ao governo estadual, a implantação de um ensino musical semelhante que levasse desenvolvimento social à infância e à juventude baiana.Priorizando o lema “aprende quem ensina” e “o lugar da plateia é no palco”, Ricardo tem estimulado as pessoas a sentir a presença da música em suas vidas e arregimentado seguidores que adotam e concretizam suas ideias. Todo o desenvolvimento dessa valiosa conquista está contado em detalhes no livro.

Além desse lançamento, assistimos, também, no mês de setembro, à estreia via internet de um filme-documentário “NEOJIBA – Música que Transforma”, dirigido por Sérgio Machado e Georges Walker, que foi selecionado para concorrer em festivais e certamente receberá muitos prêmios, pela riqueza de seu roteiro e por suas qualidades tanto artísticas quanto técnicas.

São, portanto, treze anos de um trabalho obstinado, tendo à frente Ricardo Castro como líder de uma equipe competente e comprometida com a realização de justiça social através da música. O NEOJIBA ao longo de sua trajetória foi conquistando apoios e atualmente é fruto de uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e o Governo do Estado da Bahia, com o apoio financeiro do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza.Conta ainda com a Associação Suíça de Amigos do Neojiba, entidade organizada para viabilizar o intercâmbio entre os dois países, facilitando a integração de músicos baianos no exterior. É uma obra imensa construída nesses treze anos que se projeta no cotidiano das pessoas, estruturando vidas e repercutindo no universo inteiro.

A existência desse programa éfundamental para a Bahia. Quem melhor verbalizou essa importância foi João Carlos Teixeira Gomes, ao cumprimentar o então governador Jaques Wagner, com a ênfase que lhe era peculiar: – Wagner, o NEOJIBA é a maior realização de seu governo! O futuro confirmaráa assertiva das palavras ditas pelo saudoso e lúcido jornalista no encontro por mim presenciado, em frente à Igreja de São Francisco, ao final de uma das apresentações realizadas naquele local.

Parabéns NEOJIBA, por mais este aniversário!

 

Lúcia Jacobina é ensaísta e autora da “Aventura da Palavra”.

 

 

 

 

 

 

 

 

“West Side Story”, Neojiba: A Orquestra Juvenil da Bahia em performance de encanta os ouvidos, encher os olhos, e conquistar entusiásticos e merecidos aplauso no final, sob a regência competente do maestro Ricardo Castro.

(A Orquestra Juvenil da Bahia apresenta a Abertura West Side Story, de Leonard Bernstein, durante o concerto de encerramento da Turnê Europa 2018, na Philharmonie de Paris, em 17/09/2018.)

FELIZ ANIVERSÁRIO, NEOGIBA!!!

Bom Dia!

(Vitor Hugo Soares)

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Advogados de Chico Rodrigues (DEM-RR) afirmam que os R$ 33 mil escondidos pelo parlamentar na roupa íntima não é de origem ilícita. Eles criticam ainda a divulgação da operação da PF, chamando-a de “terrorismo policial”

AF
Augusto Fernandes
postado em 19/10/2020 11:00
 

 (crédito: Handout/AFP)

(crédito: Handout/AFP)

A defesa do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado na semana passada pela Polícia Federal com cerca de R$ 33,1 mil escondidos entre as nádegas, afirmou que o dinheiro escondido pelo parlamentar não tem origem ilícita e que seria usado para pagar funcionários de uma empresa da família do congressista.

Em nota enviada à imprensa, os advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso disseram que Chico Rodrigues não está envolvido em nenhum esquema de corrupção e que “o dinheiro tem origem particular comprovada”. Entretanto, a defesa não explicou o motivo de o senador ter escondido os R$ 33,1 mil na própria cueca.

Na última semana, Chico Rodrigues foi flagrado com o dinheiro na cueca durante uma operação da Polícia Federal que apura um esquema de desvio de recursos públicos que deveriam ter sido aplicados no combate à pandemia da covid-19 em Roraima. De acordo com a corporação, teriam sido desviados mais de R$ 20 milhões em emendas parlamentares.

Segundo a defesa do parlamentar, contudo, “os recursos destinados por emenda parlamentar à Covid-19 em seu estado seguem nas contas do governo, de forma que nem ele, nem ninguém, poderia deter esses recursos”.

Terrorismo policial

Ainda de acordo com os advogados, a operação que abordou o senador foi um caso de “terrorismo policial”. A defesa também afirmou que “ter dinheiro lícito em casa não é crime” e que “o único ato ilícito deste caso é o vazamento dos registros da diligência policial arbitrária que ele sofreu”.

“Em 30 anos de vida pública, o senador nunca sofreu uma condenação e agora está sendo linchado por ter guardado seu próprio dinheiro. Foi uma reação impensada, de fato, mas tomada diante de um ato de terrorismo policial, sem que haja qualquer evidência de desvio em sua conduta”, destacaram os advogados.

No comunicado, a defesa do congressista ainda lamentou o “linchamento” que Chico Rodrigues tem sofrido por conta do escândalo. “A defesa do senador Chico Rodrigues manifesta sua perplexidade com o linchamento sofrido por ele, sem que haja qualquer prova contra sua conduta”, afirmaram.

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 Clayton, NO JORNAL

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro destacou “Bacurau” como grande vencedor, com 6 troféus, incluindo Melhor filme. Aposta brasileira ao Oscar no lugar de “Bacurau”, “A vida invisível” ficou com 5 estatuetas

AE
Agência Estado
 

 (crédito: Victor Juca/ Divulgação)

(crédito: Victor Juca/ Divulgação)
Realizada de forma virtual, a 19ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro foi realizado neste domingo, 11, e teve como grande vencedor o filme Bacurau, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Ao todo, longa recebeu seis Troféus Grande Otelo: Melhor Longa-Metragem de Ficção, Melhor Efeito Visual, Melhor Roteiro Original, Melhor Montagem Ficção, Melhor Direção e Melhor Ator.
Andréa Beltrão teve seu trabalho em Hebe reconhecido, vencendo como Melhor Atriz. Já o Troféu Grande Otelo de Melhor Ator foi dividido entre Fabrício Boliveira, por Simonal, e Silvero Pereira, por Lunga, em Bacurau. Fernanda Montenegro ganhou como Melhor Atriz Coadjuvante (A Vida Invisível) e Chico Diaz como Melhor Ator Coadjuvante (Cine Holliúdy).
O filme A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, conquistou cinco estatuetas: Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Direção de Fotografia.
Apresentada por Marina Person e Adriana Couto, a premiação contou ainda com participações musicais especiais, como a de Paulinho Moska, que abriu a cerimônia cantando Luzia Luluza, de Gilberto Gil. Ao todo, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro escolheu os favoritos em 32 categorias, com 35 filmes nacionais e 10 internacionais na disputa.
LISTA DOS VENCEDORES
MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes
MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL
Turma da Mônica – Laços, de Daniel Rezende
MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA
Cine Holliúdy – A Chibata Sideral, de Halder Gomes
MELHOR DIREÇÃO
– Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau
MELHOR ATRIZ
– Andréa Beltrão, como Hebe Camargo, por Hebe
MELHOR ATOR
– Fabrício Boliveira, como Simonal, por Simonal
– Silvero Pereira, como Lunga, por Bacurau
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
– Fernanda Montenegro, como Eurídice, por A Vida Invisível
MELHOR ATOR COADJUVANTE
– Chico Diaz, como Véi Gois, por Cine Holliúdy
MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
– Hélène Louvart, por A Vida Invisível
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
– Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
– Murilo Hauser, Karim Aïnouz e Inés Bortagaray, baseado no livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão“, de Martha Batalha, por A Vida Invisível
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
– Rodrigo Martirena, por A Vida Invisível
MELHOR FIGURINO
– Marina Franco, por A Vida Invisível
MELHOR MAQUIAGEM
– Simone Batata, por Hebe – a Estrela do Brasil
MELHOR EFEITO VISUAL
– Mikaël Tanguy e Thierry Delobel, por Bacurau
MELHOR MONTAGEM FICÇÃO
– Eduardo Serrano, por Bacurau
MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO
– Karen Harley, por Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar
MELHOR SOM
– Marcel Costa, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond, Armando Torres Jr., ABC e Renan Deodato, por Simonal
MELHOR TRILHA SONORA
– Wilson Simoninha e Max de Castro, por Simonal
MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO
Parasita, de Bong-Joon-ho
MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO
A Odisseia dos Tontos, de Sebástian Borensztein
MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
Tito e os Pássaros, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO
Ressurreição, de Otto Guerra
MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
Viva Alfredinho!, de Roberto Berliner
MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO
Sem Asas, de Renata Martins
MELHOR SÉRIE DE ANIMAÇÃO TV PAGA/OTT
Turma da Mônica Jovem, 1ª temporada, de Marcelo de Moura
MELHOR SÉRIE DE DOCUMENTÁRIO TV PAGA/OTT
Quebrando o Tabu, 2ª temporada, de Katia Lund e Guilherme Melles
MELHOR SÉRIE DE FICÇÃO TV PAGA/OTT
Sintonia, 1ª temporada, de Kondzilla e Johnny Araújo
MELHOR SÉRIE DE FICÇÃO TV ABERTA
Cine Holliúdy, 1ª temporada, de Halder Gomes e Renata Porto Dave
MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM
Leonardo Domingues, por Simonal
MELHOR FILME VOTO POPULAR
Eu Sou Mais Eu, de Pedro Amorim

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