De Brasília (DF). assinado pelo jornalista e blogueiro político, Ricardo Noblat, recebi o seguinte  e-mail no começo da tarde deste domingo: “Caro amigo, seu artigo de sábado (17) é o mais lido de todos do site” (Top 10 das matérias mais lidas da edição digital da revista VEJA). Em agradecimento, respondi: “Noblat, querido amigo: Neste domingo, 18/10 ( véspera de chegar aos 7.6 de idade nesta segunda-feira) que melhor presente eu poderia desejar( a chegada ao topo do ranking das mais lidas, com o artigo “Anticorrupção, Anticrime: Moro retoma bandeiras”.  Muito obrigado pela informação, um presentaço! Forte abraço”. (Vitor Hugo).

EM TEMPO: o texto saiu no Blog do Noblat (que a Abril abriga), na edição impressa da Tribuna da Bahia e neste site blog Bahia em Pauta. Boa semana, boas leituras e música e boas notícias para todos.


“E por falar em Saudades”, Maria Creuza: Cantemos, com a mesma doçura romântica da baiana Maria Creuza a esplêndida canção do grande poeta libriano que nesta segunda-feira, 19 de outubro festejava aniversário. Parabéns e honras onde Vinícius onde ele estiver. Que alegria para este editor (apesar dos dias temerários que atravessamos) fazer aniversário na mesma data do poeta. Viva Vinícius. Eternamente.

A canção vai dedicada de maneira especial a outra aniversariante deste 19 de outubro: Marcia, a cunha, amiga e irmã do coração, da minha máxima admiração e grande querer bem . Sempre generosa , decidida e presente. Viva!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

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Advogado diz que André do Rap concordou em se entregar e depois desapareceu
 

O advogado do traficante André do Rap, Áureo Tupinambá, disse à CNN que seu cliente, por telefone, havia se comprometido no domingo passado a se entregar para a polícia após a decisão de Luiz Fux que suspendeu a liminar de Marco Aurélio Mello.

“Eu falei pra ele o seguinte: André, na terça-feira, primeiro dia útil, nós vamos entrar com um remédio jurídico para tentar a cassação da liminar do Fux. Caso dê errado, é necessário que você se entregue, tudo bem? Ele falou que tudo bem. E nós combinamos de nos encontrar no domingo, mas depois eu não vi mais ele, não tive mais contato com ele”, afirmou.

 Tupinambá disse ainda que depois desse telefonema, o traficante nunca mais atendeu às suas ligações.

O advogado afirmou que o traficante viajou para Maringá, no interior do Paraná, porque lá ficava o aeroporto mais próximo da cidade paulista de Presidente Venceslau, onde ele estava preso. E que de lá, André do Rap iria para a Baixada Santista, no endereço informado à Justiça.

“Ele não ia sair do país. A ideia é que nós pegássemos um avião comercial e fôssemos para Santos. Depois que veio a notícia da revogação da [prisão] liminar, a situação com meu cliente saiu do controle. Por mais que eu insistisse para ele aguardar a defesa e tentar derrubar a decisão do ministro Fux, ele não seguiu a orientação.”

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Poder

DO CORREIO BRAZILIENSE

Apesar do discurso de que em sua gestão não são cometidas ilegalidades, presidente se vê cercado de casos suspeitos, como os que envolvem um dos filhos e a mulher, Michelle, e, o mais recente, do então vice-líder do governo no Senado, flagrado com dinheiro na cueca

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Ingrid Soares

 (crédito: Evaristo Sa/ AFP)

(crédito: Evaristo Sa/ AFP)

Apesar do esforço do presidente Jair Bolsonaro para se descolar do escândalo envolvendo o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) — até recentemente, vice-líder do governo no Senado —, a imagem anticorrupção tão defendida desde a pré-campanha e que o elegeu a chefe do Executivo está cada vez mais arranhada.

Rodrigues foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última quarta-feira, em que agentes o flagraram com dinheiro escondido na cueca. No dia seguinte, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento do senador do mandato por 90 dias — a decisão do magistrado será avaliada pelo plenário da Corte, na próxima quarta-feira.

Com a repercussão, Bolsonaro destituiu Chico Rodrigues da vice-liderança e enfatizou que o parlamentar não faz parte do governo. Mas, além de colegas de Câmara por mais de duas décadas, a proximidade entre os dois era visível, também, pelo fato de o senador empregar como assessor em seu gabinete, desde abril de 2019, Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, primo de filhos do presidente. Ele pediu exoneração após o escândalo.

Horas antes de ter o seu vice-líder flagrado pela PF, Bolsonaro chegou a dizer que daria uma “voadora” em quem praticasse atos ilegais no governo. Nas últimas semanas, em falas controversas, disse ter acabado com a Operação Lava-Jato, à qual mostrou apoio irrestrito no começo da gestão.
Com a repercussão da declaração, Bolsonaro afirmou que a imprensa não entende figura de linguagem. E ressaltou que a Lava-Jato não funciona para o governo porque nele não há casos de corrupção, mas continuará funcionando para o país.

O caso de Rodrigues é mais um dos que aparecem no entorno de Bolsonaro. Em agosto, segundo a revista Crusoé, a quebra do sigilo bancário de Fabrício Queiroz — assessor de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) — mostrou que ele teria repassado R$ 72 mil, em cheques, à primeira-dama Michelle Bolsonaro, entre 2011 e 2016. Além disso, a Folha de S. Paulo informou que Márcia Aguiar, mulher de Queiroz, repassou R$ 17 mil para Michelle em 2011, totalizando, ao menos, R$ 89 mil depositados.

Flávio Bolsonaro é investigado em suposto esquema de rachadinha na Alerj — quando o parlamentar fica com parte do salário dos funcionários —, em parceria com Queiroz. O ex-assessor está em prisão domiciliar.

Já Bolsonaro é alvo de um inquérito no STF que investiga eventual tentativa de interferência dele na Polícia Federal. A Corte ainda vai decidir se o depoimento dele será feito presencialmente ou por escrito.

Na opinião do senador Major Olímpio (PSL/SP), o caso do dinheiro na cueca do então vice-líder do governo na Casa lacera a imagem do país e do Executivo ao criar condições para desvios de verbas destinadas ao combate à covid-19. Ao Correio, o parlamentar relata ter recebido, de um auxiliar do governo, proposta de R$ 30 milhões em emendas contra a doença para envio seguindo critério próprio. “Eu perguntei: ‘É para todos os senadores? E os critérios técnicos que o Ministério da Saúde usa?’ Resposta: ‘Não é para todos os senadores e não serão os critérios do ministério e, sim, os critérios políticos do senador’. E mais: ‘É só preencher a planilha e, em 30 dias, as emendas estarão na conta’. Eu denunciei”, afirma. “Usar dinheiro da covid para fazer política nas eleições municipais e, ainda mais, sem licitação. Ainda vem muito escândalo por aí.” De acordo com o parlamentar, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Tribunal de Contas União (TCU) investigam a denúncia.

Para Olímpio, Bolsonaro não cumpriu o que prometeu em relação ao combate à corrupção. “No meu entendimento, houve crime de lesa-pátria do governo em oferecer, para destinação nos currais eleitorais de senadores, R$ 30 milhões de verbas carimbadas, que deveriam ser destinadas a salvar vidas”, enfatiza. “O governo foi facilitador e provocou isso.” Consultado sobre a declaração do parlamentar, o Planalto disse que não se pronunciará.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), defende que o nome do chefe do Executivo não pode ser atrelado ao caso Rodrigues. “A investigação é da CGU (Controladoria-Geral da União). Não é uma coisa que a gente fique feliz, mas não tem nada a ver com Bolsonaro”, comenta.

Constrangimento

O caso Rodrigues é um constrangimento para o governo, opina o cientista político Rodrigo Prando. “Bolsonaro verbalizou, dias antes, que havia acabado com a Lava-Jato porque no governo dele não existia corrupção. Rodrigues não tem a ver com a condição de ministro, mas, sem dúvida, havia uma proximidade de Bolsonaro com ele”, diz. “Uma situação dessa impacta o governo. Tanto é que Bolsonaro, imediatamente, articulou para se distanciar do senador.”

Prando lembra, porém, que Bolsonaro vive seu melhor momento de aprovação, por conta do auxílio emergencial e, em contrapartida, a oposição não consegue explorar suas fragilidades.

Na visão do cientista político André Rosa, o flagrante atinge o discurso anticorrupção, mas não o suficiente para prejudicar a popularidade de Bolsonaro, que agiu rapidamente para retirar o senador do posto.
A advogada Vera Chemim analisa que o episódio envolvendo o ex-vice-líder arranha a imagem de Bolsonaro, principalmente para as classes média e alta. “Já a classe de renda baixa tende a ignorar os fatos ou não lhes dar tanta

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Posted on 19-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-10-2020
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Amarildo, na Gazeta (ES)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Em mais de um ponto da entrevista, Robinho criticou a imprensa brasileira e se comparou ao presidente Jair Bolsonaro, a quem considera que também foi acusado injustamente de inúmeras coisas, como ser racista ou fascista

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Agência Estado
 

 (crédito: Ivan Storti/Santos FC)

(crédito: Ivan Storti/Santos FC)
Condenado por estupro em primeira instância na Itália, o atacante Robinho teve outra chance de se defender em uma entrevista concedida a Benjamin Back, do canal Fox Sports. Centro das atenções ao longo da semana após fechar contrato com o Santos, acordo posteriormente suspenso, o jogador se defendeu, alegou ter feito sexo consensual com a mulher que lhe acusa, se comparou ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e contou ter conversado com Neymar sobre o caso.
Robinho afirmou que o sexo realizado foi consensual. “A imprensa colocou coisas deturpadas a meu respeito. Só que ninguém colocou que a menina pediu, no processo, R$ 3 milhões. Isso ninguém colocou”, disse o atleta.
“É muito difícil ela estar embriagada para não ter o ato, mas lembrar de todo mundo. Então, está meio fora de contexto essas histórias. Eu jamais dei um copo de bebida para essa garota, deixei de respeitar ou fiz alguma coisa sem o consentimento dela. Isso vocês podem ter certeza”, afirmou Robinho, que disse estar sendo acusado sem provas
O site globoesporte.com teve acesso a detalhes do processo da Justiça italiana em que o jogador conversa com amigos por aplicativos de mensagens e admite ter colocado o pênis na boca da mulher desacordada, em estado de embriaguez.
Questionado sobre isso, Robinho apenas disse que sexo oral é comum quando as pessoas se relacionam e que não foi feito sem o consentimento da mulher. Na sequência, acusou as pessoas que o criticam de serem hipócritas, afirmando que elas usam drogas, bebem e “vão aonde não deveriam ir”.
Em mais de um ponto da entrevista, Robinho criticou a imprensa brasileira e se comparou ao presidente Jair Bolsonaro, a quem considera que também foi acusado injustamente de inúmeras coisas, como ser racista ou fascista. “As pessoas estão me julgando e me atacando igual fazem com o Bolsonaro. Eu não entendo porque estão me atacando assim”, criticou.
O jogador repetiu que seu maior erro foi não ter respeitado a esposa, que havia ido com ele à casa noturna onde ocorreu o ato sexual, mas que tinha ido embora mais cedo. Segundo Robinho, o processo foi um ponto de virada no casamento, por meio do qual ele passou a respeitar mais a companheira e se converteu ao cristianismo.
Além disso, Robinho foi questionado sobre Neymar. O jogador disse ter recebido total apoio do atacante do PSG, com quem jogou junto no Santos em 2010. “Me mandou mensagem. Não é um fato difícil de acontecer. Aconteceu com Neymar. Me deu apoio, se disponibilizou a me ajudar com as pessoas que ajudaram na inocência dele”, disse Robinho, se referindo ao caso Najila Trindade, no qual Neymar sofreu acusação parecida, mas nada foi provado e o processo não seguiu em frente.
Robinho ainda afirmou que há um peso diferente em uma mulher dizer que faz sexo com vários homens e um homem dizer que faz sexo com várias mulheres, que muitas mulheres se jogavam em cima dele em baladas e que não poderia elogiar uma sem que fosse preso. Além disso, garantiu que foi iniciativa própria suspender o contrato com o Santos para não prejudicar o clube. Por fim, ainda ressaltou que espera ser inocentado e em breve voltar a jogar futebol, e pediu que as mulheres esperem “algo definitivo” antes de condená-lo.

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