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ARTIGO
PELÉ, OITENTA ANOS DE DEUS
Gilson Nogueira
Leio que Pelé fará 80 anos de nascido, no próximo dia 23! Ele veio ao mundo na cidade de Três Corações, no interior de Minas Gerais, em 1940. Naquele dia, imediatamente, Deus Teve Uma Idéia Fabulosa, no campo esportivo! Resolveu presentear a Humanidade com um garoto que gostava de engraxar sapatos e jogar bola.
Ao deixar de lado o banquinho, a cera, a escova e a flanela, o menino havia, já, recebido a Mensagem, sem perceber. ” Você Será o Maior Jogador de Futebol do Planeta, em Todos os Tempos!” E não deu outra! Pelé jamais será igualado!
Enumerar as razões para esta afirmativa é desnecessário. Quem alimentar dúvidas, basta pegar um balão de couro e encostá-lo ao ouvido. Pelé é Filho de Deus, duas vezes!, exclamo, feliz, por tê-lo com força capaz de permití-lo soprar 80 velas, de uma só vez. Em cima do bolo que seus familiares farão para cantar com ele  Parabéns para você espero que não seja esquecida a bola de couro, o mistério, a chave redonda do seu sucesso na vida, onde triunfou, de tal maneira, assombrosamente, acima do imaginável, a ponto de beijá-la, e ela responder, no Maior Estádio do Mundo, após fazer seu milésimo gol na carreira que o Pai determinou, de pênalti, contra o Vasco do bom goleiro Andrada.
A bola é amante de Pelé! Até hoje! Em ritmo de hino peixeiro do glorioso alvinegro praiano recordo o dia em que fui, com meu pai, irmãos e tios, no   Século Passado,  vê-lo atuar na Vila Belmiro. Meu primo Cássio, filho do velho tio Carlito, era seu companheiro de clube e foi ele que levou o Deus dos Estádios a pisar, pela primeira vez, no gramado da Vila Famosa. A baleia, símbolo do Maior Time do Mundo, após o Bahia, quando nada, defronte à Praia do Gonzaga, pergunta, esguichando água salgada: ” O negão taí?” Em minha estante de livros, e na parede de mil e uma recordações, possuo uma foto onde Edson Arantes do Nascimento brinca de engraxate.Meu saudoso primo Cássio e Ele sorriem, na foto, em preto e branco, batida no Centro de Santos.

Na minha gaveta de guardar saudade tenho a voz do Rei  gravada, na Fonte Nova, em um treino da Seleção que iria conquistar o Tri, no México, em 1970. Grandes recordações acompanham-me, em volume assustador, e driblam meu desejo de pedir a Pelé convencer o Governador da Bahia a mudar o nome de Arena e fazer voltar o Estádio Octávio Mangabeira a ser tratado como sempre foi: Estádio Octávio Mangabeira, a Fonte Nova. Sem querer dar passe para trás, no campo das lembranças e das homenagens ao Deus dos Estádios, ao transcurso de mais uma efeméride, sugiro ao Poder Central, em tempo,  edificar a Escola do Futebol, em São Paulo, dando-lhe o nome de Pelé Eterno. Afinal, é preciso exaltar, cada vez mais, a contribuição do ex-limpador de sapatos que o Criador fez nascer no Brasil para orgulho dos seus filhos! Pelé, meu caro, as marcas de sua chuteira, no túnel da Fonte Nova, o pincel apagou. Sua voz, gravada, antes do 4 x 0, no Tricolor de Aço, em 1970, está comigo. Vou levá-la, um dia, para Ele Ouvir. Antes do ponto final, ao tempo em que o abraço, de longe, aqui, da Capital do Primeiro Campeão Brasileiro de Futebol, sugiro-lhe Erguer um Brinde ao Seu Criador. Foi Ele que Fez você ser O Maior do Mundo em todos os tempos. Parabéns, meu rei!

 
Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta.

“Have You Ever Seen the Rain”, Willie Nelson and Paula Nelson: Vale ouvir e sonhar com tudo de bom, como viajar na imaginação e ver o Parque de Exposições de Salvador berrando alto: “Não quero ser vendido!”

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

Vídeo: Marco Aurélio encerra entrevista à CNN ao ser questionado sobre HC protocolado por sócia de ex-assessor
 

O ministro Marco Aurélio encerrou bruscamente a entrevista à CNN Rádio quando era indagado por Basília Rodrigues sobre o escritório de seu ex-assessor que foi responsável pelo HC de André do Rap.

“Isso é uma injúria, é uma injúria. Acabou a entrevista, obrigado”, disse o ministro, desligando o telefone.

No domingo, Crusoé revelou que o HC do narcotraficante foi protocolado pela advogada Ana Luísa Gonçalves, sócia de Eduardo Ubaldo Barbosa, que foi assessor de Marco Aurélio até fevereiro.

Ontem, O Antagonista mostrou que dois HCs foram impetrados em nome de André do Rap no mesmo dia 23 de setembro, com uma diferença de apenas 12 minutos.

No dia seguinte, porém, o advogado Diego Monteiro dos Santos, que já defendia o criminoso, desistiu do recurso. No dia 6 de outubro, o ministro deferiu o pedido de liminar de Ana Luísa.

Nada disso é acusação, apenas constatação.

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Deputados entraram com pedido de volta dos trabalhos da comissão especial da PEC 199/2019. Além disso, a bancada da bala quer alterar o artigo 316 do Código Penal para impedir novas decisões como a que libertou André do Rap

LC
Luiz Calcagno

Ministros Marco Aurélio e Fux, do Supremo: reação do Congresso - (crédito: Evaristo Sa/AFP - 21/3/18)

Ministros Marco Aurélio e Fux, do Supremo: reação do Congresso – (crédito: Evaristo Sa/AFP – 21/3/18)

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) que levou à soltura de um dos líderes do primeiro Comando Capital (PCC) reavivou os debates a respeito da retomada da comissão especial da proposta de emenda à Constituição (PEC) 199/2019, que regulamenta a prisão após julgamento em segunda instância. André do Rap fugiu em um jatinho fretado poucas horas após ser solto. A suspeita é de que ele esteja no Paraguai. O líder do Podemos na Câmara, deputado Leo Moraes (Rondônia), protocolou um pedido de retomada dos trabalhos da comissão especial.

Ao Correio, o líder partidário destacou que não é a primeira vez que a legenda pede a retomada dos trabalhos. Ele teme que os debates fiquem para 2021 e sigam sendo adiados por motivos variados até que o PEC saia da pauta de vez. “Não é a primeira vez que entramos com requerimento com solicitação dessa pauta. Tanto a prisão em segunda instância quanto na pauta do fim do foro privilegiado”, lembrou.

De acordo com o parlamentar, a soltura de André do Rap provocou um clamor na população e que tem potencial para sensibilizar o Congresso. “Pedimos o funcionamento da comissão. Reabrir os trabalhos de imediato. Se não, vai para o outro ano legislativo. Depois, eleição. São pautas de reaproximação dos representantes com a população, que anseia por isso”, destacou.

Ele ressaltou, ainda, que não se trata de misturar a decisão do ministro do STF com o debate que acontece na Câmara. “Não estamos misturando. Mas, não podemos criar subterfúgios para não votar o quanto antes a matéria. O projeto está maduro. Temos a independência dos Poderes, e somos nós que ditamos a velocidade do legislativo. Muitas vezes, a população e o político reclamam da judicialização do processo legislativo e do ativismo judicial. Então, precisamos agir”, disse.

No requerimento, o partido destacou que o combate ao novo coronavírus, que impôs o distanciamento social e, consequentemente, a suspensão das comissões, segue sendo uma prioridade no país, mas que “a corrupção e a impunidade, culpadas também por numerosas vítimas todos os dias, merecem a atenção constante do Poder Legislativo”.

Na sequência, os parlamentares pedem que o Congresso regule a prisão após condenação em segunda instância. “A questão não pode ficar ao alvedrio do Poder Judiciário, cuja jurisprudência tem mudado constantemente de orientação, beneficiando criminosos notórios, como exemplifica a recente decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, que concedeu habeas corpus ao traficante internacional André do Rap”, afirma o texto.

Pacote anticrime
Mas não foi somente o debate sobre a prisão após condenação em segunda instância que se acalorou. A Frente Parlamentar da Segurança Pública também pede a revogação de um trecho sancionado do Pacote Anti Crime que obriga a Justiça a revisar a prisão preventiva a cada 90 dias. O líder do grupo, deputado Capitão Augusto (PL-SP) protocolou um projeto de lei para revogar o artigo 316 do Código Processual Penal. Ele acredita que a prisão em segunda instância não abarcaria todas as situações em que há risco de soltura de criminosos reconhecidamente perigosos.

Capitão Augusto argumentou que o trecho do projeto do Pacote Anticrime foi inserido sem anuência da bancada e do então ministro Sergio Moro, principal autor do texto. “Esse artigo 316 foi incluído no pacote à revelia minha e contra a vontade do ministro Sergio Moro. Fui contrário. O grupo votou para incluir no pacote e votou o mérito sem ouvir ninguém em audiência pública. Nós tínhamos o receio de deixar algo automático. E nem excluía casos de crimes hediondos, pedofilia, tráfico e entorpecentes. Atingia o ladrão de bolacha e os líderes de facção”, argumentou.

Caixinhas separadas
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o debate sobre a PEC 199 está adiantado e que teve a prioridade da Câmara e de parlamentares. Afirmou, ainda, que o texto pode ser votado esse ano. Portanto, não haveria necessidade de acelerar ainda mais a tramitação. O desafio será retomar algumas comissões especiais, incluindo esta, nos debates de plenário da próxima semana. Isso precisa ser feito por votação, já que a suspensão faz parte das determinações de distanciamento social que alteraram os trabalhos da Casa para fortalecer o combate ao coronavírus.

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Caso ainda será analisado pelo plenário da Corte eleitoral. Magistrado considerou frágil a acusação de que o candidato a reeleição para a prefeitura do Rio de Janeiro cometeu abuso de poder político

ST
Sarah Teófilo
 

 

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Mauro Campbell Marques concedeu uma decisão liminar (provisória) para suspender os efeitos da decisão que tornou o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), inelegível. Não há ainda previsão sobre quando o caso será julgado em definitivo.

No final de setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) tornou Crivella inelegível por abuso de poder político e conduta vedada a agente público. O caso se refere a um evento da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) no qual o filho de Crivella foi apresentado como pré-candidato a deputado federal.

Campbell apontou “aparente fragilidade do conjunto probatório no sentido da efetiva participação de Marcelo Bezerra Crivella no evento narrado”. De acordo com ele, com base nos elementos advindos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara do Rio “não se constatou a existência de pressão, ameaça ou qualquer outro meio para obrigar funcionários da Comlurb a participar do evento realizado em espaço que, conforme também apontou o acórdão regional, foi alugado por candidato alegadamente vinculado ao ora requerente”.

“Além disso, vê-se que, apesar de constar que a Comlurb possui cerca de 20 mil funcionários, os depoentes fazem menção a estimativas de reduzido número de pessoas no evento realizado, as quais o acórdão nem sequer vincula ao quadro funcional da referida empresa. Registro que o relatório final da CPI — da qual surgiram os documentos que fundamentaram a condenação – concluiu pela inexistência de responsabilidade do ora requerente”, ressaltou.

Conforme o ministro, a pena de inelegibilidade “é de caráter personalíssimo e, portanto, demanda, para sua aplicação, provas robustas de que o agente tenha efetivamente contribuído com o abuso, não bastando meras ilações decorrentes de apoios a correligionários”.

“Acresço que inexiste impedimento para que agentes políticos manifestem apoio a campanha eleitoral ou mesmo para que participem de eventos políticos”, pontuou. Ele avaliou que “diante da magnitude do cenário fático-jurídico apresentado, afigura-se prudente, no caso, deferir a tutela de urgência, que vigorará até o julgamento do mérito por este plenário”.

Por Pedro Henrique Gomes, G1 — Brasília

A Transparência Internacional afirmou nesta terça-feira (13) que o Brasil passa por retrocessos no combate à corrupção. A organização enxerga uma “progressiva deterioração do arcabouço institucional anticorrupção no país”.

As análises estão em dois relatórios lançados nesta terça (13) pela organização não governamental e enviados ao Grupo de Trabalho Anti-Suborno da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e para o Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi).

Procurado, o Palácio do Planalto informou que não irá se manifestar a respeito dos relatórios.

Segundo a Transparência Internacional, os dados dos relatórios demonstram uma progressiva deterioração do arcabouço institucional anticorrupção no país, sobre a qual o presidente da República e outras autoridades têm responsabilidade direta, segundo a ONG.

“Os relatórios confrontam diretamente recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre ter ‘acabado’ com a Operação Lava Jato porque em seu governo ‘não há mais corrupção’”, disse a Transparência Internacional em comunicado à imprensa.

‘Eu acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo’, diz Bolsonaro
 

‘Eu acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo’, diz Bolsonaro

O primeiro estudo é o relatório global “Exporting Corruption”, que avalia a forma de implementação da Convenção sobre o Combate à Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais. O texto foi firmado no âmbito da OCDE em 1997. O Brasil ratificou esse tratado em 2000.

O segundo documento chama-se “Brazil: Setbacks in the Legal and Institutional Frameworks (2020 Update)” e traz uma compilação e análise de acontecimentos dos últimos 12 meses que a organização considera como “retrocessos na luta anticorrupção do país” e que, segundo a entidade, joga luz no “preocupante recrudescimento da ingerência política sobre órgãos fundamentais para o enfrentamento da corrupção, como a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal”.

Esse relatório cita as investigações sobre Bolsonaro e a suposta “ingerência” do presidente sobre órgãos de controle como fatores de retrocessos.

No âmbito do Poder Judiciário, o relatório cita decisões tomadas no Supremo Tribunal Federal que, segundo o documento, resultaram em “maior insegurança jurídica, retrocessos na jurisprudência e descrédito do tribunal constitucional no momento em que mais se vê atacado pelo autoritarismo emergente no país”.

O relatório aponta como indicativo de retrocesso o que considerou uma perda de independência da Procuradoria-Geral da República.

O documento também aponta como retrocessos o que chamou de ameaças de desmantelamento das forças-tarefas do Ministério Público Federal, como na força-tarefa Greenfield, e as renúncias coletivas dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo e do grupo de trabalho da Lava Jato em Brasília.

Corrupção transnacional

De acordo com o relatório internacional “Exporting Corruption”, não houve avanço do Brasil no combate à corrupção transnacional, principal objeto do estudo.

O Brasil foi classificado na categoria de implementação moderada das regras da Convenção sobre o Combate à Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros, tendo como motivo principal a ausência de casos e sanções específicas e substanciais envolvendo atos de corrupção cometidos por indivíduos e empresas brasileiras no exterior.

O documento também critica a falta de transparência dos acordos de leniência. Segundo o texto, manter parte dos acordos sob sigilo impede que autoridades e a sociedade civil tenham acesso a informações sobre as condutas ilícitas. O acesso a tais informações, diz o relatório, ajudaria na resolução de outros casos.

Organismos internacionais

Segundo a Transparência Internacional, os relatórios lançados nesta terça (13) foram enviados para o Grupo de Trabalho Anti-Suborno da OCDE, responsável por monitorar o cumprimento da Convenção contra o Suborno Transnacional, que se reúne entre terça-feira (13) e sexta-feira (16).

De acordo com a organização, os documentos também foram encaminhados para o Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi), cuja reunião plenária ocorrerá entre 21 e 23 de outubro.

A Transparência Internacional afirma que o Brasil será avaliado durante a reunião desta semana do Grupo Anti-Suborno da OCDE e, no próximo ano, passará pelas revisões periódicas do Gafi e da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção. Segundo a ONG, outros organismos internacionais também receberam os relatórios.

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Posted on 14-10-2020
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Jornal de charges – O melhor do humor gráfico brasileiro na Internet – ano XXIII – 3ª- feira 13/10/2020

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Mariano, NO PORTAL A Charge Online

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Posted on 14-10-2020
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Por Fernanda Vivas, TV Globo — G1

Ministro Dias Toffoli testa positivo para Covid-19

 Ministro Dias Toffoli testa positivo para Covid-19

 

O ministro Dias Toffoli teve resultado positivo em teste para detectar a Covid-19, informou nesta terça-feira (13) o Supremo Tribunal Federal.

Ele teve sintomas respiratórios leves, está em casa e deverá participar da sessão desta quarta-feira (14), de acordo com o tribunal.

Toffoli presidiu o Supremo até o último dia 10 de setembro, quando transmitiu a presidência para o ministro Luiz Fux, que também já foi diagnosticado com Covid-19, dias depois da posse.

Em maio, quando Toffoli se internou para se submeter a uma cirurgia para drenagem de um abscesso, o ministro apresentou sinais que sugeriram possível infecção pelo coronavírus, que transmite a Covid-19. Na ocasião, o resultado do exame deu negativo.

O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal — Foto: Nelson Jr. / SCO / STF

O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal — Foto: Nelson Jr. / SCO / STF

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