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“Flora”, Gilberto Gil: um sopro de genialidade musical e incrível feitiço amoroso nesta antológica do grande artistia baiano e universal, dedicada à mulher amada. Viva!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 07-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-10-2020
DO SITE O ANTAGONISTA
Lewandowski pede informações ao TJ-RJ sobre censura à Globo
Foto: Mateus Bonomi

Ricardo Lewandowski pediu informações à juíza e ao desembargador do TJ do Rio que proibiram a Globo de noticiar informações sobre as investigações da rachadinha no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa.

Os magistrados têm dez dias para se explicar.

 

Lewandowski é relator de uma reclamação apresentada pela Globo ao Supremo contra as decisões do Judiciário do Rio. No pedido, a televisão afirma que está sendo alvo de censura prévia e que as decisões impedem o exercício de seu direito de informar.

O caso chegou a ser enviado ao gabinete de Gilmar Mendes, relator dos processos ligados ao caso da rachadinha no Supremo. Mas ele entendeu que a discussão sobre a censura não tem a ver com as investigações diretamente e mandou redistribuir a reclamação da Globo.

Em véspera de eleição, vender facilidades pode ser uma boa moeda de troca.

Fernando Frazão/Agência Brasil
Frazão/Agência Brasil

Por INFORME JB

A lista vai da contratação de três agências de publicidade, a concessão de serviços de drenagem e tratamento de esgotos dos recursos hídricos em todo o território da Bacia Hidrográfica da AP4 (a chamada Zona Oeste que compreende os bairros de Jacarepaguá, Pechincha, Sulacap, Freguesia, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e as vargens Pequena e Grande), passa pelas áreas de postos de combustíveis em vários bairros, incluindo áreas nobres, como a dos quatro postos da Petrobras no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, a sete quiosques na orla do Recreio dos Bandeirantes, e a concessões de estacionamentos subterrâneos.

O serviço de água e esgoto da região AP4 nunca foi exercido de fato pela Cedae, e a Prefeitura, em 2015, fez licitação vencida pelo consórcio Águas do Brasil. O edital procura ampliar o escopo do serviço, na tentativa de reduzir o lançamento de esgoto sem tratamento pelas diversas favelas e assentamentos da região que poluem o complexo lagunar da Barra da Tijuca, Receio e Jacarepaguá, e que se liga ao mar na Joatinga.

Além dos postos da Lagoa, a Prefeitura vai abrir licitação por 10 anos para as áreas dos atuais postos Petrobras na Praça da Bandeira, na avenida Radial Oeste, próximo à Mangueira, na Barra e no Recreio dos Bandeirantes.

Espaços culturais na berlinda

A gestão de importantes espaços culturais já indispôs o prefeito Marcelo Crivella com as Organizações Globo quando decidiu trocar a gestão do Museu do Amanhã, na Praça Mauá, a cargo da Fundação Roberto Marinho. A licitação segue em aberto.

Assim com a concessão, por 15 anos, do espaço do antigo Cassino da Urca, onde funcionou a TV Tupi, e é parcialmente ocupado pelo Instituto Europeu de Desenho. A Prefeitura, através da Rio-Urbe, também está oferecendo um lote de 20.570m2, com benfeitorias, no polo de cine, vídeo e comunicação na Barra da Tijuca.

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Indicado por Bolsonaro ao STF, o desembargador começou a conversar com senadores para garantir o apoio necessário na sabatina e na votação no Senado

MB
Marina Barbosa
 

O desembargador agradou aos parlamentares, mesmo os que viam sua indicação com mais receio - (crédito: Valter Zica/OAB-DF)

O desembargador agradou aos parlamentares, mesmo os que viam sua indicação com mais receio – (crédito: Valter Zica/OAB-DF)

Com a sabatina marcada para o próximo dia 21, o desembargador Kassio Nunes Marques começou a buscar apoio do Senado para ser aprovado à vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado começou as conversas nesta terça-feira (6/10), com o intuito de se aproximar dos senadores, apresentar sua formação, dirimir dúvidas sobre a indicação e esclarecer seu entendimento sobre temas polêmicos como Lava-Jato, prisão em segunda instância e preservação ambiental.

Kassio Marques esteve no gabinete do líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), na segunda-feira (5/10) e começou o “corpo a corpo” com os parlamentares logo na manhã desta terça-feira. Ele participou de uma conferência com integrantes e convidados do Bloco Parlamentar Vanguarda, que agrega os senadores de PL, PSC e DEM. O desembargador se colocou à disposição para continuar com as “pré-sabatinas”, tanto que já tem conversas marcadas com outros senadores.

“Foi um momento de aproximação, não uma sabatina. Um bom encontro em que ele falou um pouco sobre as suas ideias e origens. Disse que está se preparando para a sabatina e procurando essa aproximação com os senadores que vão sabatiná-lo”, contou o líder do bloco da Vanguarda, senador Wellington Fagundes (PL-MT).

Quem participou do encontro, contudo, disse que Marques já foi questionado sobre alguns temas polêmicos. Veja alguns deles:

Apadrinhamento

Na conversa com senadores, Kassio Marques fez questão de destacar sua formação e experiência profissional. Porém, o desembargador não escapou das perguntas sobre a relação com o presidente Jair Bolsonaro, com o PT e com os possíveis padrinhos.

Marques disse que conheceu Bolsonaro há cerca de dois anos, no Congresso Nacional, mas não tem uma relação próxima com o presidente. Admitiu que até ele foi surpreendido com a indicação ao STF, pois havia procurado o presidente recentemente para tentar uma indicação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ele também negou vínculos com o PT e com a ex-presidente Dilma Rousseff, que o nomeou no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O desembargador afirmou que, assim como ocorreu desta vez, foi nomeado pela petista por conta do esforço e do trabalho pessoal.

O desembargador ainda negou ser apadrinhado por nomes como o advogado Frederick Wassef. “A indicação foi exclusiva do presidente Bolsonaro”, frisou.

Lava-Jato e prisão em segunda instância

Pelo perfil garantista, Kassio Marques tem preocupado a ala lavajatista do Senado. Por isso, foi questionado sobre o apoio à força-tarefa e à prisão em segunda instância. Acabou respondendo o que esse grupo de parlamentares gostaria de ouvir, segundo fontes que participaram da reunião.

Sobre a prisão em segunda instância, disse que a questão precisa ter “fundamentação” e que “cada caso é um caso”. Destacou, por sua vez, que vai seguir o que o Parlamento decidir sobre o assunto. “Ele acabou mostrando o respeito com o Congresso, na relação com o Judiciário. Disse que cada caso é um caso, mas que a decisão é do Congresso e que vai acatar”, disse um parlamentar.

Já quando foi questionado sobre a Lava-Jato, Marques não citou diretamente a operação e disse que era preciso ter cuidado com excessos. Porém, assegurou que era inconcebível achar que um brasileiro é contra o combate à corrupção. Concluiu, então, que atuaria no enfrentamento à corrupção, mas com cautela para evitar abusos. 

A conversa ainda entrou na questão da posse e do porte de armas. Marques revelou, então, ter o certificado de colecionador esportivo e armas, no entanto, asseguro que não anda armado.

Meio ambiente

Kassio Marques também foi questionado sobre a questão ambiental, que recentemente entrou na pauta do STF devido ao impacto e à repercussão negativa das queimadas na Amazônia e no Pantanal. Ele mostrou-se interessado em ajudar na questão, mas ressaltou que o debate deve envolver o desenvolvimento econômico da região, os problemas sociais das populações locais e a soberania brasileira sobre a Amazônia — ponto muito defendido por Bolsonaro.

Avaliação

Para os parlamentares que participaram da conversa, Kassio Marques revelou um perfil tranquilo, coerente com sua formação e independente de posições políticas. O desembargador agradou aos parlamentares, até os que viam sua indicação com mais receio. Por isso, mesmo os mais críticos já dizem que o primeiro indicado de Bolsonaro para o STF deve ser aprovado com certa facilidade.

Ainda assim, Marques vai continuar conversando com outros senadores para reforçar o apoio à sua indicação. Membros do Muda Senado, grupo independente que tem questionado o perfil garantista do desembargador, por exemplo, já pensam em solicitar uma audiência com ele. Dizem que a sabatina do próximo dia 21 promete ser dura, tanto por conta dos questionamentos sobre a Lava-Jato e a prisão após segunda instância, quanto por conta de outra dúvida que não foi esclarecida nesta terça-feira: o entendimento de Marques a respeito da possibilidade de reeleição às presidências da Câmara e do Senado.

Pix começa em 16 de novembro, mas brasileiros correm para se cadastrar

Sistema de pagamentos instantâneos do BC tem mais de 3,5 milhões de chaves inscritas no primeiro dia de cadastramento. Forte procura chega a provocar instabilidade em programas de internet banking

MB
Marina Barbosa
postado em 06/10/2020 06:00 / atualizado em 06/10/2020 07:25
 (crédito: Leonardo Sá/Agência Senado)
(crédito: Leonardo Sá/Agência Senado)

O Pix começa a operar em 16 de novembro, mas já desperta a atenção de milhões de brasileiros. Apenas nesta segunda-feira (5/10), primeiro dia de registro no sistema de pagamentos instantâneos, mais de 3,5 milhões de chaves Pix foram cadastradas. A procura foi tanta que os aplicativos dos principais bancos chegaram a ficar instáveis. Na avaliação do Banco Central (BC), os números mostram o sucesso da operação.

As chaves são a forma pela qual cada conta bancária será localizada no sistema de pagamentos instantâneos. E já começaram a ser registradas justamente para que não haja nenhum tumulto digital no primeiro dia de funcionamento do Pix já que o interesse era grande. Só na primeira hora de cadastros, o BC recebeu 50 mil chaves Pix. Na segunda hora, eram 140 mil. Na quarta, já eram 1 milhão de registros e muitos outros clientes interessados em garantir a sua chave.

Com o movimento, os aplicativos do Itaú, do Bradesco e do Santander apresentaram instabilidade. O BC não associou o problema diretamente ao Pix, mas indicou que os fatos estavam relacionados ao avisar que os brasileiros não precisam ter pressa para se cadastrar no sistema. Afinal, os pagamentos instantâneos só começam em 16 de novembro e os cadastros podem ser realizados até depois disso. Será possível, inclusive, receber um Pix sem a chave. O que a chave faz é facilitar e dar celeridade ao processo, pois elimina a necessidade de o pagador apresentar todos os dados bancários do recebedor, como é preciso hoje ao fazer uma TED e um DOC, permitindo que o pagamento seja iniciado mediante a apresentação de um único dado, como o número e telefone.

Os bancos admitiram a instabilidade nos aplicativos e logo colocaram suas equipes para tentar solucionar o problema. Por isso, os cadastros continuaram em ritmo acelerado, chegando à marca de 3,5 milhões por volta das 18h30, horário do último balanço diário do BC. “É um número bastante significativo, considerando que estamos na fase inicial. Isso indica o nível de expectativa e o nível de valor agregado que as pessoas estão vislumbrando no Pix”, avaliou Carlos Eduardo Brandt, chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central (Decem).

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Posted on 07-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-10-2020


Charge atualizada direto no site pelo próprio autor, ontem às 09:19 h

 

Sponholz , no

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DO EL PAÍS

Depois de deixar o hospital, e enquanto o coronavírus se espalha pela Casa Branca e até pelo Pentágono, o presidente compara sua doença com a gripe e afirma que debaterá com Biden

O presidente Trump ao chegar à Casa Branca na segunda-feira.
O presidente Trump ao chegar à Casa Branca na segunda-feira.ERIN SCOTT / Reuters
 Pablo Guimón|Antonia Laborde
Washington

O presidente Donald Trump ficou internado durante 72 horas, foi submetido a dois tratamentos experimentais e continua com uma doença fatal. A Casa Branca foi sacudida por uma série de contágios. Pelo menos três senadores republicanos estão infectados. Boa parte da cúpula do Pentágono está em quarentena. Mas a mensagem de Trump a respeito de uma pandemia que custou mais de 210.000 vidas norte-americanas permanece inalterada: convém continuar com a vida normal e desconsiderar as diretrizes estabelecidas pela ciência. A lealdade ao presidente passa pelo ceticismo diante da crise sanitária e a estratégia na reta final da campanha é prometer a volta à normalidade.

Aprendi muito sobre a covid-19. Eu a entendo, eu a compreendo”, disse Trump em um vídeo que gravou dentro do Hospital Walter Reed, onde foi internado na sexta-feira. Na segunda-feira, quando anunciou que deixaria o hospital naquela mesma tarde, escreveu: “Não tenham medo da covid-19. Não a deixem dominar sua vida.” E nesta terça-feira, da Casa Branca, à qual chegou na véspera em uma encenação dramática, sulcando os céus avermelhados do pôr do sol de Washington a bordo do Marine One, o presidente decidiu, com a autoridade de quem tem o vírus no sangue, voltar a comparar a covid-19 com a gripe sazonal, equiparação que fez nos primeiros meses da pandemia e que, diante do alarme dos cientistas e enquanto as mortes se acumulavam no país, já havia banido de seu discurso.

“A temporada de gripe está chegando! Todos os anos, muitas pessoas, às vezes mais de 100.000, e apesar da vacina, morrem de gripe”, tuitou o presidente. “Vamos fechar nosso país [devido à ameaça de mortes por gripe]?”, acrescentou. “Não, aprendemos a conviver com isso, assim como estamos aprendendo a conviver com a covid-19, na maioria dos territórios. É muito menos letal!”.

O Facebook eliminou a postagem do presidente por conter informações enganosas e o Twitter acompanhou a publicação de uma mensagem avisando que eram “informações enganosas e potencialmente nocivas”. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) estimam que a variação de mortes por gripe em um ano normal é de 34.000 a 43.000.

Outras vozes republicanas se juntaram à do presidente, como a do senador Ron Johnson, que também testou positivo para covid-19 na semana passada e falou de “um nível de histeria injustificada”. “Desde o primeiro dia”, continuou o legislador republicano do Wisconsin, “não deveríamos ter feito o fechamento de atividades, devemos seguir em frente com nossas vidas.”

A campanha de Trump evitou oferecer sinais de moderação da atividade, dando continuidade a planos de comícios de massa, onde nas últimas semanas os participantes não respeitaram as diretrizes federais de usar máscaras e manter a distância social. O vice-presidente Mike Pence, que deu negativo em seu último teste, debaterá nesta quarta-feira com sua adversária democrata, Kamala Harris, em Salt Lake City (Utah), e nesta terça-feira se recusou a aceitar a colocação de divisórias entre os candidatos. Na quinta-feira Pence fará campanha no Arizona. E, se havia dúvidas, o próprio Trump também tuitou que está ansioso pelo debate com o democrata Joe Biden previsto para a próxima semana em Miami (Flórida).

Alardeado pela direita midiática, o insólito ceticismo sobre a gravidade da crise sanitária, que paradoxalmente se intensifica exatamente quando esta atinge o próprio centro do poder republicano, tornou-se um ingrediente básico da cultura de lealdade a Trump. O contágio do presidente e o surto de casos na Casa Branca e no partido colocaram novamente a pandemia no centro nevrálgico da campanha, já que nas últimas semanas disputava com a mensagem de lei e ordem dos republicanos, a batalha pela Suprema Corte e as declarações de impostos de Trump. Esse cenário com foco na pandemia é o que os democratas queriam, mas os republicanos não estão dispostos a assumir o custo político. Os sinais lançados nesta terça-feira indicam que Trump se prepara para passar ao ataque, posição em que atua muito melhor do que na defensiva. A estratégia que se deduz é a de minimizar a ameaça do vírus para se apresentar como o único candidato disposto a reabrir o país e salvar a economia.

Alguns em sua campanha quiseram ver na convalescença de Trump uma oportunidade de humanizá-lo. Despertando empatia em certo eleitorado moderado, por meio de uma experiência que tocou de perto milhões de norte-americanos, o presidente teve a oportunidade de mudar a narrativa de sua gestão de uma crise sanitária que havia prejudicado, segundo as pesquisas, suas possibilidades de reeleição. Mas essa opção foi pelos ares com as mensagens emitidas pelo presidente inclusive ainda dentro do hospital.

Enquanto isso, a ofensiva do coronavírus contra as instâncias de poder nos Estados Unidos continuou nesta terça-feira. Vários membros da cúpula do Pentágono foram colocados em quarentena depois de terem sido expostos ao vírus, depois do positivo do vice-comandante da Guarda Costeira, almirante Charles Ray, segundo o Departamento de Defesa. Entre eles, o general Mark A. Milley e quase todo o Estado-Maior Conjunto que preside.

Da conta do presidente no Twitter saíram durante a manhã os habituais ataques a Joe Biden, à imprensa e até mesmo a Michael Bloomberg, magnata da comunicação e ex-candidato nas primárias democratas, que agora investiu milhões em uma série de anúncios contra Trump na Flórida. “Eu me sinto ótimo!” tuitou Trump antes de seu médico o confirmar. Outros médicos advertem que o otimismo do presidente pode ser prematuro. Mas Trump já está em outra coisa.

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