Bia Kicis é acusada de racismo ao atacar Moro e Mandetta - Laranjeiras News

Escalada: dos absurdos atuais da deputada Bia Kicis, em Brasília…

Otávio Mangabeira – Wikipédia, a enciclopédia livre
…aos da Bahia do governador Otávio Mangabeira.
 
 ARTIGO DA SEMANA

 

Kicis, racismo; Mandetta, indignação; Moro, silêncio

Vitor Hugo Soares

Salvo iniciativa desastrada, talvez inútil, da primeira dama Michelle Bolsonaro – de dar queixa na polícia de São Paulo, na tentativa de tirar das redes sociais e censurar a divulgação do rock  “Micheque”, dos Detonautas, que resultou em efeito contrário – é difícil conceber algo tão absurdo, (e sintomático deste ano  da pandemia), que o ato gratuito e ostensivo de preconceito – ou de racismo mesmo – da deputada Bia Kicis (PSL-DF) ao agredir, com uma postagem de execrável mau gosto e sem a compostura devida à atividade parlamentar que exerce, e tentar desqualificar os ex- ministro s Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Sérgio Moro (Justiça).

Lá pelos Anos 50, o governador Otávio Mangabeira, histórico frasista político, cunhou aquele que é considerado o seu pensamento mais famoso, que merece ser repetido aqui e agora, para contextualizar fatos da política e do jornalismo: “Pense em um absurdo, o maior de todos, e a Bahia tem precedentes”. E isso virou mantra por décadas.

O notável homem público baiano, gestor capaz, embora sábio e não raramente visionário, estava longe de imaginar o que se vê, se faz e se diz no Planalto Central do Brasil, nesta incrível era de vale tudo. Do poder bolsonarista em mistura com o notório Centrão, em cuja galeria a boquirrota deputada federal acaba de inscrever seu nome. Desgraçadamente.
Tanto na ofensa a Mandetta e a Moro, quanto na tentativa posterior de justificar-se e pedir desculpas “se alguém se sentiu ofendido” (a cantilena sem sentido dos atuais donos do poder, sempre que metem os pés pelas mãos). Afinal, em seguida, ela feriu grosseiramente, também, a memória do educador Paulo Freire, de renome e reconhecimento nacional e internacional, doa a quem doer.

Não bastasse ter postado uma foto dos ex-ministros, grotescamente pintados de preto, para criticar – segundo suas esfarrapadas justificativas – a seleção de trainees exclusiva para negros, promovida pelo Magazine Luiza, a deputada governista, em perversa associação com a condição de “desempregados” dos dois referenciais homens públicos, avançou além da curva, em grossura, numa outra mensagem a título de desculpas: “Cuidado, se você consegue enxergar racismo neste post, ao invés de vê-lo na atitude do Magazine Luiza, o estrago do ensino aos moldes de Paulo Freire pode ter sido muito grande na sua capacidade de interpretar textos e de compreender a vida”. Precisa desenhar?

Recebeu dura resposta de Mandetta, que reagiu em dois tons e em dois tempos. Primeiro, o ex-titular da Saúde, em mensagem ao Estadão, transbordou em indignação: “Racista nauseabunda. Chula. Pequena. Inútil. Abjeta. RACISTA!” Procurado pelo jornal, o ex-ministro do governo Bolsonaro, ao qual Kicis não cansava de louvar, disse “lamentar profundamente ver um parlamentar se prestar a esse tipo de provocação”.

Mas o que parece deixar preocupados – temerosos mesmo, em alguns casos – tanto a autora dos impropérios, quanto os que a movimentam como um boneco mamulengo, no Planalto, nos círculos políticos do Congresso, em geral e do Centrão, em particular – é o silêncio incômodo (de significados imprevisíveis) de Moro, o outro ex-ministro agredido pela deputada que antes lhe cobria de loas. “Eles estão voltando todos”, alerta o jurista do impeachment de Dilma, Miguel Reale Jr. Segue o suspense. E o mistério do silêncio do ex-juiz da Lava Jato. A desvendar.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta.E-mail: vitors.h@uol.com.br

“Can`t Get Enoug Of Your Love”, Barry White: Único, na Terra e no Céu, Barry White, “Can’t Get Enough Of Your Love, Babe” (1995)! No You Tube! E no BP nosso de cada dia! Saudade, Rei!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DO EL PAÍS

Doença obriga o cancelamento da agenda do presidente a um mês da votação. Presidente ficará na suíte especial do Centro Médico Militar Nacional Walter Reed en Bethesda, Maryland

Foto de Trump retornando à Casa Branca na quinta-feira, horas antes do anúncio de seu contágio por covid-19
Foto de Trump retornando à Casa Branca na quinta-feira, horas antes do anúncio de seu contágio por covid-19JOSHUA ROBERTS / Reuters
Washington

A campanha eleitoral norte-americana entrou em território inexplorado na madrugada de sexta-feira, com a confirmação de que o presidente Donald Trump testou positivo para coronavírus, assim como sua esposa, Melania. O contágio, que fez o republicano ser internado no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed nos arredores de Washington, muda o tabuleiro de jogo a um mês do crucial encontro com as urnas. Os médicos recomendaram a internação pelos “próximos dias” para que Trump possa receber atenção imediata, caso seja necessário. Ainda que só tenha, por enquanto, sintomas leves ?o republicano diz que “seguirá trabalhando”?, ele precisará suspender sua agenda durante dias, e também terá de interromper a tentativa de fazer com que a pandemia, que já tirou a vida de mais de 207.000 pessoas nos Estados Unidos, seja esquecida. Trump acabou dando de cara com a própria realidade do tema.

Por volta das 18h20 (horário de Washington), o presidente deixou a residência oficial caminhando, vestindo terno e gravata, fez sinal de positivo para a imprensa e subiu no helicóptero presidencial Marine One, que saiu dos jardins da Casa Branca para transferir o presidente ao centro médico. Aos 74 anos, o magnata de Nova York está no grupo de risco da covid-19, e seu peso, 110 quilos, aumenta sua vulnerabilidade ao vírus. Trump está recebendo “uma dose de oito gramas do coquetel de anticorpos Regeneron”, um medicamento experimental que ainda não foi aprovado pelas autoridades reguladoras, informou a Casa Branca.

Pouco depois de chegar ao hospital, o Twitter do presidente publicou uma breve mensagem sua, gravada em vídeo na Casa Branca, na qual o tranquilizou o público sobre seu estado. “Quero agradecer a todos pelo incrível apoio. Vou para o Hospital Walter Reed. Acho que estou bem, mas vamos garantir que tudo dê certo. A primeira-dama está bem. Muito obrigado, nunca vou esquecer “. ele afirma. Segundo fontes próximas ao presidente, citadas pelo The Washington Post, Trump está com febre, tosse e congestão nasal, entre outros sintomas. Melania Trump também tem alguns sintomas, como tosse e dor de cabeça, mas não precisou de cuidados hospitalares até agora.

A ironia

O episódio sela de maneira irônica um longo processo: o que ocorreu desde que Trump escondeu deliberadamente a gravidade do vírus, minimizando a importância da crise e se negando a usar máscara durante meses, até sofrer ele mesmo a doença em seu corpo. A agenda imediata de Trump foi automaticamente cancelada. Nesta sexta-feira ele deveria fazer campanha na Flórida, um dos territórios cruciais em 3 de novembro, e realizar um comício no sábado em Wisconsin, outro local decisivo.

Ao contrário do democrata Joe Biden, de 77 anos, o presidente estava tentando realizar um programa de atos eleitorais do modo mais tradicional possível, apesar das restrições pela pandemia. Na terça-feira, no turbulento debate televisivo, Trump até zombou das precauções que seu rival nas urnas estava tomando pela covid-19. “Coloco a máscara quando é preciso. Não a coloco o tempo todo como ele [se referindo a Biden], que a usa mesmo quando está falando a 60 metros de distância de mim”, provocou.

Ainda não se sabe se ele já estava infectado no debate. Os alarmes soaram no final da tarde de quinta-feira, quando a Casa Branca confirmou o positivo de Hope Hicks, de 31 anos, uma das mais íntimas colaboradoras do presidente, e o republicano anunciou que ficaria de quarentena à espera dos resultados, uma medida de prevenção que não havia tomado em outros casos de contágios de pessoas próximas. Por volta de uma da madrugada, horário da Costa Leste dos Estados Unidos, Trump publicou no Twitter: “Nesta noite, eu e a primeira-dama demos positivo nos testes de Covid-19. Começaremos imediatamente nossa quarentena e processo de recuperação. Sairemos dessa JUNTOS”.

E a reta final da campanha, para a qual restam quatro semanas, entrou em território desconhecido. Os mercados futuros de Wall Street sofreram a incerteza, com uma queda de 1,5%, e derrubaram as bolsas europeias. O chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows detalhou na sexta-feira que o mandatário está bem e só possui sintomas leves – da mesma forma que Melania Trump –, que se encontra “com muita energia” e continua trabalhando, apesar da reclusão. O vice-presidente, Mike Pence, que como número dois do Governo deveria assumir no caso de Trump ficar incapacitado, testou negativo após se submeter a um teste cujos resultados foram divulgados na sexta.

O contágio de Trump fez com que todos os que o cercam testassem imediatamente, começando pelo próprio Biden, que na terça-feira compartilhou intensos 90 minutos da mesma sala que o presidente, discutindo sem máscara . Por volta de meio-dia e meia (13h30 de Brasília), seu médico comunicou que o teste realizado não havia detectado rastros de Covid. A filha e assessora presidencial, Ivanka Trump, e seu esposo e assessor, Jared Kushner, também deram negativo, da mesma forma que o filho mais novo, Barron, de 14 anos.

A cronologia dos eventos nos EUA até a contaminação de Trump (em espanhol)

Vai e volta

É a mais recente reviravolta que dá essa campanha presidencial de 2020, que começou com o terceiro impeachment a um presidente na história dos Estados Unidos, continuou com a pior pandemia em um século, a recessão econômica mais grave em 70 anos, e depois, nesse verão (do hemisfério norte), com a maior onda de protestos contra o racismo vivenciada pelo país desde o assassinato de Martin Luther King. O falecimento da juíza do Supremo Tribunal Ruth Bader Ginsburg, há duas semanas, colocou a batalha pela maior autoridade judicial no centro da campanha; a revelação posterior dos impostos baixíssimos pagos por Trump nos últimos 20 anos jogou gasolina ao fogo. A pandemia foi a última mudança de roteiro, no momento mais indesejável para o republicano, últimas semanas fundamentais para recuperar terreno nas pesquisas.

De acordo com a média das pesquisas elaboradas pela empresa Real Clear Politics, uma das grandes referências em pesquisas dos EUA, Biden tem sete pontos de vantagem em relação a Trump nacionalmente (50% a 43%), ainda que em territórios de voto pendular e decisivo, como a Flórida, a diferença se estreite e revele que tudo está no ar, que a batalha das próximas semanas será feroz, mesmo que o formato, virtual ou pessoal, não esteja claro. Não se pode afirmar, também, que o próximo debate presidencial programado, em 15 de outubro, irá ocorrer. O primeiro, de terça-feira passada, foi tão caótico e vulgar, com insultos e aumentos de tom, principalmente por parte de Trump, que o comitê organizador anunciou mudanças nas regras.

Na sexta-feira, Biden desejou a Trump uma rápida recuperação. A presidenta da Câmara de Representantes, a influente democrata Nancy Pelosi, chamou de “triste e trágica” a notícia e aproveitou para afirmar que o caso é uma lição. “Se as pessoas virem que o presidente e a primeira-dama, com toda a proteção que têm, ainda se arriscam a se infectar, pode servir de lição”, disse em uma entrevista pela televisão. Ela também acabou de se submeter ao teste. A colega de corrida presidencial de Biden, a candidata à vice-presidenta Kamala Harris, comunicou durante a manhã que havia testado negativo.

Trump, cuja gestão errática da pandemia desencadeou uma tempestade de críticas, passou a fazer parte das estatísticas que tanto o prejudicam, as que colocam os Estados Unidos no epicentro da crise sanitária, com sete milhões de casos confirmados desde o começo da pandemia. O republicano também é o último dos presidentes que se tornaram vítimas do coronavírus após minimizarem seus riscos. Os outros são o brasileiro Jair Bolsonaro, o bielorrusso Aleksandr Lukashenko e o britânico Boris Johnson

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03
Posted on 03-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-10-2020

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

E ironiza que, se não concorrer, haverá opções como Haddad, Ciro, Marina e Alckmin. Presidente também critica Argentina e diz que país segue o rumo da Venezuela

IS
Ingrid Soares
 

Bolsonaro em uma das idas ao Nordeste. Mesmo negando candidatura à reeleição, presidente tem agido como se estivesse em campanha -

Bolsonaro em uma das idas ao Nordeste. Mesmo negando candidatura à reeleição, presidente tem agido como se estivesse em campanha –

O presidente Jair Bolsonaro afirmou a apoiadores, nesta sexta-feira (02), que não sabe se será candidato à reeleição no pleito de 2022.

“Nem sei se vou ser candidato em 2022. Se não for, esses que estão me criticando vão ter excelentes opções. Vão ter (Fernando) Haddad, Ciro (Gomes), Marina (Silva) e (Geraldo) Alckmin sem problema nenhum”, disse, em tom irônico.

Questionado por um dos bolsonaristas se “teria coragem de ficar até 2026, indicar um sucessor e voltar para mais oito anos”, Bolsonaro desconversou e aproveitou a oportunidade para atacar a Argentina, sob comando do presidente Alberto Fernández e da vice, Cristina Kirchner. 

“O pessoal que, de raivinha do (ex-presidente Maurício) Macri, votou na Cristina Kirchner, olha o que está acontecendo lá. Tem muita gente melhor do que eu por aí. Olha como está o país lá. Começou, há algumas semanas, a saída de argentinos. Estão indo para o Uruguai, para o Rio Grande do Sul e, brevemente, (a Argentina) vai estar igual a Venezuela. Os pobres vão sair a pé em direção ao Rio Grande do Sul”, disparou.

Nas últimas semanas, Bolsonaro tem dito que não está preocupado com reeleição. Sobre as críticas de que está criando o programa Renda Cidadã pensando em permanecer na cadeira presidencial por mais quatro anos, reclamou que “se nada faz é omisso, se faz está pensando em 2022”.

Mas, independentemente de não se declarar candidato à reeleição, como se estivesse em campanha ele tem cumprido agenda em vários estados, sobretudo na Região Nordeste, reduto petista que pretende conquistar.

Carlos Fernando dos Santos Lima: deem nomes aos bodes na sala do Brasil
Foto: Ernesto Rodrigues/Folhapress

“Jair Bolsonaro é o bode na sala deste Brasil”, conta o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima em sua coluna na Crusoé desta semana.

“O presidente, com suas ideias saídas de uma roda de conversa de um boteco qualquer, com sua falta de empatia pelo ser humano, com sua deseducação científica, incapacidade de julgamento e análise dos fatos é o perfeito bode, incômodo, barulhento, malcheiroso, que distrai alguns e incita o ódio de muitos, fazendo com que todo o restante da sala pareça idealmente perfeito se o eliminarmos. Pena que não seja assim. Jair Bolsonaro é realmente um bode na sala, mas não pode ser o bode expiatório de tudo o que de mal existe no Brasil”.

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Posted on 03-10-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-10-2020



 

Sid , NO PRTAL

 

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Eles fizeram o teste após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que disputa a reeleição, ter sido diagnosticado com o novo coronavírus

AE
Agência Estado
 

 (crédito: Chip Somodevilla/Getty Images/AFP)

(crédito: Chip Somodevilla/Getty Images/AFP)
O candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, e a mulher, Jill, testaram negativo para covid-19, declarou a campanha nesta sexta-feira (2/10). Eles fizeram o teste após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que disputa a reeleição, ter sido diagnosticado com o novo coronavírus. Baker cita que a informação partiu do médico da família.
O ex-vice-presidente participou de um debate com Donald Trump, na última terça-feira (29/10), durante 90 minutos, em um ambiente fechado, e com os participantes sem máscaras.
Trump anunciou por volta da 1h da manhã desta sexta que está com covid-19, e deu início à quarentena na madrugada. A notícia causa uma reviravolta na corrida eleitoral americana, e os efeitos do diagnóstico, que é feito a 32 dias do pleito, ainda são incertos.
Trum e Biden estiveram juntos ainda esta semana, quando participaram do primeiro debate eleitoral da corrida presidencial. Os candidatos não deram apertos de mão, nem entre si, nem com o moderador. Nem Trump nem Biden, porém, usaram máscara enquanto estiveram dentro do estúdio.
A pandemia foi um dos temas que pautou as discussões. Na ocasião, Trump trouxe à tona a perspectiva econômica e acusou Biden de querer “paralisar” novamente o país como medida de contenção do coronavírus. “Fechamos a economia e estamos reabrindo e estamos fazendo negócios de forma recorde. Ele vai paralisar de novo, ele vai destruir esse país”, afirmou.
Já Biden atacou a gestão do presidente durante a pandemia de coronavírus, uma das principais plataformas de campanha do democrata e um calcanhar de aquiles na campanha republicana, pois a maioria dos eleitores reprova a resposta de Trump à crise de saúde. “Ele sabia desde fevereiro quão sério isso era, sabia que era mortal. O que ele fez? Ele disse que não queria criar pânico. Ele entrou em pânico”, disse Biden. “Quantos de vocês acordaram essa manhã e tiveram uma cadeira vazia na mesa da cozinha de alguém que morreu de covid?”, questionou o democrata.
Agora, além de dar maior destaque ao tema durante a campanha, a infecção de Trump por covid-19 também coloca em xeque a realização dos próximos dois debates com o democrata Joe Biden.
O próximo encontro entre os dois candidatos está agendado para o dia 15 de outubro. A imprensa americana já discute também o que acontecerá em um cenário mais grave, caso Trump sofra com complicações da doença e esteja com a saúde ameaçada no dia da eleição, em 3 de novembro.

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