set
29

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Ministério Público do Rio de Janeiro acusa o parlamentar e o ex-braço direito de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa na investigação sobre “rachadinhas” na Alerj

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Divulgação/Senado Federal)

(crédito: Divulgação/Senado Federal)

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou, nesta segunda-feira (28/9), o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o ex-assessor Fabrício Queiroz na investigação que apura o esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Rio.

Os dois estão sendo acusados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Sendo que o filho do presidente é apontado como líder da organização criminosa e Queiroz como o operador do esquema.

De acordo com a investigação, o senador, que na época era deputado estadual, usou, ao menos R$ 2,7 milhões do esquema das rachadinhas.

 Queiroz foi preso em junho deste ano na casa do ex-advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef, em Atibaia, no interior de São Paulo. Ele foi para prisão domiciliar após um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Um chope pra Distrair”, Paulo Diniz: uma canção para sempre, chova ou faça sol, no BP sem colarinho!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

set
29
Posted on 29-09-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-09-2020
Republicanos evitam falar sobre impostos de Trump
 

Políticos democratas criticaram Donald Trump após a revelação do New York Times de que ele pagou quantias ínfimas —US$ 750— de Imposto de Renda nos anos de 2016 e 2017, além de ter passado dez dos quinze anos anteriores sem pagar impostos federais.

Para Nancy Pelosi, a presidente da Câmara, as revelações do NYT evocam questões de segurança nacional: “O presidente deve centenas de milhões de dólares a credores, e nós não sabemos quem esses credores são”.

 Os congressistas republicanos, por sua vez, preferiram manter silêncio sobre a reportagem —não divulgaram mensagens nas redes sociais e se recusaram a dar entrevistas.

set
29
Posted on 29-09-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-09-2020

Do Correio Braziliense

Adolescentes do CEM 2 do Gama foram contempladas com o 2º lugar em campeonato na Malásia com pesquisa que produz plástico a partir das cascas da laranja

IO
Isabela Oliveira*
 

Estudante Bárbara Wingler manuseando o plástico produzido - (crédito: Arquivo pessoal)

Estudante Bárbara Wingler manuseando o plástico produzido – (crédito: Arquivo pessoal)

De acordo com dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma irregular no Brasil. A maioria desse material tem como destino o mar, causando a morte de pinguins, golfinhos, tartarugas, entre outros animais marinhos. Além disso, segundo grupo de pesquisadores da Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace, todas as tartarugas marinhas do planeta têm plástico no organismo. Foi pensando nessa grande repercussão dos últimos anos que duas estudantes do Gama decidiram propor uma solução: produzir um plástico biodegradável.

Bárbara Wingler e Kazue Nishi queriam propor uma solução para o tema em pauta, o plástico, por meio das ciências exatas

Bárbara Wingler e Kazue Nishi queriam propor uma solução para o tema em pauta, o plástico, por meio das ciências exatas (foto: Arquivo pessoal)

Bárbara Wingler, ex-aluna do Centro de Ensino Médio 2 do Gama, e Kazue Nishi, estudante do 3º ano da instituição, ambas de 18 anos, começaram a pesquisar metodologias e matérias primas para tirar a ideia do papel, no início de 2019. Até que se depararam com a laranja, fruta que tem uma substância capaz de formar polímero para produzir plástico biodegradável. A pesquisa faz parte do Clube de Ciências do colégio, que estimula os alunos a proporem soluções, fazerem levantamentos bibliográficos e pesquisarem metodologias aplicáveis. Posteriormente, os estudantes encaminham a ideia a um professor que orientará o projeto. Contudo, a escola não dispõe de recursos e boa parte dos materiais são os próprios discentes e docentes que arcam com os custos.

Para conseguir desenvolver o plástico, elas construíram uma estufa, por exemplo. “A gente viu uma caixa de microscópio quebrada, um vidro de um aquário também quebrado, ia tudo pro lixo e a gente resolveu construir nossa própria estufa”, relata Kazue. “Uma estufa é muito cara, não tinhamos esse dinheiro e a escola também não.”

Elas trituram as cascas de laranja, dissolvem o pó em água, usam um reagente e deixam o material secando na estufa, até se tornar o bioplástico, por 10 dias. Confira abaixo, um vídeo da produção:

Em agosto do ano passado, as alunas começaram a ver resultados e se inscreveram em diversas feiras de ciências. Na época, Bárbara era estudante do 3º ano e Kazue do 2º no CEM 2 do Gama. Atualmente, Wingler já está no ensino superior e cursa biotecnologia.

Brasil bem representado

Quando cientistas participam de uma feira e são premiados, eles garantem uma credencial para outros eventos. Durante uma dessas feiras de ciências que as estudantes participaram, a Associação Mundial de Feiras Internacionais (Wifa) se interessou pelo projeto das meninas e as premiaram com uma entrada para a Competição e Exibição de Invenções Mundiais (Wice), que seria feita em Kuala Lumpur, na Malásia em outubro.

As estudantes, inclusive, chegaram a fazer uma vakinha para arrecadar recursos para a viagem. Porém, devido à pandemia, o evento acabou sendo feito de maneira remota, e Bárbara e Kazue apresentaram o projeto em inglês. A pesquisa do bioplástico feito a partir das cascas de laranja ganhou medalha de prata, no último dia 18 de setembro, e estava competindo com projetos do mundo todo. As meninas ficaram surpresas com o resultado, pois não esperavam que chegariam ao pódio da competição. “Foi uma honra representar o Brasil. As pessoas no mundo sabem agora que o Brasil tem pesquisa, tem tecnologia e tem ciência. Mesmo que no próprio país não haja investimento, os brasileiros tentam de toda maneira inventar, mudar alguma coisa dentro e fora do país”, conta Bárbara. Mesmo sem equipamentos e sem apoio, Kazue explica que o sentimento ainda é de incredulidade. “Foi tipo alguém falando pra gente: ‘a pesquisa de vocês valeu a pena’”.

Democratização da ciência

A pesquisa, formada apenas pelas duas estudantes sob orientação do professor Alex Aragão, mostra um impacto em relação ao momento atual de mudanças climáticas e desastres ambientais. “O meio ambiente tem sido negligenciado, e esse foi nosso maior objetivo quando decidimos fazer um projeto que busca reduzir a poluição causada pelo plástico derivado do petróleo”, pontua Bárbara. O plástico é um componente inevitável para a vida das pessoas, por isso elas propuseram uma solução para “fazer com que o meio ambiente não sofresse as consequências da nossa industrialização e das nossas ações diariamente.”

Outro aspecto positivo é a possibilidade de fazer um projeto ainda no ensino médio, o que para muitas pessoas é uma realidade só na graduação. “O Clube de Ciências dá uma estrutura em relação à pesquisa e à vida acadêmica que a gente acaba descobrindo apenas no ensino superior. O projeto proporciona um pouquinho do que é a vida acadêmica antes de fazer parte de uma universidade”, ressalta Bárbara Wingler, estudante do 2º semestre de biotecnologia do UDF.

Para Kazue, fazer uma pesquisa ainda no ensino médio representa uma quebra de paradigma de que cientista não precisa ser um homem branco dentro da universidade. “Fazer ciência no ensino básico é possível e também é uma forma de democratizar a ciência”, afirma a estudante.

Próximos planos

Para o futuro, elas pretendem terminar o projeto com uma análise da produção do plástico biodegradável. Durante a pandemia, Bárbara e Kazue continuam com a pesquisa e pretendem finalizar até janeiro de 2021. Com o dinheiro arrecadado para a competição da Malásia, elas querem investir tanto nas próximas feiras de ciência que cobram taxas de inscrição quanto no próprio projeto, com aquisição de reagentes e vidrarias necessárias para manter a pesquisa.

Do Jornal do Brasil

 

A Fundação Cultural Palmares, órgão cultural do governo voltado ao fomento e preservação da cultura negra no país, não realizará atividades de comemoração da consciência negra em novembro.

Segundo publicou a coluna do jornalista Guilherme Amado no site da revista Época, a Fundação Palmares abriu apenas um edital ao longo de 2020 e não terá atividades voltados à comemoração do mês da consciência negra.

Até agora, o único edital publicado pela organização, de R$ 690 mil, foi voltado para premiar 100 iniciativas de cultura negra no país. Apesar de não ter nada específico voltado à consciência negra, a Fundação afirma que o resultado do edital será divulgado em novembro.

Os dados, informa a coluna, foram obtidos via Lei de Acesso à Informação por Marivaldo Pereira, que é militante do movimento negro e também já foi candidato ao Senado Federal, em 2018, pelo PSOL.

Ao longo da gestão do atual secretário, Sérgio Camargo, a Fundação Palmares mudou de postura em relação às comemorações do 20 de novembro, o dia da consciência negra. Crítico do movimento negro, Camargo, em mais de uma ocasião, se disse favorável a dar mais importância ao 13 de maio, quando se comemora a data da assinatura da Lei Áurea.

O 20 de novembro é considerado pelo movimento negro como uma data mais adequada para comemorar a cultura negra no país por simbolizar a resistência contra o racismo no Brasil.(com agência Sputnik Brasil)

set
29
Posted on 29-09-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-09-2020



 

 Zé Dassilva, NO

 

set
29

DO EL PAÍS

Liminar foi expedida horas antes da entrada em vigor da ordem da Casa Branca que obrigaria o aplicativo a desaparecer das lojas digitais

Pablo Ximénez de Sandoval

Los Angeles
A jovem Rosa, conhecida como Ghoulbabyghoul no Tik Tok onde tem mais de 3.000 seguidores, grava em Madri, em 24 de setembro.
A jovem Rosa, conhecida como Ghoulbabyghoul no Tik Tok onde tem mais de 3.000 seguidores, grava em Madri, em 24 de setembro.Eduardo Parra / Europa Press

Um juiz federal de Washington determinou neste domingo a suspensão cautelar da ordem executiva da Casa Branca que impedia a rede social TikTok de continuar operando normalmente nos Estados Unidos. A liminar foi expedida pouco mais de seis horas antes da entrada em vigor do veto, que ocorreria à meia-noite (hora local).

A Administração de Donald Trump aponta o TikTok, propriedade da empresa chinesa Bytedance, como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos. Trata-se de uma rede social muito popular, especialmente entre adolescentes, que serve para compartilhar vídeos curtos. A Casa Branca alega que através do aplicativo o regime chinês tem acesso a dados de usuários norte-americanos, o que comprometeria a segurança nacional.

Em agosto passado, Trump assinou uma ordem executiva (medida provisória) que obrigava a empresa a encontrar um comprador nos EUA ou deixar de operar no país. Começou então uma corrida na busca por um sócio norte-americano, em negociações que envolveram o gigante Microsoft. Finalmente, em meados de setembro se anunciou um acordo com a Oracle e o Walmart para a compra de 20% do aplicativo. Trump chegou a dar sua bênção ao acordo, ainda à espera da ratificação oficial.

Mas o presidente mudou de opinião dias depois, dizendo que não aprovaria nenhum acordo em que a Bytedance mantivesse parte da propriedade da rede social. Inicialmente, o TikTok deveria deixar de operar no domingo passado ? a rigor, o aplicativo sumiria das lojas da Apple e Google, e os usuários já não poderiam mais baixar atualizações, de modo a se tornar obsoleto ?, mas a data foi adiada em uma semana à espera de uma modificação do acordo.

Em vez de apresentar uma nova proposta, o TikTok, que juridicamente é uma companhia norte-americana com sede na Califórnia, apresentou em 23 de setembro uma ação num tribunal federal de Washington solicitando a suspensão cautelar dos efeitos da ordem presidencial. O TikTok argumenta que não há nenhuma urgência que justifique esta medida e que está fazendo “esforços extraordinários para satisfazer exigências governamentais que mudam o tempo todo e supostas preocupações com a segurança nacional”.

A rede argumentava que o veto provocaria um dano irreparável à empresa, pela perda da comunidade de usuários que criou, e aos 100 milhões de norte-americanos que compartilham vídeos no TikTok. Além disso, a empresa afirma que a agressividade da Casa Branca está relacionada com a campanha eleitoral e a necessidade de Trump de se apresentar como um líder que enfrenta a China.

  • Arquivos

  • setembro 2020
    S T Q Q S S D
    « ago   out »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    282930