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DO CORREIO BRAZILIENSE

De acordo com o Ministério, ele está bem, mas sentiu uma dor torácica e está realizando exames cardíacos.

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Alan Santos/PR )

(crédito: Alan Santos/PR )

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, precisou ser levado ao hospital na manhã deste domingo (13/9), em Brasília, após sentir um mal estar durante a madrugada.

De acordo com o Ministério, ele está bem, mas sentiu uma dor torácica e está realizando exames cardíacos.

 

Coisa mais linda a live (e a estante) de Caetano Veloso - Heloisa Tolipan :Heloisa Tolipan
Bahia em Pauta » Blog Archive » Janio Ferreira Soares: o mais, obediente que sou, seguirei à risca a ordem do capitão Zeca, neste 31 de março
 ARTIGO

 

                                          A coragem de Júlia e a estante de Caetano

                                           Janio Ferreira Soares

Não sei se foi algo totalmente planejado, mas desconfio que quando Paula Lavigne convenceu Caetano a fazer sua famosa live, deve ter pensado, com seu faro empresarial: “agora o importante é preparar uma puta estante como cenário, mesmo que ela humilhe as dos jornalistas e entrevistados da GloboNews”.

Assim, quando Caetano surgiu com gel no cabelo, estilo “vovô acabou de tomar banho e tá bem cheirosinho!”, parte da internet parou, tanto pela qualidade do repertório, quanto pelas vistosas prateleiras repletas de objetos calculadamente escolhidos e estrategicamente encaixados entre os quatro costados dos Velosos, fato que até mereceu matérias do tipo: “o significado das obras na estante de Caetano”.

E em meio a algumas iscas fáceis (caixas de CDs de Tom Jobim, Chico e Gil, fotos de discos de Bethânia, uma Bíblia Sagrada – por precaução, creio), foi essencial a ajuda de especialistas nas preferências do filho de dona Canô (e da Chiquita Bacana, assovio agora) para descobrir, por exemplo, um livro do fotógrafo peruano Mario Testino sobre o Rio de Janeiro – com texto de Caetano -, um filme de Wim Wenders sobre sua amiga e coreógrafa alemã Pina Bausch, além de um livro intitulado An Invincible Memory, nada mais do que uma edição em inglês de Viva o Povo Brasileiro, obra-prima do nosso João Ubaldo, certamente lido numa sentada só pelo velho baiano very very foda.

Mas as duas peças mais emblemáticas da noite estavam a emoldurar o rosto do aniversariante do dia. A primeira, intitulada “New Brazilian Flag” (ou Nova Bandeira Brasileira) é uma releitura da nossa bandeira feita pelo artista plástico carioca Raul Mourão, onde o círculo que contém o céu, as estrelas e a faixa escrita Ordem e Progresso, está completamente oco. A outra é o Ofá de Oxóssi, arma sagrada de seu orixá, presente do artista plástico baiano Alberto Pitta, fundador do Cortejo Afro, bloco que o homenageou no Carnaval de 2018.

Pois bem, você deve estar se perguntando o porquê deste ribeirinho escrever sobre esse tema só agora. Acontece que esta semana tive a imensa alegria de abrir espaço em minhas prateleiras pra colocar uma maravilha em forma de caixa, que se chama Tão a Gente (@taoagente).

Trata-se de um projeto criado com a finalidade de auxiliar pessoas com transtornos de ansiedade, como é o caso de sua criadora, minha filha Júlia, que em plena pandemia deu a cara a tapa e resolveu enfrentar e compartilhar seus medos, criando uma bela maneira de se ajudar e também ao próximo.

Ah, nem adianta procurar pela caixa de Júlia na estante de Caetano, que ela não tá lá. Já quiçá Moreno, pela música que seu pai fez quando ele ainda estava na barriga de Dedé, talvez queira conhecer o trabalho da dona do nome que ele teria se tivesse nascido mulher.

Janio Ferreira Soares , cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na beirada baiana do Rio São Francisco.

“Inesquecíveis canções”, Renato e seus Blue Caps- Pout Pourri (Inedito): Uma seleção de incríveis sucessos da Jovem Guarda, interpretada pelo inigualável grupo formado em 1960 pelos irmãos Renato Barros ( que nos deixou recentemente), Ed Wilson e Paulo Cesar Barros., Euclides de Paula e Gelson, jovens moradores do Rio de Janeiro, que se tonaria por décadas em coqueluche da música jovem brasileira.Para ouvir, lembrar, cantar e dançar no domingo de Setembro.

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

 

 

 DO EL PAÍS

‘Nomadland’ vence Leão de Ouro no Festival de Veneza com sua crítica à precarização do trabalho

Veneza
Frances McDormand, em cena de ‘Nomadland’, de Chloe Zhao. Em vídeo, o trailer do filme.
Frances McDormand, em cena de ‘Nomadland’, de Chloe Zhao. Em vídeo, o trailer do filme.Courtesy of SEARCHLIGHT PICTURES / A

 

Chegou precedida dos melhores rumores e não decepcionou. Nomadland, longa-metragem que encerrou nesta sexta-feira a seção competitiva do Festival de Veneza, foi o primeiro a ser aplaudido de pé nesta edição e venceu o Leão de Ouro na noite desta sábado, premiado por um júri presidido por Cate Blanchett. Lançado simultaneamente nos festivais de Veneza, Toronto e Telluride, o filme também sai catapultado para o próximo Oscar.

Inspirada no livro homônimo de não ficção de Jessica Bruder, o longa acompanha a trajetória de uma mulher que, afogada por sua situação econômica, vai morar num trailer. Interpreta-a, com sua habitual mistura de aspereza e dignidade, a atriz Frances McDormand, que se apaixonou pelo livro, comprou os direitos de adaptação e propôs a Chloé Zhao, jovem cineasta chinesa radicada nos EUA, que a dirigisse. Quando a crise de 2008 provoca o desmantelamento do povoado minerador onde ela trabalhava, essa protagonista se vê obrigada a sair pelo país fazendo bicos. Não demora a descobrir outros indivíduos marginalizados e transformados em mão de obra barata pelo ocaso da indústria e reciclados como empregados da Amazon, submetidos a contratos com duração de poucos dias ou semanas, apesar de já estarem perto da idade da aposentadoria.

Conhecida e aclamada desde um emotivo western contemporâneo que intitulou The Rider, Zhao observa, com acuidade e sensibilidade inigualáveis, a subcultura que emerge entre esse precariado, onde centenas de milhares de pessoas constituem suas próprias redes de solidariedade perante a escassez ou a ausência de ajudas públicas. Entre elas ressuscita o fantasma de Tom Joad e outros anti-heróis da Grande Depressão, num filme que brilha ao demonstrar que essa indigência não tem quase nada de romântico, por mais que assim digam os mitos sobre a fronteira. “Não está tão longe do que fizeram os pioneiros”, diz um personagem no seu agradável quintal. Igualmente interessante é outro assunto plenamente norte-americano: o conflito insolúvel entre indivíduo e comunidade. Zhao parece insinuar que a solidão dos nômades pode se tornar viciante, mas também que a autonomia nunca pode ser sinônimo de isolamento.

Nomadland confronta atores profissionais, como McDormand e David Strathairn, com viajantes reais que relatam suas vivências e aproximam a ficção do filme a um registro documental que parece dar conta da situação atual, embora Zhao tenha dito numa videoconferência com jornalistas, nesta sexta, que não quis fazer “um filme político”. “O livro é ambientado em 2011 e não tem a ver com a América de Donald Trump. Eu só conto histórias de pessoas”, afirmou. Essa resposta, atribuível à alergia que o cinema norte-americano sente pela palavra “política” —frequentemente confundida com o partidarismo ou militância—, soa ilógica. É dispensável dizer que a realidade descrita por Nomadland é política, e que a situação destas centenas de milhares de marginalizados desempenhou um papel decisivo na vitória de Trump.

Concessões

Nem tudo é perfeito neste filme, embora seja o mais sólido concorrente apresentado em Veneza. Zhao faz algumas concessões dramatúrgicas no trecho final para potencializar a identificação do espectador com sua protagonista e usa de maneira insistente (e muito contraproducente) o piano melodramático de Ludovico Einaudi, que salienta em excesso momentos de emoção que não precisavam de muleta alguma. É compreensível e até perdoável: no fundo, este é um filme de estúdio, e não custa vê-lo como o título de transição de Zhao em direção a seu glorioso futuro hollywoodiano.

Seu próximo filme será The Eternals, para o estúdio Marvel, ao qual faz uma aceno irônico num breve plano de um cinema da América profunda que exibe Os Vingadores. No papel, tem tudo para triunfar: é jovem, mulher, asiática e, sobretudo, uma cineasta brilhante. Não seria desatinado que, na edição mais feminina na história de Veneza, Zhao leve o prêmio principal com um filme que recorda a perda de raízes sociais provocada pelos descalabros econômicos, em vista do que agora se avizinha.

set
13
Posted on 13-09-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2020
Crivella interferiu no resultado do carnaval carioca, diz MP
 

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, o prefeito Marcelo Crivella interferiu no resultado do carnaval carioca de 2018.

Por influência do empresário Rafael Alves, personagem central do suposto esquema do ‘QG da propina’ na Prefeitura do Rio, Crivella escreveu uma carta à Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) dando aval para que as escolas Grande Rio e Império Serrano, mesmo rebaixadas, participassem do grupo especial no ano seguinte, o que de fato ocorreu.

 A influência do empresário no carnaval carioca, diz o G1, começou a partir do momento em que Crivella nomeou o irmão de Rafael, Marcelo Alves, como presidente da Riotur.

“No dia seguinte ao envio da carta, e à decisão por parte da Liesa de manter as duas escolas rebaixadas no grupo especial, em mensagem trocada com o doleiro Sérgio Mizrahy, cuja delação deu origem à operação, Alves comemora a decisão, vangloriando-se.”

Esse é apenas um dos episódios citados pelo Ministério Público como um exemplo da influência do empresário na Prefeitura do Rio.

set
13

DO CORREIO BRAZILIENSE

Ministro determina que o presidente Jair Bolsonaro deponha pessoalmente na Polícia Federal sobre a denúncia de intervenção política na corporação. Advogados de Sergio Moro, autor das acusações, poderão fazer perguntas ao investigado.

ST
Sarah Teófilo
IS
Ingrid Soares
RS
Renato Souza
 

 (crédito: Nelson Jr./SCO/STF)

(crédito: Nelson Jr./SCO/STF)

Uma decisão do ministro Celso de Mello coloca novamente o Supremo Tribunal Federal (STF) em choque com o Poder Executivo. O magistrado determinou, ontem, que o presidente Jair Bolsonaro compareça pessoalmente à Polícia Federal para depor sobre eventual tentativa de interferir na corporação. A determinação passou a constar no inquérito aberto após as declarações do ex-ministro Sergio Moro. No despacho, Celso de Mello afirma que Bolsonaro “é investigado, e não figura como testemunha”, por isso, não tem a prerrogativa de depor por escrito. A decisão foi tomada no dia 18 de agosto, mas o magistrado tirou licença médica e só a assinou nesta sexta-feira, no retorno ao trabalho. Por ora, o Planalto prefere avaliar o cenário e evitar ataques contra a Corte, que agora é presidida por Luiz Fux.

Mello também afirmou que Moro, por meio de seus advogados, poderá participar da oitiva, fazendo perguntas ao presidente. Essa parte do despacho irritou o governo. “O senhor presidente da República — que, nesta causa, possui a condição de investigado — deverá ser inquirido sem a prerrogativa que o artigo 221, inciso 1º, do CPP confere, com exclusividade, apenas aos Chefes dos Poderes da República, quando forem arrolados como testemunhas e/ou como vítimas (e não quando figurarem como investigados ou réus), a significar que a inquirição do Chefe de Estado, no caso ora em exame, deverá observar o procedimento normal, respeitando-se, desse modo, mediante comparecimento pessoal e em relação de direta imediatidade com a autoridade competente (a Polícia Federal, na espécie), o princípio da oralidade, assegurando-se ao senhor Sérgio Fernando Moro, querendo, por intermédio de seus advogados, o direito de participar do ato de interrogatório e de formular reperguntas ao seu coinvestigado”, escreve um trecho do despacho.

Celso de Mello não concordou com o argumento do procurador-geral da República, Augusto Aras, que entendeu que Bolsonaro poderia depor por escrito. A data em que o presidente terá de comparecer deve ser definida pela Polícia Federal. O decano do Supremo destacou que caso prefira, Bolsonaro, assim como qualquer cidadão, poderá ficar em silêncio. “Em consequência, indefiro as propostas deduzidas pelo eminente senhor Chefe do Ministério Público da União, doutor Augusto Aras, por não assistir ao senhor presidente da República qualquer das prerrogativas enunciadas no requerimento formulado pela douta Procuradoria-Geral da República, ressalvada, por óbvio, a possibilidade de o Chefe de Estado exercer, legitimamente, como qualquer cidadão desta República, o seu direito ao silêncio”.LICIDADE

Cabe recurso da decisão ao plenário do Supremo, tendo em vista que foi uma decisão monocrática.

Bolsonaro, ao contrário de outras situações, adotou o silêncio em relação ao despacho. Nem ele, nem os ministros que compõem o seu governo falaram publicamente sobre o assunto. No entanto, o chefe do Executivo reuniu-se com o advogado-geral da União, José Levi, na tarde de ontem, horas após saber da decisão enquanto participava da inauguração de uma obra na Bahia.

A avaliação é de que serão criadas estratégias jurídicas para recorrer e até mesmo mudar a forma de oitiva. Em razão da recente troca na presidência do STF — Luiz Fux assumiu o comando do tribunal na última quinta-feira —, interlocutores do presidente recomendam evitar atritos no momento, algo que poderia deflagrar uma relação conturbada com o Judiciário. Em junho, Bolsonaro afirmou que poderia, sim, prestar depoimento presencial, caso fosse necessário. Disse não estar preocupado com a medida e que o inquérito acabará sendo arquivado. “Eu acho que esse inquérito que tá na mão do senhor Celso de Mello vai ser arquivado. A PF vai me ouvir, estão decidindo se vai ser presencial ou por escrito, para mim tanto faz. O cara, por escrito, eu sei que ele tem segurança enorme na resposta porque não vai titubear. Ao vivo pode titubear, mas eu não estou preocupado com isso. Posso conversar presencialmente com a Polícia Federal, sem problema nenhum”, apontou, à época.

Caso Temer

Esta não é a primeira vez que um presidente da República precisa depor como investigado. Em 2017, o ex-presidente Michel Temer foi acusado de envolvimento em um esquema de corrupção criado para beneficiar a empresa Rodrimar, operadora do Porto de Santos. O então chefe do Executivo editou um decreto que expandia benefícios concedidos para empresas portuárias. Ele foi acusado de receber propina da Rodrimar para publicar as novas regras. Na ocasião, o relator do inquérito era o ministro Luís Roberto Barroso. Ele entendeu, que por se tratar do chefe do Executivo, o presidente poderia prestar depoimento por escrito, ou agendar dia, local e horário para ser ouvido.

A defesa de Temer informou que enviaria as respostas por escrito, e solicitou ao ministro que fixasse um prazo para que isso acontecesse. No mesmo ano, acusado de envolvimento na Lava-Jato, Temer foi chamado novamente para depor. Neste caso, o relator, ministro Edson Fachin, concedeu prazo de 24 horas para que 82 perguntas elaboradas pela PF fossem respondidas, e assim ocorreu. Na ocasião, assim como no caso de Jair Bolsonaro, a PGR manifestou-se a favor do depoimento por escrito. Fachin não viu impedimentos, já que mesmo o Ministério Público foi a favor.

As acusações de Moro

Interferência na PF
“Houve essa insistência (de mudança do comando da PF). Eu disse que seria uma interferência política e ele disse que seria mesmo.”

Relatórios de inteligência

“O presidente me disse, mais de uma vez, que ele queria ter uma pessoa de contato pessoal dele, que ele pudesse ligar, colher informações, relatórios de inteligência, seja o diretor, seja o superintendente, e realmente não é o papel da Polícia Federal.”

A defesa de Bolsonaro

Blindagem
“Nunca pedi a ele (Moro) para que a PF me blindasse onde quer que fosse. (…) Eu nunca pedi para ele o andamento de qualquer processo. Até porque a inteligência, com ele, perdeu espaço na Justiça”.

Obstrução
“Não são verdadeiras as insinuações de que eu desejaria saber sobre investigações em andamento”.

Troca de comando
“Falava-se de interferência minha na Polícia Federal. Ora bolas, se eu posso trocar o ministro, por que não posso, de acordo com a lei, trocar o diretor da Polícia Federal? Não tenho que pedir autorização a ninguém para trocar o diretor ou qualquer um outro que esteja na pirâmide hierárquica do Poder Executivo. (…) Sempre dei plena liberdade a meus ministros, sem abrir mão de meu poder de veto e minha autoridade”.

set
13
Posted on 13-09-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-09-2020


 

Duke, no jornal

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Medida será colocada em prática a partir de segunda-feira em apenas 15 aeroportos do país e também vale para outros países, como China, Reino Unido e Irlanda

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Fotos: Minervino Junior/CB/D.A Press)

(crédito: Fotos: Minervino Junior/CB/D.A Press)

O Departamento de segurança Nacional dos Estados Unidos divulgou um documento no qual retira as restrições para brasileiros entrarem no país. A determinação foi feita no fim de maio, devido à pandemia da covid-19.

Na época, o Brasil tinha acabado de ultrapassar a Rússia e se tornado o segundo país com mais casos de covid-19 no mundo.

O documento será publicado na segunda-feira (14/9), quando começará a valer. Além do Brasil, também deixam de ser barrados passageiros que partiram de China, Irã, Irlanda, Reino Unido e espaço Schenger (que inclui 22 países da União Europeia).

Medida restrita a 15 aeroportos

De acordo com o documento, serão implementadas medidas adicionais de segurança sanitária para conter o avanço da doença e apenas 15 aeroportos poderão receber os voos internacionais desses países.

“O encerramento deste esforço permitirá que os recursos de saúde pública sejam mais efetivamente priorizados para outros esforços de contenção e mitigação e vai estimular viagens aéreas. Este aviso não afeta outras medidas de saúde pública, que permanecerão em curso pelo tempo que for apropriado”, afirma o documento.

Os Estados Unidos continuam a ser o país com mais casos e mais mortes provocadas pelo novo coronavírus. Ao todo, somam 193 mil mortes e 6,1 milhões de casos.

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