“Lembra de Mim”, Emilio Santiago: Maravilhosa voz e canção deliciosa para afagar amores e sentimentos na última quarta-feira de agosto do ano do isolamento. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 26-08-2020
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DO CORREIO BRAZILIENSE

Conselho determinou ainda a abertura de processo administrativo disciplinar (PAD) contra desembargador Eduardo Almeida

 Sarah Teófilo
 

 (foto: Twitter/reprodução)

(foto: Twitter/reprodução)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (25/8), por unanimidade, afastar o desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha Siqueira, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), do cargo e abrir um processo administrativo disciplinar (PAD) para apurar a conduta do desembargador no caso.

Eduardo Siqueira foi gravado ofendendo um guarda civil metropolitano (GCM) em Santos (SP), no dia 18 de julho, após ser abordado por estar caminhando na praia sem máscara. Na ocasião, ele chamou ele e outro guarda de “analfabetos”, e tentou intimidar um deles, ligando para para o secretário de Segurança Pública da cidade, Sérgio Del Bel Júnior, para reclamar da multa. Após ser multado, ele rasgou o documento e jogou no chão. Desde maio, um decreto em Santos obriga o uso de máscara em espaços públicos e estabelecimentos comerciais.

O corregedor-nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, relator do caso, votou pela abertura do PAD e afastamento. O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, então, questionou se havia alguma divrgência do voto de Martins, e nenhum conselheiro se manifestou. O CNJ é composto por 15 membros.

Martins frisou que o magistrado foi agressivo em suas palavras, e citou que Siqueira logo se identificou como desembargador “para ferir a autoridade da guarda municipal”, tentou desqualificar a autoridade do servidor e falou que iria rasgar a multa. “São palavras que demonstram autoritarismo, arrogância, prepotência e autoridade”, disse o corregedor, que citou ainda abuso de autoridade.

A defesa do desembargador alegou em julgamento que Siqueira faz uso de medicamento controlado para um tratamento psiquiátrico, o que provoca alteração no comportamento. Sobre isso, Humberto Martins disse que deverá ser discutido depois na questão de mérito.

“Entendemos que o eminente desembargador estava totalmente lúcido, inclusive na forma como foi apresentado a todos e de conhecimento fato público e notório a sua forma agressiva, a sua forma autoritária, a sua forma de menosprezo, com relação a autoridade da segurança de pública”, pontuou.

O corregedor-nacional disse ainda que “o limite dele é a lei e a Constituição”. “Todos são iguais perante a lei. Não existe autoridade acima da lei nem da Constituição”, afirmou.

DO EL PAÍS

Houve um Pelé branco, um Maradona dos Alpes e inclusive um Messi tailandês. As listas de sucessores existem desde que o futebol é futebol, e quase sempre são uma maldição para os eleitos. A dura derrota do Barcelona para o Bayern acelerou a busca de um herdeiro para o argentino

Lionel Messi depois de perder para o Bayern de Munique, em 14 de agosto, em Lisboa.
Lionel Messi depois de perder para o Bayern de Munique, em 14 de agosto, em Lisboa.
 Miguel Echari

As listas de sucessores existem desde que o futebol é futebol. Zico ficou marcado depois que falaram dele como o ‘Pelé branco’, o rosto pálido de classe média ao qual exigiam que estivesse à altura da lenda de pele negra surgida nas favelas. E aquele Brasil que tentou restaurar o jogo bonito no início dos anos 80 também teve um ‘Pelé vermelho’, o esquerdista e muito comprometido Sócrates. Pablo Aimar e Javier Saviola desfilaram ao lado de muitos outros – e muito contra a sua vontade – pela passarela dos novos Maradona quando ainda estava fresca a lembrança de substitutos do barrilete cósmico (“pipa cósmica”) como o Maradona dos Cárpatos (Gica Hagi), o Maradona dos Alpes (o austríaco Andreas Herzog), o Maradona húngaro (Lajos Détári), o Maradona inglês (John Barnes) e o Maradona francês (houve vários, mas nenhum tão digno quanto Alain Giresse). Inclusive os holandeses ficaram obcecados com a busca de um novo Johan Cruyff (já não um jogador revolucionário, e sim um líder galvanizador e emissário do novo futebol) até que entenderam que era uma missão impossível e optaram por deixá-lo jogar tranquilo, e não amargar sua vida com comparações injustas com nenhuma jovem promessa.

Lionel Messi acaba de viver com o Barcelona a pior derrota de sua carreira. Embora ainda seja difícil questionar que seja dele a coroa de melhor jogador do mundo, o argentino já tem 33 anos, podendo-se intuir que o início de seu declínio biológico e futebolístico seja iminente. Para o jornalista Aitor Lagunas, diretor da revista Panenka e comentarista da Gol Televisión, “o mundo está se preparando para a inevitável sensação de orfandade que Messi deixará quando se aposentar. E, até certo ponto, é lógico que analistas e fãs já estejam pensando no seu sucessor, que se esforcem em descobrir o mais cedo possível como será a próxima página livro do futebol.”

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Posted on 26-08-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-08-2020


 

Quinho, NO

 

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10 x 0 – Conselheiros mudam votos e CNMP arquiva caso do PowerPoint

 

O CNMP decidiu arquivar o pedido de abertura de processo disciplinar contra Deltan Dallagnol, Roberson Pozzobon e Júlio Noronha no caso do PowerPoint. Por unanimidade, o Conselho decidiu que o caso já prescreveu.

No entanto, oito conselheiros disseram que, caso não tivessem demorado tanto para julgar o assunto e as penas não estivessem prescritas, havia motivos para instauração de processo administrativo disciplinar (PAD). 

O julgamento se encaminhava para a abertura do processo, mas o conselheiro Sebastião Caixeta, que era a favor de abrir o processo, mudou o voto durante a tarde de hoje e reconheceu a prescrição das puções, caso fosse aberto o PAD

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