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ARTIGO/Ponto de vista
O ódio político no Brasil e sua expressão corporal 4
Joaci Góes
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Ao tenente, ginecologista-obstetra e querido amigo Antônio Carlos Vieira Lopes!
Como afirmamos no primeiro artigo desta série de cinco, todos percebem, comentam e lamentam o ambiente de ódio reinante na política brasileira contemporânea, altamente ideologizada, levando ao distanciamento de familiares, velhos e queridos amigos e visivelmente expressa na linguagem corporal dos âncoras da TV. Distinguimos entre a cólera santa, a que redime e constrói, e a outra, a que conduz, invariavelmente, à discórdia e à destruição. O ódio a que nos referimos, portanto, é o destrutivo, o que deixa um rastro de perdas em sua tempestuosa passagem. E a expressão desse ódio corporal passou a ser visível, como nunca, em nossos noticiosos televisivos, com as exceções que não infirmam a regra geral. A tal ponto que, para muitas pessoas, passou a ser um divertimento de família prenunciar o caráter ideológico-partidário do tema a ser imediatamente comentado, a partir da expressão facial dos locutores, sobretudo os de uma grande rede de TV. Se o ódio e, eventualmente, a agressão são inevitáveis, impõe-se o desenvolvimento de uma cultura que permita seu construtivo e benéfico extravasamento, para a sociedade e para o próprio odiento, visão que exclui ignorá-los, suprimi-los ou reprimi-los, a qualquer custo, posturas que conduzem, de modo inelutável, à sua secreta, descontrolada e insidiosa manifestação.
Por isso, valorizamos o aprendizado das técnicas que nos habilitam a lidar com as situações geradoras de ódio, em qualquer ambiente, sem perder de vista o quanto importa saber do que pode ser feito para impedir ou reduzir a emergência de situações que causam frustrações, ameaças, humilhações e injustiças, fatores que geram ansiedade e mais ódio. Dedicamos todo um livro, Anatomia do ódio, ao exame dessa perturbadora questão.
O Brasil de hoje oferece ao psicólogo norte-americano Paul Ekman e à sua equipe de pesquisadores um incomparável laboratório para estudo do tema em que figuram como expressão maior, em escala mundial. E como, segundo Ekman, a capacidade de reconhecer expressões faciais fugazes revela uma habilidade invulgar para o exercício da empatia, como saldo positivo, os brasileiros poderão sair melhores dessa pandemia afetiva que gera uma tempestade moral, porque, segundo ele, mais abertos, eficientes, dignos de confiança, interessantes e motivados para aprender. Não se infira daí que, como povo que deseja alcançar um superior patamar civilizatório, possamos continuar deitados em berço esplêndido, como o fazemos, reiteradamente, ao ignorarmos que sem educação de qualidade accessível a todos, continuaremos a ser, apenas, um país do futuro, na conhecida expressão de Stefan Zweig. E como as ações dos políticos que nos dirigem se inspiram mais nas futuras eleições do que no interesse das próximas gerações, a qualidade de nossa educação pública, aquela que se dirige ao preparo da grande massa popular, vem caindo, regular, segura, gradativa e desgraçadamente, tendência que condena nosso futuro como nação, postura que corrobora o acerbo diagnóstico de Darcy Ribeiro para quem a má qualidade da educação brasileira obedece a objetivos programáticos dos nossos dirigentes.
Fazendo contraponto à sequência de pecados litúrgicos praticados pelo Presidente da República, nossa mais importante rede de TV exibe diário e inaudito esforço para dificultar a recuperação econômica nacional, como meio desesperado de defenestrá-lo, de modo a eliminar a ameaça que sobre ela impende, como a espada afiada sobre a cabeça de Dâmocles, membro da corte do Rei Dionísio, de Siracusa, no Século IV a.C., popularizada pelo famoso orador romano Marco Túlio Cícero, no Século I a.C. O desejo de vingar-se, às custas do fracasso do Brasil, corresponde, na prática, à irrefletida ação de jogar fora a água suja junto com a criança. É verdade que esse ambiente raivoso que tanto agrada, aparentemente o Chefe do Executivo, não foi inaugurado por ele; foi deflagrado de modo intenso pela nossa equivocada esquerda autoritária, adepta da divisão entre nós (os bons) e eles (os maus), de que a líder maior é a renomada professora Marilena Chaui, especializada no filósofo holandês Baruch (Bento) Spinoza. Sobre ela o marxista e Doutor em Filosofia Ruy Fausto (1935-2020), recentemente desaparecido, disse no seu último livro Caminhos da Esquerda, página 34: “Para além dos velhos laços de amizade e lealdades acadêmicas, seria preciso, afinal, afirmar com todas as letras: o discurso político de Marilena Chaui tem representado uma verdadeira catástrofe para a esquerda.” Ruy Fausto apoia sua acerba crítica, sobretudo, nas sucessivas tentativas de Chaui de defender, contra todas as evidências, os graves erros do PT e em sua infeliz proposta do fuzilamento, em massa, da classe média brasileira, como solução de nossos jmales.
Joaci Góes é escritor, presidente da Academia de Letras da Bahia, ex-diretor da Tribuna da Bahia. Texto publicado nesta quinta-feira, 13, no BP

“It`s a Great Life”, Trini Lopez:Neste tributo de honra e reconhecimento ao extraordinário guitarrista nascido no Texas, consagrado mundialmente pela gravação de La Bamba – seu sucesso mais avassalador – Trini Lopez em uma de suas interpretações mais raras e sofisticadas do artista que fez sucesso ainda com diversos hits: America, Perfidia, If I Had A Hammer, Lemon Tree, Corazón de Melón, entre outros. Saudades!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

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Posted on 14-08-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-08-2020

MPF denuncia desembargadora e juíza da Bahia por venda de decisão

 

A subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo denunciou hoje, por corrupção e lavagem, a desembargadora Maria Adna Aguiar do Nascimento e a juíza do trabalho Marúcia Belov, ambas do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5).

São acusadas de receber propina de R$ 250 mil do empresário Gervásio Meneses, dono do grupo empresarial FTC, para suspender o pagamento de dívida trabalhista de R$ 96,8 milhões.

Havia acordo no TRT-5 para o parcelamento da dívida com os credores, mas às vésperas do recesso do tribunal, em dezembro de 2015, sem marcação prévia de audiência e despachos no processo, Maria Adna e Marúcia avocaram o caso e decidiram em favor do empresário.

A propina foi repassada ao irmão da desembargadora, o advogado Antônio Henrique Aguiar, a título de honorários. Na denúncia, o Ministério Público Federal pede que, em caso de condenação, os denunciados paguem R$ 500 mil e as magistradas percam o cargo.

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Posted on 14-08-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-08-2020

DO CORREIO BRAZILIENSE

Segundo o presidente da Câmara, encontro serviu para que o Executivo federal reafirmasse seu compromisso com a manutenção do teto de gastos e as pautas de reforma econômica

LC
Luiz Calcagno
 

 (foto: Caroline Antunes/Palácio do Planalto)

(foto: Caroline Antunes/Palácio do Planalto)

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comentou a reunião com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, além de líderes partidários, que ocorreu no início da noite desta quarta-feira (12/8), e serviu para que o Executivo federal reafirmasse seu compromisso com a manutenção do teto de gastos e as pautas de reforma econômica.

Maia destacou que foi um encontro importante, pois a pauta contrária ao teto e favorável á extensão do decreto de calamidade pública para 2021 vinha ganhando espaço.nUm dia antes, Maia, o líder do Centrão, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e Guedes haviam se reunido para discutir a importância de manter a tônica das pautas econômicas no Congresso com participação e apoio do governo.

A linha reformista liberal parlamentar ganhou espaço e se mantém desde 2016, ano do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. “A decisão do presidente de convidar os seus ministros que estão ligados diretamente a questão de investimento, principalmente economia e presidência da Câmara, Senado e líderes, é uma sinalização correta com o que ele falou, o que eu falei, o Davi, com a certeza que nós, claro, queremos que o brasil possa ter capacidade de investimento público, mas precisa ser construída dentro da realidade do orçamento primário a partir do próximo ano”, disse.

“Ninguém vai desrespeitar o teto de gastos. Essa é minha posição e foi posição do Davi na reunião. Se há interesse, existe interesse para realizar investimento para os próximos anos, precisa estar dentro do orçamento primário na sorte de R$ 1,485 trilhões. As despesas correntes são R$ 1,410 tri, mais R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões de discricionária e quase não sobra espaço. Se o governo pretende ter espaço para investimento, vai ter que cortar dentro do orçamento, da realidade orçamentária, cortar despesas, para abrir espaço de R$ 5 bi, R$ 10 bi, R$ 15 bi, R$ 20 bi de investimento. Não podemos voltar a equação do passado, que não funcionou”, alertou.

Maia voltou a dizer que o descontrole nas contas públicas retirará investimento do setor privado e será pago pela sociedade. “No governo Dilma as contas públicas cresceram rapidamente. O fies cresceu R$ 1 bi para R$ 13 bi, e a sociedade pagou a conta com a queda de 7% na economia. Não adianta imaginar que, com descontrole ou aumento de gasto público além do limite de gastos previsto, o orçamento do ano anterior mais inflação, que isso vai gerar impacto positivo. O impacto positivo desse investimento vai ser todo destruído pela perda de credibilidade do país, pela redução de interesse de investimento privado, e quem paga a conta é o cidadão mais simples, desempregado, sem renda”, afirmou.

Para o parlamentar, ao convocar a reunião, Bolsonaro sinalizou o compromisso com o teto de gastos, mas a Câmara e o Senado também avisaram que não será pautada a prorrogação do estado de calamidade pública.

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DO EL PAÍS

Clubes e dirigentes tratam jogadores como cobaias ao manter formato de competições na pandemia e relativizar riscos de contágio em massa

No Corinthians, 23 jogadores pegaram coronavírus, entre eles o goleiro Cássio.
No Corinthians, 23 jogadores pegaram coronavírus, entre eles o goleiro Cássio.Agência Corinthians
São Paulo
 

Não bastasse ter começado no mesmo fim de semana em que o país ultrapassou a marca de 100.000 mortos por coronavírus, o Campeonato Brasileiro se estabelece como um foco de propagação da doença diante de falhas no protocolo e a resistência de vetar jogos sob risco de contágio. No último fim de semana, a partida entre Goiás e São Paulo, mesmo com a confirmação de nove atletas infectados na equipe goiana, só foi suspensa minutos antes do apito inicial, quando as equipes já estavam em campo.

Sem contar com protocolo realmente seguro e confiável, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu liberar jogadores do Atlético-GO que testaram positivo para covid-19 antes do duelo contra o Flamengo, entendendo que, com base em estudo da agência de saúde norte-americana CDC, não há possibilidade de contaminar outras pessoas pelo fato de já terem testado positivo há mais de 10 dias e permanecerem assintomáticos. No entanto, até a semana passada, a entidade garantia que qualquer jogador positivado deveria ser vetado das partidas e colocado em quarentena.

Enquanto o Brasil se mostra incapaz de controlar a pandemia, o futebol se apega a certezas circunstanciais e convenientes para manter a roda das competições girando em uma engrenagem de normalidade. A CBF ignora, por exemplo, que as atualizações em estudos sobre a covid-19 têm sido constantes, como a recente mudança no parâmetro do tempo médio de incubação do vírus, que aumentou de cinco para sete dias. Ou até mesmo nas próprias pesquisas do CDC, que, em março, julgava como pouco provável o surgimento de sintomas graves em crianças, mas agora reconhece que a proporção entre as que manifestam formas severas da doença é semelhante à dos adultos. Inclusive, a investigação científica sobre o processo de transmissão por pessoas assintomáticas segue em aberto.

O fato, esse sim admitido pela CBF, é de que não há 100% de segurança ao se tratar de uma doença nova, ainda em análise pela ciência. Argumento que deveria ser suficiente para tornar proibitiva a realização de um campeonato extenso, com 38 rodadas, em distintas cidades de um país de dimensões continentais que acumula mais de 3 milhões de infectados pelo vírus. Mas, ao optar por expor atletas e funcionários de clubes a riscos, com a devida cumplicidade dos cartolas, para preservar a estrutura de seus torneios nacionais, a confederação reflete a postura de governos que insistem em negar a gravidade da pandemia e colocar interesses econômicos acima da saúde.

Ligas europeias —ao menos as principais— retomaram campeonatos em estágio de desaceleração estabilizada da pandemia, diferentemente do Brasil. Alguns torneios, como a Champions League, que confinou times em uma única sede (Lisboa), tiveram formato alterado e reduzido. Ainda assim, dois jogadores do Atlético de Madri, embora assintomáticos, foram cortados do jogo contra o RB Leipzig após resultados de teste positivo. A Espanha, um dos países mais afetados pelo coronavírus, registra novo aumento de casos e mortes nas últimas semanas.

O que torna ainda mais complexa a manutenção de um campeonato no Brasil em tempos excepcionais são os estágios diferentes da pandemia em cada Estado e as longas viagens impostas aos clubes, já que a CBF não abriu mão do formato de pontos corridos em turno e returno, e ainda espremeu o intervalo entre partidas para terminar a competição até fevereiro de 2021. Dirigentes da confederação resistem em adiar rodadas e, sobretudo, suspender o Brasileirão devido a casos de contágio em sequência. Pela Série B, o CSA teve seu jogo contra a Chapecoense adiado depois de 18 atletas, mais de 80% do elenco, testarem positivo. Porém, o confronto entre Cruzeiro e Guarani, clube que havia enfrentado o CSA na estreia do campeonato, aconteceu normalmente, desconsiderando a possibilidade de contaminação por atletas que possam ter contraído o vírus na janela de testagem ou apresentado carga viral indetectável em falso negativo.

De acordo com o protocolo, os jogadores devem ser testados 72 horas antes de cada jogo. Entretanto, como não há obrigação de ficarem confinados, ainda podem ser infectados e, consequentemente, infectar outras pessoas até que se submetam a um novo teste na rodada seguinte. Vetores potenciais do vírus, colocam em risco seus familiares, funcionários de clubes e profissionais envolvidos na logística de deslocamentos em hotéis, concentrações e aeroportos. Ao consentir que ajustes no protocolo serão feitos da mesma maneira que se “troca pneu com carro andando”, a CBF chancela o experimento egoísta do futebol para alcançar uma questionável imunidade de rebanho. O Corinthians, por exemplo, já teve 23 atletas infectados —Gil e Léo Natel foram afastados da delegação para a partida contra o Atlético, nesta quarta, mesmo enquadrados na regra improvisada pela entidade dos positivos assintomáticos há mais de 10 dias.

Afrouxando o protocolo e fechando os olhos para as brechas de contaminação, logo o campeonato terá boa parte de seus jogadores “zerados”, livre da obrigação de se submeter a testes por já ter pegado a doença, a ponto de que a competição transcorra como um universo paralelo em meio à pandemia. Porém, até que se verifique a forçada imunização coletiva nessa bolha repleta de furos, quantas pessoas envolvidas na organização do futebol terão sido infectadas pela relativização do poder de contágio do vírus? A quantas outras, de fora do circuito, terão transmitido a doença? Quantas vidas, direta ou indiretamente, serão ceifadas pela pressa de retomar uma atividade não essencial?

Um custo que, definitivamente, tem sido excluído dos cálculos para bancar testes e garantir a entrega das competições aos patrocinadores. Em maio, o Flamengo perdeu um funcionário, o massagista Jorginho, para o coronavírus. A morte não freou o ímpeto da diretoria rubro-negra, principal avalista da volta do Campeonato Carioca. Com o maior faturamento do país, o clube consegue fretar aviões para seus jogadores e disponibilizar testes rápidos a toda a delegação, além dos previstos pela CBF. Realidade oposta à da maioria das equipes, sobretudo os de terceira e quarta divisão que dependem de voos comerciais para os deslocamentos de longa distância.

Quando se anunciou a retomada do futebol, houve jogador de time grande agradecendo políticos e dirigentes por ser feito de cobaia no pico da pandemia, alheio às limitações de equipes menores para cumprir integralmente os protocolos. Alexandre Pato, do São Paulo, chegou a questionar as pressões para acelerar o início dos jogos, mas não hesitou em defender o presidente que já demitiu dois ministros da Saúde durante a crise sanitária. Entusiasta da volta das competições desde abril e bajulado por vários boleiros, Jair Bolsonaro os enxerga como ratos de laboratório que testam a letalidade do vírus em nome da saúde financeira dos clubes e da flexibilização das medidas de isolamento social. Contribuíram para eleger um negacionista que joga contra a estabilização da pandemia, acabou com o Ministério do Esporte e prega a política de exposição à doença por parte daqueles que ostentam “histórico de atleta”.

Em julho, o atacante Roberto, da Chapecoense, ficou quatro dias internado por complicações do coronavírus. Ao todo, 26 funcionários do clube testaram positivo, o que resultou na suspensão do Campeonato Catarinense. Tanto na esfera esportiva como em qualquer região do país, a imunidade de rebanho não deveria passar de uma ilusão distante, tão surrealista quanto o próximo experimento em vista dos dirigentes, que, não satisfeitos em mandar jogadores a campo como se fossem gado de teste, já pressionam pelo retorno das torcidas aos estádios. No jogo do desprezo pela vida, o futebol desponta como franco favorito.

ago
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Posted on 14-08-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-08-2020


 

Quinho, NO

 

 

Trini Lopez também conhecido por 'Perfidia'

Trini Lopez também conhecido por ‘Perfidia’

 

Morreu nesta terça-feira (11), em Palm Springs, na Califórnia, o cantor e guitarrista Trini Lopez. O artista tinha 83 anos. De acordo com a revista Palm Springs Life, Lopez faleceu vítima da covid-19.

Trini Lopez nasceu em Dallas no estado do Texas, na Ashland Street, bairro Little Mexico. Aos 12 anos ganhou uma guitarra de seu pai, e já aos 15, tocava em uma boate chamada Cipango.

 Fez sucesso com diversos hits, tais como a regravação de La Bamba, America, Perfidia, If I Had A Hammer, Lemon Tree, Corazón de Melón, entre outros. Participou também de filmes, como Os Doze Condenados (The Dirty Dozen) em companhia de, entre outros, Lee Marvin e Telly Savallas.

Lopez ganhou diversos prêmios dentre eles o “Lenda Viva” do ano de 2007.

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