“Garoto Maroto”, Alcione: a música e o canto da “Marron” – que ele ama apaixonadamente desde sempre – vai dedicado , com todo afeto e emoção, ao mano querido José Genival Soares (o Chico famoso da Bahia e do Bahia). Sempre guardei a impressão de que este samba – a começar pelo título – foi gravado sob encomenda por Alcione para o mano aniversariante de hoje. Seja como for, é a cara e o jeito dele.

Parabéns, meu irmão, mesmo em quarentena. Dias melhores virão para a gente festejar.

(Hugo e Margarida( a cunhada que muito lhe quer bem). 

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Posted on 12-08-2020
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O governador de São Paulo voltou a criticar a postura do presidente da República diante da pandemia e também revelou que não será candidato à reeleição em 2022

IM
Israel Medeiros*
 

 (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press)

(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press)

Quem preservou vidas diante da pandemia de covid-19 no país foram os governadores, e não o presidente da República. A avaliação é do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Em entrevista ao CB.Poder — uma parceria do Correio Braziliense e da TV Brasília —, nesta terça-feira (11/8), ele afirmou que os governadores têm cumprido bem o seu papel, mas que não é possível dizer o mesmo sobre o presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de “negativista”.

“É injusto o relatório do governo responsabilizar os governadores pelas mortes e infectados por covid-19. Aliás, os números da ciência indicam que se não fosse pelos governadores, teríamos mais de 500 mil mortes. Bolsonaro sempre foi um negativista, dizia que era um resfriado, uma gripezinha. Ele afirmou isso várias vezes e continua assim, não usa máscara, não apoia o isolamento. Demitiu dois ministros que defenderam a ciência, o isolamento. Colocou um ministro interino que tem feito até um bom trabalho, mas já foi criticado por defender o distanciamento social. Quem ajudou a defender vidas foram os governadores, não o Bolsonaro”, disparou.

Doria também comentou sobre a proposta de reforma tributária apresentada pelo ministro da Economia Paulo Guedes. Para ele, não se trata de uma reforma tributária, e sim de um aumento de impostos. “Gosto do Guedes e o respeito, porque temos 35 anos de amizade. Mas eu não apoio qualquer iniciativa que signifique aumentar impostos. Bolsonaro prometeu que não faria isso. Em São Paulo, prometi que não faria isso e vou cumprir. Precisamos fazer uma reforma administrativa, reduzindo o tamanho do Estado, buscando investidores, desestatizando. O governo federal tem um bom ministro de infraestrutura, por que o Bolsonaro não se reúne com Guedes e Tarcísio de Freitas para colocar para frente essa iniciativa? Propostas como essa vão contar com nosso apoio, mas não as que visam aumentar impostos”, afirmou.

O governador disse também que seria correto por parte do governo tentar aprovar uma reforma administrativa junto à tributária. Ele defendeu que empresas como os Correios, no mundo moderno, não podem ser um monopólio do Estado. “Por que manter como estatal? Em outros países, é privado. Precisamos de competição para melhorar a qualidade dos serviços, diminuir os custos e tirar esse peso econômico. Não é necessário, no mundo moderno, que os Correios sejam um monopólio do Estado”, defendeu.

Doria comentou também sobre os testes de vacinas contra covid-19. Nesta terça-feira, a Rússia anunciou o registro da primeira vacina do mundo. Aqui no Brasil, há parcerias com a Universidade de Oxford e com a chinesa Sinovac Biotech para testagem e futura produção de vacinas. O Instituto Butantã, afirmou Doria, terá condições de produzir a CoronaVac (vacina chinesa) a partir de novembro. Ele defendeu que a vacina não deve ser politizada.

“Também somos favoráveis à vacina de Oxford. Se ela for também aprovada, melhor. Não queremos politizar vacina, todos os brasileiros devem ter acesso à ela. A vacina inglesa tem sido testada também e se for aprovada, melhor. Essa é a esperança de todos nós”, pontuou. Na semana passada, ao assinar a Medida Provisória que libera quase R$ 2 bilhões para a produção da vacina desenvolvida pela universidade inglesa em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, Bolsonaro desdenhou da imunização chinesa e atacou Doria.

O governador também falou sobre a possibilidade de ser candidato à Presidência em 2022. Ele revelou que não deseja disputar a reeleição para o governo de São Paulo e destacou que sempre foi contra a ideia de reeleição — defendendo, inclusive, uma mudança no sistema político para acabar com a prática. “Eu sou contra a reeleição. Quando disputei a prefeitura de São Paulo, eu já dizia que não seria candidato à reeleição. Não serei candidato à reeleição no governo. Defendo inclusive uma mudança no sistema político, mandato de cinco anos e sem reeleição. Mas 2022 está muito longe, nossa prioridade agora é vencer o coronavírus, salvar vidas e temos a recuperação econômica. Até 2022 é uma eternidade, há muito tempo pela frente”, arrematou.

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Posted on 12-08-2020
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Trump diz que EUA terão de aprender chinês se Biden vencer

 

Depois de dizer que seu oponente na corrida pela Casa Branca, Joe Biden, vai retirar as armas dos americanos caso vença a eleição, Donald Trump afirmou que a China será “dona” dos EUA se o democrata ganhar.

“Tudo o que eles estão esperando, incluindo a China, é que eu seja derrotado. Porque se eu for derrotado, a China será ‘dona’ dos EUA”, declarou o presidente nesta terça (11), em entrevista ao radialista conservador Hugh Hewitt.

“Se eu não ganhar as eleições, vocês [americanos] terão que aprender a falar chinês!”, acrescentou Trump.

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Posted on 12-08-2020
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Instalações foram feitas por financiamento coletivo e contam ainda com dizeres como “Vaza Bolsonaro” em outdoors espalhados pela capital do Tocantins

“Nosso empenho é em solidariedade a todas as vítimas” escreveu o organizador do protesto – (foto: Reprodução/Twitter)

Um grupo de moradores de Palmas (TO) resolveu espalhar outdoors contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela cidade em protesto pelas decisões do Governo Federal frente à Covid-19. Com os dizeres “Não vale um pequi roído” e “Vaza Bolsonaro” ao lado de fotos do presidente, as comunicações estão fixadas em alguns pontos do centro da capital do Tocantins. As propagandas ainda têm as frases “Palmas quer o impeachment já” e “O Tocantins quer paz”.

A iniciativa foi paga com financiamento coletivo, que recebeu R$ 2,5 mil reais de 53 apoiadores. O organizador da vaquinha, Tiago Costa, descreveu a ação como uma “arrecadação para expor, no centro da cidade, a indignação pelo pior governo da história do Brasil” e postou vídeos em que agradeceu a colaboração nas redes sociais.

“Obrigado a todas e todos que contribuíram para nossa manifestação coletiva. Nosso empenho é em solidariedade a todas as vítimas”, escreveu na legenda de uma das postagens. Nos comentários, a maioria dos perfis apoia a iniciativa, mas há também pessoas que se manifestam contra a mobilização. “Deixa o homem governar”, escreveu o usuário identificado como Gilvan Carvalho.

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Do Jornal do Brasil

 

Macaque in the trees
Presidente russo, Vladimir Putin (Foto: Alexey Nikolsky/Kremlin via REUTERS)

Nesta terça-feira (11), o presidente Vladimir Putin anunciou o registro da primeira vacina russa contra a COVID-19.

“Tanto quanto sei, nesta manhã foi registrada, pela primeira vez no mundo, uma vacina contra a COVID-19”, disse ele em reunião com membros do governo.

O presidente russo pediu ao ministro da Saúde, Mikhail Murashko, que informasse todos os detalhes.

“Sei que ela age de forma bastante eficaz, formando uma imunidade estável e, volto a dizer, passou em todos os testes necessários”, afirmou Putin.

Putin também agradeceu a todos os que trabalharam na primeira vacina a ser criada contra a COVID-19, descrevendo-a como “um passo muito importante para o mundo”.

O presidente ainda revelou que uma de suas filhas foi vacinada contra a COVID-19.

“Uma de minhas filhas foi vacinada, nesse sentido ela participou dos testes. Após a primeira vacinação, ficou com 38 graus de temperatura, no dia seguinte tinha 37 graus e pouco. E é tudo. Depois da segunda injeção, da segunda vacinação, a temperatura também subiu um pouco e, pouco depois, já estava tudo bem, ela se sente bem e [os anticorpos] estão altos.”, afirmou Putin.

 

De acordo com o ministro da Saúde, Mikhail Murashko, a primeira vacina russa contra a COVID-19 continuará passando por testes clínicos com a participação de milhares de pessoas.

“Os documentos estão sendo preparados para a continuação dos testes clínicos com a participação de alguns milhares de pessoas. Para monitoramento operacional da saúde dos vacinados e controle da eficácia e segurança, o Ministério da Saúde da Rússia está criando um circuito digital, que vai permitir monitorar a segurança e a qualidade da vacina em todas as fases”, afirmou o ministro.

A vacina russa começará a ser distribuída à população em 1º de janeiro de 2021, indicam os dados do registro estatal de medicamentos do Ministério da Saúde da Rússia.

A vacina foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamalei e pelo Ministério da Defesa russo. Tem dois componentes injetados separadamente que, em conjunto, produzem uma imunidade a longo prazo contra o vírus.

Os testes clínicos começaram na Universidade Sechenov, em Moscou, no dia 18 de junho. A segurança da vacina foi confirmada em 38 voluntários. Todos os que testaram a vacina desenvolveram imunidade ao vírus.

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Posted on 12-08-2020
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Pelicano, no Bom Dia (SP)

 

A legisladora californiana é a terceira mulher na história a compor uma chapa presidencial e, se o democrata vencer em novembro, ela se tornaria a primeira a ocupar o cargo

Kamala Harris durante as primárias democratas.
Kamala Harris durante as primárias democratas.Brynn Anderson / AP

 Pablo Guimón

Washington

O candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, escolheu sua ex-rival nas primárias Kamala Harris nesta terça-feira para completar sua chapa. Assim, a senadora californiana de 55 anos, de pai jamaicano e mãe indiana, tornou-se a terceira candidata a vice-presidenta e, se os democratas ganharem as eleições, será a primeira vice-presidente mulher da história.

Não é o primeiro teto de vidro a ser quebrado por Harris, que já em 2011 se tornou a primeira procuradora-geral da Califórnia. Seis anos depois, ela se tornou a segunda mulher negra a ser eleita para a câmara alta, e suas intervenções duras nos primeiros estágios da administração Trump logo a tornaram uma figura nacionalmente conhecida.

Harris participou das primárias presidenciais democratas em janeiro do ano passado. Começou como um dos nomes mais conhecidos. A senadora, oriunda de um reduto democrata como a Califórnia, carregava uma sólida formação para uma corrida presidencial. Tentou manter uma delicada equidistância entre o setor centrista e o de esquerda. Teve momentos memoráveis, o principal dos quais, ironicamente, foi um ataque furioso a seu então principal rival no setor moderado e hoje é o homem que a escolheu para fazer sua vice-presidente: Harris encurralou Biden em um debate na televisão para suas opiniões sobre a segregação escolar décadas atrás. Mas ela nunca conseguiu se manter nas primeiras posições nas pesquisas e a arrecadação de fundos ficou mais difícil, até que decidiu jogar a toalha e se retirar da disputa superlotada no início de dezembro, quando estava em sexto lugar nas pesquisas com um 3, 4% dos apoios. Em 8 de março, manifestou apoio a Biden.

Seu sólido currículo, com experiência nas administrações federal, estadual e municipal, a torna uma forte candidata, assim como a sua não filiação aos dois lados que lutam pelo poder no partido a favorece. Sua ascendência jamaicana e indiana também é um gesto para um setor do país que vem se mobilizando há meses pela justiça racial. Ela é boa em debates e ter protagonizado uma corrida nas primárias garante que seu histórico foi examinado e a protege de surpresas. Entre seus pontos fracos está seu histórico difícil como promotora, o que lhe rendeu críticas, especialmente na ala mais progressista do partido.

Biden passou os últimos dias entrevistando, pessoalmente, na tela ou por telefone, cada um dos finalistas em uma busca que tem gerado enorme burburinho. Um comitê de quatro membros examinou as credenciais e o histórico de cada um dos candidatos, mas com seu trabalho feito, a decisão foi tomada apenas por Biden.

A nomeação do parceiro da chapa de Joe Biden, que também foi vice-presidente de Barack Obama, foi cercada por uma expectativa enorme: durante sua campanha nas primárias, ele prometeu que seria uma mulher, e essa foi uma das poucas certezas. Outra certeza é que vários são os fatores que contribuem para que o vice-presidente de um eventual Governo Biden adquira relevância sem precedentes. Não é só o fato de a vice-presidência ter crescido em importância nos últimos anos, e de o próprio Biden ter sido um vice-presidente com muitos poderes. Espera-se que ele também dê um campo a sua parceira. Além disso, acontece que o candidato, que se tornaria o presidente mais velho a chegar à Casa Branca (ele o faria aos 78 anos), referiu-se a si mesmo como um presidente transitório, então o vice-presidente será visto como um presidente potencial. Em última análise, a história conta que, como presidentes, os vice-presidentes mais importantes chegam em tempos de grandes desafios. E em um país atingido por uma crise incomum e multifacetada, desafios não faltarão para o governo que sai das urnas em 3 de novembro.

Na segunda-feira, a campanha de Biden garantiu que haveria uma decisão em meados desta semana. Mas o candidato já havia perdido em pelo menos duas ocasiões o prazo que se fixou para anunciar aquela que foi talvez a decisão mais importante de sua campanha até então. A decisão, em todo caso, teve de ser tomada antes da realização da Convenção Democrata na próxima segunda-feira, da qual Biden, que não tem rival, sairá como candidato oficial do partido. Assim, os pôsteres e camisetas com a mensagem “Biden – Harris” podem começar a ser impressos.

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