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UNAMA debate Impactos da Covid-19 nas Relações de Trabalho | UNAMA
CRÔNICA
 
 A Vida depende de nós

 

Gilson Nogueira

A vida segue! E o mundo pára para pensar! O que será que irá acontecer, após a pandemia? Grande interrogação. Em um primeiro momento, a contagem dos mortos. Depois, a busca de uma fórmula santa que possa consolar os órfãos. Somente Deus Será Capaz, acredito. Enquanto isso não acontece, o medo segue dominando a cena no teatro de horrores inaugurado pelo Novo Coronavírus Made in China.

Esta nova tragédia mundial terá que ser absorvida, acima de tudo, com serenidade. Desesperar? Jamais! A chave que irá abrir a porta do amanhã sem a possibilidade de uma tragédia universal, como a que resultou da Covid-19, ninguém tem. Somente Deus. Tudo bem, tenho fé, fui batizado na Igreja Católica, sou amigo Dele, como afirmava meu querido velho, e benzo-me, a todo instante, pedindo a Ele que nos dê saúde e paz. Por um momento, lembrando que as crianças são imunes ao vírus assassino, ocorre-me a idéia:

Que tal, dar a elas a autorização para, em nome dos adultos, Receber das Mãos do Criador do Universo a Chave da Redenção? Seria, figurativamente falando, a Melhor Alternativa para inaugurarmos um Novo Tempo, sem ódio, sem egoísmo, sem usura, sem violência, sem fome, sem orgulho, sem mentira e mil e umas maneiras de amar o próximo como a nós mesmos. Portanto, antes de qualquer coisa, Ouça a Voz da Humildade! Ninguém é melhor do que ninguém! A Vida depende de nós.

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do BP.

“Night And Day”, Diana Krall:Doçura de voz e beleza de canção em tempo de recolhimento, para sonhar com um mundo melhor! Para os que ainda sonham, evidentemente.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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Posted on 02-06-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-06-2020

DO CORREIO BRAZILIENSE

PF foi à casa de alvos da operação contra fake news deflagrada na quarta-feira passada


postado em 01/06/2020 16:51 / atualizado em 01/06/2020 17:04

 
O blogueiro Allan dos Santos: PF foi à sua casa nesta segunda-feira(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
O blogueiro Allan dos Santos: PF foi à sua casa nesta segunda-feira (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

O blogueiro Allan dos Santos, um dos alvos da operação da Polícia Federal contra fake news deflagrada na quarta-feira (27/5), afirmou no Twitter, nesta segunda-feira (1º/6), que agentes da PF foram à sua casa. Alvos da ação determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estão recebendo intimações para depor à corporação.

 

tuíte, o blogueiro, notório apoiador do presidente Jair Bolsonaro, comparou a ida da PF à sua casa a um “golpe”. “PF na minha casa NOVAMENTE. Já disse e repito: o GOLPE JÁ FOI DADO”, escreveu.

A hashtag #4reais28centavos, usada por Santos no fim da mensagem, tem sido utilizada por outros internautas que defendem a tese de que há um golpe em curso contra o presidente Jair Bolsonaro. Essas pessoas também defendem uma ação mais enérgica de Bolsonaro contra os adversários. 

Sara Winter

Mais cedo, a ativista Sara Winter, também alvo da operação de quarta-feira, também confirmou que a Polícia Federal foi à sua casa e lhe entregou uma intimação para depor. Sara disse se recusar a cumprir a determinação e, em um vídeo, afirmou: “Não vou nessa bosta”.

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Posted on 02-06-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-06-2020

A militante bolsonarista Sara Winter publicou no seu Twitter que a Polícia Federal foi à sua residência na tarde desta segunda-feira entregar uma intimação para depoimento em dois dias.

“EU NÃO VOU! Vão me prender? Me tratar como bandido? Vão ter q se prestar a isso!”, escreveu.

Como noticiamos mais cedo, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, pediu providências ao MPF no Distrito Federal em relação à líder do acampamento “300 pelo Brasil” na Esplanada dos Ministérios.

Na semana passada, Alexandre de Moraes enviou à PGR o vídeo em que ela, após ser alvo de buscas no inquérito das fake news, afirma que irá infernizar a vida do ministro.

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Posted on 02-06-2020
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Laudo contradiz os resultados da necrópsia oficial


AF Agência France-Presse

postado em 01/06/2020 17:39 / atualizado em 01/06/2020 18:19

 
(foto: AFP PHOTO / Facebook / Darnella Frazier)
(foto: AFP PHOTO / Facebook / Darnella Frazier)

Uma autópsia encomendada pela fampilia de George Floyd concluiu nesta segunda-feira que o homem morreu por “asfixia devido a uma pressão sustentada” quando um policial o imobilizou colocando o joelho sobre seu pescoço. Esse laudo contradiz os resultados da nectopsia oficial.

“Os médicos independentes que realizaram a autópsia no Floyd neste domingo determinaram que a causa da morte é asfixia devido à pressão constante”, disse o advogado Ben Crump, em um momento em que a indignação pela ação da polícia provocou uma onda. de protestos nos Estados Unidos.
A primeira autópsia realizada pelo serviço médico do condado apontou que Floyd morreu de uma combinação de fatores, incluindo imobilização, mas também de patologias subjacentes. 
Nesse ponto, Aleccia Wilson, médica e diretora de autópsias e ciências forenses da Universidade de Michigan, indicou que “há evidências de que se tratou de um caso de asfixia mecânica ou traumática”.

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Posted on 02-06-2020
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Frank, NO SITE

 

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Posted on 02-06-2020
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Em uma mensagem à nação, o presidente dos EUA garante que recorrerá às forças armadas se os governadores, a quem ele acusou de serem “fracos”, não acabarem com a violência

Trump empunha uma Bíblia em frente à St John's Church, igreja próxima à Casa Branca que foi incendiada no domingo.
Trump empunha uma Bíblia em frente à St John’s Church, igreja próxima à Casa Branca que foi incendiada no domingo.TOM BRENNER / Reuters

 Pablo Guimón

 TOPSHOT - A protester reacts standing in front of a burning building set on fire during a demonstration in Minneapolis, Minnesota, on May 29, 2020, over the death of George Floyd, a black man who died after a white policeman kneeled on his neck for several minutes. - Violent protests erupted across the United States late on May 29 over the death of a handcuffed black man in police custody, with murder charges laid against the arresting Minneapolis officer failing to quell seething anger. (Photo by Chandan KHANNA / AFP)

“Estes não são atos de protesto pacífico, são atos de terrorismo doméstico”, disse o presidente Donald Trump nesta segunda-feira, em mensagem ao país da Casa Branca, minutos antes do toque de recolher em vigor na capital dos Estados Unidos, antes de uma nova noite de protestos em todo o país em rejeição da morte em Minneapolis do afro-americano George Floyd nas mãos da polícia, que duas autópsias descreveram nesta segunda-feira como homicídio. Se os governadores dos Estados não acabarem com a violência, ele alertou, ele usará o Exército “para resolver o problema para eles”.

“Mobilizo todos os recursos federais disponíveis, civis e militares”, anunciou no Jardim das Rosas da Casa Branca. Em sua primeira mensagem ao país desde que os protestos contra a violência racial tomaram conta do país, o presidente disse que está preparando uma demonstração de força que “dominará as ruas” até que “a violência seja reprimida”. Enquanto a polícia jogava gás lacrimogêneo nas centenas de manifestantes reunidos do lado de fora da Casa Branca, advertiu que se valeria do Exército para acabar com a “rebelião”.

“Sou seu presidente de lei e ordem”, disse Trump aos americanos. E acusou de orquestrar os tumultos “anarquistas profissionais”, “hordas violentas” e, novamente, o movimento Antifa, uma rede difusa de grupos de militância antifascistas, que neste fim de semana o presidente ameaçou designar como organização terrorista.

Na cidade de Washington, o único território em que ele pode fazê-lo sem consultar primeiro os governadores do estado, o presidente ordenou o envio de um batalhão da polícia militar, segundo o Departamento de Defesa. É uma unidade de entre 200 e 500 soldados de Fort Bragg, na Carolina do Norte. Em Minnesota, o epicentro dos protestos, e em outros estados, os governadores recusaram a oferta do presidente e decidiram recorrer às suas próprias tropas da Guarda Nacional.

Depois de Trump concluir o discurso, sem aceitar perguntas de jornalistas, a polícia dispersou manifestantes do lado de fora da Casa Branca com equipamento anti-motim para que o presidente pudesse visitar, juntamente com sua filha Ivanka e outros conselheiros, a igreja vizinha de St John, onde um incêndio começou no domingo à noite. Em alguns minutos eles voltaram para a residência. Trump alertou que o toque de recolher na cidade, antecipado nesta segunda-feira para as sete da tarde, será cumprido com força.

Em um país em chamas por causa dos protestos raciais que já se estendem por seis noites, em umas trinta cidades, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém mão de ferro e, nesta segunda-feira, exortou os governadores dos Estados, que chamou de “fracos”, a usarem a força para recuperar o controle das ruas. “Vocês têm que dominar. Se vocês não dominam, estão perdendo tempo. Vão passar por cima de vocês, vocês vão ficar parecendo um punhado de imbecis”, disse Trump aos governadores durante uma teleconferência pela manhã na Sala de Emergências da Casa Branca, segundo um áudio da reunião obtido pela CBS.

“Vocês têm que prender as pessoas e processá-las, e elas têm que ser mandadas para a prisão por longos períodos”, acrescentou. “Estamos fazendo isso em Washington DC. Vamos fazer algo que as pessoas nunca viram antes.” O presidente chamou os agitadores de “escória” e disse que Minnesota, epicentro dos protestos após a morte do afro-americano George Floyd, nas mãos da polícia, se tornou “motivo de piada no mundo inteiro”.

Além dos governadores, participaram da teleconferência, comandantes da policia e a equipe de Segurança Nacional. Estava presente também o procurador-geral William Barr, que há meses vem assumindo o papel de executor da agenda mais linha-dura do presidente. Barr informou aos governadores, de acordo com a Associated Press, que uma equipe de agentes antiterroristas será enviada para localizar os agitadores.

“Vocês têm que ser mais duros”, disse-lhes Trump. Ele os pressionou a mobilizar a Guarda Nacional, à qual atribuiu a melhora na situação no domingo à noite na cidade de Minneapolis, onde começaram os protestos pela morte de Floyd. O presidente defendeu que cidades como Nova York, Los Angeles e Filadélfia, onde episódios violentos foram registrados no domingo, deveriam seguir o exemplo.

Já no sábado, antes de viajar para a Flórida para testemunhar o lançamento do foguete da empresa SpaceX rumo à Estação Espacial Internacional, o presidente pressionou os governadores dos Estados Unidos. “Têm que ser mais duros e, sendo mais duros, honrarão a memória dele”, disse ele, referindo-se a Floyd. No Twitter, Trump vem acusando a extrema esquerda pelos distúrbios. “São os antifascistas e a extrema esquerda. Não ponham a culpa nos outros!”, disse.

No domingo à noite, sexto dia de protestos contra o racismo nas forças de segurança, pelo menos 25 grandes cidades do país decretaram o toque de recolher diante da crescente intensidade dos distúrbios. Imagens como as de uma igreja histórica em chamas na frente da Casa Branca ou do Exército patrulhando as ruas de Santa Mônica serviram como símbolos de que o protesto ainda está longe de diminuir.

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