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“Nosso país, que é continental, está impactado de forma diferente de norte a sul. Temos uma linha imaginária passando pelo Mato Grosso até a Bahia, onde o impacto maior está nas regiões Norte e Nordeste, já impactados, já preparados, e cada um com a curva no seu nível”, afirmou Pazuello durante reunião com secretários municipais e estaduais da Saúde.

Segundo o ministro interino, já se verifica uma “redução significativa” de novos casos e da necessidade de leitos em algumas capitais dessas regiões — ele não citou quais seriam essas cidades.

“Uma terceira etapa é uma progressão para o interior desses estados. É inevitável”, disse.

“Essa progressão vai acontecer e temos que estar preparados, aumentando ainda a capacidade das capitais e das cidades maiores, porque também serão o destino dessas pessoas que vão buscar o tratamento.”

Pazuello afirmou ainda:

“Ao Sudeste, Sul, Centro-Oeste: é a hora de se preparar. É hora de acumular meios, estruturar UTI, habilitar leitos, adquirir insumos e equipamentos e se preparar para o combate, com a vantagem de estarmos observando o que está acontecendo e como foi o impacto no Norte e Nordeste. […] Rezamos para que o impacto seja menor, mas virá um grau de impacto.”

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