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Postado em 16-05-2020
Arquivado em (Artigos) por vitor em 16-05-2020 00:04
 

Do  Jornal do Brasil

A Polícia Federal (PF) concluiu, em 2º inquérito, que o ataque contra o presidente Jair Bolsonaro, quando ainda era candidato à Presidência da República, em 2018, não houve mandantes.

De acordo com o delegado Rodrigo Morais, que presidiu o inquérito, Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho e não contou com ajuda de terceiros para planejar e executar a ação criminosa.

“O que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida”, afirmou o delegado no inquérito, citado pelo G1.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, não houve nenhuma comprovação de que quaisquer grupos partidários, facções criminosas ou grupos terroristas tenham participado em alguma das fases do atentado.

O inquérito investigou todo o material apreendido de Adélio Bispo, incluindo celulares, um computador e documentos, além de terem sido realizadas as quebras de sigilos bancários, fiscais e telefônicos.

A investigação ainda chegou a apurar teorias e vídeos disseminados nas redes sociais sobre suposta ajuda que Adélio teria recebido no crime, sem que qualquer relevância tenha sido encontrada. (Sputnik Brasil)

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Comentários

Vanderlei on 17 Maio, 2020 at 0:00 #

Uma reunião de ESTADO tem o sigilo quebrado, mas um sigilo telefônico, no caso de um atentado contra um candidato a presidente é garantido pelo STF, bem como não se quebra o sigilo de quem pagou os Advogados do criminoso comum. Pobre Brasil da continua impunidade!


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Maio, 2020 at 12:54 #

Quando em minha pequenina Itiúba, no sertão sisaleiro da Bahia, no dia de feira, sábado, alguém dava uma facada na barriga de outra pessoa (isso era comum), o sangue jorrava, não ficava a camisa da vítima limpinha limpinha. E apenas 1 de cada 100 vítimas conseguia viver.

Mas esse tal de Adélio não deve ser sertanejo do Nordeste. A facada dele não “tira” sangue, não mata, não faz nada.

E aquela história do segurança, do na época candidato, falar meio calmo: Adélio, agora não, agora não.
Sabia quem era o Adélio, e também qual seria a missão do sujeito naquele ato?


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