Bandanas :Uma moda que revitaliza os looks
   CRÔNICA                     
Do Porto da Barra ao caubói de máscara
Gilson Nogueira

Ah, o Porto da Barra, quem dera, agora, ensolarado, com aquela gente bronzeada mostrando seu valor! E o vendedor de picolé mercando “ A Beleza do Mata Quentúria!”, que inventou, à minha frente. O sorvete não possuía diferença alguma, em relação aos outros, mas, era diferente! Como Salvador dos anos 60, 70 e 80 do século passado.

Havia um clima de paz no ar! De repente, o vírus da violência chegou. E contaminou todo mundo, ou quase. A poesia, parceira da paquera nua, foi para o beleléu, escafedeu-se, como diria, agora, se vivo estivesse, o inesquecível Dudu Bacalhau, integrante da turma dos coroas que batiam ponto na balaustrada mais famosa do país de domingo a domingo. Pois é, o universo da praia que o filho de Santo Amaro ajudou a ser mais conhecida, de ponta a ponta do país onde a estupidez parece ser matéria-prima na fabricação de um remédio para combater o Covid-19, essa invenção do demônio, já era!

A razão? O ser humano se esqueçeu de ser humano. “ E a merda taí, para quem quiser ver e sentir”, sentenciou-me um amigo que viveu a fase da Boa Terra da hospitalidade à flor da pele, como se dizia aos que lá chegavam. Todo esse intróito pertence ao desejo do irmão de Flávio Luís em fazer uma charge lembrando os cowboys dos filmes da minha adolescência, na tela grande,com lenços cobrindo o nariz e boca, rendendo o bandido mais procurado do mundo, ele, Corona Kid! Gilson Nogueira, direto da Terra da Bossa Nova, para o BP e o mundo!

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do BP

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