Do El País: notícias mais recentes sobre o coronavírus no Brasil e no mundo

Um homem em situação de rua lava as mãos em uma torneira instalada no centro do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.
Um homem em situação de rua lava as mãos em uma torneira instalada no centro do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.RICARDO MORAES / Reuters
 São Paulo , Brasília , Madri

O Brasil registrou 133 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, um novo recorde diário no país, elevando para 800 o total de óbitos no país desde o início da crise da Covid-19, informou nesta quarta-feira o Ministério da Saúde. Ao todo, 15.927 pessoas foram infectadas, sendo que o índice de letalidade é de 5%. O Sudeste é a região mais afetada, com 59% dos casos confirmados. São Paulo é ainda o Estado com o maior número de mortes, com 428 dos 800 óbitos registrados. Em seu quinto pronunciamento à nação desde o início da crise, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o uso da hidroxicloroquina no tratamento da doença, mas fez acenos aos governadores e prefeitos e disse que seus ministros estão intruídos a seguir as determinações do Ministério da Saúde. Mais cedo, ele havia criticado “renomados médicos” que tiveram a doença, mas “se recusaram a divulgar o que os curou”, numa referência ao coordenador do combate ao vírus em São Paulo, David Uip. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump criticou a Organização Mundial da Saúde (OMS) por ser “sinocêntrica”, e ameaçou cortar a contribuição dos EUA para o órgão internacional. Nesta quarta-feira, os EUA superaram as 13.000 mortes pelo novo vírus.

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