Retrato da Bahia (Praça Cayrú), Trio Nordestino: a música  feliz do notável compositor e pilar do samba brasileiro, amado para sempre pela gente da Cidade da Bahia que ele amou e cantou até a morte.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

Galeria de Imagens - Secom - Secretaria de Comunicação Social ...
Riachão sem fim: arte,
alegria e personalidade
 ARTIGO DA SEMANA

Adeus Riachão: o alegre sambista e a tristeza do Covid-19

Vitor Hugo Soares

Somada às imagens de seu enterro no  Cemitério da Ordem Terceira de São Francisco (Campo Santo) – restrito a parentes, poucos vizinhos e amigos, em razão das normas de isolamento por causa da pandemia coronavírus –, a notícia da partida de Clementino Rodrigues, Riachão, emociona e faz pensar: se vai o  alegre e sempre aparentemente feliz compositor e cantor da Cidade da Bahia – “um pilar do samba brasileiro”, na  definição do El País – que morreu aos 98 anos, dormindo, em casa no bairro do Garcia. Sua despedida produz comovente metáfora sobre o dilema de um tempo temerário de mal que ataca a todos: a vontade sair para cumprir o dever do abraço e empatia na dor da perda, que conflita com a razão da ciência médica que nos manda ficar em casa.

Assim, recolhido no apartamento de meu isolamento, vejo imagens que honram e fazem justiça ao morto, e me comovo: as palmas, os vivas, as lágrimas – no cemitério no bairro da Federação, bem perto do casarão onde o artista sempre morou – misturadas com o canto emocionado – de “Até Amanhã”, “Cada Macaco no seu galho”, “Praça Cayru” (“o retrato fiel da Bahia, baianas vendendo com alegria, coisinhas gostosas de dendê, acarajé…) – entoado pelos poucos que ali estão. Enquanto recordo do sambista e ser humano raro, imbatível cronista musical do cotidiano de sua cidade, da sua gente e de seu tempo, que acaba de nos deixar.

 Conheci Riachão nos anos 60, logo ao chegar na capital, no início da minha juventude de rapaz sertanejo, para estudar no lendário Colégio Estadual da Bahia (Central), antes do vestibular na UFBA, onde cursei Direito e Jornalismo, nas duas escolas federais, o que era possível antes da reforma universitária. Através do colega de estudos jurídicos e amigo Ivan Solon (depois delegado da Polícia Civil da SSP-Ba) atual parceiro do sambista carioca Bezerra da Silva, em composições mordazes, sem perder o bom humor, a exemplo de “Defunto Cagoete”.  Solon morava no Garcia, na vizinhança do artista popular já em ebulição criativa na sua inesgotável usina de criador musical, malandro trabalhador e boêmio até a morte. Isso às vésperas de explodir, na capital baiana, uma revolução na música popular brasileira, da qual Riachão foi matriz.
Foi a caminho da casa de Ivan Solon, depois da faculdade – para uma tarde e noite de conversas, cerveja e violão – que me vi pela primeira vez diante de Clementino Rodrigues, Riachão, que chegava, coincidentemente, à porta a sua casa. A mesma que inspirou versos de “Até Amanhã”, para mim, uma das mais  belas e emblemáticas criações do artista que partiu como um anjo da alegria e da felicidade, em dias tão planetariamente infelizes: “Tim, Tim, Tintim, no portão/ Lá de dentro respondeu/ Quem bate aí ?/ Amor sou eu!”.  Soteropolitano da gema, nascido em 14 de novembro de1921, Riachão era assim no tempo que o conheci e foi assim, até o sepultamento, neste ano amargo do  covid-19. 

Como jornalista, e morador da Cidade da Bahia, tive inúmeros encontros com ele, ao longo de décadas: em A Tarde, no Jornal do Brasil (sucursal), no bairro da Saúde ( de Gordurinha, outro Bamba), onde morei, na Cantina da Lua de Clarindo Silva e de todos os boêmios, em carnavais de rua, na troça de Momo na Mudança do Garcia. Posso afirmar: a tristeza pode mandar em outros sambistas e compositores, mas jamais foi senhora da vida e do samba de Riachão. Ninguém me contou, eu vi. Que viva Riachão, alegre e amado. Para sempre.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br

abr
04

DO EL PAÍS

Antiabortista e opositor ferrenho dos Mais Médicos, ex-deputado foi executivo de plano de saúde e se aproximou de presidente na campanha. Ameaçado de demissão, ele anda no fio da navalha e vê apoio popular disparar

 Afonso Benites|Naiara Galarraga Gortázar

Joédson Alves / EFE

“Quanto a eu deixar o Governo por minha vontade, tenho uma coisa que aprendi com meus mestres: médico não abandona paciente.” A frase de efeito, lançada por Luiz Henrique Mandetta, ilustra a rotina paralela que o Brasil mergulhou desde que começou a crise do coronavírus: acompanhar o duelo tático entre o ministro da Saúde e seu próprio chefe, Jair Bolsonaro, enquanto conhece o boletim sobre o avanço da pandemia no país. Nesta sexta, a declaração teve tom de desafio: apesar das divergências com o presidente, que fez questão de criticá-lo em público, Mandetta reiterava que não pretende pedir demissão. A figura do ministro tem crescido frente às pressões negacionistas de Bolsonaro a respeito da doença, quando as mortes no país já são 359, a cifra mais alta da América do Sul. “Vamos nos guiar pela ciência”, insiste em dizer este médico ortopedista de 55 anos que vem de uma extensa família de políticos e foi deputado por duas legislaturas.

“É uma luta grande em que vamos a necessitar muita paciência, muita resiliência”, relembra Mandetta, que não se rendeu aos apelos e estratagemas do Planalto para que diminuísse as aparições públicas na última semana. Paramentado com um colete do Sistema Único de Saúde (SUS), um acessório de praxe para os momentos de emergência da pasta, ele ora saca as credenciais técnicas, ora explora verve religiosa e espiritual para atrair todos os holofotes para si, parte da titânica tarefa de permanecer no cargo mesmo sem conseguir convencer ao chefe de Estado e a parte de seus 210 milhões de compatriotas de que, como orienta a Organização Mundial de Saúde, ficar em casa para reduzir ao mínimo o contato físico é a maneira mais eficaz de frear os contágios enquanto não há cura nem vacina. Atualmente, o ministro, governadores e prefeitos forjaram uma frente informal para implantar um isolamento social que tem semiparalisado o Brasil diante dos chamamentos de Bolsonaro para que os que não são idosos nem doentes crônicos saiam para trabalhar para amenizar a hecatombe econômica que se avizinha.

Mandetta, que já foi respeitado pelo presidente, agora é desprezado pelo chefe, que foi orientado a não o demitir por enquanto para não passar a imagem de total ingovernabilidade. Na última quinzena, Bolsonaro ameaçou dispensar seu ministro da Saúde em pelo menos duas ocasiões. Além das discordâncias técnicas, pesa contra ele uma certa inveja. Hoje, o trabalho de Mandetta diante da pandemia tem o dobro do apoio popular do presidente, conforme atestaram duas pesquisas de opinião recentes, do Datafolha e da XP. Ele ostenta uma aprovação de nível lulista: 76%, de acordo com o Datafolha.

O presidente não se cansa de criticar publicamente seu subordinado. A mais recente crítica foi feita na quinta-feira, em entrevista à rádio Jovem Pan. “O Mandetta quer fazer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo. Pode ser. Mas está faltando um pouco mais de humildade para ele, para conduzir o Brasil neste momento difícil que encontramos e que precisamos dele para vencer essa batalha”. Em resposta, o deputado Fábio Trad, primo do ministro, mandou um recado direto a Bolsonaro, via Twitter. “O problema, presidente, é que, se Mandetta ouvi-lo nessa questão, haverá um genocídio no país. Seja humilde o senhor em reconhecer que um médico está mais preparado para combater uma pandemia que um capitão reformado”.

Mandetta está longe de ser apenas um médico ortopedista, um técnico no ministério da Saúde. Ele é de uma família de políticos e entrou na política para defender a causa dos profissionais de saúde e dos ruralistas de seu Estado, Mato Grosso do Sul. Seu pai, Hélio, foi vice-prefeito de Campo Grande, a terra natal do ministro. Já teve um tio e primos como vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais e senador. Foi pelas mãos de um de seus primos, o hoje senador Nelson Trad Filho (PSD-MS), que Mandetta entrou para a política partidária. Era secretário de Saúde quando Trad Filho governou Campo Grande. Por sua atuação na pasta, foi investigado por suspeita de fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois. A denúncia, acusação formal feita pelo Ministério Público, nunca foi apresentada. E é nisso que embasa a sua defesa.

UESLEI MARCELINO / Reuters

É visto como de perfil apenas técnico quando sua performance comparado a outros ministros da tropa de choque ultradireitista de Bolsonaro, como Abraham Weintraub (Educação) ou Damares Alves (Direitos Humanos). Com Damares, inclusive, Mandetta já havia batido de frente, quando se opôs a alguns itens da campanha contra a gravidez na adolescência, baseada em abstinência sexual.

Antes de chegar ao ministério, foi gestor de uma cooperativa de médicos em Mato Grosso do Sul, Unimed, e deputado federal por dois mandatos (2011-2019). No Parlamento, fez pesado lobby contra o programa Mais Médicos, do Governo Dilma Rousseff (PT). Nesta crise, foi obrigado a lançar edital para reconvocar os médicos cubanos do programa dispensados sob Bolsonaro e corre contra o relógio para cobrir o buraco na assistência básica que deixou o desmonte do programa da era petista.

Da Câmara à Esplanada

Conservador, maçom, antiabortista, a favor do uso de maconha para fins medicinais e filiado ao direitista DEM, Mandetta foi a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Apesar dessa oposição, transita bem entre políticos de esquerda. Católico, frequentador de novenas e missas, voraz leitor da bíblia e de livros clássicos, costuma citar ambos em seus discursos e pronunciamentos. Nessa semana, em uma entrevista coletiva, falou de Gibran Khalil Gibran: “Somos os filhos e filhas da ânsia da vida por si mesma”. Quando era um opositor do Governo petista, recorreu ao conto O Rei está nu, de Christian Andersen, para criticar a organização da Copa do Mundo pela gestão Rousseff, em 2014.

De lá para cá, aproximou-se do então deputado Bolsonaro quando a maior parte dos políticos o rejeitavam. Deu alguns conselhos a ele, como o de que partos prematuros poderiam ser evitados com o tratamento de cárie em mulheres grávidas. Ganhou a simpatia do colega de Parlamento. Foi cogitado para ser um dos congressistas que se filiariam ao PSL juntamente com a onda Bolsonaro, mas preferiu seguir no seu DEM, do qual era vice-presidente do diretório nacional.

Quando Bolsonaro deixou de ser um irrelevante deputado do baixo clero e foi eleito para ocupar o gabinete principal do terceiro andar do Palácio do Planalto, Mandetta, que dizia ter desistido da vida política e não concorreu à reeleição para a Câmara, recebeu apoio das principais entidades médicas brasileiras para assumir a Saúde. A simpatia que o presidente tinha por ele se transformou em um convite formal para administrar um orçamento de 230 bilhões de reais como ministro da pasta. Ele interpretou o chamado como uma convocação.

Nos últimos dias, diante de um fogo cruzado promovido pelo incendiário presidente, Mandetta oscilou contra a ciência uma única vez. Ferrenho defensor do isolamento horizontal, quando a maior parte da população evita o contato social, ele foi pressionado por Bolsonaro a mudar o discurso e defender o isolamento vertical, quando se resguarda apenas idosos e pessoas com problemas de saúde graves. O fez em uma quarta-feira, quando “comprou” o discurso do presidente de que estaria havendo radicalismo por parte de governadores e prefeitos que defendiam uma espécie de quarentena. Ouviu críticas públicas e na esfera privada (entre seus amigos) nos três dias seguintes. Chamou a cobertura dos meios de comunicação de sórdida e foi alvo, no sábado, de um editorial do Jornal Nacional, da TV Globo. Disse a apresentadora: “O ministro da Saúde encontrou uma outra maneira de agradar o presidente: criticou o trabalho da imprensa, afirmando que os meios de comunicação são sórdidos porque, na visão dele, só vendem se a matéria for ruim”.

Foi aí que Mandetta acusou o golpe. Pediu perdão. “Puxaram a minha orelha na Globo porque eu fiz um comentário sobre a cobertura e eu peço desculpas. A gente quando erra, a gente de desculpas”. Desde então, o Mandetta menos disposto a ceder a Bolsonaro voltou à cena.

O regresso ao perfil que segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) desagradou ao seu chefe, que voltou a avaliar nomes para substituí-lo. Três estariam numa fila: Antonio Barra Torres, um militar da Marinha que dirige a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Osmar Terra, um médico deputado federal pelo MDB-RS, que foi demitido pelo presidente do Ministério da Cidadania, e Henrique Pratta, um filantropo e gestor do Hospital do Amor, o antigo hospital de câncer de Barretos.

Mas Bolsonaro está entrincheirado, ainda que com o sólido apoio de pouco mais de 30% da população. Falta a ele respaldo político para se desfazer de seu ministro, quando até outras estrelas do gabinete, como Sergio Moro (Justiça), ou mesmo o comandante do Exército, Edson Pujol, se mostram alinhados. Três parlamentares ouvidos pela reportagem disseram que, para além da frase de efeito desta sexta, já ouviram do próprio ortopedista: ele não pedirá para sair. “O Mandetta sabe do tamanho de sua responsabilidade e não é do tipo que abandona o barco nas horas mais difíceis”, afirmou a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que conhece o ministro desde a infância.

As próximas semanas, que o próprio Mandetta descreve como “duríssimas”, serão a prova de fogo, inclusive para o apoio popular à pasta que comanda. “A fase do desgaste vem ali na frente”, ponderou. E lançou mais uma frase de efeito: “A mão que afaga é a mesma que apedreja”, disse, citando o poeta Augusto dos Anjos, uma voz crítica que morreu ?de pneumonia— no começo do século passado.

Questionado hoje sobre as críticas de Jair Bolsonaro à sua atuação no Ministério da Saúde, Luiz Henrique Mandetta comparou o presidente à família de um paciente doente.

“Eu tenho 31 anos de medicina, a gente se prepara para cuidar de pacientes. A família às vezes reclama do médico. A gente entende que às vezes a notícia não é boa, às vezes a maneira que a gente transmite a notícia pode ser que a família não gosta”, disse.

“O paciente agora é o paciente Brasil. É natural que as pessoas em torno e que tenham amor pelo paciente Brasil, como é o presidente Jair Bolsonaro, se preocupem. Mas há uma vontade muito grande de acertar, de acharmos o caminho todos juntos de irmos com esse paciente a um porto seguro. Então eu estou muito tranquilo, entendo que as reações são assim, não é nada desconfortável.”

Do  Jornal do Brasil

Macaque in the trees
Mandetta tem feito bom trabalho na crise do coronavírus, diz pesquisa (Foto: imagem reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro tem aprovação de 33% da população na gestão da crise do coronavírus, enquanto aprovação do Ministério da Saúde é mais que o dobro, de 76%, segundo pesquisa Datafolha.

Por outro lado, a reprovação à atuação do presidente é de 39%, enquanto apenas 5% se colocam contra o desemprenho da pasta, apontou a pesquisa, publicada nesta sexta-feira (3) pelo jornal Folha de S.Paulo.

A pesquisa, que ouviu 1511 pessoas por telefone, em todas as regiões do país, foi feita entre quarta-feira (1º) e a manhã de sexta-feira (3). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Aprovação do desempenho dos governadores é de 58%

A enquete perguntou também a opinião das pessoas em relação ao desempenho dos governadores frente à pandemia da COVID-19, doença provocada pelo vírus. O índice também ficou maior do que a aprovação do presidente.

De acordo com o Datafolha, 58% dos entrevistados afirmaram que a atuação deles é ótima ou boa; 23% responderam que é regular; 16% disseram que é péssima; e 2% não responderam.

Na pesquisa anterior, os governadores tinham aprovação de 54% e reprovação de 16%.

Segundo a enquete recente, 33% considera a atuação de Bolsonaro ótima ou boa; 25% acredita que é regular; 39% diz que é péssima; e 2% não respondeu.

No levantamento anterior, divulgado em 23 de março, a aprovação de Bolsonaro era de 35% e a reprovação de 33%.

Aprovação da Saúde subiu de 55% para 76%

Em relação ao desempenho do Ministério da Saúde, 76% dizem que consideram ótima ou boa; 18% que é regular; 5% que é péssima; e 1% não respondeu.

Na pesquisa anterior, a aprovação da pasta era de 55% e a reprovação era de 12%. (Sputnik Brasil)

abr
04
Posted on 04-04-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-04-2020



 

Sponholz no

 

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Posted on 04-04-2020
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Do  Jornal do Brasil

Nesta-quinta-feira (2), os Estados Unidos registraram a morte de 1.169 pessoas por COVID-19, o maior número para um único dia desde o início da pandemia.

O recorde anterior era da Itália, que teve 969 mortes em 27 de março, conforme informou a agência AFP. Os EUA são o país com o maior número de casos confirmados de COVID-19 no mundo, com 244.678 casos. O número é mais que o dobro de segundo país com mais casos, a Itália, que tem 115.242 casos.

A região mais afetada dos Estados Unidos é a região Nordeste, onde ficam Nova York e Washington. Apenas a cidade de Nova York já registra 51.809 casos e 1.562 mortes. Declarações recentes do presidente norte-americano, Donald Trump, apontam que há uma expectativa de que morram entre 100 e 200 mil norte-americanos durante a pandemia.

Na quarta-feira (1º), um avião russo de modelo An-124 pousou em Nova York carregado de suprimentos médicos em parte pagos pela própria Rússia. Donald Trump agradeceu o envio de suprimentos afirmando que estes eram de “alta qualidade” e acrescentando que iriam “salvar muitas vidas”.

Os números do painel da Universidade Johns Hopkins, que compila informações de casos no mundo inteiro, apontam que há mais de 1 milhão de infectados ao redor do mundo, além de 52.973 mortes causadas pela doença. Ainda segundo os números do painel, 210.335 pessoas já se recuperaram da doença, sendo que destas, 76.565 são da China.(Sputnik Brasil)

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