O aumento dos casos de infectados pelo novo coronavírus no Brasil não alterou o cronograma das manifestações em defesa de Jair Bolsonaro convocadas para este domingo, dia 15, informa o Estadão.

Parte dos organizadores, porém, admite que pode recuar se houver uma determinação explícita do Ministério da Saúde –hoje, Luiz Henrique Mandetta recomendou que quem estiver gripado não compareça às manifestações.

“Nós vamos para a avenida Paulista. Isso [coronavírus] é coisa que a China está inventando”, disse Anilo Anunciato, líder do Movimento Conservador, que pagou R$ 9.000 no aluguel de um caminhão de som que ficará em frente à Fiesp.

“Esse vírus funciona diferente em países tropicais. O povo está tranquilo. Ninguém deixou de andar de ônibus”, alegou David Ramos, da Frente Conservadora São Paulo.

Para Henrique Watanabe, do Brasil Nova Atitude, o novo coronavírus tem de ser levado a sério, mas os pedidos de cancelamento dos atos de domingo são uma “falácia”.

O movimento e outros grupos admitem recuar se houver um pedido explícito do governo.

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