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Posted on 08-03-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-03-2020

Por G1

Donald Trump encontra Jair Bolsonaro em Mar-a-Lago, nos EUA

 

Os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump se encontraram na noite deste sábado (7). Os dois jantaram no resort de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida.

Antes do jantar, Trump e Bolsonaro apareceram brevemente. O presidente norte-americano disse que os dois líderes têm uma boa relação e afirmou que os Estados Unidos sempre vão “ajudar o Brasil”.

Questionado se os EUA podem impor tarifas sobre produtos brasileiros, Trump afirmou que não faz promessas.

 

Bolsonaro e Trump antes de jantar neste sábado (7) em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida. — Foto: AP Photo/Alex Brandon Bolsonaro e Trump antes de jantar neste sábado (7) em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida. — Foto: AP Photo/Alex Brandon

Bolsonaro e Trump antes de jantar neste sábado (7) em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida. — Foto: AP Photo/Alex Brandon

Em nota, a Casa Branca informou que os dois presidentes discutirão oportunidades para restaurar a democracia na Venezuela, o processo de paz no Oriente Médio, políticas comerciais e investimentos em infraestrutura.

 

Ainda existe a possibilidade de Trump e Bolsonaro aproveitarem o encontro para assinar acordos na área militar.

Bolsonaro chegou aos Estados Unidos por volta das 17h40. Ele fará uma visita de quatro dias ao estado da Flórida.

 
Bolsonaro participa de jantar com Donald Trump neste sábado (7), na Flórida

Bolsonaro participa de jantar com Donald Trump neste sábado (7), na Flórida

Aproximação

Bolsonaro faz a quarta viagem aos EUA – a primeira em 2020 – desde que assumiu a Presidência da República. Também será o quarto encontro com Trump.

 
 
Trump recebe Bolsonaro na Casa Branca: ‘Brasil e EUA nunca estiveram tão próximos'

Trump recebe Bolsonaro na Casa Branca: ‘Brasil e EUA nunca estiveram tão próximos’

Em março, Bolsonaro foi recebido pelo presidente norte-americano na Casa Branca. Os dois líderes tiveram outros encontros em junho, no Japão, e na Assembleia Geral da ONU, em setembro em Nova York.

Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro defende o fortalecimento das relações com os EUA. Fã declarado de Trump, ele elogia o presidente norte-americano e defende sua reeleição neste ano.

 

Desde a posse de Bolsonaro,

Venezuela

Brasil e Estados Unidos estão entre os países que não reconhecem o governo de Nicolás Maduro na Venezuela. As duas nações apoiam o líder opositor Juan Guaidó.

Na última quinta-feira (5), o governo brasileiro determinou a remoção de diplomatas e funcionários que atuam embaixada em Caracas e nos consultados na capital e em Ciudad Guayana, além do vice-consulado, em Santa Elena do Uairén.

O Planalto espera que o governo Maduro adote o mesmo procedimento em relação aos diplomatas que atuam na embaixada do país em Brasília.

Agenda na Flórida

Além do encontro com Trump, a agenda de Bolsonaro reserva até terça-feira (10) compromissos com militares, empresários e brasileiros que residem na Flórida.

Segundo o porta-voz do Planalto, Otávio do Rêgo Barros, a viagem tem a intenção de “reforçar os vínculos” do Brasil com o estado norte-americano, onde vivem cerca de 400 mil brasileiros. Ainda de acordo com o Planalto, a primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanha o presidente na viagem.

A comitiva terá os seguintes ministros:

  • Ernesto Araújo (Relações Exteriores)
  • Fernando Azevedo e Silva (Defesa)
  • Bento Albuquerque (Minas e Energia)
  • Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Comunicações)
  • Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional)

Bolsonaro visitará no domingo (8) as instalações militares do Comando Sul (U.S. Southern Command). O comando responde por ações das Forças Armadas de planejamento, operações e cooperação de segurança na América Central, América do Sul e Caribe.

 

Já na segunda (9),o presidente participará do Seminário Empresarial Brasil-Estados Unidos e deverá se encontrar com a comunidade brasileira na Flórida em um auditório de Miami.

Antes de retornar a Brasília, Bolsonaro estará na terça (10) em uma conferência internacional Brasil-Estados Unidos e visitará uma fábrica da Embraer em Jacksonville.

“Noite”, Zizi Possi : Belíssima canção de autoria de Jorge Salomão (letra) e Nico Rezende (melodia). Aqui na sensacional interpretação de Zizi, que imortaliza a poesia do agitador cultural do tropicalismo na Bahia, que ontem partiu em um hospital no Rio de Janeiro. R.I. P.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

mar
08

Por João Ricardo Gonçalves, G1 Rio

Jorge Salomão, em foto de 2016 — Foto: Pilar Olivares/Reuters Jorge Salomão, em foto de 2016 — Foto: Pilar Olivares/Reuters

Jorge Salomão, em foto de 2016 — Foto: Pilar Olivares/Reuters

 

O poeta e compositor Jorge Salomão morreu neste sábado (7) aos 73 anos no hospital Miguel Couto, na Zona Sul do Rio. Irmão de Waly Salomão, Jorge teve letras gravadas por alguns dos maiores nomes da MPB, como Marina Lima, Adriana Calcanhoto, Cássia Eller e Barão Vermelho.

Jorge teve um infarto em fevereiro e chegou a ser hospitalizado no Instituto Estadual de Cardiologia, no Humaitá. Na ocasião, colocou três pontes de safena. Posteriormente ainda lutou contra uma pneumonia e passou por uma cirurgia para tratar uma úlcera no duodeno.

Um disco estava sendo produzido com poesias de Jorge gravadas por nomes como Zeca Baleiro, Áurea Martins, Mônica Salmaso, Zélia Duncan, entre outros. Em 2019 uma coletânea com sua obra, intitulada ‘7 em 1’, foi lançada pela Editora Gryphus.

“Jorge foi um grande artista, um grande pensador, um agitador cultural, um cara que não abaixava a cabeça para muita coisa que está aí, um contestador. Infelizmente, como é de praxe no Brasil, não foi reconhecido em vida. Que ele tenha o legado reconhecido agora depois de morto”, diz o jornalista Christóvam Chevalier, que era amigo do poeta.

Em evento em São Paulo neste sábado, Fernando Henrique Cardoso afirmou que as manifestações convocadas por bolsonaristas não representam um risco para o país.

“O risco do Brasil não são as manifestações. O risco é dos que tomam decisões ficarem com medo de afirmar os seus valores”, disse.

“Qualquer manifestação é manifestação. A sociedade tem direito de se manifestar, desde que não saia do limite.”

Recentemente, FHC afirmou que o país estava “diante de uma crise institucional de consequências gravíssimas”, após Jair Bolsonaro compartilhar em grupo de WhatsApp convocação para a manifestação do dia 15 de março.

mar
08
Posted on 08-03-2020
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Do Jornal do Brasil

 

O governo da Venezuela condenou a decisão do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, de renovar o decreto que declara o país como uma ameaça para a segurança dos EUA.

“O governo da República Bolivariana da Venezuela rejeita, mais uma vez, a acusação infame, opressiva e irracional do presidente dos EUA contra a Venezuela, de ser uma ameaça extraordinária para o seu país, para assim justificar toda a série de ataques e crimes que lesam a humanidade, como as medidas coercivas unilaterais que Washington aplica desde 2015”, diz comunicado divulgado pelo Ministério de Relações Exteriores (MRE) venezuelano.

Segundo o MRE, “com um golpe, o governo supremacista da Casa Branca reitera a intenção de promover a violência na Venezuela, não reconhecer as instituições democráticas e a vontade do seu povo, de sujeitar todo o povo venezuelano a qualquer castigo coletivo até conseguir uma mudança de governo favorável aos seus interesses”.

“É irônico que os Estados Unidos acusem a Venezuela de apresentar uma ameaça, no mesmo dia em que os tribunais internacionais anunciam que vão analisar casos de tortura e violações dos direitos humanos executados ilegalmente pelas autoridades norte-americanas no Afeganistão, o que apenas demonstra o desprezo das autoridades daquele país (EUA) pelo direito internacional e pela soberania nacional”.

O comunicado acrescenta que ao completar sete anos da morte do líder socialista Hugo Chávez (presidiu o país entre 1999 e 2013) e “inspirado pelo seu legado”, os venezuelanos reiteram a firme decisão de continuar transitando pelos caminhos da democracia participativa e protagonista.

O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu, nessa quinta-feira (5) ao Congresso norte-americano que renove a Ordem Executiva 136.926, de março de 2015 e assinada pelo seu antecessor Barack Obama, que declara “emergência nacional” pela ameaça “inusual e extraordinária” da Venezuela para a segurança e a política externa norte-americana.

Em mensagem enviada ao Congresso, Trump pede que a declaração vigore até que “a Venezuela obtenha a liberdade”.

“A situação na Venezuela continua a representar ameaça inusual e extraordinária para a segurança nacional e a política externa dos EUA”, diz a mensagem, divulgada na internet. (Agência Brasil)

mar
08
Posted on 08-03-2020
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 Sponholz, NO

DO EL PAÍS

Protestos dos funcionários do grupo editorial nos Estados Unidos e as declarações de Ronan Farrow fizeram com que a empresa anulasse o lançamento do livro do cineasta

Woody Allen em julho de 2019 em San Sebastián (Espanha).
Woody Allen em julho de 2019 em San Sebastián (Espanha).ANDER GILLENEA / AFP (AFP)
 Antonia Laborde

Woody Allen não tem quem publique suas memórias nos Estados Unidos. A editora Hachette anunciou na tarde de sexta-feira que por fim não imprimirá Apropos of Nothing (a propósito de nada, em tradução livre), a autobiografia do cineasta, após a enxurrada de protestos que recebeu e depois que Ronan Farrow, jornalista e filho de Allen, rompeu com a Hachette pelo lançamento. Dezenas de funcionários da editora se manifestaram na quinta-feira contra a publicação em sua sede em Nova York. “A decisão de anular o livro do senhor Allen foi difícil de tomar. Levamos muito seriamente a relação com nossos autores e não cancelamos livros por qualquer motivo. Publicamos e continuaremos publicando muitos livros desafiadores”, afirmou em um comunicado o grupo Hachette Book Group. A editora devolverá a Allen os direitos do livro.

A Hachette anunciou na segunda-feira que, após ser recusada por quatro marcas, as memórias do cineasta apareceriam em sua editora Grand Central em 7 de abril. Desde então explodiram as críticas centradas nas acusações de que Allen abusou sexualmente de sua filha Dylan Farrow quando ela era criança. O diretor nega os fatos e não foi acusado formalmente. Um dos primeiros a tornar público seu descontentamento foi Ronan Farrow, que afirmou se sentir “decepcionado” com a empresa francesa, a mesma que no ano passado publicou seu livro Catch and Kill.

“Esconderam a decisão de mim e de seus próprios funcionários enquanto estávamos trabalhando em Catch and Kill, um livro sobre como os homens poderosos, incluindo Woody Allen, escapam da responsabilidade por abuso sexual”, escreveu o jornalista, de 31 anos, na noite de terça-feira em seu perfil do Twitter. No dia seguinte, o vencedor do Pulitzer em 2018 por sua reportagem de investigação sobre os abusos do produtor Harvey Weinstein, rompeu com a editora.

“Somos solidários a Ronan Farrow, Dylan Farrow e outras vítimas de abusos sexuais”, disseram na quinta-feira em um comunicado os funcionários que protestaram diante da sede da editora Grand Central Publishing. Dylan tuitou sobre as manifestações: “Estou surpresa e muito agradecida pela solidariedade” dos funcionários. Os dois irmãos Farrow criticaram publicamente que a editora não tenha checado a informação das memórias com eles. “Como editores nos asseguramos todos os dias de que diferentes vozes e pontos de vista possam ser expostos e ouvidos. Também, como empresa, estamos comprometidos a oferecer um ambiente estimulante, aberto e de apoio aos nossos trabalhadores”, afirmou a empresa francesa ao comunicar a recusa a publicar as memórias do cineasta. “Nos últimos dias, a direção da Hachette manteve longas conversas com nossos trabalhadores e outros. Após escutá-los, chegamos à conclusão de que levar adiante a publicação não era factível para a Hachette”, diz o comunicado publicado na sexta-feira.

Na Espanha a editora Alianza pretendia publicar as memórias de Allen em 21 de maio. Após tornarem-se públicas as notícias da mudança de planos da Hachette e ser contatados pelo EL PAÍS, fontes da Alianza afirmaram que ainda não tomaram uma decisão sobre se continuarão com o livro. Um porta-voz da editora afirmou que antes de segunda-feira não haverá uma decisão.

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