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Posted on 07-03-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-03-2020
 

DO EL PAÍS

A Justiça paraguaia deve decidir neste sábado se os dois, que entraram com passaportes falsos no país, seguirão ou não detidos

Ronaldinho aparece algemado ao lado do irmão ao chegar no Palácio da Justiça de Assunção, neste sábado.
Ronaldinho aparece algemado ao lado do irmão ao chegar no Palácio da Justiça de Assunção, neste sábado.NORBERTO DUARTE / AFP (AFP)
 

O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis foram presos e enviados para uma sede da polícia em Assunção na noite desta sexta-feira, por ordem do Procurador-Geral do Paraguai. “A Promotoria Geral emitiu um mandado de prisão, acusou o jogador Ronaldinho pelo uso de um documento público com conteúdo falso e solicitou medidas cautelares para detenção preventiva”, informou por meio do Twitter o Ministério Público. Na manhã, deste sábado, ao ser encaminhado para o Palácio da Justiça de Assunção para prestar mais um depoimento, o ex-jogador e seu irmão foram vistos algemados.

Os irmãos Assis Moreira se retiraram às 20h15 de sexta-feira do Palácio da Justiça após o juiz do caso anunciou que ambos estavam “em pleno gozo de seu direito à liberdade”. No entanto, pouco menos de duas horas depois, eles entraram em uma van fechada na sede da Associação Especializada de Polícia. A Justiça local, que já havia detido ambos por 17 horas para colher depoimentos, deve decidir neste sábado se eles seguirão detidos.

O advogado dos detidos, Adolfo Marín, disse que não entendeu o motivo da prisão. “Não sabemos sob que figura legal eles foram presos”, disse Marín a repórteres. Ronaldinho e seu irmão Assis usaram documentos de identidade paraguaios falsos ao chegar ao Aeroporto Internacional de Assunção na quarta-feira.

O ex-Barcelona e PSG, o Bola de Ouro de 2005 pretendia levar a cabo uma agenda humanitária com crianças no Paraguai, além de inaugurar um cassino e lançar um livro de memórias, mas a polícia denunciou sua entrada com passaporte adulterado. O empresário brasileiro Wilmondes Sousa Lima e as paraguaias María Isabel Gayoso e Esperanza Apolonia Caballero, todos presos, foram acusados ??pelo caso.

Resultado de imagem para Lacalle Pou toma posse em Montevidéu

Lacalle Pou: liberal de centro-direita toma posse no Uruguai…

Resultado de imagem para Bolsonaro em Montevidéu na posse de Lacalle Pou

…e Bolsonaro é saudado em Montevidéu.

 

ARTIGO DA SEMANA

 

Ruas do Uruguai e o 15 de Março do Brasil 

Vitor Hugo Soares

As saudações e gritos de aprovação que recebeu domingo passado, no Uruguai, – enquanto caminhava pelas ruas do “casco histórico” de Montevidéu, com a primeira dama, Michelle, em direção ao Palácio Legislativo, para a solenidade de posse de Luís Alberto Lacalle Pou na presidência do país vizinho à beira do Rio da Prata, – surpreenderam ao presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. Tanto que, depois de acenos, ele pediu e levantou a bandeira do país, que um uruguaio levava, para agradecer. A praça, para membros da comitiva, era espécie de termômetro, à distância, na tomada de temperatura da mobilização com vistas às manifestações convocadas para 15 de mar;o, no Brasil, “em defesa do governo”.  

Montevidéu é a cidade, no mundo, que visitei mais vezes (salvo Buenos Aires) desde 1973, quando ingressei no Jornal do Brasil. Sei o quanto o uruguaio é acolhedor, educado e atencioso com seus visitantes (e o quanto seus habitantes foram solidários e generosos com dezenas de exilados que aportaram em seu solo, após o golpe de 64: de Jango a Brizola, do jornalista Paulo Cavalcante Valente ao íntegro e saudoso coronel Dagoberto Rodrigues. Mas sei, também, o quanto sua gente é discreta e reservada (cabreira mesmo) ao expressar emoções e afetos.  Assim, o que se viu e ouviu na terra de Pepe Mujica, em relação ao mandatário brasileiro, foi algo praticamente inédito de alguma maneira. Falta ver, agora,  se sinalizam  em direção aos atos de 15 de março, próximo, como governistas apostam e adversários temem.

Relevante pauta política, avaliada com “descuido, desleixo e preguiça”, como ouvi certa vez, em crítica certeira sobre “as pragas do jornalismo de fim de semana”, do saudoso Juarez Bahia, ex-editor nacional do JB. Mestre de teoria e prática de várias gerações de profissionais de imprensa.

As antenas nas redações  dos nossos maiores jornais e sites se voltaram com maior atenção e presteza para a distante e convulsionada França. Na beira do Sena, o ex-presidente Lula – condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela Lava Jato – se movimentava, ladeado pela ex-Dilma Rousseff e pelo inefável  Fernando Haddad, para receber o título de cidadão honorário de Paris, ofertado pela prefeita esquerdista da capital francesa.
Merece destaque, assim, o saque da Gazeta do Povo, de Curitiba, que mandou o repórter Raphael Sibilla, como enviado especial, para cobrir a posse do novo presidente uruguaio, e observar, passo a passo, a participação do presidente brasileiro na festa. “Foi uma viagem curta e em silêncio”, sintetizou o jornalista na abertura de seu texto. Silêncio do visitante, em geral de língua solta, mas não das ruas e dos microfones e holofotes locais. “Bolsonaro apareceu algumas vezes durante a transmissão oficial do discurso de posse de Lacalle Pou, o colega de centro-direita. Andou na rua e saudou apoiadores que gritavam seu nome. Ouviu Lacalle Pou falar de integração e cooperação do Mercosul, mas também ouviu um discurso que defendia a preservação do meio ambiente e foco em questões sociais como educação, segurança e inclusão”. Atento, Sibilla também observou, no diário paranaense que, antes da cerimônia terminar, Bolsonaro deixou o local para pegar o avião de volta para Brasília . Agora é esperar e conferir as ruas do Brasil em 15 de março.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br    

“Saudades de Amar”, Nana Caymmi: Salve Paulo Cesar  Pinheiro , letrista excepcional autor dos versos dests bolero de arrepiar, musicados com toque de mestre, filho de mestre, Dori Caymmi. A interpretação da filha de seu Dorival dispensa comentários. É só ouvire aplaudir. Viva!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares).

 

mar
07
Posted on 07-03-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-03-2020

Eduardo Cunha insiste em Lewandowski para ser solto

 

Por Renan Ramalho

Como mostramos nesta semana, a defesa de Eduardo Cunha pediu a Ricardo Lewandowski para revogar um decreto de prisão preventiva, ainda vigente contra ele, decretado por Sergio Moro em 2016, e depois mantido pelo TRF-4 em sua condenação na Lava Jato.

Ontem, o ministro mandou o processo para Dias Toffoli decidir se deve encaminhá-lo a Edson Fachin, o relator da operação no Supremo e juiz natural do caso por prevenção.

Os advogados não se deram por vencidos: ontem mesmo, peticionaram novamente no processo, dizendo que o pedido deve ser mesmo analisado por Lewandowski, porque foi ele quem rejeitou outro pedido recente de autorização para o ex-deputado ser entrevistado na cadeia.

mar
07

Do Jornal do Brasil

Depois de um longo trâmite burocrático, o Ministério Público Federal (MPF) conseguiu repatriar, nesta sexta-feira (6), 4,5 kg de ouro e 27 pedras de diamantes, avaliados em aproximadamente R$ 20 milhões, que estavam na Suíça e foram adquiridos com dinheiro de propina do ex-governador Sérgio Cabral.

Macaque in the trees
Sérgio Cabral (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A existência do ouro e dos diamantes foi revelada pelos irmãos e doleiros Marcelo e Renato Chebar em delação premiada fechada com a Lava Jato do Rio de Janeiro. Eles eram operadores do esquema de Cabral.

Outros US$ 100 milhões, cuja existência no exterior também fora revelada pelos irmãos Chebar, já haviam sido repatriados desde o início de 2017, mas trazer o ouro e os diamantes da Europa para o Brasil revelou-se mais complicado, devido a exigências de contratação de transportadoras e seguros especializados.

Somente na última terça-feira (3), três anos depois, procuradores do MPF embarcaram para Genebra para buscar o ouro e os diamantes, que devem agora ficar num cofre bancário à disposição da Justiça Federal do Rio de Janeiro.

Desde que foi preso, em novembro de 2016, Cabral acumula 13 condenações penais, a maioria no âmbito da Lava Jato do Rio de Janeiro. Somadas, as penas superam os 280 anos. Ele responde ainda a mais de 30 processos criminais ligados a casos de corrupção durante o seu governo (2007 a 2014).

Em fevereiro, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou um acordo de delação premiada negociado pelo ex-governador junto à Polícia Federal (PF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, afirmando que a colaboração não pode ser aceita pois Cabral continua a ocultar bens provenientes de casos de corrupção.

O advogado Marcio Delambert, que representa Cabral, explicou que a devolução dos bens já estava prevista em sentença e que o ex-governador inclusive teve pena reduzida pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, por ter confessado e se arrependido. (Agência Brasil)

Bill Clinton e a mulher Hillary abordam o caso sexual com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky em nova séria documental. “Foi horrível o que eu fiz”, admite Bill Clinton

Na série de quatro episódios da Hulu, Clinton diz que o relacionamento sexual com a então estagiária da Casa Branca foi uma forma de “administrar as minhas ansiedades” e que agora sentia-se “terrível” pelo facto de o caso ter definido a vida de Lewinsky.

“Foi horrível o que eu fiz”, acrescentou o político de 73 anos. “Às vezes, fazemos coisas que não devemos fazer.”

Clinton descreveu o caso como motivado pelas “pressões, deceções e terrores da vida, temores de tudo, coisas que fiz para administrar as minhas ansiedades durante anos”.

Bill e Hillary Clinton foram entrevistados, separadamente, sobre o que recordam da época na série intitulada “Hillary”, focada na vida da ex-primeira dama.

O relacionamento sexual de Clinton com Lewinsky e a subsequente negação sob juramento levaram ao processo de impeachment em dezembro de 1998. Foi absolvido pelo Senado em fevereiro de 1999, mas o escândalo marcou a sua presidência.

Hillary Clinton diz que se sentiu “arrasada e muito magoada pessoalmente” quando o marido contou o caso.

Os dois conversam sobre como Hillary disse ao marido para informar a filha Chelsea antes que a notícia se tornasse pública. “Então, fiz isso, o que foi horrível”, disse o ex-presidente.

Bill Clinton insistiu que ninguém na sua posição pensaria nos riscos que estava a assumir ao ter o caso. “Uma pessoa sente que está a cambalear, participou de um combate de 15 rounds que foi estendido para 30 rounds e aqui está algo que vai tirar a sua mente disso durante um tempo. É isso que acontece”, explicou Clinton.

O 42º presidente também reflete sobre como o incidente afetou Lewinsky, que tinha 22 anos quando o caso de dois anos começou em 1995, dizendo que acha que a vida dela foi “injustamente” afetada.

“Ao longo dos anos, observei-a tentando recuperar uma vida normal. Mas é preciso decidir como definir a normalidade”, disse ao entrevistador.

 

Ambos os Clintons refletem ainda sobre a decisão de Hillary em apoiar o marido. A mulher disse que foi criticada e elogiada ao longo dos anos e sugeriu que o acerto de contas global #MeToo contra homens que abusam de posições de poder levou as pessoas a ver a sua decisão de maneira diferente.

“É um momento engraçado em que vivemos, o tipo de opinião pública muda e as pessoas dizem: ‘Oh, tão nobre, ela permaneceu no seu casamento’ para ‘Oh, é tão incompreensível que ela permanecesse com o seu casamento'”, diz Hillary Clinton.

Durante o episódio de uma hora, Bill diz que se sentiu “tão agradecido” à sua mulher. “Deus sabe o peso que ela pagou por isso”, disse o ex-presidente, que avalia como mudou nos mais de 20 anos desde o escândalo.

“Sou uma pessoa totalmente diferente do que era. Talvez esteja a ficar mais velho”, diz.

mar
07
Posted on 07-03-2020
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Miguel, NO

 

DO EL PAÍS

Porta voz dos Bombeiros envolvido nas buscas fala em “evento sem precedentes” com chuvas e deslizamentos no litoral. Corporação perdeu dois integrantes que trabalham no resgate

Um dos morros afetados pelo deslizamento no Guarujá, na Baixada Santista.
Um dos morros afetados pelo deslizamento no Guarujá, na Baixada Santista.Andre Penner / AP (AP)

A última atualização da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros de São Paulo contabiliza 31 mortos e 39 desaparecidos nas enchentes que atingiram a região da Baixada Santista, no litoral sul do Estado, no início da semana. Entre as cidades afetadas, Guarujá se destaca com o maior número de vítimas, todas elas moradoras de comunidades em regiões populares da cidade que é um dos destinos mais desejados por turistas no litoral de São Paulo. Os números tornam o desastre natural pior do que a tragédia na barragem de Mariana, em 2015, que vitimou 19 pessoas em Minas Gerais, e é até agora o mais impactante no verão chuvoso deste ano que já causou enchentes em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

As três cidades atingidas, Guarujá, Santos e São Vicente, são as três mais populosas da Baixada Santista e exibem realidades sociais diferentes, mas todas marcadas pela desigualdade e precariedade urbana nas zonas mais pobres. Na última quarta-feira, o governador de São Paulo, João Doria, declarou estado de emergência em Santos (o sexto maior índice de desenvolvimento humano do país) e na mais modesta São Vicente, as duas maiores cidades. Na primeira, são quatro óbitos, quatro desaparecidos e 185 desabrigados, enquanto a segunda contabiliza duas vítimas e uma pessoa desaparecida. No momento, o Corpo de Bombeiros trabalha com um ponto de busca em cada cidade, mas o de Santos, segundo o porta voz tenente André Elias, o ponto onde o Corpo trabalha é o local mais perigoso para o resgate em toda a Baixada. “A encosta é muito íngreme, pequena e de difícil acesso, com risco de novo desmoronamento. O trabalho precisa ser manual e sensível”, argumenta o bombeiro.

O Corpo de Bombeiros perdeu dois de seus integrantes na manhã de terça-feira, a primeira de trabalho nas buscas pela região. Cabo Moraes e Cabo Batalha tentavam resgatar uma mãe e um bebê no Morro dos Macacos, no Guarujá, quando foram atingidos por um segundo deslizamento. O primeiro foi socorrido e não resistiu, mas o segundo segue desaparecido. “Não há preparo profissional que não deixe a tropa abalada [com as mortes]”, confessa o tenente André Elias. “As buscas persistem para dar uma resposta a todos os familiares”, completa. O Morro dos Macacos foi um dos locais com maior número de vítimas, assim como a Barreira João Guarda, também no Guarujá, o local atingido com a maior extensão métrica e, por consequência, com maior número de desaparecidos. Os dois morros abrigam comunidades populares, que são avistadas de longe pelos turistas que lotam as procuradas praias da cidade litorânea, a mais turística da região e com IDH maior que a média nacional. “Não sei nem avaliar a regularidade das ocupações atingidas. A grande maioria de pessoas afetadas é de classe baixa”, comentou o porta voz.

Com cerca de 380.000 habitantes, Guarujá calculou no mês de janeiro, sob pedido da Prefeitura, que irá receber quase 175.000 turistas durante todo o ano de 2020. Graças às belas praias, a cidade rivaliza com Ubatuba, no norte do Estado, como principal destino turístico do litoral paulista. A Defesa Civil contabiliza 25 mortes e 34 desabrigados desde terça-feira na cidade, onde os bombeiros ainda trabalham em dois pontos de busca, no Morro dos Macacos e na Barreira João Guarda. Doria declarou estado de calamidade pública na cidade. Ao todo, foram arrecadadas 30,5 toneladas de material para ajuda humanitária, entre colchões, cobertores, cestas básicas e kits de higiene. Apesar de mais afetada, Guarujá acumulou 11 toneladas de materiais, contra 15,6 em Santos.

Um dos maiores desastres que o Estado já presenciou

O tenente André Elias classifica as enchentes na Baixada Santista como um “evento sem precedentes” na região, “um dos maiores desastres que o Estado já presenciou”. Somando mortos e desaparecidos das três cidades, o número de 70 vítimas é quase quatro vezes maior que o deixado pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, em novembro de 2015. Ele ainda é maior que os 53 mortos deixados por uma série de deslizamentos causados por chuvas tropicais na região turística de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, no Reveillón de 2009, mas não ultrapassará o maior desastre climático em número de mortos do país: as enchentes e deslizamentos de terra que assolaram a região serrana do Rio em janeiro de 2011, deixando 917 óbitos nas cidades de Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Bom Jardim. O segundo na lista aconteceu no litoral paulista, em Caraguatatuba, quando as chuvas vitimaram 436 pessoas em março de 1976.

O desastre na Baixada Santista aconteceu quase simultaneamente às chuvas que atingiram o Rio de Janeiro. Desde o fim de semana, um temporal deixou cinco mortos e ao menos 5.000 desabrigados nas zonas norte e oeste da capital, além de algumas cidades na Baixada Fluminense. Cariocas e santistas não foram os únicos no Sudeste a sofrerem com o verão chuvoso que marcou os primeiros meses de 2020. No Espírito Santo, pelo menos 10.000 pessoas já tiveram que sair de suas casas por conta de enchentes desde janeiro, o mesmo motivo que deixou 53 mortos e 38.000 pessoas desalojadas em Belo Horizonte. O Estado de Minas chegou a ter 211 cidades com estado de emergência declarado. Uma forte chuva ainda paralisou São Paulo em fevereiro, acumulando 132 pontos de alagamento na maior cidade do país. No estado, foram computadas três mortes em Botucatu, uma em Marília e uma em São Bernardo por conta das chuvas.

A sexta-feira começou com sol na Baixada Santista, mas a previsão é de chuva fraca na região durante tarde e noite, sem previsão de temporais. Para o sábado, a condição meteorológica deverá permanecer a mesma, com chuviscos isolados pelas cidades.

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