Resultado de imagem para Janio Ferreira Soares no Bahia em Pauta
 
 

Janio Ferreira Soares

Comprovando a teoria de que nada se cria, tudo se transforma, no Carnaval que passou as maiores novidades foram os repaginados blocos. Nenhuma surpresa, já que desde 1641, como informa Ruy Castro, pessoas fantasiadas já saíam pelas ruas do Rio de Janeiro, embora só a partir de 1848 se tenha registro dos primeiros blocos, dos bailes de máscaras, dos carros alegóricos, da decoração de rua, dos cordões, dos ranchos, do maxixe, do corso, das batalhas de confete, dos banhos de mar à fantasia, das marchinhas, dos sambas, dos clóvis, das escolas de samba e dos desfiles.

Como se vê, o bom e velho Ruy concentrou-se apenas no seu balneário, não citando o frevo, o Trio Elétrico e um ritmo criado há 35 anos que, para o bem ou para o mal, mudou a cara do Carnaval do Brasil. Axé é o seu nome e atire a primeira vogal quem, com mais de trinta, nunca se esbaldou pelas ruas ao som de alguns dos seus pegajosos refrões compostos de assilábicos fonemas soltos.

Pois bem, apesar de no começo dos anos 80 já existir uma tendência de mesclar sons afros, samba-reggae, frevo e outros compassos, coube ao bruxo Luiz Caldas dosar esses ingredientes num grande caldeirão, cujo resultado foi um disco de vinil lançado em 1985 – não por acaso intitulado Magia -, que tinha como carro-chefe a canção Fricote, estrondoso sucesso à época.

E foi aí que o jornalista baiano Hagamenon Brito teve a grande sacada de batizar a nova onda de Axé Music que, a exemplo da Bossa-Nova, Tropicalismo e outros movimentos, teve seu início (quando uma ensandecida galera correu atrás de uma assustada negra do cabelo duro, gritando: “pega ela, aê! Pega ela, aê!”). Meio (entre 1990 e meados de 2000, com Ivete, É o Tchan, Daniela, Banda Eva, Ara Ketu, Cheiro de Amor, Asa, Claudia Leitte, Chiclete, Netinho, Jammil e afins, emplacando a maioria dos sucessos do Carnaval). E fim (motivado, entre outras coisas, pelo envelhecimento daqueles que mandavam tirar os pés do chão e dos que obedeciam, hoje substituídos por uma moçada que até curte o Axé durante a folia, mas no resto do ano prefere mexer o popozão na batida dos pancadões e sonoridades equivalentes, comprovando a máxima de que nada é tão ruim que não possa piorar).

Mas voltando ao sucesso dos bloquinhos, a grande novidade para o próximo ano vem de Brasília. Trata-se do Capitão Aloprado, um misto de bloco e pelotão, que prega a volta da marcação dos bumbos puxando vivandeiras de grosso coturno, que tem como objetivo acabar com esse mimimi de que Zezé pode continuar a escolher a cabeleira mais conveniente para ser quem ele quiser. Porém há um impasse. É que Carlucho quer porque quer ser a madrinha da artilharia. Heleno é contra. Olavo também. Já Guedes, nem aí, vai sair de Vovó Donalda. Evoé!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco

 

 

“Georgia On My Mind”, Ray Charles: Este concerto foi filmado no Festival de Jazz  de Montreux, em Julho de 1997, no qual Ray com sua magnífica orquestra só não fez chover. Mas relampejou intensamente,

Raycordar é viver!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

 

 

mar
01
Posted on 01-03-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-03-2020
 DO UOL
 
Janaina Paschoal quer evitar uma disputa que desgaste a direita em São Paulo - Mariana Pekin/UOL

 

 Janaina Paschoal quer evitar uma disputa que desgaste a direita em São Paulo Imagem: Mariana Pekin/UOL

Do UOL, em São Paulo

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirma que não apoiaria nomes vindos da TV – especificamente José Luiz Datena e Luciano Huck— caso esses viessem a disputar respectivamente a Prefeitura de São Paulo e a Presidência da República.

“O Datena tem que ficar onde está. Gosto dele como apresentador, acho um grande quadro, já me entrevistou, uma pessoa boa. Mas acho que não deve misturar. Se ele vier, respeito como qualquer pessoa que se candidata. Mas não faria campanha”.

Sobre Huck, a toada segue a mesma, sem rodeios.

“Eu vejo da mesma forma. Se ele vai ou não vai [ser candidato], não sei. Mas não faria campanha para ele.”

A deputada observa possíveis adversários, mas mostra preocupação com uma implosão da direita paulista nas eleições à Prefeitura de São Paulo, por causa do elevado número de pré-candidatos.

Em São Paulo, Arthur do Val (Patriota), Andrea Matarazzo (PSD), Joice Hasselmann (PSL), Filipe Sabará (Novo) e Bruno Covas (PSDB) podem se enfrentar no primeiro turno como candidatos a prefeito, um desgaste perigoso na visão de Janaina.

Não ter representante num eventual segundo turno é uma possibilidade remota na avaliação dela, mas um cenário de mágoas incuráveis que impeçam uma aliança da direita na reta final é uma preocupação real.

“Cada um deles sabe que o adversário no primeiro turno vai ser o colega de direita. Com certeza vão se digladiar. No ambiente hostil de uma eleição, vão se defender, vão se acusar. Não é um bom cenário.”

Deputada avalia que Bolsonaro deixou direita descoordenada ao deixar PSL para fundar partido - Mariana Pekin/UOL
 
Deputada avalia que Bolsonaro deixou direita descoordenada ao deixar PSL para fundar partido

Imagem: Mariana Pekin/UOL

Bolsonaro “abandonou um monte de gente”

Com isso em mente, a deputada já conversou com todos os políticos mencionados. Mas ela ainda não definiu onde colocará seu apoio com potencial dos 2 milhões de votos que recebeu em 2018.

Podem chamar de omissa, mas eu não estou nem aí. Vou fazer o que eu achar certo. Estou ouvindo os candidatos um por um.

Há, porém, um plano em curso: juntar Arthur do Val, o Mamãe Falei, com Andrea Matarazzo. A deputada enxerga neles dois perfis complementares — a juventude e o traquejo com as redes sociais aliada à experiência e conhecimento de administração pública, respectivamente.

Janaina trabalha para evitar desencontros, mas entende que a estrutura da direita já sofreu um abalo, causado pelo seu maior expoente hoje, o presidente Jair Bolsonaro, quando este deixou do PSL.

O presidente poderia ter saído do PSL com um argumento forte, dizendo que é o presidente de todos, não o presidente de um partido. Eu mesma ia adorar um discurso desse. Mas não foi isso que ele fez. Ele saiu para montar outro partido e acabou separando as pessoas. Ele abandonou um monte de gente no meio caminho.

Globo se curvou a vida toda ao dinheiro público, diz deputada

Junto a este papel de articulação política, Janaina tem um mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo a tocar. O modo como os governos gastam a verba de publicidade está na mira da deputada estadual.

Ela apresentou um projeto de lei para regular situações como contratar apresentadores renomados para fazer propaganda. A deputada considera que os gastos em publicidade configuram campanha eleitoral permanente e desperdício de dinheiro público.

Tem um outro fator que, talvez sob o ponto de vista da democracia, seja ainda pior. O controle da imprensa. É um controle indireto. Acho que escrevi até na justificativa [do projeto de lei]. Escrevi que a censura não se faz só pela força, se faz também pelo dinheiro. Porque os veículos de comunicação no Brasil criticam muito a censura e estão com razão. Mas se calam diante da força do dinheiro.

Ela não isenta nenhum grupo de mídia desta análise. Questionada se a Rede Globo também se curva à força do dinheiro, a deputada estadual foi sucinta e direta na resposta: “Se curvou a vida inteira”.

mar
01

 

Sem citar nomes, Gilmar Mendes atacou neste sábado o que ele chamou de “face oportunista e embusteira de um jornalismo manipulador” por uma manifestação crítica ao ministro Celso de Mello.

Recentemente, o jornalista Augusto Nunes escreveu um artigo intitulado “O Águia de Haia e o Pavão de Tatuí”, em que afirma, entre outras coisas, que Celso de Mello fala em “subdialeto”:  “trata-se de um filhote disforme do português que torna majestoso o mais mambembe botequim”.

Em seu artigo, Nunes critica a manifestação de Celso de Mello contra Bolsonaro nesta semana.  Como registramos, o ministro do Supremo afirmou que, se confirmada a mensagem do presidente convocando suas tropas para o ato contra o Congresso, ficará revelada “a face sombria de um presidente da República que desconhece o valor da ordem constitucional”.

No Twitter, Gilmar defendeu Celso de Mello e afirmou que, “curiosamente, o autor das críticas de hoje encabeçou a campanha” a favor do decano em 2012.

E completou:

“Soa irônico: o Min. Celso foi agraciado pela Associação Nacional de Jornais com o ‘Prêmio Liberdade de Imprensa 2019’ – um dos poucos que aceitou receber nos seus anos de Supremo. Celso é espelho das mais nobres virtudes que um Juiz Constitucional pode cultivar.”

Do Jornal do Brasil

 

O papa Francisco cancelou hoje (29) os compromissos públicos oficiais pelo terceiro dia consecutivo alegando uma “ligeira indisposição”, segundo informação do Vaticano.

O chefe da igreja católica, de 83 anos, que retirou parte de um pulmão devido a uma doença respiratória na juventude, nunca cancelou tantas audiências oficiais e eventos durante os sete anos que já leva o seu pontificado.

De acordo com o gabinete de imprensa do Vaticano, o papa vai continuar trabalhando na residência de Santa Marta e recebendo pessoas reservadamente.

Durante a manhã de hoje, ele recebeu o chefe do gabinete dos bispos do Vaticano, o arcebispo da Ucrânia e os embaixadores do Líbano e da França.

Foram canceladas duas audiências oficiais no Palácio Apostólico, uma com uma organização internacional de bioética e outra com membros da ordem religiosa Legião de Cristo.

Na segunda-feira, Francisco deverá deixar o Vaticano, juntamente com funcionários da Santa Sé, para uma semana de exercícios espirituais no campo, no habitual retiro anual de início da Quaresma.

Tosse

O papa apareceu pela última vez em público na quarta-feira, quando foi visto tossindo e assoando durante a missa de Quarta-Feira de Cinzas, levantando suspeitas de que padece de uma constipação (alteração do trânsito intestinal, gerando retenção das fezes ou dificuldade na sua evacuação; prisão de ventre, copróstase, coprostasia.)

No dia seguinte, cancelou uma missa e, na sexta-feira, a audiência com os participantes de uma conferência sobre inteligência artificial no Vaticano.

O Vaticano esclareceu que o papa celebrou missa todas as manhãs, tendo recebido cumprimentos dos fiéis no final e passando depois o resto dos dias trabalhando.

A natureza da doença do papa não foi revelada, com o Vaticano dizendo apenas que ele teve “uma ligeira indisposição”.

A doença de Francisco surge quando a Itália está em alerta máximo por causa da epidemia do coronavírus, que já afetou mais de 800 pessoas, a maioria no norte do país. (Agência Brasil)

mar
01
 

DO EL PAÍS

Diretor foi alvo de protestos e farpas de feministas e artistas depois das últimas acusações de estupro atribuídas a ele, na cerimônia de premiação mais polêmica da história do cinema francês

As atrizes Noémie Merlant (no centro) e Adèle Haenel (à direita) deixam a cerimônia após o anúncio do prêmio a Polanski, nesta sexta-feira. Em vídeo, protesto contra Roman Polanski na entrada do César. Foto: GETTY | Vídeo: REUTERS

Por um momento, parecia que o gás lacrimogêneo chegaria ao tapete vermelho. Realmente esteve perto, mas na hora em que as grandes estrelas começaram a chegara para a 45ª cerimônia do César, principal prêmio do cinema francês, ele já havia se dissipado. Quem não se dispersou foram as centenas de feministas que protestavam contra o cineasta Roman Polanski na noite da sexta-feira nos arredores da Sala Pleyel, em Paris. Tampouco se dissipou a indignação — nem dentro nem fora do auditório da cerimônia— que cercou toda essa premiação, dado o número recorde de indicações do novo filme do realizador franco-polonês, J’Accuse – O Oficial e o Espião, apesar das novas acusações de estupro atribuídas a ele, o que levou críticos e manifestantes a qualificarem a festa parisiense anual como “o César da vergonha”.

“Há 12 momentos em que teremos um problema nesta noite”, antecipou, no início da cerimônia, a apresentadora da festa, a humorista Florence Forestier, em referência às 12 estatuetas a que o filme de Polanski concorria. Acabou levando só três, embora dois deles tenham sido dados pessoalmente ao diretor, que estava ausente: melhor direção e melhor roteiro adaptado.

“Bem-vindos à última, digo, à 45ª cerimônia do César”, continuou, entre risos e sorrisos do público, alguns deles bastante tensos. A atriz Sandrine Kiberlain, que comandava a cerimônia, corrigiu-a discretamente ao qualificar esta como “a última cerimônia do César de uma época, e o princípio de outra”, após um ano “simbólico da palavra liberada destas vozes valentes que se elevaram e que farão que nunca mais se sofra o intolerável”, em referência às denúncias feitas por atrizes como Adèle Haenel, que se tornou um dos rostos do #MeToo francês ao acusar o cineasta Christophe Ruggia de ter abusado sexualmente dela quando era adolescente. O fato de não levar o César de melhor atriz, finalmente concedido a Anaïs Demoustier (Alice e o Prefeito), fez que se perdesse provavelmente um dos discursos mais políticos da noite. Às vésperas da cerimônia, Haenel disse ao The New York Times que “premiar Polanski é cuspir na cara de todas as vítimas. Ou seja: ‘Não é tão grave estuprar as mulheres’”. A atriz deixou o auditório após o anúncio do prêmio de melhor diretor a Polanski. Não foi a única: ao menos uma dezena de convidados recusou-se nesse momento a continuar acompanhando a cerimônia mais controvertida da história do César. A apresentadora da festa se negou, segundo jornalistas, a sair na foto final e, na sua conta do Instagram, declarou-se “enojada”.

Mesmo assim, Forestier não errou em suas previsões. Nem sequer o anúncio do realizador franco-polonês de que não iria à cerimônia —secundado horas depois por toda a equipe de J’Accuse, uma recriação do caso Dreyfuss— acalmou os ânimos. A tensão era evidente na plateia, repleta de artistas que nas últimas semanas manifestaram abertamente sua irritação com a Academia do Cinema da França, mas que afinal não aproveitaram os discursos da cerimônia para denunciá-la. Em todo caso, não era só por Polanski. Este, afinal, é apenas um sintoma do que consideram ser um problema muito mais amplo do cinema francês: a opacidade na gestão e a falta de paridade e de diversidade entre os membros e dirigentes da Academia que os rege, o que estaria levando a situações como a chuva de indicações a Polanski, ou a que, em seus 45 anos de história, só uma mulher, Tonie Marshall, tenha recebido o César na prestigiosa categoria de melhor direção. E isso foi há 20 anos. Poderia ter mudado a história esta noite se tivesse ganhado Céline Sciamma por Retrato de uma Jovem em Chamas, mas será preciso esperar pelo menos mais uma edição.

Numa tentativa de apaziguar o descontentamento, a academia, cuja direção se demitiu coletivamente há menos de duas semanas por sua incapacidade de frear a crise, fazia alguns gestos às vésperas da cerimônia. Além de ter uma mulher como apresentadora principal, também anunciou a nomeação interina, até a aprovação de novos estatutos mais igualitários nos próximos meses, de outra mulher para dirigir a Academia do César, a produtora Margaret Menegoz. Como cereja do bolo, outra mulher, a atriz Sandrine Kiberlain, presidiu a cerimônia.

Nem Forestier nem Kiberlain ocultaram a dificuldade em apresentar uma cerimônia cercada de tanta pressão e mal-estar, e com o nome de Polanski —que evitaram citar, referindo-se a ele como Popol, entre outros— e os abusos sexuais no cinema rondando toda a cerimônia. Nos minutos iniciais, Forestier já lançou os “elefantes” da cerimônia: fez brincadeiras sutis, mas suficientemente evidentes, sobre a diversidade (ou sua ausência), sobre a falta de mulheres indicadas, falou dos “predadores, perdão, produtores” no mundo do cinema e “assediou” sexualmente um dos bailarinos antes de mandá-lo para trás do cenário com a promessa de “lhe preparar alguns contratos”.

O principal prêmio da noite, o César de melhor filme, foi para seu grande rival, Os Miseráveis, de Ladj Ly —o duro retrato da violência na banlieue parisiense—, e que também recebeu o maior número de estatuetas, quatro (com o prêmio do público, ator-revelação e montagem). Na rua, as manifestantes voltavam a clamar contra “o César da vergonha”.

mar
01
Posted on 01-03-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-03-2020


 

Sid, NO PORTAL

 

mar
01
Posted on 01-03-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-03-2020

Do Jornal do Brasil

A Petrobras cortou em 5% o preço do diesel comum e em 4% o preço da gasolina nas refinarias. Os novos valores, anunciados ontem (28) pela estatal, passaram a valer hoje (29).

Os preços do diesel S500 para térmicas e do diesel marítimo caíram 5,1%. Já o diesel S10 para térmicas teve redução de 5,2% no seu valor.

A queda foi decidida em um cenário de desvalorização do petróleo no mercado mundial. Os contratos do petróleo Brent para abril estavam cotados a US$ 50,52 no fechamento do mercado ontem. Esse valor representa uma queda de 13,64% em uma semana.

O petróleo Brent é um tipo extraído principalmente do Mar do Norte e cotado na Bolsa de Valores de Londres. Ele é a referência no cálculo do valor de cerca de dois terços do petróleo mundial.

A desvalorização é influenciada pelo avanço dos casos de coronavírus pelo mundo, o que gera no mercado o receio de uma eventual desaceleração da economia mundial e, consequentemente, de uma menor demanda por combustíveis.

Por meio de suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro destacou hoje a decisão da estatal brasileira. “Este ano, a Petrobras reduziu quatro vezes o valor dos combustíveis nas refinarias e este é o quinto anúncio. Seguimos fazendo nossa parte e trabalhando para melhorar a vida dos brasileiros”, disse ele.

Preços nos postos
Apesar dos novos valores praticados nas refinarias, não há impacto imediato no preço final pago pelo consumidor nos postos de combustíveis. A variação, nesse caso, depende ainda de outros fatos como o consumo dos estoques armazenados, impostos, margens de revenda e percentual da mistura dos biocombustíveis.

Em virtude do feriado de carnaval, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) irá divulgar o novo Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis somente na próxima terça-feira (3).

Serão apresentados os resultados do período entre 23 e 29 de fevereiro, o que ainda não deverá mostrar reflexos da decisão da Petrobras. (Agência Brasil)

  • Arquivos