DO EL PAÍS

A proporção de mortes pela doença está entre 2% e 4% em Wuhan (China) e em cerca de 0,7% fora de lá

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, hoje em Genebra.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, hoje em Genebra.AFP

 Pablo Linde

“Temos que fazer todo o possível para nos prepararmos para uma potencial pandemia.” O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, assumiu nesta segunda-feira que muito provavelmente o que hoje é uma epidemia, o Covid-19 ou coronavírus de Wuhan, transforme-se em algo maior. “Não podemos paralisar o mundo, e não é realista dizer que é possível parar a transmissão entre os países. Provavelmente haverá epidemias em vários, mas pode ser contida”, afirmou Michael Ryan, diretor do Programa de Emergências do organismo internacional.

O cenário mudou rapidamente em poucos dias. Passou-se de uma situação em que se observava como os casos na China pareciam ser contidos e como no resto do mundo as infecções eram muito escassas a outra com surtos descontrolados na Itália, na Coreia do Norte e no Irã. Ghebreyesus ressaltou que os surtos podem ser contidos e que o cenário continua sendo de epidemia, tanto pelo número de casos como de mortes fora da China. Ao mesmo tempo, no entanto, pediu que os países e comunidades se preparem para a propagação do coronavírus. “Não é uma questão de branco ou preto, de sim ou não. Cada país tem que elaborar seu próprio plano de contenção de riscos. As prioridades são a proteção dos profissionais de saúde, a mobilização das comunidades para ter um cuidado especial com os idosos e com as patologias [elas as quais houve mais de 80% das mortes até agora] e a proteção dos países mais vulneráveis, contendo a epidemia nos que podem fazê-lo.”

A nova situação ainda é uma incógnita, e cada minuto conta. O simples fato de conseguir atrasar a chegada aos países do norte por algumas semanas pode significar um grande alívio, disse Ryan, já que a gripe estacional estará diminuindo e os sistemas de saúde estarão mais liberados dessa carga para poder atender os possíveis doentes do Covid-19. “Não podemos saber o que vai acontecer, se [a epidemia] será contida ou se transformará numa doença estacional”, afirmou.

Na coletiva quase diária que as máximas autoridades da OMS concedem à imprensa para informar sobre os últimos detalhes do vírus, foram apresentados também os resultados da visita de especialistas a Wuhan, o epicentro do surto, para analisar o panorama. A boa notícia é que ali a situação não saiu do controle e que as cifras continuam estáveis. A sequência genética do coronavírus também segue estável e o tempo de recuperação oscila entre duas semanas (nos pacientes mais leves) e três a seis semanas (nos mais graves). A proporção de mortes, atualmente, está entre 2% e 4% em Wuhan e em cerca de 0,7% fora de lá.

“Frevo de Saudade”, Bloco da Saudade: um clássico dos frevos de blocos de rua que atravessa décadas e jamais é esquecido ou deixa de ser cantado com multidões nos carnavais de Olinda e Recife. Composição de Nelson Ferreira (um dos mestres maiores da música pernambucana de todos os tempos). Aqui em gravação do coral do Bloco da Saudade, honra e glória viva e ainda pulsantes do carnaval pernambucano.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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25

Rodrigo Maia em Paris

 

Helena Mader na Crusoé.

O presidente da Câmara esteve reunido hoje com o chefe da Assembleia Nacional francesa, Richard Ferrand.

Maia estava acompanhado por um grupo de deputados, entre os quais o líder do DEM, Elmar Nascimento, um dos principais nomes do Centrão.

O deputado também se encontrou com o presidente da região metropolitana de Paris, Patrick Ollier, a quem presenteou com uma camisa do Botafogo.

“Falamos sobre cooperação intermunicipal e como o modelo francês poderia ser utilizado para incentivar os consórcios de municípios no Brasil”, escreveu Maia no Twitter

DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Antes de pedirem a emancipação da família real e de todos os seus deveres e fardos, Harry e Meghan registaram como sua a marca Sussex Royal. Mas não poderão usá-la.

Harry e Meghann registraram como sua a marca Sussex Royal, criaram um site, uma conta de Instagram e merchandising. A polêmica instalou-se, por várias razões. Mais do que devido ao questionável uso comercial dentro e fora de portas, levantaram-se vozes contra o aproveitamento da palavra “Royal” por quem anunciava ao mundo querer sair da alçada da coroa britânica e de tudo o que esta implica em termos de representação e obrigações.

Sabe-se agora que o acordo a que Harry e Meghan chegaram com a Casa Real em janeiro, apesar de não lhes ter retirado o “prefixo” de Suas Altezas Reais (mas deixem na prática de ter o estatuto), obriga-os a abdicar do uso da palavra “Royal”.

No seu site Sussex Royal, partilharam com os seus seguidores (súditos?) todos, ou quase todos, os detalhes daquilo a que chamaram de “transição da primavera” e que esclarece qual o papel que irão desempenhar doravante e como se processarão as relações com a Casa Real, e em alguns dos pontos transparece algum amuo, para dizer o mínimo, sobretudo no que respeita ao impedimento de usar a palavra “Royal”.

“Uma vez que o Duque e a Duquesa deixarão de ser considerados membros da Família Real a tempo inteiro, foi acordado que o uso da palavra “Royal” teria que ser revisto no que se refere às organizações a eles associadas, tendo em conta este novo contexto”, informam, esclarecendo que não usarão a palavra nem para dar o nome à organização sem fins lucrativos que pretendem criar nem como marca pessoal, dentro ou fora do Reino Unido. Isto – e é aqui que transparece o amuo – apesar de considerarem que a monarquia não tem jurisdição sobre o uso da palavra “Royal” fora do país.

fev
25
Posted on 25-02-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-02-2020



 

J. Bosco, no jornal

 

fev
25
Posted on 25-02-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-02-2020

DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

 

O ator e diretor de cinema Clint Eastwood, conhecido por suas simpatias republicanas, apoiará nas próximas eleições presidenciais dos EUA o democrata Michael Bloomberg e não Donald Trump, para quem declarou voto há quatro anos.

Numa uma longa entrevista, o multipremiado ator e realizador, de 89 anos disse ao The Wall Street Journal que, embora aprecie algumas das ações do presidente Trump, a política nos Estados Unidos se tornou “irritante”.

Trump deve agir “de uma maneira mais gentil, sem usar o Twitter ou chamar pessoas por apelidos”, disse Eastwood, que apoiou o magnata republicano em 2016 quando enfrentou a democrata Hillary Clinton.

“O melhor que podemos fazer é levar Mike Bloomberg” para a Casa Branca, disse em entrevista publicada esta sexta-feira, citando o magnata da comunicação social que concorre à indicação do Partido Democrata para enfrentar Trump em novembro.

Michael Bloomberg, 78 anos, é ex-presidente da câmara de Nova Iorque, o que significa que os dois homens têm alguma experiência política em comum. Embora Eastwood seja mais conhecido por sua carreira em Hollywood, ele também foi autarca, na cidade de Carmel, na Califórnia, por dois anos.

Em 2012, foi protagonista de um momento inusitado quando ele subiu ao palco durante a Convenção Nacional Republicana, na qual o partido nomeou Mitt Romney como candidato à presidência, e iniciou uma conversa com um imaginário Barack Obama que “ocupava” uma cadeira vazia.

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