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CRÔNICA

Feliz  Carnazap

Gilson Nogueira

“ Escrevo”, de barriga para cima. Uma máscara ao vento lembra que o Carnaval existe. Há, antes dela, uma placa presa ao poste que sustenta um slogan da festa que irá começar, na Cidade da Bahia, dentro de 12 dias, mais ou menos. Até lá, o soteropolitana trabalha, os turistas passeiam e os guerreiros da Prefeitura arrumam a casa para que tudo saia beleza pura, como diz o baiano.

Um silêncio ensurdecedor! Cadê o toque do tambor e o sopro da charanga bêbada que, de repente, acorda à noite com seu ensaio? E aquele folião que esqueceu de tirar do pescoço o colar havaiano que sua filha lhe deu na festa feita em casa? E a marchinha que fazia vovó sair requebrando seus noventa carnavais? Há um silêncio em plena avenida, como um sinal perturbador que algo não está legal.

Será a alegria que não chegou, como aparecia, antes, nos Gritos de Carnaval? Cadê os Gritos? E as fantasias, que dominavam corpos, mentes e vitrines, na Terra do Mestre Oscar da Penha, meu saudoso colega de jornal, o eterno Batatinha, símbolo imortal do melhor samba do mundo, o nosso! E aquele desfile de beleza e picardia que esquentavam as festas de largo? Cadê as festas? De que modo poderei imaginar que, na Avenida Sete de Setembro, em obras, agora, algum palhaço resolva sair correndo perguntando às pessoas, “ você me conhece”, como a glória de ser feliz, em delírio colorido ao lembrar velhos carnavais! Na minha cabeça, em domingo manso, desfilam saudades dos memoráveis instantes vividos no maiores carnavais do planeta, os da Boa Terra. Esqueça, meu rei, parece-me dizer meu anjo da guarda! O mundo mudou! Viva a Escola Unidos do Zap! Aquela em que não se ouve o repique do tamborim. Só tocam surdo. Feliz Carnazap!

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta.

“Depois eu volto”, Batatinha:Postado na área de comentários do youtube para este clip .”Talentoso Oscar da Penha, mais conhecido como Batatinha, foi um cantor e compositor brasileiro. (Salvador, 5 de agosto de 1924 — Salvador, 3 de janeiro de 1997). Precisa dizer mais? Ou só escutar e aplaudir?

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

DO EL PAÍS

Ex-PM morto na Bahia chefiava Escritório do Crime, integrado por Ronnie Lessa, acusado de atirar em Marielle Franco. Treze celulares e chips apreendidos podem dar pistas de suas relações

O ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega.
O ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega.

A trajetória rocambolesca do ex-policial militar Adriano da Nóbrega, ou Capitão Adriano, teve seu último ato enredado sob a mesma névoa de mistério que o acompanhou ao longo da vida de fora da lei. Foi encontrado em Esplanada, cidade do interior da Bahia, escondido num sítio na zona rural. No local, 13 celulares do ex-PM foram apreendidos, em distintos cômodos, assim como cartões de chips. O sítio é de um vereador do PSL, Gilsinho de Dedé, eleito em 2016 com 885 votos. A legenda é a mesma que elegeu o presidente Jair Bolsonaro, embora Bolsonaro tenha rompido com o partido em novembro do ano passado. Dedé negou conhecer Nóbrega, acusado de comandar o grupo de extermínio Escritório do Crime, que foi vinculado ao assassinato da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em março de 2018 – embora o nome do ex-capitão não conste no inquérito da morte de Marielle —nas investigações que correm no Rio de Janeiro. Dedé estava em Recife quando houve a operação da política para prender Nóbrega.

O Escritório do Crime chefia as milícias de Rio das Pedras, na zona oeste do Rio, e tinha como integrante Ronnie Lessa, acusado de ter dados os tiros que mataram Marielle e Anderson. Foragido há um ano, Nóbrega, de 43 anos, ainda teve tempo de realizar sua última festa de aniversário num condomínio de luxo em Costa do Sauípe, balneário baiano, no mês passado. Arrendou uma mansão por um mês pelo custo de 1.000 reais por dia, segundo informações do jornal O Globo. Ao tomar conhecimento, a polícia civil da Bahia cercou o condomínio para prendê-lo no último dia 1°. Mas Nóbrega logrou fugir, cinco minutos antes da polícia chegar, deixando a mulher e as filhas no local. Na ocasião, a polícia conseguiu apreender um RG falso usado por Nóbrega e sua foto modificada (aparece com barba no documento) saiu na imprensa.

Nóbrega sabia que o cerco estava se fechando, com seu nome ficando novamente em evidência. Um dia antes de fugir da Costa do Sauípe, no dia 31 de janeiro, jornais noticiaram que em agosto de 2019 o ex-PM, acusado de chefiar o grupo de extermínio Escritório do Crime no Rio, estaria por trás de um plano para matar a promotora Simone Sibilio, uma das responsáveis pelas investigações do assassinato de Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. Seu pressentimento, porém, não era o de que seria preso, mas de que seria morto, como contou ele na terça-feira, 4, ao seu advogado Paulo Emílio Catta Preta.

É aqui que o novelo de perguntas sobre as conexões e inimigos de Nóbrega se multiplica. Queima de arquivo ou uma efetiva troca de tiros, como alegou a polícia baiana? Num país em que flagrantes forjados são comuns, a dúvida ganhou tintas fosforescentes entre os que seguem os passos da investigação sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, e sobre as conexões de Nóbrega com a família Bolsonaro. Tinha estreita ligação com outro foragido, Fabrício Queiroz, que trabalhou no gabinete do então deputado estadual Flavio Bolsonaro. A mãe e a agora ex-mulher de Nóbrega também trabalharam no gabinete de Flavio entre 2007 e 2018.

Por outro lado, o ex-PM que integrou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do Rio de Janeiro, era um exímio atirador, o que também se encaixa na versão da polícia. Mas não deixa de causar estranheza o fato de a polícia ter matado um criminoso chave para desvendar um número enorme de crimes, com repercussão internacional, e que representaria um trofeu para a polícia. Ou ainda, de Nóbrega ter resistido à prisão depois de ter sido detido outras três vezes no passado, e de ter sido orientado pelo seu advogado a se entregar, como contou Catta Pretta à repórter Beatriz Jucá neste domingo. Por que o ex-Bope constituiu um advogado para enfrentar a Justiça e então decidiu reagir diante de uma operação em que provavelmente ele estaria em minoria? Nóbrega, que entrou na Polícia Militar em 1996, e promovido ao Bope em 1999, foi acusado pelo homicídio de Leandro dos Santos Silva em 2005, por tentativa de assassinato do pecuarista Rogerio Mesquita em 2008, e em 2011 pelo mesmo crime de 2008. Em todos foi detido, e liberado em seguida.

As perguntas serão feitas à polícia da Bahia, governada pelo governador Ruy Costa, do Partido dos Trabalhadores, e à Justiça do Rio, governada por Wilson Witzel, do Partido Social Cristão (PSC). Ambos são adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro, que também terá uma fonte de desgaste com a morte de Nóbrega. Bolsonaro e seu filho, o hoje senador Flavio Bolsonaro, ainda têm em seu passado a defesa pública do Capitão Adriano quando ele foi preso por homicídio em 2005. Nóbrega também é ligado a Fabrício Queiroz, ex-chefe de gabinete de Flavio e que está foragido, é acusado de ser o gestor da prática de “rachadinha” no gabinete de Flavio. Até o final do domingo, ninguém da família Bolsonaro, nem o ministro da Justiça, Sergio Moro, se manifestaram sobre o assunto.

Em tese, os 13 celulares apreendidos junto com os chips no sítio onde Nóbrega foi abatido são as pistas mais frescas para obter respostas que esclareçam as investigações que envolvem Adriano: de chefiar a milícia na zona oeste do Rio, à lavagem de dinheiro, até assassinatos encomendados. Na prática, porém, paira a dúvida se as conexões que lhe garantiram proteção para suas atividades ilícitas serão conhecidas, ou se continuarão mexendo fios que aumentam a teia de seus crimes encobertos.

fev
11
Posted on 11-02-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-02-2020
 

Por Julia Duailibi/G1

 

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu desculpas nesta segunda-feira (10) por ter se expressado “mal” ao comparar servidores públicos a parasitas e afirmou que sua declaração foi tirada do contexto.

“Eu me expressei muito mal, e peço desculpas não só a meus queridos familiares e amigos, mas a todos os exemplares funcionários públicos a quem descuidadamente eu possa ter ofendido”, declarou o ministro em mensagem de WhatsApp enviada a amigos e jornalistas. O ministro disse ainda que “não queria jamais ofender pessoas simples que cumprem seus deveres”.

Na sexta-feira passada, em uma palestra na Fundação Getúlio Vargas do Rio, o ministro declarou: “O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação. Tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo, e o cara virou um parasita. O dinheiro não chega ao povo, e ele quer aumento automático. Não dá mais”.

 
 
Paulo Guedes compara funcionários públicos a parasitas

Paulo Guedes compara funcionários públicos a parasitas

A declaração de Guedes repercutiu mal, principalmente no Congresso, que deve analisar a reforma administrativa ainda neste semestre. Os servidores compõem uma categoria com muita capacidade de articulação e influência perante os parlamentares — não raro conseguem fazer valer suas pautas. Para deputados e senadores, a frase do ministro pode prejudicar o trâmite das mudanças que o governo pretende implementar.

 

Na mensagem de Whatsapp, Guedes disse que sua declaração foi tirada de “contexto”. “Falei de estados e municípios em casos extremos. Quando toda a receita vai para salários e nada para saúde, educação e segurança. Se o Estado existe para si próprio, então é como um parasita. (O Estado perdulário) maior que o hospedeiro (a sociedade).”

O ministro disse que ele não se referia a pessoas. “Falava dos casos extremos em que municípios e estados gastam todas as receitas com salários elevados, de modo que nada sobrava para educação, segurança saúde e saneamento.” De acordo com Guedes, nesses casos, não se pode dar “aumento automático de salários”.

“Eu não falava de pessoas, e sim do risco de termos um Estado parasitário. Aparelhado politicamente. Financeiramente inviável. O erro é sistêmico, e não é culpa das pessoas que cumprem os seus deveres profissionais, como é o caso da enorme maioria dos servidores públicos”, declarou Guedes na mensagem.

Com o pedido de desculpas desta segunda, o ministro tenta reverter a repercussão negativa que a declaração teve perante os servidores, evitando assim que haja uma contaminação na pauta de reformas propostas pelo governo — a tributária também deve aportar no Congresso nas próximas semanas.

O governo elabora uma proposta de mudança nas regras dos servidores públicos, mas a ideia é que as mudanças mais polêmicas, como o fim da estabilidade e a reforma nas carreiras, sejam adotadas apenas para quem vai entrar no sistema. Alguns pontos, porém, devem valer para os servidores atuais, como o fim das aposentadorias compulsórias para quem respondeu processo administrativo.

fev
11

DO EL PAÍS

Inabilitado para ser candidato, Lula dirige com Pepe Mujica o aniversário do partido fundado em 1980 que governou o Brasil durante 13 anos de olho nas eleições municipais em outubro

Lula, Mujica e a líder do PT no Rio de Janeiro, Benedita da Silva, neste sábado, na festa de aniversário.
Lula, Mujica e a líder do PT no Rio de Janeiro, Benedita da Silva, neste sábado, na festa de aniversário.Marcelo Sayão (EFE)

É difícil encontrar nessa imensa fábrica do século XIX reconvertida em centro cultural alguém que não mostre com orgulho o vermelho que a extrema direita que governa o Brasil tanto detesta: camiseta, gorro, sacola de pano… O Partido dos Trabalhadores comemorou seus 40 anos no sábado com uma grande festa em um Rio de Janeiro imerso nos preparativos do Carnaval. As estrelas de um elenco que mistura música e discursos políticos são dois dos líderes mais carismáticos da esquerda latino-americana, Lula e Pepe Mujica, que somam uma longa experiência de vida, de Governo, na oposição e na prisão (contra a ditadura e, no caso do líder brasileiro, também por corrupção). “Jovens, entrem na política! Se vocês estão desanimados, têm muito a fazer. De entrada, podem começar por não propagar nenhuma das mentiras que contam”, proclama Lula diante de cerca de 10.000 pessoas na Fundição Progresso.

Tanto ele quanto o ex-presidente do Uruguai apelam em seus discursos à juventude, embora a maioria do público seja de meia-idade, como Suely Lisboa, professora desempregada de 54 anos que veio com outros militantes. Quando Lula foi preso, o grupo criou um bloco de Carnaval chamado Ai, Que Saudade do Meu Ex. Quando todos os partidos brasileiros estão com os olhos postos nas eleições municipais de outubro, a dupla de homens brancos que soma 158 anos é reflexo da resistência do PT em enfrentar sua renovação.

Aclamado repetidamente como “presidente, presidente”, se alguém tem presente neste festival de sábado de verão que duas condenações impedem Lula de ser candidato a qualquer cargo público, não o verbaliza. O único operário que governou o Brasil ainda é a melhor propaganda eleitoral do PT. O único que sabe falar com seus compatriotas em uma linguagem popular sem que soe impostado.

O PT foi fundado por Lula, junto com outros sindicalistas, intelectuais, católicos progressistas e guerrilheiros no Colégio Sion, em 10 de fevereiro de 1980. Ainda restavam cinco anos de ditadura. A destituição de Dilma Rousseff, que não participou da festa de aniversário, depois de quatro mandatos petistas foi o pior momento de um partido que governou durante 13 anos este país tão desigual, classista e racista, com a inclusão social como prioridade absoluta. Essas políticas geraram mudanças evidentes para os mais desfavorecidos.

O historiador Lincoln Secco, autor de História do PT, afirma que “é difícil separar essa crise conjuntural da resistência natural do partido à renovação de líderes. “Vejo que o PT tem muitos novos líderes, mulheres, jovens, negros, mas ao mesmo tempo os velhos dirigentes resistem a eles”.

A moderadora da conversa entre os ex-presidentes é a chefa do PT no Rio, a deputada negra Benedita da Silva, que acrescenta diversidade aos oradores. E anos. Concretamente, 77 anos. Secco, professor de história contemporânea da Universidade de São Paulo (USP), dá um exemplo do calibre da resistência à mudança. “Salvador é a capital negra do Brasil e é provável que o PT apresente mais uma vez às eleições um homem branco de classe média”.

A classe operária industrial em que o PT germinou com o apoio das classes médias já não existe porque o Brasil, como o restante do mundo, sofreu profundas transformações sociais que as forças mais conservadoras leram melhor do que a esquerda. “O Brasil é hoje um país desindustrializado com uma classe média que se inclinou à direita e em que os trabalhadores das grandes cidades estão se tornando evangélicos”.

São muitos os que veem o diagnóstico com clareza, a concordância é menor em relação aos possíveis remédios. O antigo ministro Tarso Genro deu sua receita em um artigo chamado O PT ficou obsoleto, no qual anunciou que não iria à festa do partido em que ainda milita. Após afirmar que “o partido tem um discurso ancorado no momento em que foi fundado” chama a atenção sobre “a nova organização do trabalho e a tensão social frutos das questões de gênero, cultura, preconceitos raciais e condição sexual. Precisamos absorver suas demandas e dar à população respostas concretas”. Secco, o historiador, sugere a necessidade de uma frente ampla à uruguaia.

Lula e Mujica, no palco, se referem aos riscos trazidos por esse novo mundo. Os dois de jeans. O uruguaio com sua clássica guayabera; o brasileiro, que várias vezes se agacha no palco para cumprimentar seus fiéis como uma estrela do rock, com uma camisa polo vermelho escuro. Lula reivindica os direitos trabalhistas e outras conquistas sociais.

“O ser humano está sendo tratado da pior maneira possível em nome da flexibilização e do empreendedorismo. Foram transformados em microempreendedores”, alerta para acrescentar que “esse nome tão sofisticado” esconde a precarização que no Brasil também simbolizam os entregadores de comida de bicicleta que circulam o tempo todo por ruas lamentavelmente asfaltadas faça sol ou faça chuva. “Vamos continuar insultando Bolsonaro ou vamos às ruas definitivamente?”, pergunta à entusiasmada multidão com suas palavras e seu vigor. “Não temos muita alternativa porque tudo o que conquistamos está sendo destruído”. Insiste que “fora da política não existe saída”.

Mujica, sempre tão austero como venerado nos últimos anos entre a juventude, alertou contra a escravidão do consumismo e proclamou: “Os povos são capazes de compreender os erros, mas não que sejam pisados, que chupem seu sangue”.

Quando Lula acaba a multidão sai. A economista Sandy Lima, de 36 anos, e o bibliotecário Wilson Tebaldi, de 29, estão entusiasmados com um discurso que chamam de “muito motivador”. Ela afirma que Lula é incrível, mas a estratégia atual não a convence, não é a melhor para derrotar a extrema-direita. Pedem a unidade da esquerda. Ele se sente próximo ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), que considera uma “extensão melhorada do PT, é como um PT jovem”. Dominante na esquerda do Rio de Janeiro, a vereadora assassinada Marielle Franco era uma de seus representantes. Vereadora negra, de favela, mãe e bissexual.

fev
11
Posted on 11-02-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-02-2020



 

 Sponholz, NO

 

Secretário de Segurança da Bahia descarta “queima de arquivo”

 

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, voltou a descartar nesta segunda-feira a hipótese de que tenha havido “queima de arquivo” na morte do miliciano Adriano da Nóbrega, durante uma ação policial, ontem, no município de Esplanada (BA).

“Isso aqui não é um achismo. Isso são conjecturas de pessoas que não participam e não participaram de uma ação policial”, disse Barbosa em entrevista à TV Bahia. “Queríamos essa pessoa presa, mas a escolha, infelizmente, não foi da nossa equipe. Foi de quem efetuou a resistência.”

Segundo o secretário, o inquérito sobre a ação da polícia deve ser concluído em 15 dias. “O inquérito se refere à diligência e à operação em si, como também a esses crimes.”

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