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DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o seu advogado, Paulo Catta Preta, disse que o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) estava preocupado com os últimos movimentos da polícia. De acordo com o jurista, Adriano ligou para ele, pela primeira vez, e relatou que tinha “certeza” de que queriam matá-lo para “queimar arquivo”.

Ex-polícia, Nóbrega era também próximo da família de Jair Bolsonaro que além de o homenagear na Assembleia Legislativa do Rio ainda empregava a sua mãe e a sua filha no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e hoje senador. Nóbrega, que estava desaparecido desde janeiro de 2019, trabalhou no 18º batalhão da polícia militar com Fabrício Queiroz, assessor de Flávio Bolsonaro acusado de participação num esquema de desvio do salário dos outros assessores do político.

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