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DO EL PAÍS

Será na plataforma, que é do Facebook, que novas e poderosas formas de propagação de desinformação tomarão forma e potencialmente afetarão as próximas eleições

Regina Duarte e Jair Bolsonaro, em foto publicada no conta de Instagram do presidente.
Regina Duarte e Jair Bolsonaro, em foto publicada no conta de Instagram do presidente.
 

Durante as eleições de 2018, o WhatsApp foi uma das principais plataformas para a disseminação das chamadas fake news. Os conteúdos de desinformação circularam não só em grupos de temática política mas também em grupos pessoais como os de família, estudos, e igreja. Um dos seus efeitos mais sentidos após as eleições foi a hiperpolarização da sociedade, o que levou diversos pesquisadores a focarem seus estudos no aplicativo para compreenderem e mitigarem tais efeitos. Infelizmente, o WhatsApp ainda será um campo fértil para as fake news em 2020. Porém, será no Instagram onde novas e poderosas formas de propagação de desinformação tomarão forma e potencialmente afetarão as próximas eleições.

Desde 2012, quando o Facebook comprou o Instagram, a rede social vem se expandindo rapidamente. Atualmente, o Instagram tem mais de 1 bilhão de usuários ativos no mundo, e o Brasil ocupa a terceira posição em números de usuários, com mais de 72 milhões. Um dos motivos para a rápida expansão é o fato dos brasileiros estarem cansados da interface desordenada do Facebook e dos complicados controles de privacidade. O Instagram segue uma linha de tempo (timeline) mais simples e de fácil navegação, onde o usuário basicamente só precisa arrastar para cima ou para baixo, e dar dois toques para curtir uma foto. Um outro motivo para a popularização do aplicativo foi a introdução dos stories em 2016 —inspirado na funcionalidade do Snapchat, o Instagram implementou um espaço onde o usuário pode compartilhar fotos e vídeos do seu dia a dia sem preocupação já que sabe que são postagens que duram 24 horas.

Os stories mudou a forma em que o usuário engaja com o Instagram. A plataforma, que originalmente era focada somente em conteúdo visual, agora permite textos —além de facilitar o compartilhamento das postagens com outros usuários. Essa combinação, texto e compartilhamento, junto com a enorme base de usuários, fez com que o Instagram se parecesse mais com o Facebook, chamando a atenção dos que veem na plataforma um ambiente perfeito para propagandas e fake news.

Muitos interpretam o Instagram como uma plataforma inofensiva, onde celebridades postam seus cotidianos, influenciadores dão dicas de beleza e o conteúdo de comédia fica por conta dos perfis de “zoeira”. Todo o pacote leva o usuário a aceitar o conteúdo de uma forma mais fácil, já que a sua percepção é que os conteúdos são leves e inócuos. Assim, sem um engajamento mais crítico, os acabam consumindo um dos principais tipos de conteúdo compartilhado no Instagram, os memes. Os memes são um canal cada vez mais popular para desinformações e citações falsas. Esse conteúdo visual além de ser fácil e barato de produzir, é mais difícil de verificar a veracidade da mensagem do que artigos de sites duvidosos.

Os vídeos curtos do Instagram também serão instrumentais na propagação de desinformação. Aliás, eles já são compartilhados por figuras políticas para propagar fake news, por exemplo em 2018 a então candidata Joice Hasselmann compartilhou em sua conta um vídeo dizendo que um suposto hacker estava pronto para e invadir o sistema de urnas eletrônicas para fraudar os votos e garantir a vitória presidencial do candidato do PT- o que nunca foi comprovado. Uma outra forma de vídeo que tem o potencial de ser um dos maiores perigos em relação a desinformação é o deepfake. O deepfake é uma tecnologia que usa inteligência artificial (IA) para criar vídeos falsos, mas realistas, de pessoas fazendo coisas que elas nunca fizeram na vida real. A técnica que permite fazer as montagens de vídeo já gerou desde conteúdos pornográficos com celebridades até discursos fictícios de políticos influentes.

O Instagram já é alvo de campanhas de desinformação. Segundo um relatório encomendado pelo Comitê de Inteligência do Senado Americano, a empresa russa Internet Research Agency (IRA) passou mais tempo em 2016 e 2017 engajando os seus esforços propagandistas no Instagram do que no Facebook e Twitter. O relatório tambem avalia que o Instagram provavelmente será o principal campo de batalha em base contínua. Um outro estudo da Universidade de Nova York alerta que o Instagram será a plataforma de escolha para pessoas que desejam disseminar desinformação baseada em memes.

O Facebook vem se empenhando para conter o compartilhamento de fake news tanto em sua plataforma quanto no Instagram. A empresa já anunciou um programa de checagem de fatos que detecta conteúdos questionáveis em imagens, áudio e vídeos, e já expandiu o programa aos 23 parceiros de verificação de fatos em 17 países. O Instagram também facilitou a forma em que usuários podem reportar contas e conteúdos suspeitos.

Porém, isso não será o suficiente. Segundo Paul M Barrett, da Universidade de Nova York, uma vez que as plataformas determinam que o material é comprovadamente falso, ele deve ser eliminado para que não se espalhe mais. As plataformas devem reter uma cópia do conteúdo excisado em um arquivo isolado, disponível para fins de pesquisa a acadêmicos, jornalistas e outros. As consequências das fake news no Instagram podem ser mitigadas se uma abordagem multifacetada for implementada, onde o Judiciário, polícia, imprensa, centros educacionais e a própria plataforma possam trabalhar em conjunto, cada um em sua frente e função. É preciso agir prontamente e não deixar o que aconteceu nas eleições de 2018 volte a ocorrer em 2020.

David Nemer é especialista em antropologia da informática e professor da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos.

“Farinhada”, Ivon Curi: Baião que caiu no gosto popular e atravessa o tempo, de autoria exclusiva do imortal sanfoneiro nordestino  Zé Dantas, mais conhecido como “Tava na Peneira”. Aqui em imbatível interpretação de Ivon, em gravação feita  em junho de 1955 e lançada em agosto seguinte  pela RCA Victor. Trilha sonora para o namoro atual de Regina Duarte com a Cultura. Confira!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

 

DO EL PAÍS

Bolsonaro deixa Palácio do Planalto.
Bolsonaro deixa Palácio do Planalto.ADRIANO MACHADO / REUTERS (Reuters)
 

Segundo os dados do estudo, Bolsonaro volta a experimentar um percentual maior de avaliação positiva que negativa, tal qual no início de seu Governo. Em fevereiro de 2019, 57,5% aprovavam o presidente, contra 28,8% que exibiam insatisfação. Na última versão da pesquisa, em agosto, sua reprovação havia atingido o ápice, com 53,7%, número semelhante ao de Dilma Rousseff no começo de 2015, ano em que o processo de impeachment foi acolhido pelo Congresso Nacional.

A notícia sobre a recuperação de Bolsonaro aparece num momento em que o Governo lida com o episódio que provocou a demissão do então secretário de Cultura, Roberto Alvim, por causa de um vídeo inspirado em falas do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels. O levantamento, porém, não capta toda a reação do caso: as entrevistas foram realizadas entre 15 e 18 de janeiro. Alvim foi demitido na última sexta-feira, dia 17.

O vídeo de Alvim provocou rechaço generalizado e ampla repercussão nas redes. De acordo com Andrei Roman, diretor-executivo do Atlas Político, que presta consultoria com pesquisas de opinião atualizadase em tempo real, a rejeição ao Governo Bolsonaro aumentou cerca de 5 pontos percentuais após a repercussão negativa do vídeo. “Isso revela uma volatilidade cada vez maior da avaliação do presidente e do Governo em função de eventos específicos”, diz Roman.

Expectativas econômicas

O levantamento da CNT/MDA ainda aponta que 36,2% dos entrevistados dizem acreditar que o Brasil melhorou após um ano de Governo Bolsonaro. Já 37,4% acham que a situação permanece inalterada, e outros 25% opinam que piorou. Entre os que enxergam um país melhor, 48,7% destacam a economia como maior evolução durante seu mandato e 46,8% entendem que a corrupção diminuiu em relação aos últimos Governos —um percepção positiva apesar de o filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, está sendo investigado sob suspeita de lavagem de dinheiro e apropriação indevida de parte dos salários de servidores no Rio.

Além da aprovação, a pesquisa também mediu as intenções de voto para a corrida presidencial em 2022. Em sondagem espontânea, Bolsonaro (sem partido) lidera com 29,1%, seguido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 17%, e Ciro Gomes (PDT), que soma 3,5% das intenções. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, aparece com 2,4%, à frente de Fernando Haddad (PT), com 2,3%, João Amoêdo (NOVO), com 1,1%, e do apresentador Luciano Huck, mencionado por 0,5% dos entrevistados.

  

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

Regina Duarte vai a Brasília para conhecer estrutura da Secretaria Especial de Cultura

Regina Duarte vai a Brasília para conhecer estrutura da Secretaria Especial de Cultura

 

A atriz Regina Duarte chegou a Brasília no início da tarde desta quarta-feira (22) e foi para o Palácio do Planalto, onde foi recebida pelo presidente Jair Bolsonaro em um almoço.

Convidada pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura, ela ainda não confirmou se entrará para o governo.

Ao desembarcar no aeroporto de Brasília, a atriz foi indagada sobre o convite do presidente. Como no início da semana, Regina Duarte disse que ainda está “noivando”.

“Vou continuar conversando. Noivando, noivando”, respondeu.

Questionada sobre o que falta para se casar com o governo, a atriz disse: “Aí essa pergunta é complicada.”

Após o encontro, o presidente Bolsonaro publicou, em uma rede social, foto em que aparece abraçado com Regina Duarte. Na legenda, escreveu: “O noivado continua…”. Bolsonaro também não indicou se o convite foi aceito oficialmente pela atriz.

Ela também participou de reunião com os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Jorge Oliveira (Secretaria Geral) e Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), ao qual a Secretaria de Cultura está atualmente subordinada.

O presidente convidou Regina Duarte para o cargo no fim da semana passada, quando o então secretário da Cultura, Roberto Alvim, foi demitido. Alvim caiu após ter publicado um vídeo nas redes sociais em que fez um discurso com frases usadas por Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do governo nazista de Adolf Hitler.

 Na segunda-feira (20), a atriz teve uma conversa com Bolsonaro no Rio de Janeiro. Foi quando disse que estava “noivando” com o governo. Na reunião, ficou acertado que a atriz iria a Brasília conhecer a secretaria e fazer uma espécie de teste no cargo.

A Secretaria Especial da Cultura herdou as atividades do antigo Ministério da Cultura, extinto por Bolsonaro no início do mandato do presidente, no ano passado.

Regina Duarte também foi questionada no desembarque se a pasta voltará a ter status de ministério numa eventual gestão dela. “Não sei e não acho que isso é importante agora”, respondeu a atriz.

O Ministério da Justiça rebateu as críticas do governo do Distrito Federal à transferência de líderes de facções criminosas para o presídio federal de Brasília.

“Não há qualquer informação de que a transferência e a manutenção de lideranças de organização criminosa para o presídio federal de Brasília ofereçam riscos à população civil”.

O ministério afirmou também que nenhum dos estados que abrigam presídios de segurança máxima questionou as ações da Justiça.

E rebateu as declarações do secretário de Segurança do DF, Anderson Torres, que já foi cotado para assumir a direção da PF: “Os criminosos ficam recolhidos dentro dos presídios, não fora.”

jan
23
Posted on 23-01-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-01-2020


 

Duke, NO JORNAL

 

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23

Por Fernanda Vivas, Mariana Oliveira e Rosanne D’Agostino, TV Globo e G1 — Brasília

 Ministro Luiz Fux durante sessão plenária no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília (DF) em 2019 — Foto: Fátima Meia/Futura Press/Estadão Conteúdo  Ministro Luiz Fux durante sessão plenária no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília (DF) em 2019 — Foto: Fátima Meia/Futura Press/Estadão Conteúdo

Ministro Luiz Fux durante sessão plenária no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília (DF) em 2019 — Foto: Fátima Meia/Futura Press/Estadão Conteúdo

 

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, suspendeu nesta quarta-feira (22) por tempo indeterminado a implementação do chamado juiz de garantias, previsto no pacote anticrime aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro do ano passado.

Quatro ações questionam o tema no Supremo e são relatadas por Fux. O ministro também está encarregado do plantão do STF no recesso do Judiciário. Caberá a ele liberar o processo para a pauta do plenário.

A decisão de Fux ocorre dias depois de o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, adiar a implantação do sistema nos tribunais por até 180 dias. Essa decisão foi revogada pelo relator.

A suspensão valerá até que o plenário do STF decida se as novas regras estão de acordo com a Constituição. Ainda não há data marcada para análise.

Na decisão de 43 páginas, Fux esclareceu que esse entendimento vale para todas as quatro ações que tramitam sobre o tema. Elas foram apresentadas por duas associações de magistrados, uma de integrantes do Ministério Público e três partidos políticos.

Fux apontou três motivos para ajustar a decisão de Toffoli:

  • a aprovação da lei pelo Congresso não tira a legitimidade do Judiciário para verificar a constitucionalidade do texto;
  • o Judiciário, diz Fux, só deve adaptar a lei sancionada em decisão definitiva, de mérito;
  • a liminar (decisão provisória) deve ser reversível, para que não prejudique futura decisão do próprio STF.

Ainda segundo Fux, o Judiciário não deve fazer juízo sobre se algum projeto é “bom ou ruim, conveniente ou inconveniente, apropriado ou inapropriado”, mas sim verificar se há prejuízo às leis. No caso, ele apontou que a figura do juiz de garantias traz “violação explícita” à Constituição.

O ministro diz que a inclusão ou não do juiz de garantias no processo penal ainda depende de debate mas, segundo Fux, não se pode dizer que há maior isenção com a atuação de dois magistrados.

“A existência de estudos empíricos que afirmam que seres humanos desenvolvem vieses em seus processos decisórios não autoriza a presunção generalizada de que qualquer juiz criminal do país tem tendências comportamentais típicas de favorecimento à acusação. Mais ainda, também não se pode inferir, a partir desse dado científico geral, que a estratégia institucional mais eficiente para minimizar eventuais vieses cognitivos de juízes criminais seja repartir as funções entre o juiz das garantias e o juiz da instrução.”

 

Segundo o ministro, a figura poderia levar a Justiça ao “colapso”. “Multiplicando esse mesmo exemplo às milhares de varas criminais do país, propagar-se-ia uma desorganização dos serviços judiciários em efeito cascata de caráter exponencial, gerando risco de a operação da justiça criminal brasileira entrar em colapso.”

“Em vez de se produzir uma política pública integrativa com a participação dos entes interessados, promove-se uma mudança estrutural no Poder Judiciário por meio da aprovação de uma regra de impedimento processual, a qual, embora de efeitos aparentemente sutis, encontra-se apta a gerar a completa desorganização do sistema de justiça criminal.”

Em uma rede social, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro – que sempre manifestou oposição à figura do juiz de garantias – elogiou a decisão de Fux.

“Uma mudança estrutural da Justiça brasileira demanda grande estudo e reflexão. Não pode ser feita de inopino. Complicado ainda exigir que o Judiciário corrija omissões ou imperfeições de texto recém aprovado, como se fosse legislador positivo. Excelente ainda a idéia de realização de audiências públicas na ação perante o STF, o que na prática convida a todos para melhor debate”, declarou.

Decisão de Toffoli

No dia 15 de janeiro, Toffoli, concedeu uma decisão liminar (provisória) suspendendo a maior parte das regras sobre o juiz de garantias por 180 dias.

Somente um dos pontos sobre o novo sistema foi suspenso por tempo indeterminado: a regra que estabelecia que, nas comarcas com apenas um juiz, seria feito um rodízio para viabilizar a implantação do juiz de garantias em cidades menores.

Toffoli ainda determinou que o juiz de garantias não valeria para:

  • processos de competência originária dos tribunais superiores (como STJ e STF) e tribunais de Estados e do Distrito Federal;
  • processos de competência do Tribunal do Júri, em que a decisão já é colegiada;
  • casos de violência doméstica e familiar, que, segundo a decisão, demandam um “procedimento mais dinâmico”;
  • processos criminais de competência da Justiça Eleitoral.
 

Toffoli também estabeleceu uma transição para os processos em andamento. As regras variavam de acordo com o estágio de tramitação dos processos – a depender se o caso estava em fase de investigação ou se já tinha se transformado em ação penal.

Juiz de garantias

O juiz de garantias vai atuar na fase de investigação de crimes, quando forem necessárias decisões judiciais em relação a pedidos de quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico; mandados de busca e apreensão; prisão temporária, preventiva ou medida cautelar.

Pela lei, a atuação do juiz de garantias abrange todas as infrações penais, exceto crimes de menor potencial ofensivo (com penas de até dois anos) e contravenções penais. E é encerrada com o recebimento da proposta de ação penal (denúncia ou queixa).

Outro magistrado vai tratar do processo após a ação penal, até a sentença.

Assim que a nova lei foi publicada no “Diário Oficial da União” em 24 de dezembro de 2019, associações de magistrados e juízes, como a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) e a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), indicaram as dificuldades operacionais de implementar a criação do juiz de garantias em um prazo de 30 dias.

As duas associações, juntas, apresentaram ao STF uma ação direta de inconstitucionalidade contestando a proposta.

Outras três ações também foram apresentadas: uma pelos partidos Podemos e Cidadania; outra pelo PSL; e a terceira pela Associação Nacional do Membros do Ministério Público (Conamp).

Dias depois da publicação da nova legislação, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou um grupo de trabalho para analisar formas de implementar a figura do juiz de garantias e abriu consulta pública para receber sugestões sobre o tema. No mesmo dia em que decidiu sobre o juiz de garantias, o ministro Dias Toffoli determinou a prorrogação do prazo para a conclusão dos trabalhos do grupo.

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