Do Jornal do Brasil

 

Macaque in the trees
Durante campanha presidencial, Regina Duarte visitou Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/Twitter)

Ontem, o apresentador William Bonner, do “Jornal Nacional”, leu nota do Grupo Globo sobre a eventual nomeação da atriz Regina Duarte para a Secretaria de Cultura do Governo Bolsonaro. O texto diz que ela é funcionária da emissora e, se quiser entrar para a política, precisa pedir demissão, em atenção ao código de ética da Vênus Platinada. Regina ganhou o apelido de “namoradinha do Brasil” nos anos 70/80, quando fazia muito sucesso nas novelas da Globo e ilustrava capas das mais importantes revistas. Ontem, ao sair de reunião com o presidente, ela disse que estava “noivando” com Bolsonaro.

Será que Regina vai abrir mão do holerite poderoso impresso na Rua Lopes Quintas, no Jardim Botânico? Quem viver verá. (Marcio Gomes/InformeJB)

“Se Non Avessi Piu Te”, Gianni Morandi: Romântica e impetuosa interpretação de Morandi e um dos maiores sucessos de sua carreira de grande e inesquecíveis performances. É a faixa 6 do lado A do álbum “Gianni Trde” – terceiro disco do cantor, lançado em 1966 pela graadora RCA. Reeditado em CD, em1992. Tudo de bom para ouvir, cantar e recordar no BP. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jan
22

“Huck não está em Davos como apresentador de televisão”

 

Por Diego Amorim
Roberto Freire, presidente do Cidadania (antigo PPS), partido pelo qual Luciano Huck poderá se candidatar ao Planalto em 2022, disse a O Antagonista que a participação do apresentador no Fórum Econômico Mundial, em Davos, não tem “relação direta” com sua pretensão política.

“Davos não é nenhuma primária eleitoral. Não tem essa relação direta com processos políticos eleitorais, não é bem isso. O que lá tem é uma discussão de setores importantes do mundo da economia, das finanças, que vão para lá discutir caminhos futuros, realidades e problemas atuais. É um fórum de debate, de ideias”, comentou.

Freire afirmou que Davos é palco de “personalidades que têm peso na política local, no sentido mais amplo de política”.

“Nós temos um presidente que não vai porque é incapaz de talvez debater minimamente qualquer coisa, que tem que terceirizar a Presidência”, alfinetou.

Perguntamos se Luciano Huck é uma dessas “personalidades que têm peso na política local”.

“Há muito tempo. Talvez grande parte da opinião publica brasileira não conheça, mas ele está envolvido na política há muito tempo. De forma mais consistente, a partir de 2018, quando se imaginou uma participação mais efetiva. Ele desistiu, recuou, mas continuou na política. O que ele diz já começa a significar um norte para alguns setores, para algumas pessoas, para alguns movimentos.”

Perguntamos também se Huck, nos bastidores de Davos, está se apresentando como provável candidato à Presidência da República.

“Acho que não. Mas todo mundo está olhando para ele. Ele não está lá como apresentador de televisão.”

Freire acrescentou que as críticas não são determinantes para definir o momento do anúncio da candidatura de Huck.

“Apanhar ou não apanhar é irrelevante. Vai acontecer a qualquer momento [a confirmação da candidatura]. Já está acontecendo um certo histerismo de lulistas e bolsonaristas, que são muito iguais, muito assemelhados. Não podemos imaginar um processo de afirmação ou não de candidatura a partir dessas críticas.”

 

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

Fumaça das queimadas na Amazônia em Altamira (PA) — Foto: João Laet/AFP Fumaça das queimadas na Amazônia em Altamira (PA) — Foto: João Laet/AFP

 

Fumaça das queimadas na Amazônia em Altamira (PA) — Foto: João Laet/AFP

 

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (21), por meio de uma rede social, que determinou a criação do Conselho da Amazônia e de uma Força Nacional Ambiental, que atuará na “proteção do meio ambiente da Amazônia”.

O anúncio ocorre após o governo brasileiro, e o próprio Bolsonaro, serem alvos de críticas, inclusive internacionais, pela atuação na área ambiental (leia mais abaixo).

Bolsonaro informou na publicação que o vice-presidente Hamilton Mourão será o coordenador do conselho, que deverá organizar ações entre ministérios para “proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia”.

“Determinei a criação do Conselho da Amazônia, a ser coordenado pelo Vice Presidente @GeneralMourao, utilizando sua própria estrutura, e que terá por objetivo coordenar as diversas ações em cada ministério voltadas p/ a proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, escreveu Bolsonaro.

“Dentre outras medidas determinadas está também a criação de uma Força Nacional Ambiental, à semelhança da Força Nacional de Segurança Pública, voltada à proteção do meio ambiente da Amazônia”, acrescentou.

Mais tarde nesta terça, Bolsonaro informou, após reunião ministerial no Palácio da Alvorada, que o ministro da Economia, Paulo Guedes, “deu sinal verde” para criação da Força Nacional Ambiental.

O presidente, contudo, não informou o custo para criação da força. Bolsonaro ainda afirmou que Mourão é a “melhor pessoa” para dar detalhes sobre a força e o conselho.

O G1 procurou o Planalto e a Vice-Presidência e o Ministério do Meio Ambiente para obter mais informações, e aguarda resposta.

 
Focos de queimadas na Amazônia aumentam em 2019, informa o Inpe

Focos de queimadas na Amazônia aumentam em 2019, informa o Inpe

Força Nacional

A Força Nacional atua mediante o pedido feito por governadores ou, em casos pontuais, em apoio à Polícia Federal ou a outros órgãos federais.

A tropa costuma ser utilizada em ações de policiamento ostensivo, de combate a crimes ambientais, bloqueios em rodovias, ações de defesa civil em caso de desastres e catástrofes e ações de polícia judiciária e perícias.

Nos últimos anos, por exemplo, a Força Nacional foi empregada para reforçar a segurança em estados, como o Rio Grande do Sul. A Força Nacional ainda foi empregada, em apoio aos militares das Forças Armadas, em operações de garantia da lei e da ordem (GLO).

Política ambiental do governo sofre críticas

A política ambiental se tornou foco de atritos para Bolsonaro ao longo de seu primeiro ano de governo.

O presidente protagonizou rusgas com organizações não-governamentais (ONGs), pesquisadores, políticos estrangeiros (o presidente francês Emmanuel Macron e a chanceler alemã Angela Merkel) e com o ator Leonardo DiCaprio, conhecido por sua militância na área ambiental.

 
 
Leonardo DiCaprio reage às acusações de Jair Bolsonaro sobre incêndios na Amazônia

Leonardo DiCaprio reage às acusações de Jair Bolsonaro sobre incêndios na Amazônia

A preservação da floresta amazônica foi um tema polêmico no primeiro ano do mandato de Bolsonaro, com registro de aumento do desmatamento na região e uma crise provocada por queimadas, na qual o presidente enviou as Forças Armadas para auxiliar no combate ao fogo.

No episódio das queimadas, Bolsonaro afirmou, sem apresentar provas, que organizações não-governamentais poderiam estar por trás dos focos de incêndios, a fim de prejudicar o governo.

Em outro episódio, mudanças propostas pelo governo no Fundo Amazônia, que financia projetos para a proteção da floresta e da biodiversidade, levou os governos de Alemanha e Noruega, que são os doadores de recursos para o fundo, a suspender os repasses.

A Amazônia foi um dos temas centrais do discurso do presidente, em setembro, na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. Ele disse ter “compromisso solene” com a preservação do meio ambiente e acusou líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil.

 
 
Bolsonaro volta a acusar ONGs e governadores dos estados da Amazônia sobre queimadas

Bolsonaro volta a acusar ONGs e governadores dos estados da Amazônia sobre queimadas

Monitoramento do desmate

Outra polêmica de 2019 foi quanto ao uso dos sistemas de monitoramento do desmate. O governo tem dois: um para alertas diários e outro para dados consolidados anuais.

Os alertas diários são emitidos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) e servem para embasar ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

 

Já os dados oficiais são do Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). Especialistas dizem que a falta de fiscalização e punição está levando ao crescimento do desmatamento na região amazônica.

Os alertas diários preliminares de áreas com sinais de devastação na floresta vêm sendo confirmados ano a ano.

A divulgação destes alertas gerou críticas do presidente Jair Bolsonaro, que afirmou que os números prejudicam a imagem do país. O episódio levou à exoneração do então diretor do instituto, Ricardo Galvão. Tanto a taxa oficial quanto os alertas diários preliminares são do Inpe, que é ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

DO EL PAÍS

O presidente dos EUA deixa de lado o “EUA primeiro, mas não sozinhos” para dar a largada em sua campanha eleitoral de defesa dos trabalhadores e do emprego

Trump, após seu discurso no Fórum de Davos na terça-feira.
Trump, após seu discurso no Fórum de Davos na terça-feira.DENIS BALIBOUSE / REUTERS (Reuters)

A poucas horas de que, a cerca de 6.700 quilômetros de distância, começasse o julgamento de seu impeachment no Senado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu nesta terça-feira no Fórum de Davos o tiro de largada de sua campanha eleitoral. Trump dedicou a maior parte de seu discurso a analisar as conquistas, reais ou fictícias, da presidência em matéria comercial, desde a criação de empregos à evolução das Bolsas. No final, investiu contra o “catastrofismo climático” e alertou, também de olho no público interno, que “não nos deixaremos dominar pelos socialistas radicais”.

Nada permanece no discurso de Trump do “EUA em primeiro, mas não sozinhos”, que hasteou nesse mesmo palco em 2018. “Quando falei neste fórum há dois anos, eu lhes disse que havíamos lançado o grande retorno americano”, disse Trump. “Hoje, tenho orgulho de declarar que os Estados Unidos estão em meio a um boom econômico como o mundo nunca viu antes”.

E como amostra, sob essa ótica, uma longa lista de vitórias no comércio para os trabalhadores ?”criamos sete milhões de empregos? e as empresas de classe média ?“na primeira metade de 2019, atraímos 25% de todo o investimento estrangeiro direto do mundo”?, incluindo a primeira fase de um acordo comercial com a China e a aprovação pelo Senado de um novo pacto com o Canadá e o México. Tudo isso, disse, apesar do fato de o Federal Reserve “elevar as taxas de juros depressa demais e as reduzir devagar demais”, uma das tradicionais queixas de Trump sobre o banco central dos EUA. “Os outros países deveriam seguir o exemplo do nosso modelo econômico, que coloca os cidadãos em primeiro lugar”, afirmou. No final do pronunciamento, já nos corredores, o Prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz criticou duramente o discurso e as “mentiras e cifras falsas” dadas por Trump.

Na presença da ativista sueca Greta Thunberg, que pouco antes tinha criticado os líderes de Davos por falar muito sobre o clima, mas não fazer nada, Trump atacou no final de seu discurso os “catastrofistas” que alertam para as graves consequências das mudanças climáticas. “Temos que rejeitar os eternos catastrofistas e suas previsões de apocalipse.” Trump acusou os “herdeiros dos insensatos adivinhos do passado” de estarem errados nas mudanças climáticas, como já fizeram, segundo ele, quando há décadas previram a superpopulação do planeta ou o fim do petróleo.

“Previram uma crise de superpopulação nos anos 60, uma fome em massa nos anos 70 e o fim do petróleo na década de 90. Esses alarmistas sempre exigem a mesma coisa: poder absoluto para dominar, transformar e controlar todos os aspectos de nossas vidas. Nunca permitiremos que socialistas radicais destruam nossa economia, destruam nosso país ou acabem com nossa liberdade”, disse o líder dos EUA, em uma referência aberta a seus rivais democratas nas eleições de novembro próximo.

A mensagem triunfante de Trump chega 24 horas depois que o Fundo Monetário Internacional (FMI) previu um crescimento mais moderado para a primeira potência este ano, de 2%, e para 2021, de 1,7%, depois dos 2,3% alcançados em 2019, agora que o estímulo decorrente da redução de impostos se desvanece.

Durante sua visita a Davos, Trump planeja se reunir com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Iraque, Barham Salih, e o do Paquistão, Imran Kahn.

jan
22

DO EL PAÍS

Ele viajou horas depois de afirmar que “não tinha outra opção” a não ser renunciar à vida no palácio

A chegada do príncipe Harry em Vancouver.
A chegada do príncipe Harry em Vancouver.

 El País

O príncipe Harry, da Inglaterra, já está no Canadá, onde se reencontrou com Meghan Markle e seu filho, Archie, para começar uma nova vida. Harry deixou Londres em um voo da British Airways com destino ao aeroporto de Vancouver depois de participar de seu último compromisso como membro da família real na Cúpula de Investimentos Reino Unido-África, em Greenwich, sudeste de Londres.

Horas antes, na noite de domingo, em Chelsea (Londres), Harry, emocionado, disse que “não tinha outra opção”, a não ser renunciar a seus deveres oficiais reais e iniciar uma nova vida no Canadá. “A decisão que tomamos de dar um passo atrás não foi com leveza. Foram muitos meses de conversas, depois de muitos anos de desafios. E sei que nem sempre acertamos, mas, ao chegar a este ponto, não havia outra opção (…) Mas espero que isso o ajude a entender o que tinha que acontecer, que terei de tirar minha família de um lugar que sempre conheci para dar um passo no que espero que seja uma vida mais tranquila.” E acrescentou: “Aceitei a decisão consciente de que não mudará nem quem sou nem meu compromisso. Somente espero que isto os ajude a entender o ponto a que cheguei, no qual decidi que toda a minha família dê um passo atrás do mundo que conheci para dar um passo à frente naquilo que, espero, seja uma vida mais pacífica.”

Quando chegou ao Canadá, Harry saiu pela porta traseira do avião com um gorro azul, um casaco esportivo de inverno e jeans, carregando uma sacola esportiva, com dois seguranças na escolta. O duque de Sussex foi conduzido em uma van escura nos últimos quilômetros até a casa em Vancouver em que ficará instalado com sua família por cerca de dois meses. Horas antes, Meghan Markle foi vista andando pela floresta perto de sua nova residência, de valor equivalente a 60 milhões de reais, com o filho e dois cães. Também estava escoltada por seguranças. Usava roupas esportivas e sorria para todos que via pelo caminho.

Markle acompanhou do Canadá as negociações do príncipe com sua avó, a rainha Elizabeth II, sobre como será sua nova vida. A duquesa, depois de quase dois meses fora de Londres, só retornou à capital britânica para participar de um evento na residência do Alto Comissariado do Canadá. Parece que nesses três dias ela aproveitou a oportunidade para fechar sua casa de Frogmore Cottage, em Windsor, e organizar a mudança. Além disso, os duques buscaram realocar em outras residências reais o pessoal de serviço que trabalhava com eles. Para o Canadá só viajou com eles a babá de Archie, que está há quase três meses fora do Reino Unido, já que os duques viajaram para lá no início de novembro, no que a princípio parecia uma estadia temporária que se tornará definitiva. O casal ainda não decidiu se continuará em Vancouver ou se estabelecerá em Toronto, a cidade onde Markle viveu seus últimos anos de solteira, quando era protagonista da série Suits.

jan
22
Posted on 22-01-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-01-2020


 

Clayton, NO JORNAL

 

 

 

 

DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS ( DE PORTUGAL)

Ator brasileiro, 89 anos, comparou o presidente Jair Bolsonaro com um famoso papel que interpretou em Roque Santeiro e a nova secretária da Cultura, Regina Duarte, ao par dele nessa novela

O ator brasileiro Lima Duarte comparou a provável futura secretária da Cultura, Regina Duarte, e o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ao famoso casal que ele e a atriz protagonizaram na novela Roque Santeiro (1985): “É perfeito para o Brasil de hoje: Sinhozinho Malta na Presidência e Viúva Porcina na Cultura.”

“Claro que é um Sinhozinho Malta, modéstia à parte, sem o charme do próprio. Bolsonaro e charme são duas coisas incompatíveis”, acrescentou à Folha de São Paulo o ator de 89 anos, fazendo um paralelismo entre a sua personagem, um coronel da cidade fictícia de Asa branca, e o atual presidente.

“Agora, a Porcina, a Regina… não sei no que ela vai se meter. Não quero emitir opinião sobre ela como pessoa, se vai dar certo, se não vai dar certo. Que seja feliz”, prosseguiu Lima Duarte, que diz conhecer mal a atriz com a qual contracenou: “Depois da novela vimos-nos muito pouco. Cada um seguiu a vida para seu lado.”

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