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Postado em 08-01-2020
Arquivado em (Artigos) por vitor em 08-01-2020 00:02
 DO EL PAÍS

O bombardeio aumenta a tensão no Oriente Médio após o assassinato do general iraniano Qasem Soleimani na última sexta-feira

Imagens do bombardeio à base Al Ain, no Iraque.
Imagens do bombardeio à base Al Ain, no Iraque.

Uma série de foguetes foi lançada nesta terça-feira sobre a base aérea de Ain Al Asad, no oeste do Iraque, onde tropas americanas estão em operação, de acordo com fontes do governo norte-americano citadas pelas agências Reuters e AFP. O ataque ocorre depois que grupos armados pró-iranianos no Iraque prometeram unir forças para responder ao ataque de um drone americano na sexta-feira passada em Bagdá, que matou o influente general iraniano Qasem Soleimani e o chefe militar iraquiano Abu Mahdi al Muhandis.

O governo do Irã iniciou a operação Mártir Soleimani e reivindicou o ataque, segundo a Bloomberg, que cita a televisão estatal no país asiático. Teerã ameaçou “respostas ainda mais devastadoras” em caso de um novo ataque de Washington. Os primeiros relatórios constatam que foram mais de uma dúzia de projéteis que atingiram a base, que fica a pouco mais de 200 quilômetros de Bagdá, segundo o Pentágono.

No Iraque, existem pelo menos 6.000 soldados americanos. Após a escalada das tensões nos últimos dias, o Pentágono anunciou que enviará 3.500 soldados para a região para reforçar as posições dos EUA. A Casa Branca anunciou que o presidente Donald Trump já foi “informado” do ataque e analisa a situação com seu Gabinete de Segurança. “Estamos cientes dos relatórios sobre os ataques contra postos militares dos EUA no Iraque”, disse Stephanie Grisham, porta-voz do governo dos EUA.

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