Por G1 BA

 

Governador da Bahia passa por cirurgia em São Paulo para retirada de nódulo mamário — Foto: Frame Governador da Bahia passa por cirurgia em São Paulo para retirada de nódulo mamário — Foto: Frame

Governador da Bahia passa por cirurgia em São Paulo para retirada de nódulo mamário — Foto: Frame

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), passou por uma cirurgia, na manhã deste domingo (5), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Segundo informações da assessoria do governo, Rui realizou a retirada de um nódulo mamário e ginecomastia, identificados durante investigação em dezembro do ano passado.

Segundo informações da assessoria do governo, os médicos optaram pela retirada bilateral das duas glândulas mamárias, mesmo sem indicação de malignidade. O procedimento ocorreu com normalidade e o governador segue internado.

De acordo com a assessoria, Rui Costa passa bem e está em plena recuperação. Não há previsão de alta. O governador está acompanhado da primeira-dama, Aline Peixoto, e da filha mais velha, Aline Cotrim.

 

A  assessoria informou que Rui Costa procurou atendimento médico após sentir dores no peito esquerdo. Os exames identificaram um aumento benigno, porém doloroso da glândula mamária esquerda do governador, chamado de ginecomastia.

No início de dezembro, o governador teve um mal-estar durante um evento, na cidade de Jequié, no sudoeste do estado. Rui teve uma queda na pressão arterial por causa do calor no município.

jan
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Sergio Moro comentou neste sábado a redução significativa do número de crimes em 2019.

Sem citar nomes, o ministro da Justiça ironizou declarações de “especialistas” de que a queda nas taxas de criminalidade não é de responsabilidade do governo de Jair Bolsonaro.

“Crimes caíram em todo o país em percentuais sem precedentes históricos em 2019. Leio de alguns ‘especialistas’ em segurança pública que o Gov Federal não tem nada a ver com isso. Dos mesmos que compunham ou assessoravam os Governos anteriores quando os crimes só cresciam”, afirmou no Twitter.

“Se quiserem atribuir a queda ao Mago Merlin, não tem problema. Os criminosos, sem diálogos cabulosos, sabem por que os crimes caem. Trabalhamos para melhorar a vida das pessoas e o que importa é que os crimes continuem caindo.”

“Rancho de Ano Novo”, Edu Lobo: Registro memorável do grande autor e compositor da MPB no álbum “Cantiga de Longe”,de 1970,  com participações luxuosas de Airto Moreira, Hermeto Pascoal , Claudio Slow e José Mariano. Raridade musical para os leitores e ouvintes do BP no primeiro domingo de 2020.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

G1, TV Globo

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em foto tirada em maio — Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em foto tirada em maio — Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em foto tirada em maio — Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

 

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, teve alta neste sábado (4) do hospital em Brasília onde foi submetida a procedimentos cirúrgicos estéticos. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto e pelo Hospital DF Star.

Ela havia sido internada na quinta-feira (2), mesmo dia em que foi operada. O presidente Jair Bolsonaro foi visitá-la durante a internação, mas não acompanhou a sua alta.

Boletim médico divulgado após a alta informou que a primeira-dama “apresentou ótima evolução clínica” e “continuará com acompanhamento pelo médico da família”. (leia a íntegra do boletim ao final da reportagem)

Segundo informações dadas no dia da cirurgia pelo médico Régis Ramos, responsável pelo caso, a primeira-dama trocou as próteses de silicone dos seios e corrigiu o afastamento do músculo do abdômen, comum em mulheres que passaram por gestações. A operação também foi realizada para corrigir uma hérnia umbilical.

 

Ao deixar o hospital, por volta das 11h20, a primeira-dama foi direto para o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

Na semana passada, Bolsonaro viajou para a Base Naval de Aratu (BA), inicialmente para passar o Ano Novo, e, na ocasião, informou que Michelle não iria junto em razão da cirurgia.

No dia 31, contudo, o presidente retornou a Brasília e passou o réveillon no Palácio da Alvorada. A assessoria informou que ele havia decidido antecipar o retorno para ficar com a família.

>> Veja no vídeo abaixo quando Bolsonaro visitou a primeira-dama no hospital

 
 
Bolsonaro visita primeira-dama que está internada em Brasília

Bolsonaro visita primeira-dama que está internada em Brasília

Íntegra

Leia a íntegra do boletim médico:

 

Boletim Médico

Brasília, 4 de janeiro de 2020.

A senhora primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro, internada no Hospital DF Star após ser submetida a procedimento cirúrgico apresentou ótima evolução clínica, recebendo alta hospitalar hoje, dois dias após a cirurgia, e continuará com acompanhamento pelo médico da família.

Direção médica responsável:
Dr. Régis de Souza Ramos Júnior – Cirurgião Plástico
Dr. Pedro Loretti – Diretor do DF Star

 

DO EL PAÍS

Funeral do poderoso militar morto em um ataque de drone dos Estados Unidos é iniciado no momento em que Irã ameaça uma resposta dura. Corpo chegará ao país neste domingo

Funeral do general iraniamo Qasem Soleimani, que começou neste sábado em Bagdá.
Funeral do general iraniamo Qasem Soleimani, que começou neste sábado em Bagdá.SABAH ARAR (AFP)

Milhares de pessoas se reuniram desde as primeiras horas da manhã em Bagdá para dar o último adeus ao general iraniano Qasem Soleimani —arquiteto das intervenções iranianas em todo o Oriente Médio—; ao comandante da milícia paramilitar xiita iraquiana Forças de Mobilização Popular (FMP), Abu Mahdi al Muhandis, e outros oito militares de ambos os países assassinados na sexta-feira por um drone dos EUA no aeroporto da capital do Iraque. No funeral, caminhando com a multidão, estava o primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul-Mahdi, que qualificou de “mártires” os mortos do ataque ordenado por Donald Trump e classificado como “violação da soberania iraquiana”. Também participaram o ex-chefe do Governo do Iraque, Nouri al-Maliki, bem como o presidente das FMP, Faleh al-Fayad, e Hadi al-Amiri, líder da Organização Bader, um dos grupos mais poderosos dessa coalizão de milícias.

O início do funeral aconteceu enquanto a região prende a respiração à espera de uma resposta iraniana ao ataque, após o Exército reiterar que prevê uma “dura vingança”.

Agitando bandeiras dos partidos e grupos armados xiitas e vestidos de preto ou de cores escuras, os participantes do funeral marcharam pacificamente a partir do santuário de Kadhimiya, ao longo do rio Tigre, aos gritos de “vingança!” e “morte à América!”, relata a agência France Presse. O cortejo que levava os caixões entrou em seguida na chamada zona verde, embora acompanhado apenas pelos representantes oficiais, enquanto a multidão permaneceu às portas desse bairro blindado, onde estão as principais instituições do Governo iraquiano e a Embaixada dos EUA. Na legação diplomática norte-americana foram registradas violentas manifestações nos dias anteriores à morte de Soleimani, que derivaram em um ataque ao edifício, em resposta a um bombardeio de Washington contra paramilitares pró-iranianos. Os protestos foram dissolvidos na quarta-feira, por ordem dos convocadores, mas Washington acusou Teerã de estar por trás deles e ameaçou fazer o Irã pagar “um preço muito alto”.

O parlamento iraquiano, que neste sábado deveria debater uma resolução para exigir a retirada das tropas norte-americanas, adiou a sessão em um dia para permitir que os deputados comparecessem ao enterro. As tropas norte-americanas que operam no âmbito da coalizão internacional no Iraque informaram que reverão sua participação, e a própria coalizão anunciou que reduzirá temporariamente suas ações militares contra o Estado Islâmico devido à situação de segurança do país, informa a agência France Presse.

O Exército iraniano, por meio de seu porta-voz Abolfazi Shekarchi, afirmou que não tomará nenhuma decisão precipitada, mas que sua vingança pelo assassinato de Soleimani “será cumprida” e será “dura”.

O funeral do polêmico comandante da Al Quds, a força de elite da Guarda Revolucionária, durará vários dias e seu corpo será levado, juntamente com o de Muhandis, a Kerbala e Najaf, cidades sagradas para a tradição xiita do islã. O corpo de Soleimani será repatriado ao Irã no domingo. No santuário do imã Reza, em Mashhad (noroeste do país), seus restos mortais serão expostos durante um dia antes da cerimônia de Estado em sua homenagem em Teerã, na segunda-feira. No dia seguinte será enterrado em sua província natal, Kerman, segundo informações das agências oficiais iranianas.

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05
Posted on 05-01-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-01-2020



 

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A grande loja londrina Fortnum & Mason cumpre um dos últimos pedidos do líder do Queen 28 anos depois de sua morte

Freddie Mercury durante um show do Queen no Madison Square Garden em dezembro de 1977.
Freddie Mercury durante um show do Queen no Madison Square Garden em dezembro de 1977.Foto: Getty Images

 Óscar Tévez

Freddy Mercury (Tanzânia, 1946 – Londres, 1991) morreu em novembro de 1991 em sua casa, em Kensington. Apenas 24 horas depois de confessar ao mundo o que muitos de seus seguidores e jornalistas temiam nas semanas prévias: o líder carismático do Queen havia contraído aids. “Acho que foi conveniente manter essa informação em segredo para proteger a privacidade das pessoas ao meu redor. No entanto, chegou o momento de meus amigos e fãs em todo o mundo saberem a verdade e espero que todos se unam a meus médicos e àqueles que lutam contra esta terrível doença”, explicaria o artista no comunicado.

  • Freddie Mercury junto a Mary Austin, su novia de la juventud y heredera de la mitad de su herencia, en 1983.

Mercury passou os últimos meses em sua mansão em Londres, onde morava com o namorado, Jim Hutton (juntos havia seis anos) e cinco gatos que adotaram, compondo e curtindo os amigos, sim, mas também amarrando todas as pontas soltas para quando não estivesse mais aqui. Pediu a Hutton que tudo fosse rápido. “Ele queria que tudo acabasse quanto antes, com o mínimo possível de alvoroço. Queria que o cremassem no próprio dia de sua morte para que tudo terminasse de uma vez e que todos pudessem voltar ao normal”, revela seu parceiro em Freddie Mercury: a Biografia Definitiva. Sussurrou para sua ex-mulher e melhor amiga, Mary Austin, a quem deixaria a mansão Garden Lodge e metade de seus bens, o que gostaria que fizessem com suas cinzas. Um desejo que até hoje permanece um mistério.

A loja de departamento londrina Fortnum & Mason cumpre há 28 anos um dos últimos pedidos do cantor: enviar uma cesta de Natal para cada uma das pessoas cujo nome ele deixou anotado em uma lista. “Achamos que é um gesto encantador, que sabemos que se repete todos os anos”, disse um porta-voz das lojas ao jornal Mirror. Cada uma das cestas é por conta da herança de Freddie Mercury, que argumentava que o dinheiro não pode comprar a felicidade, mas pode muito bem dá-la. “Um pequeno presente, um gesto, um detalhe… significa muito mais do que alguém te comprar o Big Ben”, chegou a dizer.

Elton John ao lado do cantor Peter Straker e de Freddie Mercury, em foto de outubro de 1977.
Elton John ao lado do cantor Peter Straker e de Freddie Mercury, em foto de outubro de 1977.Foto: Getty Images

Elton John, amigo íntimo do líder do Queen, foi o primeiro a receber um de seus inesperados presentes na manhã de Natal de 1991, apenas um mês depois da morte dele. “Um amigo comum apareceu na porta da minha casa e me entregou algo embrulhado em uma linda capa de travesseiro. Abri e lá dentro havia uma aquarela de um dos meus pintores favoritos. Vinha com um bilhete de Freddie, que dizia: ‘Querida Sharon, vi isto em um leilão e achei que você iria adorar. Te amo, Melina”, lembra o cantor no livro O Amor é a cura: Sobre vida, perdas e o fim da Aids. “Foi realmente emocionante. Ele estava morrendo e ainda pensava nos amigos. Ainda tenho a fronha ao lado da minha cama. Esse era o tipo de pessoa que ele era. Estava cheio de amor e vida”, lembra o cantor. Os nomes tampouco foram escolhidos ao acaso. Freddie era Melina e Sharon, Elton John. “Eram como alteregos nossos de drag queen”, explicaria o britânico no livro.

Não é o único que enaltece a generosidade dele. Seu amigo e assistente pessoal Peter Freestone, conhecido como Phoebe, diria como era importante para Mercury festejar as datas importantes. “Tinha um caderno de aniversário com a data de nascimento de todos os seus amigos. Queria garantir que não esqueceria ninguém”, revelaria em entrevista ao Express Online. “Se conhecia alguém e gostasse da pessoa, pegava o caderno e anotava seu aniversário. E também enviava um bilhete de agradecimento após um jantar agradável. Era um autêntico cavalheiro”.

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