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Sérgio Moro em Toronto visita estátua de Churchill:
sinais de Xangô?…
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…E Bolsonaro no Farol da Barra, de surpresa: coisa de Xangô…
ARTIGO DA SEMANA

 

Sinais para Moro e Bolsonaro: Xangô, orixá da Justiça, regerá 2020

Vitor Hugo Soares

Estamos no ano novinho em folha, como se dizia quando calendários eram distribuídos nas farmácias e armazéns de secos e molhados, junto com os almanaques e o livrinho do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato. Plagiando versos do frevo baiano, você queira ou não queira, nego, nega, 2020 chegou. Tambores nos terreiros e oráculos (menos Ciro Gomes, que segue prevendo, na BBC, a queda do chefe do governo antes do prazo constitucional) anunciam: tem nova divindade no comando do tempo e dos destinos. E quem regerá signos e caminhos dos 365 dias desta fase que se inicia é Xangô – que o sincretismo associa ora a São Jorge, santo guerreiro dos católicos, ora a São Sebastião, crivado de flechas – , orixá “do inesperado” cuja caracterí stica maior é a busca e cobrança incessante por justiça. Do ponto de vista da política e do poder, o ministro Sérgio Moro – gestor mais bem avaliado do governo, único brasileiro incluído entre as 50 Personalidades da Década, do jornal britânico Financial Times – não poderia esperar melhores indicativos para encarar os labirintos do ano iniciado quarta-feira.

Na Bahia, de onde escrevo, crentes e estudiosos acadêmicos dos cultos afro-brasileiros estão convencidos de que o regente do novo ano começou a mandar os seus  acenos – não só para o ex-juiz da Lava Jato –   antes mesmo dos primeiros fogos de artifícios e dos embalos da virada pelo País. Em Salvador, por exemplo, o presidente Jair Bolsonaro desembarcou, quase no fim de ano, com o propósito anunciado de passar 10 dias na praia de Inema, pescando no mar da Baía de Todos os Santos e de quase todos os pecados (segundo o saudoso cronista Nelson Gallo), mas retornou na manhã de terça-feira, à Brasília, para passar o réveillon ao lado da primeira dama, Michelle.

Isso horas depois de promover um auê no Farol da Barra, onde apareceu de surpresa em visita ao cartão postal do turismo e das manifestações políticas na capital baiana, com o sítio apinhado de soteropolitanos e visitantes nacionais e estrangeiros. Ali, sob radioso dia ensolarado de começo de verão, testou ao mesmo tempo – com reconhecido e documentado sucesso – sua proverbial coragem pessoal e sua controversa aceitação popular quanto ao desempenho político e administrativo, principalmente na região Nordeste. Cedinho, na manhã seguinte, debaixo de temporal que quase afoga a capital baiana, de forma tão inesperaa quanto a ida ao Farol, o presidente, pegou o avião, com a filha Laura, e voou de volta à Brasília para a chegada do Ano Novo. Mais Xangô impossível. Até nos signos emitidos em dupla direção.

No caso do ministro Moro, quem sabe dos cultos da negritude – candomblé e umbanda, principalmente – está convencido de que o martelo do orixá do ano, também se movimentou antes do réveillon. Semana passada, direto de Toronto, no Canadá, o ministro da Justiça postou duas fotos ao lado de uma estátua de Winston Churchill. Na legenda da primeira imagem, o ex-juiz escreveu: “Tempo de renovar energias com exemplos do passado e de sempre”. Na legenda da segunda foto, citou uma frase referencial do histórico guerreiro premier britânico, pronunciada em legendário discurso na Câmara dos Comuns, em 4 de junho de 1940: “We shall never surrender” (“Nós nunca nos renderemos”).
Precisa desenhar? Puro Xangô!!! O resto 2020 dirá.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br
 

“João Valentão”, Nana Canção: Sob palmas e olhares expressivos de Maria Beyhânia no DVD Brasileirinho, a filha de seu Dorival arrasa no palco mais  uma interpretação para ver e rever sossegadamente em dia de tensão planetária.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Por Ana Krüger e Roniara Castilhos, G1 e TV Globo — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na tarde desta sexta-feira (3) que o governo brasileiro não vai se manifestar sobre a morte do general iraniano Qassem Soleimani por não ter o “poderio bélico” dos Estados Unidos.

“Eu não tenho o poderio bélico que o americano tem para opinar neste momento. Se tivesse, eu opinaria”, afirmou ao ser questionado sobre como o Brasil via a atitude dos Estados Unidos.

Soleimani foi morto nesta quinta-feira (2) em Bagdá, no Iraque, em um bombardeio ordenado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O general era o líder da Força Al Quds, unidade especial da Guarda Revolucionária.O que se sabe sobre o bombardeio ordenado por Trump e a morte do principal general iraniano

Bolsonaro disse que, por enquanto, está descartada manifestação do Brasil sobre o tema por meio do Itamaraty. O presidente foi questionado pelos jornalistas na saída de um hospital em Basília onde a primeira-dama Michelle Bolsonaro está internada por conta de uma cirurgia plástica.

O presidente afirmou conversar com autoridades americanas e que os dois países são aliados em muitas questões. Porém, não detalhou o posicionamento do Brasil diante dos Estados Unidos e se limitou a dizer que essas conversas são reservadas.

 

Sobre se haveria alguma sanção por parte do Brasil, Bolsonaro disse: “Não, não há. Tudo fica no radar, tudo fica na mesa”.

Os jornalistas questionaram o presidente sobre se o Brasil poderia, diante do aumento das tensões no Oriente Médio, rever a decisão tomada ano passado de declarar o Hezbollah um grupo terrorista. Bolsonaro não respondeu e disse apenas “outra pergunta”.

O presidente disse saber do poderio bélico e econômico do Brasil, que, diz ele, deixou muito a desejar nos últimos trinta anos.

“Uma corrida para recalcar as Forças Armadas num nível mais baixo possível. Por que? Porque nós sempre fomos o último obstáculo para o sonho deles que era o socialismo e isso nós levamos em conta. Você não faz as Forças Armadas, não recupera de uma hora pra outra. Acredito que nós devemos ter umas Forças Armadas melhor preparada belicamente e material para os próximos anos”, completou.

Sobre se há uma meta de investimentos nas Forças Armadas, Bolsonaro disse que devem ser de acordo com o andamento da economia.

“Agora, no meu entender, é investimento, é garantia, é a certeza de democracia e liberdade as Forças Armadas”, afirmou.

Petróleo

Nesta sexta, Bolsonaro reuniu-se com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, para tratar da morte do general iraniano.

 

De acordo com o presidente, há uma estratégia sobre “como proceder no desenrolar dos fatos” e que o mais preocupante é uma eventual alta do petróleo.

Bolsonaro disse ter conversado com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e que a expectativa é a de que os preços voltem à normalidade em poucos dia, a exemplo do que ocorreu em setembro quando drones bombardearam instalações de petróleo da Arábia Saudita.

Caso o preço do petróleo dispare, Bolsonaro afirmou que “com toda certeza” será necessário tomar providência.

“Eu converso com o almirante Bento [ministro de Minas e Energia], com o presidente da Petrobras e com o Paulo Guedes e nós temos uma linha de não interferir, mas acompanhar e buscar soluções. A gente apela aos governadores. Vamos supor que aumente 20% o preço do petróleo, vai aumentar 20% o ICMS, não dá para os governadores cederem um pouco nisso também? Porque todo mundo perde. Quando você mexe em combustível, toda nossa economia é afetada nesta questão”, afirmou.

Do Jornal do Brasil

 

Os contratos futuros do petróleo subiam cerca de 3 dólares nesta sexta-feira, depois que um ataque aéreo dos Estados Unidos em Bagdá matou o chefe da força de elite Quds, do Irã, provocando preocupações sobre a escalada das tensões regionais e a interrupção do fornecimento de petróleo.

Macaque in the trees
General Qassem Soleimani do exército iraniano (Foto: Arquivo JB)

O petróleo Brent subia 2,95 dólares, ou 4,45%, a 69,2 dólares por barril, às 8:19 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 2,62 dólares, ou 4,28%, a 63,8 dólares por barril.

Um ataque aéreo no aeroporto de Bagdá matou o major-general Qassem Soleimani, arquiteto da crescente influência militar do Irã no Oriente Médio e um herói entre muitos iranianos e xiitas da região.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que uma dura vingança aguarda os “criminosos” que mataram Soleimani.

“Esperamos que confrontos de nível moderado a baixo durem pelo menos um mês e provavelmente fiquem limitados ao Iraque”, disse Henry Rome, analista do Irã na Eurasia.

A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá pediu nesta sexta-feira a todos os cidadãos norte-americanos que deixem o Iraque imediatamente devido à escalada nas tensões.

O Iraque, o segundo maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), exporta cerca de 3,4 milhões de barris de petróleo bruto por dia.(Reuters)

jan
04

Assassinato do general Qasem Soleimani é um golpe contra o núcleo do regime islâmico, talvez o mais grave possível sem atacar diretamente o Irã

Ángeles Espinosa

Mulheres iranianas marcham em protesto contra a morte de Qassem Soleimani.
Mulheres iranianas marcham em protesto contra a morte de Qassem Soleimani.Babak Jeddi/SOPA Images via ZUMA / DPA / Babak Jeddi/SOPA Images via ZUMA

Irã e Estados Unidos transformaram o Iraque em seu campo de batalha. Com o assassinato do general Qasem Soleimani, Washington não só abre um novo capítulo no conflito que mantém com Teerã, como cai no jogo iraniano, e isso ameaça desencadear uma guerra mais ampla pelo controle do Oriente Médio.

  • Pie de Foto: Hasan Rohaní, el pasado 6 de diciembre en la Universidad de Teherán.

A operação para eliminar o cérebro da política iraniana na região e poder de facto no Iraque não surgiu do nada. Foi lançada depois da escalada de tensões da última semana e de vários meses de provocações iranianas. Encurralado pelas duras sanções americanas e ferido em seu orgulho pela decisão do presidente Donald Trump de abandonar o acordo nuclear, o regime iraniano recorreu às suas armas favoritas: o uso de milícias aliadas que façam o trabalho sujo em seu lugar e permitam que ele evite as represálias diretas. No entanto, a reação de Washington pode ter ido mais longe do que Teerã esperava.

Quando a aviação americana bombardeou na semana passada várias posições da milícia iraquiana pró-iraniana Kataeb Hezbollah (KH, Brigadas do Partido de Deus, um grupo diferente do Hezbollah libanês, apesar de suas afinidades), fez exatamente o que Teerã pretendia: dar-lhe um pretexto para desviar a atenção de seus crescentes problemas no Iraque. O ataque do KH à base K-1, que matou um empreiteiro americano (e vários iraquianos) e desencadeou a retaliação, seguiu-se a uma dezena de ações similares desde em outubro contra bases em que há presença americana. Era apenas questão de tempo que uma delas causasse uma baixa entre os milhares de militares e pessoal de apoio dos EUA.

A contundente resposta americana permitiu que o Irã e seus aliados iraquianos transferissem o peso da grave crise política iraquiana para Washington. Seguindo o roteiro da cartilha iraniana, uma multidão conseguiu entrar nas instalações da Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, sem que as forças de segurança iraquianas fizessem nada para evitar (apesar de estar dentro da Zona Verde) e inclusive, segundo as imagens, com a participação ativa de alguns de seus membros na invasão. A presença entre a multidão de vários líderes das milícias, incluindo o chefe do KH, Abu Mahdi al Mohandes, não deixou dúvidas. Apesar de sua teórica incorporação às forças armadas convencionais, esses grupos paramilitares obedeciam a Soleimani, ou seja, à República Islâmica.

Enquanto os analistas faziam paralelismos com o ataque à representação diplomática americana na cidade líbia de Bengasi (2012) ou a invasão da Embaixada dos EUA em Teerã (1979), os iraquianos que há três meses protestam contra a corrupção de seu sistema político e a excessiva influência do Irã em seu país temiam que um golpe que frustrasse suas reivindicações.

Depois de 48 horas de tensão, durante as quais ficou evidente a impotência dos políticos iraquianos, alguém deu a ordem de retirada e a polícia voltou a tomar posição no perímetro externo da embaixada (dentro, a segurança tinha sido reforçada com uma centena de marines). Parecia que o pior tinha passado. Até que na madrugada desta sexta-feira ocorreu o assassinato seletivo de Soleimani, que estava acompanhado, entre outros, por Al Mohandes (nome de guerra de Jamal Jafaar Mohamed al Ibrahimi, que já em 1983 atentou contra a Embaixada dos Estados Unidos no Kuwait).

Não está claro se Washington avaliou as consequências da ação, ou se simplesmente caiu na armadilha que os iranianos armaram no Iraque. Mas matar Soleimani é muito mais do que matar um comandante militar. O chefe da Força Al Quds, o corpo de elite da Guarda Revolucionária, era visto como um herói no Irã e também entre os xiitas dos países vizinhos. Além disso, era considerado o segundo homem mais poderoso da República Islâmica, abaixo apenas do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.

Soleimani, cujo mito era alimentado igualmente por amigos e inimigos, foi o artífice da sobrevivência de Bashar al Assad na Síria; foi também o homem que buscou levar o crédito pela luta contra o Estado Islâmico ao espalhar astuciosamente nas redes sociais fotografias de sua presença ao lado dos milicianos nas trincheiras do Iraque. Sua morte vai além da represália pelos ataques que os EUA atribuem a ele contra interesses americanos na região. Trata-se de um golpe contra o núcleo do regime islâmico, talvez o mais grave possível sem atacar diretamente o Irã. Isso faz com que seja quase impossível que o leão ferido em que Khamenei se transformou não responda.

jan
04
Posted on 04-01-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-01-2020


Charge atualizada direto no site pelo próprio autor, ontem às 13:21 h

 

Genildo, NO PORTAL

 

jan
04

DO EL PAÍS

Carlos García Juliá, fugitivo por um quarto de século, esgotou todos os recursos judiciais para impedir seu retorno à Europa

 Naiara Galarraga Gortázar

Passeata após o massacre de advogados no bairro de Atocha (Madri), em 1977. No destaque, García Juliá.
Passeata após o massacre de advogados no bairro de Atocha (Madri), em 1977. No destaque, García Juliá.Ricardo Gutiérrez

Carlos García Juliá, condenado a 193 anos de prisão pela chacina da Atocha pouco depois do fim da ditadura franquista na Espanha e foragido desde 1994, está mais perto do que nunca de retornar ao seu país natal para cumprir o que resta da pena. O ex-militante de ultradireita já esgotou todos os seus recursos judiciais no Brasil para evitar sua extradição para a Espanha, e sua entrega agora depende apenas da assinatura do presidente Jair Bolsonaro, conforme informou a este jornal o advogado de García Juliá, Daniel Mourad Majzoub, nesta sexta-feira.

O Supremo Tribunal Federal autorizou a extradição inicialmente em agosto passado, mas o preso apresentou vários recursos que foram rejeitados até que, em 26 de dezembro, terminou o percurso judicial do caso neste país, segundo confirmou uma porta-voz da corte.

O espanhol foi detido há 13 meses em São Paulo depois de uma fuga de décadas que o levou também ao Paraguai, Bolívia, Chile, Argentina e Venezuela. O condenado, que aos 24 anos cometeu o massacre em cumplicidade de outro militante de ultradireita, hoje tem quase 70. Ainda deve cumprir os 3.855 dias — cerca de 10 anos e 6 meses — restantes dos 30 anos de prisão, a pena máxima que lhe foi imposta da década de 1980 pelo homicídio de cinco pessoas em um escritório de advogados de Madri, pela tentativa de assassinar outras quatro e por posse de armas. Era militante da formação ultradireitista Força Nova. Quando foi detido, em dezembro de 2018, García Juliá vivia em São Paulo com residência legal, sob uma falsa identidade venezuelana, e trabalhava como motorista do Uber. Tem mulher e uma filha, segundo Mourad.

Seu advogado observa que a assinatura de Bolsonaro não é um mero trâmite, e recorda o caso do radical de esquerda Cesare Battisti, que após ser condenado por quatro homicídios nos anos sessenta se refugiou no Brasil. O então presidente Luiz Inácio Lula da Silva se recusou a entregá-lo à Itália — algo que o próprio Bolsonaro no passado já usou de maneira reiterada para acusar Lula e o PT de protegerem terroristas. Mourad fez questão de recordar que Bolsonaro “é um militar de ultradireita”.

Depois da sanção presidencial, o Brasil teria 60 dias para entregar o preso à Espanha. Desde que foi detido, García Juliá permanece na carceragem da superintendência da Polícia Federal em São Paulo, junto com outros presos passíveis de extradição.

“A estratégia desde o começo foi ganhar tempo”, explica o advogado Mourad, argumentando que cada dia que seu cliente passa detido no Brasil — ou quando ficou preso na Bolívia por um crime relacionado a drogas — conta como três dias de pena na Espanha. Essa contagem, segundo ele, se baseia no precedente do caso Dioni, um famoso assaltante de bancos que também se refugiou no Brasil.

O militante ultradireitista foi condenado na Espanha em 1980 por ter sido um dos autores materiais do ataque armado que em 1977, dois anos depois da morte do ditador Francisco Franco, matou três advogados trabalhistas, um estudante de Direito e um funcionário administrativo em Madri. O escritório estava localizado na rua Atocha, no centro da capital espanhola.

O condenado, que cumpriu apenas 14 anos da pena, fugiu para a América Latina depois de obter o benefício da liberdade condicional. As autoridades perderam sua pista até pouco antes da sua detenção, em dezembro de 2018.

O assassino dos advogados da Atocha passou o ano inteiro apresentando recursos ao STF para tentar evitar sua extradição para a Espanha, onde, segundo as contas do seu advogado, já teria completado a pena que faltava cumprir e, portanto, deveria ser posto em liberdade.

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