Resultado de imagem para Cristo Redentor iluminado no Rio

ARTIGO

A mensagem é o homem

Gilson Nogueira

 

Pouso quase suave. Mesmo assim, acordei do sono com os olhos abertos, observando o verde do Rio que, invariavelmente, é visto como sinônimo do azul celeste. Há razões para tal. O céu e o mar, na terra da Bossa Nova, se beijam. O último reflete o primeiro. O azul do Rio é mais que uma cor. É o tom invisível que colore a alma. Pelo menos, a minha. Agora, por exemplo.

Estou deitado, de barriga para cima, e o Cristo Redentor, iluminado, pelos holofotes, no Alto do Morro do Corcovado, parece me dizer, de braços abertos, ” Seja bem-vindo, baiano, mais uma vez!” Agradeço, em silêncio, suspirando felicidade. Em profunda admiração pela capital da Estação Primeira da Mangueira, desde minha primeira viagem, aos 11 anos, para o Sul Maravilha, benzo-me, por segundo, fitando Ele de braços abertos, agradecendo-Lhe o presente de todos os dias, minha paz de espírito.

Cada vez que aqui aterrisso, algo me faz mais apaixonado pelo Rio.  Hoje, sendo beijado por minha neta mais velha, que obteve a média global de 8,88, em todas as matérias, no colégio, conheci um sujeito que me presenteou com sua história de vida e me fez exclamar, no íntimo: ” Rio, você é demais!” O táxi que peguei ao desembarcar no Tom Jobim era dirigido por um cidadão que passou-me a idéia de ser do tamanho do monumento conhecido mundialmente. E nos seus 77 anos de vida marcados pela dedicação à sua família veio a mensagem de final de ano! É isso o que você está pensando,caro leitor do Bahia em Pauta. Faça um gol de vida!

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta.

 

 

Gilson Nogueira

“Rio”, Os Cariocas: esplendorosa canção em bossa novo, no melhor e moderno estilo do revolucionário conjunto vocal nascido, criado e imortalizado na Cidade Maravilhosa, que ele representa musicalmente como ninguém. Aqui na música síntese do conjunto, no álbum gravado pela Biscoito Fino: o primeiro a registrado  com a formação mais atual (O novo álbum é o primeiro a ser registrado com a formação atual dos Cariocas (a décima), que conta com: Severino Filho: 1ª voz, piano e teclado (o único que participou de todas formações), Fabio Luna: 2ª voz, bateria, percussão e flautas, Neil Teixeira: 3ª voz, baixo elétricoe baixo acústico e Eloi Vicente: 4ª voz, solos, violão e guitarra elétrica. A harmonia, afinação, arranjo e primor técnico de sempre. Para acompanhar a leitura da crônica de Gilson Nogueira no BP, direto do Rio.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

 

 

Jornal do Brasil

 

MARCIO GOMES,

As barbas e os decotes devem estar de molho, no Tribunal de Justiça do Rio. Isto porque, divulgado ontem, o ex-governador Sérgio Cabral assinou acordo de delação premiada com a Polícia Federal, o que promete ser uma avalanche entre os togados fluminenses. Cabral teria garantido haver provas contra ministros do STJ – Superior Tribunal de Justiça, conselheiros do TCU – Tribunal de Contas da União, promotores do MPRJ – Ministério Público do Rio e… tchan-tchan-tchan-tchan!  Desembargadores do Rio.

Macaque in the trees
Sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (Foto: Matheus Salomão/amaerj.org.br)

Nos anexos que delimitam a entrega do ouro por Cabral haveria cônjuges de desembargadores também.

Essa cobra já está fumando há muito tempo! Desde a revelação da turma do guardanapo, mostrada em convescote parisiense pelo ex-governador Anthony Garotinho.

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dez
18
Posted on 18-12-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-12-2019

Do Jornal do Brasil

 

A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou nesta terça-feira (17) a suspensão provisória de todos os pagamentos a serem realizados pelo Tesouro Municipal.

A resolução 3.111, da Secretaria Municipal de Fazenda, foi publicada no Diário Oficial do Município. As informações são da Agência Brasil.

Macaque in the trees
Marcelo Crivella é o campeão da rejeição no Rio (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

De acordo com nota à imprensa divulgada pela prefeitura carioca, o objetivo da medida é ajustar o caixa do município em função dos arrestos determinados pela Justiça do Trabalho para pagamento de salários atrasados funcionários terceirizados da saúde municipal.

Ainda segundo a prefeitura, o procedimento é “pontual e pode ser revertido a qualquer momento”.

dez
18

DO EL PAÍS

Nova norma enfatiza o dever geral de cooperar com a Justiça e proíbe explicitamente a imposição de silêncio às vítimas de violência sexual e abusos

 Daniel Verdú
O papa Francisco, no Vaticano, no final de novembro.
O papa Francisco, no Vaticano, no final de novembro.Max Rossi (REUTERS)

O Papa Francisco, no dia em que completa 83 anos, promulgou duas novas leis que, entre outras coisas, eliminam o segredo pontifício —imposto pelo pontífice em questões e investigações de certa gravidade— em casos de violência sexual e abusos de menores e de vulneráveis por parte de representantes da Igreja. A nova regra visa acabar com a lei do silêncio que por tantos anos pairou sobre os casos de abusos e agilizará a tramitação das denúncias e seu possível encaminhamento às autoridades civis, caso o país em que ocorreram obrigue a isso, como já sucede nos Estados Unidos. A lei, conhecida como motu proprio, não afeta o segredo da confissão, que continua plenamente vigente também para esse tipo de crime.

A regra, que entrará em vigor imediatamente, também destaca que haverá o dever geral de cooperar com a Justiça quando houver mandatos executivos. Ou seja, as dioceses de cada país deverão fornecer toda a documentação sobre os processos e denúncias em curso que forem solicitados pela autoridade judicial. Algo que já havia sido apontado anteriormente, mas agora vem acompanhado pelo levantamento do segredo pontifício. Andrea Tornielli, diretor editorial da Santa Sé, assim resumiu a mudança: “Os documentos não serão de domínio público, mas, por exemplo, será facilitada a possibilidade de uma colaboração mais concreta com o Estado, no sentido de que a diocese que possui uma determinada documentação não está mais vinculada ao sigilo papal e pode decidir —o que deve fazer— colaborar transmitindo uma cópia da documentação também à autoridade civil”.

A nova norma é mais um passo na abertura do atual pontificado para o problema dos abusos de menores e um dos aspectos reivindicados na cúpula dedicada ao assunto, realizada em fevereiro. Além disso, é acompanhado da proibição de impor às queixas das vítimas a obrigação do silêncio. Uma ideia retirada de uma lei anterior e que aqui é novamente enfatizada. O único a quem serão impostas restrições será o réu, porque normalmente o bispo adotará medidas cautelares. Outra novidade na remoção do segredo papal que o Vaticano ainda não explicou é o grau de acesso que as vítimas terão à documentação de seu caso. Até agora, uma vez concluídos os processos administrativos, elas enfrentavam uma barreira informativa. A nova regra deve facilitar a possibilidade de examinar o arquivo do caso.

A lei veio acompanhada da explicação de um de seus responsáveis, o bispo espanhol Juan Ignacio Arrieta, que sintetiza seu conteúdo desta maneira: “Esta instrução busca especificar o grau de reserva com que serão tratadas as notícias ou denúncias relativas a abusos sexuais por parte de clérigos ou pessoas consagradas contra menores ou outros sujeitos determinados, e as eventuais condutas que tendessem a silenciá-los ou encobri-los. O objetivo é cancelar a sujeição ao chamado segredo pontifício, redirecionando o nível de reserva devidamente exigido para a proteção da boa reputação das pessoas envolvidas, para o normal segredo de ofício estabelecido, que todo pastor ou titular de um cargo público deve contemplar de modo distinto, de acordo com as pessoas que tenham o direito de conhecer as notícias”.

No segundo motu proprio promulgado pelo Papa também se abre a possibilidade de que os advogados em processos canônicos sejam civis. Além disso, a detenção, aquisição e difusão de imagens pornográficas de menores de 18 anos por parte de um clérigo passam a ser consideradas pornografia infantil (antes, a idade mínima era 14 anos).

dez
18
Posted on 18-12-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-12-2019



 

Sponholz, no

 

DO ZERO HORA, DE PORTO ALEGRE

Ministro Alexandre de Moraes considerou que análises do MP e da Polícia Civil eram suficientes

 
Marcos Correa / Presidência da República/Divulgação
Notícias-crime contra o presidente e seu filho foram apresentadas por parlamentares do PT e pela ABIMarcos Correa / Presidência da República/Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes arquivou, nesta terça (17), duas representações que pediam que o presidente Jair Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) fossem investigados no caso da morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL).

As notícias-crime foram apresentadas ao STF no mês passado por parlamentares do PT e pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), depois que um porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde Bolsonaro e Carlos têm casa, citou o nome do presidente num depoimento à Polícia Civil do Rio.

Elas apontavam a suspeita do crime de obstrução de Justiça, porque o presidente declarou publicamente que pegou, por meio de seu filho, as gravações da portaria do condomínio, e Carlos publicou no Twitter um vídeo com os áudios do sistema de gravação das ligações.

No caso de Bolsonaro, o PT apontou também um possível crime de responsabilidade. O procurador-geral, Augusto Aras, se manifestou contra a abertura de investigação criminal.

“A noticiante (ABI e PT) não trouxe aos autos indícios mínimos da ocorrência de ilícito criminal. Isso porque arquivos de áudio a que alude já se encontram, há muito, sob a guarda das autoridades competentes — Ministério Público e autoridade policial —  tendo havido a análise técnica do seu conteúdo antes mesmo dos fatos noticiados”, afirmou o procurador-geral.

Com base nessa manifestação, Moraes determinou o arquivamento das representações.

“O princípio do monopólio constitucional da titularidade da ação penal pública no sistema jurídico brasileiro somente permite a deflagração do processo criminal por denúncia do Ministério Público”, escreveu o ministro.

“Assim, tendo o Ministério Público se manifestado pelo não conhecimento do pedido, notadamente em razão da ausência de indícios mínimos da ocorrência de ilícito penal, determino o arquivamento desta notícia-crime.”

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