“The Christmas Song”,The Platters: Um extraordinária canção natalina que atravessa o tempo na interpretação dos mais queridos e renomados cantores, aqui em roupagem sempre especial emprestada pelo notável conjunto vocal The Platters. Um antecipado brinde natalino do BP aos seus ouvintes e leitores.

BOM DIA!!!

(Vitor ugo oares)

 

“The Christmas Song”,The Platters:

Resultado de imagem para Simone Tebet com Moro na CCJ do Senado
Simone (com Moro) na CCJ: voz que cresce e ecoa no Congresso
ARTIGO DA SEMANA

Simone Tebet: braço e voz de Moro ressonante no Congresso

Vitor Hugo Soares

Ficou patente, dia 10, em Brasília, e confirmado no dia seguinte, em segunda e terminativa votação: a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) emerge, neste quase fim de 2019, na destacada condição de personalidade das mais influentes e relevantes no Parlamento do país, ao conseguir, por 22 votos a um, em apenas 27 minutos, a aprovação – pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ do Senado – do Projeto de Lei para permitir a prisão após condenação em segunda instância, através de via mais direta e veloz que a PEC  que tramita na Câmara à passos de tartaruga. Defensora do combate implacável à corruptos e corruptores, simbolizado pela Lava Jato, aliada da primeira hora, a senadora é voz ressonante e braço forte, no Congresso, na defesa das medidas anticrime cobradas “com urgência” pelo ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro.

Ela  já havia demonstrado o valor de sua presença e ação no Senado da República, durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e depois ao contribuir decisivamente para demolir, no começo da atual legislatura, o reinado do todo poderoso de seu partido e do Poder Legislativo, Renan Calheiros. Agora, ela encara os maiorais da vez no Congresso: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o da Câmara, Rodrigo Maia. Que mulher – e que parlamentar – se revela, agora, ao apagar das luzes do ano na oscilante política nacional!

Exercer a política e o poder em plenitude e com resultados considerados positivos pela sociedade “não é coisa besta”,  no dizer dos ribeirinhos do Rio São Francisco. Cobra extrema capacidade de fazer escolhas de parceiros de gestão e aliados políticos. Talvez esteja neste “feeling” de suas escolhas eletivas, uma das explicações mais razoáveis para o fato do atual ministro da Justiça e Segurança se destacar na condição de político mais bem avaliado no País, em todas as pesquisas de opinião de diferentes institutos. Neste caso da presidente da CCJ, por exemplo, o ex-juiz condutor da Lava Jato não poderia ter feito escolha mais acertada e sob medida para a conjuntura.

Cabe avivar a memória, para contextualizar os fatos, fundamental no exercício da arte de pensar e fazer jornalismo: Simone Nassar Tebet é a primogênita do casal Ramez (ex-governador de Mato Grosso do Sul e destacado líder político) e de Fairte, descendente libanesa. A senadora viveu típica infância das crianças sul-mato-grossenses, ”cercada de natureza, subindo em árvores e na companhia de uma grande família de primos e avós”, diz um de seus perfis. Formada em Direito pela UFRJ, especialista em Ciência do Direito pela Escola Superior de Magistratura e mestre em Direito do Estado, pela PUC-SP. Foi deputada  na Assembléia de seu estado; depois eleita prefeita de Três Lagoas, sua cidade natal. Agora no Senado, comanda a referencial CCJ, onde brilhou com intensidade, esta semana, ao desafiar os paredões de Maia e Alcolumbre, e conseguir recolocar na ordem do dia do debate nacional, um dos temas mais cruciais e polêmicos da atual agenda política, jurídica e parlamentar do País: a prisão em segunda instância, no bojo do processo de combate implacável ao crime organizado e a corrupção em todas as esferas. Que mulher e que parlamentar! Simone Tebet termina 2019 mais que qualificada para ser a primeira a conquistar, em breve, por justiça e mérito, o posto de presidente do Senado da República. Isso é um palpite. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br

dez
14
Posted on 14-12-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-12-2019

BNDES deve tomar calote de US$ 561 milhões de Cuba

 

Gustavo Montezano disse ontem, durante live com Jair Bolsonaro, que Cuba deve dar um calote de US$ 561 milhões (R$ 2,3 bilhões) no BNDES.

“Emprestamos US$ 566 milhões”, afirmou, em referência ao financiamento do Porto de Mariel.

“Quem vai pagar essa conta?”, perguntou o presidente.

“Nós aqui, o povo”, respondeu o presidente do banco estatal.

dez
14

Do Jornal do Brasil

 

REDAÇÃO JB

A pesquisadora de pós-doutorado da Coppe/UFRJ, Carolina Marcelino, acaba de ser agraciada com o Prêmio Marie Curie Fellow, concedido pela União Europeia. Trata-se de uma das mais cobiçadas distinções concedidas a jovens pesquisadores no mundo. Dos oito pesquisadores contemplados este ano, Carolina Marcelino é a única das Américas.

A pesquisadora da Coppe atua na linha de pesquisa de Inteligência Artificial, sob a orientação do professor Carlos Eduardo Pereira, do Programa de Engenharia de Sistema e Computação (PESC) da Coppe. Ela receberá um contrato, no valor de € 4500 mensais, por dois anos, para trabalhar na Espanha, além de recursos de bancada para desenvolver seu projeto de pesquisa. A premiação faz parte do Marie Skodowska-Curie Actions (MSCA), um programa promovido pela Comissão Europeia, cujo objetivo é financiar pesquisadores promissores do mundo inteiro, em diversas áreas do conhecimento.

“Estamos muito satisfeitos e orgulhosos, deixando evidente mais uma vez a excelência internacional dos que trabalham em nosso programa na Coppe”, ressaltou o professor Pedreira. Também foram agraciados com o prêmio este ano seis pesquisadores europeus e um chinês.

Por G1 BA


Quatro homens são encontrados mortos na periferia de Salvador

Quatro homens são encontrados mortos na periferia de Salvador

Os quatro homens encontrados mortos no bairro de Santo Inácio, na manhã desta sexta-feira (13), foram identificados pelo Instituto Médico Legal (IML). As vítimas são: Alison Silva Damascena dos Santos, de 27 anos, Sávio da Silva Dias, de 23 anos, Daniel Santos da Silva, de 31 anos, e Genivaldo da Silva Félix, de 48 anos. Todos eram motoristas de aplicativos.

Nesta sexta-feira, quatro homens foram encontrados mortos na periferia de Salvador. Os corpos estavam com sinais de tortura e dentro de sacolas de plástico. Um quinto motorista que foi atender a uma chamada no local chegou a ser rendido pelos assassinos, mas conseguiu fugir. Não há informações sobre a autoria e motivação do crime.

 
Polícia divulga identidade de quatro homens mortos em chacina no Jardim Santo Inácio

Polícia divulga identidade de quatro homens mortos em chacina no Jardim Santo Inácio

Na tarde desta sexta, motoristas de aplicativos fizeram uma carreata pelas ruas de Salvador para pedir mais segurança. Segundo informações da Superintendência de Trânsito (Transalvador), o ato, que começou por volta das 14h30, travou importantes vias da cidade, como Bonocô, Avenidas Paralela, Tancredo Neves e Luís Eduardo Magalhães, e também deixou o trânsito congestionado no Centro da cidade.

A carreata durou até a noite. Por volta das 20h25, a Transalvador informou que a manifestação já havia sido encerrada e que o tráfego tinha começado a fluir nas regiões afetadas.

 
Motoristas de transporte por aplicativo fazem protesto na Avenida Bonocô, em Salvador

Motoristas de transporte por aplicativo fazem protesto na Avenida Bonocô, em Salvador

Segundo Ricardo Carvalho, um dos diretores do Sindicato dos Motoristas por Aplicativo (Simactter-BA), a carreata é para cobrar justiça pelo crime.

“Essa fatalidade que aconteceu, quatro pais de família brutalmente assassinados. Se já tinha essa insatisfação de segurança na cidade, piorou mais ainda. Nós queremos uma resposta do Secretário de Segurança do Estado da Bahia e do governador. Esse crime não pode ficar impune de maneira nenhuma. Cada dia mais vai piorando. Eu mesmo já fui assaltado cinco vezes. A gente quer resposta do governo”, disse Ricardo.

O diretor do Simactter informou que a primeira vítima recebeu uma chamada de dois travestis, e ao chegar ao local, foi abordado pelos bandidos, que o levaram para a região de Santo Inácio.

“O que sabemos é que o primeiro carro foi chamado por dois travestis e, nessa sequência, o rapaz chegou, eles abordaram e levaram ele para um lugar. Aí começou a chamar do próprio aplicativo de motorista, foi chamando um, outro, outro, rendiam e levavam para o local”, contou.

 

Motoristas por aplicativo fazem protesto na Bonocô, em Salvador — Foto: Isabela Cardoso/G1 Motoristas por aplicativo fazem protesto na Bonocô, em Salvador — Foto: Isabela Cardoso/G1

Motoristas por aplicativo fazem protesto na Bonocô, em Salvador — Foto: Isabela Cardoso/G1

Os quatro corpos foram achados por policiais militares dentro de sacos plásticos, na localidade conhecida como Paz e Vida. Não há informações sobre a autoria e motivação do crime, que é investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a PM, equipes da 48ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Sussuarana) foram acionadas por um motorista por aplicativo, vítima de assalto, que foi rendido por bandidos e levado para a região da comunidade Paz e Vida, na entrada de Santo Inácio.

A PM informou que a vítima conseguiu fugir do local, encontrou policiais do Batalhão de Guardas (BG) do Presídio da Mata Escura e informou que o veículo ficou na local. O motorista contou que outras quatro pessoas estavam presas na casa e que os suspeitos queriam dinheiro das vítimas. Ao chegar ao local, os policiais encontraram os corpos das quatro vítimas e dois carros abandonados.

Em nota, a 99 informou que está apurando o caso. A empresa lamentou a situação e se solidarizou com a família das vítimas. A plataforma reiterou que repudia veemente esse tipo de violência e está disponível para colaborar com as investigações da polícia.

Também em nota, a Uber lamenta o crime brutal e se solidariza com os familiares e entes queridos das vítimas nesse momento de consternação. A empresa informou que está em contato direto com as autoridades responsáveis para apoiar nas investigações do caso.

dez
14
Posted on 14-12-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-12-2019


 

Iotti,no jornal

 

DO EL PAÍS

O adolescente de 15 anos foi morto na madrugada desta sexta-feira a facadas.

Imagem do índio Erisvan Soares Guajajara, de 15 anos.
Imagem do índio Erisvan Soares Guajajara, de 15 anos.Cimi/Div

 

O indígena guajajara Erisvan Soares Guajajara, de 15 anos, foi morto na madrugada desta sexta-feira a facadas durante uma festa na cidade de Amarante do Maranhão, localizada a cerca de 680 quilômetros da capital São Luiz. Este é o quarto assassinato de um indígena da etnia no Estado desde novembro.

No dia 7 de dezembro, dois Guajajara foram mortos no município maranhense de Jenipapo dos Vieira. Segundo testemunhas, os tiros partiram de um carro e mataram Raimundo Benício Guajajara, de 38 anos, e Firmino Prexede Guajajara, de 45 anos. No começo de novembro, o líder Paulino Guajajara, de 26 anos, também foi assassinado na Terra Indígena Arariboia, a 100 quilômetros do município Amarante, enquanto caçava.

De acordo com a Polícia Civil do Maranhão, os corpos de Erisvan Guajajara e de outra vítima, José Roberto do Nascimento Silva, 23 anos, foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) mais próximo, em Imperatriz, para perícia. A suspeita é que as mortes tenham se originado de uma briga entre os dois. A Polícia Civil não trabalha, neste primeiro momento, com a hipótese de que haja ligação entre os crimes anteriores, que estão sendo investigados pela Polícia Federal, com o caso mais recente.

A Polícia Militar declarou à imprensa local que o assassinato ocorreu durante uma festa no bairro Vila Industrial, na quinta-feira, por suposto envolvimento das vítimas com o tráfico de drogas. Segundo a assessoria de comunicação da polícia do Maranhão, as mortes de Erisvan Guajajara e José Roberto Silva serão investigadas localmente porque não tem relação com a “condição índigena”, o que obrigaria que a Polícia Federal assumisse o caso.

Pelo Twitter, a líder indígena Sonia Guajajara lamentou a morte do adolescente. “Todas as pessoas que não gostam de nós estão se sentindo autorizadas a matar porque sabem que a impunidade impera. É hora de dar um BASTA!”, publicou.

De acordo com informações publicadas pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Erisvan Guajajara saiu da Terra Indígena Arariboia há cerca de duas semanas para acompanhar o pai, Luizinho Guajajara, ao município de Amarante, onde comprariam mantimentos e roupas. “A viagem acabou de forma trágica nesta sexta-feira quando o corpo do jovem indígena foi encontrado esquartejado em um campo de futebol localizado em Amarante”, informou a entidade.

Em nota divulgada pelo Cimi, a Fundação Nacional do Índio (Funai) também teria confirmado a versão da polícia de que “estão descartadas todas motivações de crime de ódio, disputa por madeira ou por terras”. O EL PAÍS tentou falar com a Funai, mas até a publicação deste texto, não obteve resposta.

Gilderlan Rodrigues, coordenador do Cimi Regional Maranhão, criticou em texto publicado pela entidade a conduta da polícia e da Funai de tentar antecipar os resultados da investigação. “Há uma sequência de violência afligindo o povo Guajajara e a Funai deveria olhar para isso”, disse.

A escalada de violência contra índigenas no Maranhão fez com que o ministro da Justiça, Sergio Moro, assinasse uma portaria para o envio de agentes da Força Nacional “para garantir a integridade física e moral dos povos indígenas, dos servidores da Funai e dos não índios, na Terra Indígena Cana Brava Guajajara, no estado do Maranhão”. A medida terá duração de 90 dias. O documento, no entanto, exclui a Terra Indígena Arariboia, onde viviam Erisvan e Paulino Guajajara.

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