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04
Posted on 04-12-2019
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3 h

 

Sponholz, no 

 

Resultado de imagem para Wilson Simonal em Salvador em jogo da seleção com o Bahia
CRÔNICA
Com Simonal na Fonte Nova: de fazer chorar
Gilson Nogueira

 

A Seleção que se preparava para a Copa do Mundo, no México, iria aplicar quatro a zero no Bahia, em uma tarde de domingo, na Imortal Fonte Nova de todos os gols de placa feitos pelo Deus do Futebol. Até hoje, Ele Não Engole essa idéia de chamá-la de Arena Fonte Nova, como se história fosse papel higiênico usado em direção ao lixo.

Wilson Simonal, defronte à Torcida do Vitória, deu-me um autógrafo que, até hoje, procuro nos meus arquivos de ontem. Lembro-me, com nitidez, a risada do fabuloso Simona, naquele dia em que Edú,Tostão, Jairzinho e Pelé, atletas de ouro do futebol brasileiro, que havia entrevistado, para a Resenha de França, na véspera, em um bate bola, de “reconhecimento do gramado”, iriam meter quatro a zero no Primeiro Campeão Brasileiro de Futebol. Os dentes alvos do negão em uma risada panorâmica pareciam refletir a luz do sol.

Guardei sua assinatura como um troféu. Até ontem, remexendo na saudade impressa, tentava encontrá-la, para colocar em um quadro, como fiz com a de Dick. Entreguei os pontos! O inesperado não me fez uma surpresa. Provocou-me uma lágrima: Seo Gilson, aquele saco grandão, cheio de papel, nós jogamos fora! O caminhão levou!” , gritou a secretária. Fiquei calado, Chorei, por dentro, como agora, ao ouvir, na Internet, o cantor que fez a diferença na Música Brasileira, pelo modo de cantar e por sua voz inimitável.

O destino, esse bicho misterioso, fez sacanagem com um dos maiores artistas que o País do Futebol pariu. E eu fiquei, assim, meio sem voz, até o dia em que um amigo das antigas falou-me: “Toca o barco, irmão,nós iremos encontrar o velho Simona no Céu!” Tomara que demore, respondi. Ah, antes que esqueça, Arena é o cacete!

Gilson Nogueiraé jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta

“Sabe Você”, Wilson Simonal: magnífica composição de Carlos Lyra e Vinícius de Moraee, em impecável e emocionante interpretação nesta quarta-feira de dezembro de louvor a Simona no Bahia em Pauta.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira e Vitor Hugo )

 

Composição de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes

 

 

dez
04
Posted on 04-12-2019
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Juiz homologa delação de acusado de hackear Moro e Deltan

 

Vallisney de Souza Oliveira, juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, homologou a delação premiada de Luiz Henrique Molição, noticia a Folha.

Um dos presos na Operação Spoofing, Molição é acusado de integrar o grupo de hackers de Walter Delgatti Neto, o Vermelho, que invadiu contas de autoridades públicas no Telegram –entre elas, Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato.

Molição teria armazenado parte das mensagens roubadas e feito contatos com Glenn Greenwald, que divulgou o material obtido ilegalmente.

DO EL PAÍS

Atividade econômica avança 0,6% no terceiro trimestre. Consumo das famílias foi um dos motores do crescimento e subiu 0,8%, segundo IBGE

Rafael Neddermeyer (Fotos Públicas)

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,6% no terceiro trimestre frente ao três meses anteriores, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, ligeiramente melhor que o estimado pelo mercado, confirma uma trajetória de recuperação da economia brasileira e foi puxado pela agropecuária, que avançou 1,3%, pela indústria (0,8%) e pelo setor de serviços (0,4%), que possui o maior impacto, pois responde por cerca de dois terços do PIB.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a economia cresceu 1,2%. Já no acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB subiu 1%, em relação a igual período de 2018. Em valores correntes, o PIB no terceiro trimestre de 2019 totalizou 1,84 trilhão de reais.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias foi um dos motores do crescimento, com alta de 0,8% sobre o período de abril a junho e um avanço de 1,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Parte desse consumo foi estimulado pelo início da liberação de recursos antes parados do FGTS, em setembro, e também pelos juros mais baixos.

Os investimentos das empresas (formação bruta de capital fixo) avançaram 2,0%. Já o consumo do Governo recuou 0,4%.

“Na ótica da demanda, os investimentos vêm crescendo, puxado pela construção, que havia caído 20 trimestres consecutivos e desde o trimestre anterior mostra recuperação, quando comparado a igual período de 2018. O consumo das famílias também cresce, enquanto as despesas do Governo –incluindo pessoal e demais gastos, exceto investimentos–, caem em todas as esferas em função das restrições orçamentárias”, analisa a coordenadora de Conta Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

Pelo lado da oferta, o consumo das famílias impulsionou os serviços (0,4%). No setor se destacaram as atividades financeiras (1,2%), o comércio (1,1%) e o segmento de informação e comunicação (1,1%).

Já o crescimento de 0,8% na Indústria se deve às indústrias extrativas (alta de 12,0%, puxada pelo crescimento da extração de petróleo) e à construção (1,3%). Recuaram no trimestre eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,9%) e Indústrias de Transformação (-1,0%).

No setor externo, as exportações de bens e serviços recuaram 2,8%, enquanto as importações de bens e serviços cresceram 2,9% na mesma comparação.

Revisões melhoram resultados

O IBGE revisou o resultado do PIB do segundo trimestre para uma alta 0,5%, ante leitura anterior de avanço de 0,4%. Já o resultado dos primeiros três meses do ano foi revisado para uma estabilidade, em vez de queda de 0,1%.

A economia brasileira mostra uma trajetória de recuperação, mas ainda em ritmo lento, sustentada por um maior consumo das famílias, em meio a um cenário de juros mais baixos, inflação controlada e expansão das operações de crédito. O país enfrenta, no entanto, uma série de entraves para uma retomada mais robusta, como a alta taxa de desemprego, que ainda atinge mais de 12 milhões de pessoas, e a incerteza política sobre o avanço das reformas econômicas.

“Do ponto de vista estrutural nós temos uma retomada muito lenta da produtividade e, de fato, neste ano, até o segundo trimestre, o indicador mostrava uma queda da produtividade do trabalho. Ou seja, ainda estamos muito distante de conseguir um crescimento sustentável”, explica Silvia Matos, economista da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) . “O PIB ainda vai demorar para retomar o período pré-crise, provavelmente ficará mais para 2021”, completa.

Para o ano que vem, o mercado trabalha com uma aceleração do ritmo de recuperação da economia. Segundo resultado mais recente do boletim Focus, uma publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base nas perspectivas das cem principais instituições financeiras, a projeção é de alta de 2,20%. Essa é a terceira semana seguida de aumento na previsão do indicador. Quanto à previsão do PIB de 2019, os especialistas ouvidos pelo Banco Central elevaram sua estimativa ante a semana passada. O crescimento esperado é de 0,99% ao fim deste ano.

dez
04

Do Jornal do Brasil

 

PIB sobe 0,6% no terceiro trimestre puxado por serviços e indústria

O Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresceu 0,6% no terceiro trimestre de 2019, em relação ao trimestre anterior, e está no mesmo patamar do terceiro trimestre de 2012. A taxa ainda está 3,6% abaixo do pico da série, atingido no primeiro trimestre de 2014, e 4,9% acima do ponto mais baixo, registrado no quarto trimestre de 2016.

A agropecuária apresentou a maior expansão (1,3%), mas o maior impacto no PIB vem de serviços, pelo maior peso (por representar 74% da economia), com avanço de 0,4%. Já a indústria cresceu 0,8%. As informações fazem parte do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais e foram divulgadas hoje pelo IBGE.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o aumento foi de 1,2%, a décima primeira alta consecutiva nesta base de comparação. No acumulado do ano, o crescimento foi de 1%. Em valores correntes, o PIB no terceiro trimestre de 2019 totalizou R$ 1,84 trilhão.

A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2019 foi de 16,3% do PIB, a mesma que foi observada no mesmo período do ano anterior (16,3%). Já a taxa de poupança foi de 13,5% no terceiro trimestre de 2019 (ante 13,1% no mesmo período de 2018).

O crescimento na indústria se deve à expansão de 12% no setor extrativo, puxado pelo crescimento da extração de petróleo, e de 1,3% na construção. Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos recuou 0,9%, enquanto a indústria de transformação caiu 1%.

Nos serviços, os resultados positivos foram das atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,2%), comércio (1,1%), informação e comunicação (1,1%), atividades imobiliárias (0,3%) e outras atividades de serviços (0,1%). Apresentaram recuo as atividades de transporte, armazenagem e correio (-0,1%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%).

Pela ótica da despesa, as variações positivas foram registradas em formação bruta de capital fixo (2%) e a despesa de consumo das famílias (0,8%), enquanto as despesas de consumo do governo recuaram em 0,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços retraíram 2,8%, enquanto as importações de bens e serviços cresceram 2,9% em relação ao segundo trimestre de 2019.

“Na ótica da demanda, os investimentos vêm crescendo, puxado pela construção, que havia caído 20 trimestres consecutivos e desde o trimestre anterior mostra recuperação, quando comparado a igual período de 2018. O consumo das famílias, que representa 65% da economia, também cresce, enquanto as despesas do governo – incluindo pessoal e demais gastos, exceto investimentos -, caem em todas as esferas em função das restrições orçamentárias”, analisa a coordenadora de Conta Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

Ela ressalta também que, na ótica da produção, o que mais cresceu foi a construção civil (puxada pelo setor imobiliário); a extrativa mineral, puxada pela extração de petróleo; e informação e comunicação, com avanço de internet e desenvolvimento de sistemas.

“Já entre as atividades que caíram, o destaque é a indústria de transformação, afetada pela queda nas exportações em função da menor demanda mundial e a crise da Argentina”, diz a coordenadora de Conta Nacionais do IBGE.

PIB cresce 1,2% no em relação ao terceiro trimestre de 2018

Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o PIB aumentou 1,2%, com a agropecuária liderando a alta com 2,1%. Conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado em novembro pelo IBGE, o crescimento na estimativa de produção anual de milho (23,2%), algodão herbáceo (39,7%), laranja (6,3%) e mandioca (3,6%) suplantou o fraco desempenho de culturas como café (-16,5%) e cana de açúcar (-1,1%).

A indústria cresceu 1%, puxada principalmente pela construção (4,4%), a segunda expansão após vinte trimestres consecutivos de queda; e pelas indústrias extrativas (4%), resultado do crescimento da atividade de extração de petróleo e gás. Também apresentaram resultados positivos as atividades de eletricidade e gás, água, esgoto, e atividade de gestão de resíduos (1,6%), favorecida pelo efeito das bandeiras tarifárias.

Já a atividade indústrias de transformação caiu 0,5%, resultado influenciado, principalmente, pela queda da fabricação de celulose, papel e produtos de papel; fabricação de produtos químicos; farmacêuticos e metalurgia.

O setor de serviços cresceu 1% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para informação e comunicação (4,2%) e comércio – atacadista e varejista – (2,4%). Também houve avanço em atividades imobiliárias (1,9%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,3%) e outras atividades de serviços (0,9%). Já os setores administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), e transporte, armazenagem e correio (-1%) apresentaram resultados negativos.

PIB de 2018 é revisado para 1,3%

Na revisão anual, realizada rotineiramente no terceiro trimestre, o PIB de 2018 variou positivamente 0,2 p.p., passando de 1,1% para 1,3%. Entre os setores, a maior alteração foi na agropecuária que passou de 0,1% para 1,4%. Isso se deve, em grande parte, pela incorporação de novas fontes estruturais anuais do IBGE, não disponíveis na compilação anterior, como a Produção Agrícola Municipal (PAM), a Produção da Pecuária Municipal (PPM) e a Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs). Já a indústria teve uma ligeira redução de 0,6% para 0,5% e os serviços variaram 0,2 p.p. de 1,3% para 1,5%.(Agência IBGE)

dez
04
Posted on 04-12-2019
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Sponholz, NO

 

 
DO EL PAÍS

Órgão federal aprovou venda e registro de medicamentos a base de cannabis, mas com restrições aos fabricantes brasileiros. Defensores do uso medicinal consideram que esse é apenas o primeiro passo

Plantas de cannabis do tipo sativa em estufa de cultivo para uso medicinal.
Plantas de cannabis do tipo sativa em estufa de cultivo para uso medicinal.Tarso Araújo/Agência Pública

O regulamento aprovado pela Anvisa exige que as empresas fabricantes tenham um certificado emitido pela agência, autorizações especiais, documentações técnicas e condições operacionais de controle. “A Anvisa pressupõe que a empresa construirá um bunker para produzir o medicamento. Parece que estão preocupados com uma bomba nuclear”, opina Leonardo Navarro, advogado especialista em direito à saúde. “Eu não conheço nenhuma empresa brasileira que cumpra esses requerimentos”, avalia.

Para o advogado, a regulamentação da Anvisa junto com a probição de cultivo em solo brasileiro torna obrigatório o uso de cannabis importado na comercialização dentro do Brasil. Ele defende que a medida da Agência não contempla a demanda da sociedade, uma vez que, apesar da ampliação da possibilidade de registro, os medicamentos do exterior chegam ao Brasil com um valor muito alto. “O histórico de derivados de cannabis regularizados no Brasil contempla só o Mevatyl, produto importado cujo custo do frasco é de 28.000 reais. E isso continuará sendo um divisor de águas na acessbilidade ao tratamento”.

Além da exclusividade aos importados, os critérios estabelecidos pelo órgão também dificultam a produção dos medicamentos entre associações e ONGs que trabalham pelo acesso de pacientes à maconha medicinal em território nacional. “A medida vincula a venda de cannabis à indústria farmacêutica”, reclama Navarro. “Existem ONGs que desenvolvem um trabalho avançado no campo, com médicos, bioquímicos, famarcêuticos e pacientes que apresentam um resultado, e esse regulamento inviabiliza o trabalho delas. Elas representam um estudo científico que o Governo não está regularizando”, completa.

Os remédios comercializados não serão classificados como medicamentos nos três primeiros anos de medida, mas representarão uma nova categoria: “produtos à base de cannabis”. Eles só poderão ser vendidos em farmácias e drogarias sem manipulação e sob prescrição médica. As substâncias extraídas da maconha agem comprovadamente como antidepressivos, analgésicos, sedativos, estimulantes de apetite e anticonvulsivos e são eficazes em tratamentos de doenças como epilepsia, mal de Parkinson, esclerose múltipla, esquizofrenia, asma e dores crônicas.

Navarro reforça que, a fim de contemplar uma regulamentação maior do que o que a Anvisa fez e democratizar o uso medicinal do cannabis, o Brasil deveria seguir o exemplo de países que alcançaram resultados produtivos sem abolir o veto à droga. “Em alguns países, o plantio é feito em bases do exército. Existem diversas maneiras de viabilizar o cultivo para que as empresas tenham acesso à matéria-prima sem mexer na proibição do uso recreativo”, diz. A impossibilidade de cultivar a planta para fabricar o medicamento em território brasileiro, de acordo com o advogado, é o maior impeditivo para a produção no país. Segundo a Anvisa, caso algum fabricante deseje se aventurar no Brasil, ele deverá “realizar a importação da matéria-prima semielaborada, e não da planta ou parte dela”.

A decisão da Anvisa não pode ser vetada, mas passará por avaliação em três anos. Governo ou Congresso também podem propor uma medida contrária à medida do órgão. Navarro levanta a possibilidade de uma movimentação legislativa a favor de novos critérios sobre o uso da maconha medicinal no país em 2020, uma vez que o tema está sendo discutido em projetos de lei. “A tendência é de ter uma regulamentação ampla para viabilizar o cultivo medicinal por quem quiser no Brasil, desde que cumpra alguns requisitos. Deve contemplar mais casos do que a medida da Anvisa”, afirma o especialista em direito à saúde. “A entidade acerta ao tratar do assunto porque nunca havia abordado o registro desses medicamentos de forma efetiva. Mas, com esses critérios específicos, afasta o trabalho importante de associações e ONGs. É um passo adiante, mas que não contempla as demandas da sociedade”.

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