nov
25

Moro se reunirá com senadores para tratar da prisão em 2ª instância

 Secretaria-Geral da Mesa do Senado enviou hoje uma mensagem aos líderes para que compareçam a uma reunião amanhã, na residência oficial do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que contará com a presença de Sergio Moro.

Segundo a Agência Brasil, o tema do encontro será o projeto sobre a prisão após condenação em segunda instância, defendido por Moro.

A reunião deve começar às 9 horas.

Resultado de imagem para Tonia Carreira e ACM

ARTIGO

DEUS É GRANDE

Gilson Nogueira

 

Apesar de tudo, há um amolador de tesouras sugerindo que nada está perdido

O Flamengo acabara de conquistar a Taça Libertadores e um ou uma idiota explodia. foguetes e bombas em um local cercado de edifícios residenciais. Fui dormir imaginando ser vítima de um ato insano ou insana.A estupidez, contudo, não impediu-me de sonhar com os anjos. Eles e elas, as anjas, diziam-me que a Humanidade nunca esteve tão louca. Acreditei, o absurdo, segundo o grande Octávio Mangabeira, havia acontecido acima do meu nariz, à noite, enquanto crianças e idosos dormiam. E fui em frente, ouvindo o silêncio, como fazia e gravava o inesquecível Sílvio Lamenha, cronista dos bons da Cidade da Bahia, aquela em que o absurdo, em todas as suas dimensões e gêneros, não havia desembarcado, por aqui, para fazer-me sentir um ser de outro planeta na convivência com os soteropolitanos e indivíduos de outras plagas. Moro no país abençoado por Deus, bonito por natureza e transbordando de estupefações diante dos fatos do dia a dia.

Minha mulher, com a paciência de uma santa em carne e osso, adverte-me, por segundo, “olhe sua saúde!”. Desobedeço-a e vou em frente acreditando em milagres, baseado na minha fé, inabalável, em Nosso Senhor do Bonfim. Ele está Vivo1 E Vendo Tudo. “ Quem faz, paga aqui, mesmo,” diz o povo da Capital do Berimbau, essa gente hospitaleira, única, no mundo das relações pessoais, em que o turista acredita ser ela uma dádiva dos céus conhece-la, pessoalmente, nas curvas, planícies e ladeiras que fazem, com méritos, a baiana ser tida com a fêmea mais habilmente esculpida por Deus. E o absurdo da bomba, imitando um campo de guerra, teima em dominar meu pensamento. Nesse instante, saboreio a leitura das imagens nas fotografias que me rodeiam. Vou do grande ACM ao amigo Zébin, abraçado com cada um dos dois, passando por Charllie Parr, Severino Filho, Tônia Carrero, o violão de Vinícius, Nélson Pinheiro Cal, Almirante Maximiliano da Fonseca, o inigualável Tarcílo Vieira de Mello Filho, Meu Pai e Minha Mãe, vivos, em meu dia-a-dia, e muito mais.

Encontro-me em companhia de um silêncio perfumado com os néctares da saudade de todos os que partiram e que se encontram testemunhando loucos varridos ( com o devido perdão aos doentes ) roubando a paz em nome de uma comemoração qualquer. O bem, contudo, para infelicidade dos insensíveis que nos rodeiam, prevalece. Hoje, ao acordar, tomar café, ler o que a maravilhosa Regina escreveu no espaço de comentários do BP e sorrir felicidade, ouvi um amolador de tesouras soprar sua gaita. Ela dizia, “ fiu-fiu!!!”

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta

“Quizás un dia asi”, Chabuca Granda: A cantora e compositora maior do Peru, de marcante influência na obra musical de Caetano Veloso – de La Flor de la Canela a Fina Estampa – disse sobre este lindo vals peruano: foi composta para a obra musical “Limeñisima” em 1961 , incluída depois na “Misa Criolla de Bodas “, que Chabuca fezpara o casamento de sua filha Teresita. Um primor. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

Por GloboEsporte.com — Rio de Janeiro

Palmeiras x Grêmio — Foto: Marcos Ribollidução

O torcedor do Flamengo ainda nem descansou da festa da conquista da Libertadores e já tem mais um título para comemorar. O Rubro-Negro assegurou matematicamente o título do Brasileirão mesmo sem entrar em campo neste domingo, graças à derrota do Palmeiras para o Grêmio por 2 a 1, em São Paulo, pela 34ª rodada. Um empate na partida já era suficiente para o clube carioca.

Palmeiras x Grêmio — Foto: Marcos Ribolli Palmeiras x Grêmio — Foto: Marcos Ribolli

Palmeiras x Grêmio — Foto: Marcos Ribolli

Com 68 pontos, o Palmeiras não pode mais alcançar os atuais 81 pontos do líder do campeonato. É a primeira vez que uma equipe comemora o título sem estar em campo na “Era dos pontos corridos”. O Flamengo havia adiantado a partida desta rodada (clássico contra o Vasco) para a disputa da decisão da Libertadores em Lima, no sábado.

Notícia do título a caminho do Ninho

O time do Flamengo estava dentro do ônibus a caminho do Ninho do Urubu, na altura pelo Recreio dos Bandeirantes, quando terminou a partida do Palmeiras. Os jogadores gritaram “É campeão” e “Volta pro trio”. Eles estavam indo para o CT após desfilarem em trio elétrico pelas ruas do Centro.

O título do time comandado pelo técnico Jorge Jesus vem com quatro rodadas de antecedência, igualando os recordes do São Paulo de 2007 e do Cruzeiro de 2013, que também foram campeões com quatro rodadas de antecipação.

Torcedores comemoram em bares pelo Rio de Janeiro

Sem o time em campo, torcedores rubro-negros se reuniram em diversos bares do Rio de Janeiro para assistir à partida entre Palmeiras e Grêmio e vibraram com os gols do time gaúcho e a derrota da equipe paulista.

 
 
Torcida do Flamengo comemorando o título na Tijuca

Torcida do Flamengo comemorando o título na Tijuca

nov
25
Em resposta a um discurso em que Lula ataca Juan Guaidó, o presidente interino da Venezuela disse que o petista “está livre, mas não é inocente”.

No Twitter, o venezuelano afirmou que pela Constituição da Venezuela e para o mundo, “sou o presidente”. “Diferentemente de você, que é um ladrão condenado. Você e Maduro foram parceiros do saque ao nossos povos por meio da Petrobras, Odebrecht e PDVSA”.

“Felizmente, as instituições brasileiras ainda são fortes e você foi preso por ser o ladrão que é. Hoje está livre, mas não é inocente. Você provavelmente vai voltar para a prisão, enquanto muito em breve haverá Justiça e liberdade na Venezuela.”

Por G1 Rio, TV Globo e GloboNews

Confusão e bombas na comemoração da Libertadores

Confusão e bombas na comemoração da Libertadores

O desfile do Flamengo para comemorar o título da Libertadores terminou em confusão no Centro do Rio.

A Polícia Militar lançou bombas de gás para dispersar a multidão após o trio elétrico que levava o time do Flamengo deixar a Avenida Presidente Vargas, na altura do monumento a Zumbi dos Palmares.

 

Policiais usam bombas de gás em confusão no Rio de Janeiro após desfile do Flamenfo — Foto: Ricardo Moraes/Reuters Policiais usam bombas de gás em confusão no Rio de Janeiro após desfile do Flamenfo — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Policiais usam bombas de gás em confusão no Rio de Janeiro após desfile do Flamenfo — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

A confusão começou por volta das 16h15 assim que o trio entrou na rua de Santana e o som foi desligado. Segundo relatos, os torcedores tentaram furar o cerco e houve correira. Muitas crianças ficaram no meio do tumulto.

A situação ficou mais tranquila por volta das 17h10, mas ainda com muitos policiais no Centro. O trânsito na Av. Presidente Vargas começou a ser liberado por volta das 17h30.

Policial aponta cassetete para torcedor do Flamengo após confusão no final do desfile no Rio neste domingo (24) — Foto: Ricardo Moraes/Reuters Policial aponta cassetete para torcedor do Flamengo após confusão no final do desfile no Rio neste domingo (24) — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Policial aponta cassetete para torcedor do Flamengo após confusão no final do desfile no Rio neste domingo (24) — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Enfrentamento com bombas

Durante cerca de 30 minutos, torcedores e policiais se enfrentaram no meio da Presidente Vargas. Alguns pontos de ônibus foram depredados.

 

Ponto de ônibus depredado durante a confusão no Centro — Foto: Ari Peixoto/ TV Globo Ponto de ônibus depredado durante a confusão no Centro — Foto: Ari Peixoto/ TV Globo

Ponto de ônibus depredado durante a confusão no Centro — Foto: Ari Peixoto/ TV Globo

nov
25
Posted on 25-11-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-11-2019

Sid, no portal de humor A Charge Online

nov
25

Eleito o craque da Libertadores, atacante rubro-negro jogou na várzea até os 21 anos

Bruno Henrique comemora gol na Libertadores em homenagem ao filho Lorenzo.
Bruno Henrique comemora gol na Libertadores em homenagem ao filho Lorenzo.Alexandre Vidal (CRF)

Bruninho é Bruno Henrique Pinto, atacante do Flamengo que iniciou a jogada do gol de empate contra o River Plate na final da Libertadores. Há sete anos, formava ao lado do irmão Juninho a dupla de ataque do Inconfidência, time amador do bairro Concórdia, na periferia de BH, que tem um escudo parecido com o do Botafogo. Sua formação como jogador se deu na várzea até completar 21 anos. Morava em uma casa humilde na Vila Tiradentes, localizada entre uma boca de fumo e o campo de terra batida do Inconfidência. Por insistência dos avós, que os criaram, Bruninho e Juninho escolheram o caminho da bola, apesar de nunca terem recebido oportunidades na base dos grandes clubes mineiros.

No início de 2012, o Inconfidência chegou à final da Copa Itatiaia, torneio tradicional da várzea mineira. Bruninho fez três gols e deu uma assistência, garantindo o título para a equipe de seu bairro. Juninho faturou o prêmio de revelação do campeonato. Pelas atuações na competição, a dupla ganhou um contrato com o Cruzeiro, com salário de 2.500 reais. Largaram emprego e a Vila Tiradentes para apostar na ambição, àquela altura tardia, de se tornarem jogadores de futebol. Porém, jamais chegaram a atuar pelo time celeste.

Ambos foram emprestados para clubes do interior de Minas. Juninho rodou por algumas equipes, mas, aos 27 anos, acabou desistindo da carreira e hoje se contenta em participar de jogos amadores em Belo Horizonte. Bruninho insistiu. Passou pelo Uberlândia e Itumbiara antes de assinar contrato com o Goiás, em 2015, onde marcou sete gols na Série A do Campeonato Brasileiro. O bom desempenho chamou a atenção do Wolfsburg, da Alemanha, que se dispôs a pagar mais de 20 milhões de reais para contratá-lo.

Em cinco anos, deixou de jogar na várzea para realizar o sonho de disputar a Champions League. No jogo de ida das quartas de final, contra o Real Madrid, infernizou a defesa do time espanhol e deu uma assistência na vitória por 2 a 0. O Wolfsburg não conseguiu superar o Real na partida de volta, e Bruninho, nesse momento já conhecido como Bruno Henrique, perdeu espaço entre os titulares. Por não falar alemão, sem se adaptar ao país, acabou retornando ao Brasil para defender o Santos, em 2017.

Bruno Henrique (à dir.) no campo do Inconfidência.
Bruno Henrique (à dir.) no campo do Inconfidência.

Com dribles em velocidade, relembrou seus melhores momentos no Goiás e recuperou a alegria de jogar no clube que, até pouco tempo, o inspirava na várzea. O Santos de Neymar era a grande referência da época em que o irmão era comparado ao astro revelado pelo Peixe. De repente, se viu ocupando a mesma posição do ídolo, que é dois anos mais novo, na Vila Belmiro. Mas, em 2018, o conto de fadas virou pesadelo ao sofrer uma grave lesão na retina do olho direito. “Pensei que não voltaria mais a jogar”, diz Bruno Henrique, que, apesar da temporada prejudicada por contusões, foi contratado pelo Flamengo.

No clube rubro-negro, atingiu o ápice da carreira. Já marcou 31 gols na temporada, sendo cinco deles na Libertadores, somados a outras cinco assistências. A consagração como melhor jogador do torneio coroa o ano em que cumpriu a profecia da avó Léa, que morreu em 2013. Ela sempre dizia que, embora a realidade da várzea indicasse o caminho do amadorismo, o neto chegaria à seleção brasileira. Em setembro, Bruno Henrique vestiu a camisa amarela pela primeira vez ao entrar o amistoso contra a Colômbia, com o nome da avó tatuado no braço. “Tenho certeza que, lá do céu, ela está muito feliz de ver aonde eu cheguei”, disse o atacante depois da partida.

O bairro Concórdia parou no último sábado para assistir ao Profi, apelido dado pelos garotos do bairro, cravar seu nome na história do clube mais popular do país. “Foi sofrido, com a cara do Flamengo, mas todo nosso esforço valeu a pena”, comentou sobre a vitória por 2 a 1, de virada, em cima do River. Hoje, o campo do Inconfidência, recentemente equipado com grama sintética, já não tem mais o aspecto varzeano onde Bruninho levantava poeira sete anos atrás. Mas o craque do Flamengo lembra com carinho da trajetória pelo futebol amador, carregando um lema que contraria a rota convencional rumo ao estrelato: “Os melhores jogadores saem da várzea”

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