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17

DO BLOG O ANTAGONISTA

Janaina: “A máxima autoridade judiciária tem competência para tudo?”

No Twitter, Janaina Paschoal voltou a questionar as decisões de Dias Toffoli.

Como registramos ontem, o presidente do STF resolveu investigar os membros do MPF que tiveram acesso aos dados da UIF (ex-Coaf).

“Gostaria de entender a sanha de investigar os investigadores. A máxima autoridade judiciária da nação tem competência para tudo? Como um Recurso Extraordinário, repentinamente, se transforma em um inquérito? Sim, a última decisão do Presidente do STF transformou o RE em INQ!”

Resultado de imagem para Trêfego e peralta Ruy Castro livro

 

CRÔNICA

O livro de Ruy Castro e a lembrança de João

Gilson Nogueira

Estou embaixo de um céu azul João Gilberto! Deitado, olhando para o alto, na tentativa de ver o gênio juazeirense que partiu, no dia 6 de julho deste ano, para Tocar e Cantar com Deus na Eternidade. Tenho, junto ao travesseiro, ” Trêfego e peralta”, um dos livros do grande Ruy Castro, contendo 50 textos deliciosamente incorretos, como afirma Heloísa Seixas, responsável pela seleção e organização deles, na obra, uma das inúmeras do bamba cearense, publicada pela Companhia Das Letras.

Puxo a coberta, ou melhor, o firmamento, para junto de mim, na tentativa de escutar meu guru de toda a vida cantando, baixinho, Wave.

E sonho em ser hipnotizado por ele, na imaginação, a fim de sentir-me anjo. João, o Papa da Bossa Nova, hipnotizou Ruy pelo ouvido,em um telefonema do genial cronista e escritor, além de jornalista, para a casa dele. JG vai completar, em seis de dezembro próximo, cinco meses que nos deixou. E nós ficamos órfãos do Pai da Batida que

Embebedou a Humanidade pelo coração! O ouvido, no caso, para mim, veio em segundo plano.  João, no momento em que “gênios” ocupam,novamente, o noticiário pensando ser maiores que o Pai de Jesus Cristo, acompanha tudo, no planeta, de cima. E pede silêncio. Afinal, Bossa Nova também é oração.
Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta.

 

Por G1 BA

Maysa Mussi é a segunda vítima do acidente com aeronave na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais Maysa Mussi é a segunda vítima do acidente com aeronave na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

Maysa Mussi é a segunda vítima do acidente com aeronave na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Morreu na noite deste sábado (16), em Salvador, a segunda vítima do acidente com um jato executivo que caiu em Barra Grande, distrito que pertence a Maraú, no baixo sul da Bahia, ocorrido na quinta-feira (14). A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Maysa Marques Mussi, de 27 anos, estava internada no Hospital Geral do Estado (HGE), na capital baiana, após ser transferida do Hospital do Subúrbio, onde estava internada desde o dia do acidente. Não há informações sobre o sepultamento dela.

O acidente, que aconteceu na quinta-feira (14), na pista de pouso de um resort de luxo que está desativado, já havia causado a morte da irmã de Maysa, a jornalista Marcela Brandão Elias, de 37 anos. O corpo dela, que ficou carbonizado, foi levado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Ilhéus.

Os peritos aguardam exames solicitados à família da vítima para fazer a identificação oficial por meio da arcada dentária, para, em seguida, liberar o corpo.

 

Marcela Elias (à direita) e Maysa Marques Mussi (à esquerda) — Foto: Reprodução/ Instagram Marcela Elias (à direita) e Maysa Marques Mussi (à esquerda) — Foto: Reprodução/ Instagram

Marcela Elias (à direita) e Maysa Marques Mussi (à esquerda) — Foto: Reprodução/ Instagram

Maysa Mussi, casou com Eduardo Mussi, que está internado no Hospital Geral do Estado (HGE) e é irmão do deputado federal licenciado Guilherme Mussi, em setembro, na cidade de Itacaré, no sul da Bahia.

Entre os padrinhos do casamento estavam a atriz Marina Ruy Barbosa e marido, o empresário e piloto da Stock Car Alexandre Negrão. A festa contou a presença de famosos como Carol Celico e o casais Elaine Mickely e César Filho e Roberto Justus e Ana Paula Siebert.

 

Maysa Mussi e Eduardo Mussi se casaram em setembro, em Itacaré, na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais Maysa Mussi e Eduardo Mussi se casaram em setembro, em Itacaré, na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Maysa Mussi e Eduardo Mussi se casaram em setembro, em Itacaré, na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Os outros ocupantes da aeronave são Aires Napoleão, de 66 anos, que pilotava o jato; Christiano Chiaradia Alcoba Rocha, conhecido como Tuka Rocha, de 36 anos, ex-piloto da Stock Car, Fernando Oliveira Silva, de 26 anos, Marcelo Constantino, de 28 anos, neto do Nenê Constantino, fundador da Gol, e Marrie Cavelan, de 27 anos. Todos estão internados no HGE.

Tuka teve 80% do corpo queimado e segue em estado grave. Em 2011, o ex-piloto da Stock Car já tinha escapado de um grave acidente, quando o carro que ele pilotava em uma competição pegou fogo, no Rio de Janeiro. Ele conseguiu se jogar do veículo.

Acidente

 

Aeronave caiu em Maraú, na Bahia — Foto: Dudu Face/Camamu Noticias Aeronave caiu em Maraú, na Bahia — Foto: Dudu Face/Camamu Noticias

Aeronave caiu em Maraú, na Bahia — Foto: Dudu Face/Camamu Noticias

Segundo informações da assessoria de comunicação da prefeitura de Maraú, o acidente ocorreu pouco depois das 14h da quinta-feira, em uma pista de pouso em um resort desativado, no distrito de Barra Grande, que pertence a Maraú.

A aeronave, um jato executivo, decolou do aeródromo de Jundiaí (SP), às 11h, com destino ao município baiano, segundo informações da Voe SP, que administra o terminal, e da Força Aérea Brasileira (FAB).

A Voe SP informou que a aeronave ficava em um hangar e teve a autorização para decolar porque não houve nenhuma comunicação de anormalidade por parte da equipe técnica responsável.

Conforme registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), aeronave, um bimotor Cessna C550 fabricado em 1981, de prefixo PT- LTJ e estava em situação regular.

De acordo com a Aeronáutica, a retirada dos destroços do avião é de responsabilidade do dono da aeronave. Conforme registro na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o jato executivo é do empresário José João Abdalla Filho. Até a última atualização desta reportagem, o G1 não havia conseguido contato com Abdalla.

O acidente aéreo é apurado pelo Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II), da Aeronáutica. Militares do órgão estiveram no local do acidente, na sexta-feira (15), para coletar dados que possam auxiliar nas investigações que vão apontar as causas da queda.Não há previsão para que a apuração seja concluída.

“Minha”, Francis Hime: um pequeno concerto em forma de canção da música brasildeira, de um artista especial que festeja 50 anos de carreira e 80 de vida em grande forma. Aplausos, muitos aplausos, que ele é merecedor. Bravíssimo!

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares)

Do Jornal do Brasil

 

Dicas do Aquiles

Dicas do Aquiles

Aquiles Riques Reis

Hoje”, o álbum

   AQUILES RIQUE REIS *

Problemas com grana? A vida tá chata? Pois saiba que os seus problemas acabaram… Basta ouvir o novo CD de Francis Hime: “Hoje” (Biscoito Fino). Álbum de inéditas feito para comemorar os 80 anos de Francis (um menino!) e seus 50 anos de música.

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A vida tá chata? Basta ouvir o novo CD de Francis Hime, “Hoje” (Biscoito Fino). (Foto: Reprodução)

Olivia fez a produção executiva, o violonista Paulo Aragão cuidou da gravação e da mixagem. E Francis a tudo dirigiu, fez arranjos, tocou piano e cantou com alguns de seus convidados. O resultado é um soluço de lágrimas, de euforia e harmonia, envoltas num companheirismo virtuoso.

“Você”, o álbum, é tocante, comovedor. E feliz está Hime ao abri-lo cantando “Desdenhosa” (dele e Hermínio Bello de Carvalho). Absolutamente geniais, melodia, harmonia e versos têm a profundez de um bom choro.

“Sofrência” (Francis e Thiago Amud) tem intro citando “Consolação” e “Lamento do Morro”, dois belos sambas antigos de Tom e Vinícius.

Chico Buarque canta “Laura” (Francis e Olivia Hime), dando ainda mais maciez aos versos carinhosos de Olivia, feitos em amor à neta.

“Samba Dolente” (Francis e Olivia Hime) é amor. A harmonia e a melodia de Francis continuam requintadas. Os versos de Olivia ajuntam imagens que de tanto amar se unem. Meu Deus!

Lenine se dá por inteiro a “O Tempo e a Vida” (FH e Tiago Torres da Silva) –pois lá estão a força e a beleza do seu cantar. Com muitas notas mudando a cada sílaba, a melodia não é fácil de ser cantada. O resultado é inspirador.

De FH e Ana Terra, “Mais Sagrado” tem intro afetiva. Francis canta feito gente grande… como gente que honra a qualidade que tem e a estimula.

“Soneto de Ausência” (FH e Paulinho Pinheiro) inicia só com o violão. Logo Francis canta a letra. Feito gêmeos, voz e instrumento se abraçam… não querem deixar de se tocar.

Em “Flores Pra Ficar” (Adriana Calcanhoto e FH), os parceiros dividem o canto e multiplicam a textura dos versos, como nos do final: “(…) Existirá primavera mais vera/ Que aquela onde a gente está/ Pelas ruas até o sol se deitar/ E o medo não lhes faz companhia”. Belo!

“Samba Funk” (FH e Geraldo Carneiro) tem intro dos metais. A letra é tiro e queda. O intermezzo do trompete é papo reto, enquanto Francis se esbalda no samba sincopado.

Francis e Olivia, como sempre, e para sempre, grudados ao sabor das voltas do mundo, cantam juntos a sua bela canção “Menino do Mar”. Emocionante.

“Pieta” (FH e Silvana Gontijo) tem Olivia com voz madura e empoderada. Violino e piano tocam a intro. O piano segue. Violão e cello dão ares de solene atmosfera ao arranjo que liga “Pieta” a “Jogo da Vida”, outra parceria de FH e Gontijo, cujos versos revelam: “(…) Mesmo a morte não impedirá/ Mesmo a morte/ Só a morte me permitirá/ Afinal te encontrar (…)”.

Para fechar a tampa, Olivia se ajunta a Sérgio Santos e a euforia toma conta do pedaço. Com vocalises energizados de Sergio Santos, e num affretando porreta, o arranjo é casca grossa…

É quando Hoje, o álbum, deixa ser apenas um momento para ser um dia na eternidade da música.

*vocalista do MPB4

nov
17
Posted on 17-11-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-11-2019

Frota faz enquete sobre facada de Adélio

 

Alexandre Frota perguntou no Twitter se Adélio Bispo de Oliveira, no dia da facada, foi incompetente ou distraído.

A enquete que agora pode ser feita é se Frota pode ser processado por incitar o crime, atentar contra a lei de segurança nacional e quebrar o decoro parlamentar.

nov
17
Posted on 17-11-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-11-2019
Duke, no jornal O Tempo (MG)

 DO EL PAÍS

Choques ocorreram perto de Cochabamba em uma manifestação de cocaleiros leais a Morales

Uma dos protestos em Sacaba, em Cochabamba (Bolívia).
Uma dos protestos em Sacaba, em Cochabamba (Bolívia).
 

A convulsão na Bolívia não diminuiu com a renúncia de Evo Morales e a posse de um Governo interino. Os protestos gerados pela mudança dos equilíbrios políticos do país deixaram na sexta-feira pelo menos nove manifestantes mortos (eram sete, inicialmente, mas outras duas mortes foram confirmadas) mais de 20 feridos em uma localidade próxima da cidade de Cochabamba, segundo informações da Defensoria Pública. Os choques com as forças de segurança e militares ocorreram durante uma grande manifestação de cocaleiros fiéis ao ex-presidente. Também ocorreram distúrbios em La Paz.

Os confrontos ocorreram nas proximidades de uma ponte do município de Sacaba, onde os manifestantes se concentraram com a intenção de partir para a cidade de Cochabamba. Essa área da província do Chapare, polo da produção de folha de coca, transformou-se nas últimas semanas no principal reduto da resistência dos seguidores de Morales.

Com as vítimas de sexta-feira, subiu para 20 o total de mortos nos protestos iniciados depois das eleições de 20 de outubro. Os feridos somam quase 550 e os detidos, 44. A violência continua. Em La Paz, milhares de pessoas, principalmente representantes indígenas do município de El Alto e membros da milícia dos Ponchos Vermelhos seguiram até a praça de San Francisco, no centro da cidade, onde entraram em confronto com as forças de segurança.

A presidenta interina da Bolívia, Jeanine Áñez, afirma desde que assumiu o cargo, na terça-feira, que sua missão é “pacificar” o país e convocar eleições o mais rápido possível. Até agora, não atingiu nenhum desses objetivos. O Governo atribui isso às ações de grupos violentos e vândalos. Mas a realidade é que a tensão não foi contida. No México, onde está asilado, Morales criticou a atuação das forças de segurança. “O regime golpista que tomou de assalto o poder na minha querida Bolívia reprime com balas das Forças Armadas e da polícia o povo que pede pacificação”, afirmou o ex-presidente nas redes sociais.

Horas antes, Áñez advertira Morales de que ele tem contas pendentes com a Justiça e que, se voltar ao país, terá de responder por elas. Em declarações à imprensa internacional, a ex-senadora, que assumiu a presidência sem o apoio majoritário do Parlamento, reiterou que a meta de seu Governo provisório é convocar eleições “justas e transparentes”, mas não disse quando serão realizadas. Não estabeleceu nem mesmo um horizonte para isso, embora a Constituição lhe dê três meses para marcar uma data.

A presidenta interina disse que, durante esta transição, não haverá perseguição contra adversários políticos. No entanto, deixou claro que o ex-presidente terá de arcar com suas responsabilidades se decidir retornar ao país. “Agora já estão pedindo que venha, quando ninguém o expulsou do país. Ele saiu por conta própria, […] ele sabe que ainda tem contas pendentes com a Justiça boliviana”, afirmou. “Se o presidente Morales voltar, que volte, mas ele sabe que também tem de responder à Justiça. O que vamos exigir é que a Justiça boliviana faça seu trabalho, não que faça uma perseguição política, que é o que sofremos durante 14 anos, judicialização da política e politização da Justiça”, acrescentou. O ex-presidente tinha declarado, em uma entrevista ao EL PAÍS no México, estar disposto a voltar e desistir de ser candidato para pacificar a Bolívia.

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