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 Gilmar x Moro: duelo tira-teima à vista.

ARTIGO DA SEMANA
 

Gilmar x Moro: o duelo definitivo se aproxima

Vitor Hugo Soares

Desperta interesse e causa suspense, a intensa carga de eletricidade com alto risco explosivo e outros perigos, nada desprezíveis, que se acumulam no céu de Brasília. Além da mensagem no Twitter do general Eduardo Villas Boas, ex-comandante da Forças Armadas, sobre os atuais ruídos no STF.  Sinais do tempo quente e abafado, em face também dos ensaios e  perspectivas de um duelo de tirar o fôlego, envolvendo o esquentado integrante do Pleno da corte maior, Gilmar Mendes, e o reconhecido estrategista Sérgio Moro, ministro da Justiça e da Segurança Pública, ex-juiz condutor da Lava Jato. Isso sem falar das faíscas constantes que saem do centro do poder no Palácio do Planalto e no Congresso.

Na iminência deste confronto que se aproxima, vale a pena prestar atenção nas preliminares dos últimos dias e nos estilos pessoais e profissionais, marcantemente distintos, dos dois contendores. De um lado Gilmar, o “caubói” de pensamento febril, modos desconcertantes de aplicar golpes abaixo da linha da cintura do adversário e, principalmente, da língua ferina que cospe fogo. No lado oposto da praça do embate, o outro duelante: Moro, de perfil pétreo e, geralmente, tão indecifrável quanto os famosos labirintos das pirâmides egípcias. Igualmente hábil no manuseio do revólver, mas sempre imprevisível quanto à mão (direita ou esquerda) e o momento exato do disparo certeiro.

Esta semana, na Conversa com Bial (TV Globo), o ministro do Supremo sacou primeiro e bem ao seu modo e jeito:  vistos e conhecidos desde o tempo dos tiros trocados, dentro do Pleno do STF, com o presidente da corte e relator do processo de Mensalão, Joaquim Barbosa, em confrontos sucessivos e de arrepiar a Nação. De repente, “sem que nem pra que” (assim dizia minha saudosa e atenta mãe, na minha infância à beira do São Francisco, rio da minha aldeia), Mendes atirou à queima roupa no ex-juiz condutor da maior operação de combate à corruptos e corruptores do País: “Moro chegou ao governo quase como um primeiro-ministro, mas virou esse personagem que o Bolsonaro leva para o jogo do Flamengo”. Bang!

Moro não negou fogo. Procurado pelo jornal O Globo, para responder, o mais bem avaliado ministro do atual governo – incluindo o próprio presidente da República, atingido de raspão por uma bala perdida do ministro do STF – disparou sem perder o prumo e o estilo, ao contestar. “Além de sempre ter tratado o STF e todos os seus ministros com todo respeito, tenho consciência tranquila em relação aos meus atos, tanto é que não tenho nenhum problema em ir a locais públicos, inclusive estádios de futebol”. Bang!

Nem precisa ter bola de cristal para antever que isso não vai parar por aí. Aliás, ainda na Conversa com Bial, o ministro do Supremo deu pistas claras de que o  tira-teima está próximo e que ele já se prepara para isso. “Vamos ter capítulo sobre o eventual significado da Vaza Jato, o eventual aproveitamento ou não de prova ilícita nesta questão”, disse. Quando isso acontecer – se de fato acontecer – será provavelmente o momento do duelo definitivo dos dois titãs.
Com seu notório estilo enigmático, é bem provável que, em silêncio, o ministro Sérgio Moro já esteja  também azeitando o gatilho de sua arma, para quando chegar a hora do acerto de contas final. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br     

“Smoke Gets in Your Eyes”, Ray Conniff and Orchestra: Afastem as cadeiras, vai começar a festa! Dá-lhe Ray!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

Nota do editor: se  o garimpeiro desta preciosidade musical  permitir, recebo-a como grande presente neste 19 de outubro de meus anos (muitos). Apesar da idade até ajudarei a retirar as cadeiras para arriscar alguns passos de dança como nos melhores filmes românticos. E agradeço ao velho amigo de peito, Gilson Nogueira, colaborador deste BP. Agora dancemos todos!!! Viva a música!!!Viva a Vida!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 19-10-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-10-2019

Lula se recusa a deixar cadeia até anulação de condenação

Cristiano Zanin informou ontem (18) que pedirá à Justiça para manter Lula preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, até que o Supremo anule sua condenação.

“Lula reafirmou que não aceita o pedido do MPF de progressão de pena porque ele vai buscar a sua liberdade plena, a sua inocência, e o reconhecimento de que não praticou qualquer crime”, disse o advogado, após se reunir com o presidiário.

Venceu ontem o prazo para a defesa se manifestar sobre a progressão de regime. Depois disso, caberá à juíza Carolina Lebbos decidir se obriga Lula a sair.

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Do Jornal do Brasil

 

  PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.*, paulonbjr@hotmail.com
Macaque in the trees
Trump recebe Bolsonaro na Casa Branca (Foto: Brendan Smialowski / AFP)

Causou escândalo o vazamento de uma carta do governo dos EUA à OCDE em que propôs “convidar apenas a Argentina e a Romênia” para entrar na organização. O escândalo é compreensível. O apoio de Trump ao ingresso do Brasil na OCDE havia sido alardeado como o grande resultado da visita de Bolsonaro a Washington em março.

É preciso que se diga que houve até certo exagero na divulgação do assunto – a começar pela Bloomberg que obteve a tal carta e estampou em manchete que “os Estados Unidos haviam rejeitado o pleito do Brasil depois de endossá-lo”. O governo americano apressou-se a esclarecer que continuava apoiando o ingresso brasileiro na OCDE. Mas o estrago estava feito. Ficou claro que os americanos colocaram o Brasil numa fila, com data incerta para obter a tão almejada entrada na organização.

Repare, leitor, no absurdo da situação. Por um lado, o Brasil vem fazendo uma série de concessões aos EUA, sem contrapartidas claras. Por outro lado, não nos interessa, considerados os interesses nacionais estratégicos, entrar para a OCDE. Portanto, temos que agradecer ao companheiro Trump por se limitar a embolsar as concessões feitas por Bolsonaro, sem viabilizar por enquanto a nosso problemático ingresso na OCDE.

Não são poucas e nem irrelevantes as concessões feitas aos EUA. Por ocasião da visita de Bolsonaro em março, o presidente brasileiro concedeu ou confirmou os seguintes pontos de interesse dos americanos: 1) apoio a Juan Guaidó, um fantoche dos EUA, como presidente encarregado da Venezuela; 2) a intenção de isentar unilateralmente os cidadãos americanos de vistos de turistas; 3) a assinatura de um acordo de salvaguardas tecnológicas para permitir o uso da base de Alcântara; e 4) uma quota tarifária, permitindo a importação anual de 750 mil toneladas de trigo americano com tarifa zero.

Em setembro, logo após visita de Eduardo Bolsonaro e do chanceler Ernesto Araújo a Trump, o governo brasileiro anunciou um aumento de 600 milhões para 750 milhões de litros na cota de importação de etanol sem tarifa, que vigorará por doze meses. Isso favorece principalmente os produtores dos Estados Unidos, que são os principais exportadores de etanol para o Brasil.

Na visita a Trump em março, houve ainda outra concessão problemática: em troca do apoio dos EUA na OCDE, o Brasil concordou em começar a abrir mão do tratamento especial e diferenciado (TED) nas negociações da OMC, prerrogativa de que se valem os países em desenvolvimento. Cabe ressaltar que essa vinculação entre TED e OCDE foi uma inovação arrancada de Bolsonaro por Trump. Até então, não havia sido pedida a países em desenvolvimento membros da OCDE (México e Chile, por exemplo) e tampouco aos que pleiteiam ingresso ou já foram convidados para ingressar na organização (Colômbia e Argentina, por exemplo).

Em fevereiro, um mês antes da visita de Bolsonaro, os EUA haviam apresentado na OMC a proposta de não permitir que membros da OCDE ou países em vias de ingressar na organização invocassem TED nas negociações correntes e futuras da OMC. A concordância de Bolsonaro, em março, foi um impulso poderoso para a proposta dos EUA. Em consequência, entretanto, o Brasil perdeu a confiança dos demais países emergentes, muitos dos quais, provavelmente a maioria, não têm a menor intenção de abrir mão do TED. A Índia chegou ao extremo de vetar o Brasil para a presidência do grupo negociador sobre subsídios ao setor pesqueiro – um gesto raríssimo na OMC, que dá a dimensão do desgaste do Brasil junto a outros emergentes.

A ironia é que ingressar na OCDE não é uma proposta nada atraente para o Brasil. Trata-se, volto a dizer, de um organismo normativo, que fixa princípios e práticas para políticas públicas em numerosas áreas. O controle está nas mãos dos EUA e os outros desenvolvidos, com um punhado de países em desenvolvimento fazendo mera figuração. Tornar-se membro implica implementar normas que levam a perda de soberania em diversos campos. Por exemplo, os compromissos exigidos pela OCDE em matéria de liberalização dos movimentos de capital aumentam a vulnerabilidade externa e podem ser muito perigosos, como mostra a experiência de diversos países em desenvolvimento, inclusive a do Brasil.

Tudo isso é deplorável e até vergonhoso, acompanhado como vem de demonstrações de subserviência e até juras de amor. Como dizia Nelson Rodrigues, “subdesenvolvimento não se improvisa; é obra de séculos”.

* economista, foi vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS em Xangai, e diretor executivo no FMI pelo Brasil e mais dez países. Acaba de lançar pela editora LeYa o livro O Brasil não cabe no quintal de ninguém. Twitter: @paulonbjr

 Fragilidade no combate ao crime organizado golpeia López Obrador e põe em xeque a sua política de segurança

Um policial em frente a um veículo queimado nesta sexta-feira em Culiacán.
Um policial em frente a um veículo queimado nesta sexta-feira em Culiacán.ALFREDO ESTRELLA (AFP)

O México voltou a registrar uma das páginas mais tristes de uma história de violência que já acumula muitos volumes. A fraqueza do Estado para combater o crime organizado ficou novamente exposta nesta quinta-feira em Culiacán, a capital de Sinaloa, berço do cartel com o qual Joaquín El Chapo Guzmán, hoje encerrado a sete chaves nos Estados Unidos, construiu um narcoimpério nas últimas décadas, aproveitando-se da incapacidade e inépcia, quando não cumplicidade, das autoridades. A detenção e posterior liberação de um de seus filhos na quinta-feira, a precipitação em uma operação com mais dúvidas que certezas, os argumentos do presidente López Obrador — tudo isso revela a falta de rumo na hora de frear a violência que consome o país.

A única coisa que se sabe com certeza é que na quinta-feira um confronto entre militares e criminosos, entre os quais se encontrava Ovidio Guzmán, um dos filhos de El Chapo, desatou o terror durante horas nas ruas de Culiacán, no norte do México. A incerteza e o caos se apoderaram da capital de Sinaloa e se estenderam por todo o país na medida em que as imagens dos enfrentamentos, com armas de grande calibre, propagaram-se pelas redes sociais. A confusão sobre o que ocorreu, não obstante, continua sendo enorme, um dia depois, devido em grande parte à errática política de comunicação oficial.

Em um primeiro momento, as autoridades informaram que soldados estavam patrulhando quando foram atacados pelos criminosos, uma versão que mudou ao longo das horas: tratava-se de uma operação para capturar Ovidio Guzmán. As informações sobre a detenção do filho de El Chapo eram tão confusas quanto as da sua posterior liberação. Foi preciso esperar até esta sexta-feira para ter uma confirmação oficial. O presidente Andrés Manuel López Obrador argumentou que Guzmán foi liberado para evitar que os criminosos fizessem represálias com os habitantes de Sinaloa. “Não pode valer mais a captura de um delinquente que as vidas de algumas pessoas”, defendeu o presidente centro-esquerdista durante sua entrevista coletiva matinal, que desta vez ocorreu em Oaxaca (sul). O mandatário, que fez dos gestos e simbolismos sua bandeira de governo, foi apanhado pela pior crise do seu mandato quando estava prestes a embarcar em um avião comercial — razão pela qual supostamente estaria incomunicável —, e mesmo assim decidiu manter sua viagem a Oaxaca, em vez de deslocar-se para Sinaloa.

López Obrador disse que foi o Gabinete de Segurança — os principais comandos militares e o secretário de Segurança Pública — que tomaram a decisão de liberar Ovidio Guzmán, diante da contundência da resposta dos criminosos, mas sem esclarecer realmente qual foi o contra-ataque, o que desatou uma onda de conjeturas e especulações que ainda continuam. “Eu avalizei essa decisão porque a situação se tornou muito difícil”, afirmou. O México despertava, portanto, com a notícia de que seu presidente não tomou diretamente uma decisão crucial, com a qual, em todo caso, estava de acordo.

“A decisão foi tomada para proteger os cidadãos. Não se pode apagar fogo com o fogo”, argumentou López Obrador, para quem o ocorrido em nenhum caso revela fragilidade do Estado. Quando um jornalista insinuou isso, o presidente voltou a atacar seus críticos: “Isso é mais do que nada uma conjetura dos especialistas, sobretudo de nossos adversários. Os conservadores não vão estar contentes com nada”, afirmou. “Não queremos mortos, não queremos a guerra. Muitos têm dificuldade para entender isso. A estratégia anterior transformou o país em um cemitério, já disse isso mil e uma vezes. Nada pela força, tudo pela razão e o direito”, insistiu.

Os fatos, entretanto, desmentem as grandiloquentes declarações do presidente mexicano. Pouco depois de sua coletiva, o chefe do Exército reconheceu que houve precipitação na operação contra o filho de El Chapo, sobre quem paira um pedido de extradição dos Estados Unidos desde setembro do ano passado: “No afã de obter um resultado positivo, [o comando] agiu de maneira precipitada, com planejamento deficiente e sem previsão sobre as consequências”, disse o general Luis Sandoval sobre uma das operações mais importantes dos últimos anos no México. Além disso, admitiu que o comando esquivou-se do “consenso de seus comandos superiores” e que carecia de um mandado de busca e apreensão. As autoridades negaram que a entrega de Ovidio Guzmán tenha sido negociada devido a informações de que os criminosos haviam sequestrado quase uma dezena de militares. “Não há nenhum pacto, absolutamente nenhum pacto, com o crime organizado”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Alfonso Durazo.

A retórica e o otimismo de López Obrador se chocam cada vez mais com a crua realidade mexicana. O presidente se empenha em dizer que a política de segurança mudou, embora não chegue a esclarecer no que ela consiste agora. Como já fez com o combate à corrupção, dá a entender que sua mera chegada ao poder é suficiente para que essa transformação ocorra. Suas afirmações, e as de todos os que o cercam, entretanto, não mudam em nada as evidências.

Os últimos dias foram ilustrativos da falta de estratégia para pôr fim à insegurança no país. No começo de semana, Alfonso Durazo afirmou ter ocorrido “um ponto de inflexão” nas cifras de homicídios dolosos. Embora não houvesse “nada a festejar”, o secretário de Segurança Pública insistiu em que o importante é a “quebra na tendência” da percepção de segurança no país. Nesta mesma semana, pelo menos 13 militares morreram em uma emboscada do Cartel Jalisco Nova Geração em Michoacán; poucos dias depois, 14 civis e outro militar morreram em um tiroteio em Iguala, no Estado de Guerrero, em um episódio que as autoridades continuam investigando. As imagens de terror de Culiacán consumaram o revés para o Governo, o epílogo de uma trágica semana para o México. Mais uma.

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Posted on 19-10-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-10-2019


 

Paixão, na

 

 

luciano huck

Crédito: Marcelo Chello/CJPress/Folhapress
DO CORREIO BRAZILIENSE
Política

Quem está acostumado a ler pesquisas eleitorais se refere aos números apresentados por Luciano Huck no levantamento da FSB para a revista Veja como a maior surpresa deste momento. Afinal, não é segredo para ninguém do mundo da política que o presidente Jair Bolsonaro lidera (34%), que Fernando Haddad (PT) é o principal adversário na esquerda, com 17%, e que o ministro da Justiça, Sergio Moro, é popular ao ponto de vencer o presidente.

A novidade ali é o Huck aparecer com dois dígitos. Tem 11% no cenário sem Moro, ficando à frente de nomes como Ciro Gomes, do PDT, que aparece 9%; João Amoêdo, do Partido Novo; com 5%; e João Doria, do PSDB, 3%. No quadro com Moro, Bolsonaro lidera com 24%, o ex-juiz está em segundo, com 17%, e Huck sobe para 15%, ficando à frente de Fernando Haddad, 14%. No segundo turno, Bolsonaro só perde hoje para Sérgio Moro, mas Luciano Huck, não faz feio. O presidente ficaria com 43%, e o apresentador com 39%.

Luciano Huck nem sequer disse em alto e bom som que será candidato. Continua lá no seu Caldeirão, com o Lata Velha, o Lar Doce Lar, quadros do seu programa semanal que o aproximaram do eleitor comum por todo o país, ao ponto de ganhar o apelido de “caldeirão da cidadania”, numa referência às antiga caravanas do PT de Lula. A única referência mais contundente sobre isso até aqui veio de Angélica, sua mulher, que disse à revista Marie Claire que se trata de “um chamado”.

Huck anima o aquecimento

Pesquisa a três anos da eleição, como essa divulgada hoje, serve para fazer com que os parlamentares comecem a pensar nas apostas e estudem movimentos. O fato de Huck aparecer tão à frente de Doria serve para afastar ainda mais o DEM do PSDB de Doria. E força, inclusive, parte do próprio PSDB a pressionar o governador paulista a não abandonar completamente a perspectiva de concorrer à reeleição. Afinal, se Huck e Doria saírem candidatos, dividindo o centro, corre o risco de repetir a polarização de 2018, com Bolsonaro à direita e Haddad à esquerda.

Huck, por não ser visto nem como um nome da direita radical nem tampouco um esquerdista, pega votos dos dois pólos. O mesmo não acontece com Doria, pelo menos, não nessa pesquisa. E, além da pesquisa ainda tem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lhe colocando o desafio de deixar de ser celebridade para virar líder. Até aqui, não se sabe se o apresentador fará essa passagem. Mas algo hoje é certo: ele anima o aquecimento.

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