Por G1 BA

Governador João Leão assina Decreto Estadual de Emergência para liberação de recursos — Foto: Luana Assiz/TV Bahia Governador João Leão assina Decreto Estadual de Emergência para liberação de recursos — Foto: Luana Assiz/TV Bahia

Governador João Leão assina Decreto Estadual de Emergência para liberação de recursos — Foto: Luana Assiz/TV Bahia

O governador da Bahia em exercício, João Leão, assinou na tarde desta segunda-feira (14) o Decreto Estadual de Emergência para liberação de recursos para seis municípios do estado que foram atingidos por manchas de óleo no litoral.

Segundo informações do governo da Bahia, a assinatura aconteceu por volta das 15h, em um hotel, no bairro do Campo Grande, em Salvador, e contou com a presença de representantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). Além do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil Estadual.

“A finalidade desse decreto é que nós possamos comprar todos os materiais necessários para conter e recolher essas manchas que estão chegando na praia. Quem é que vai ficar com esse óleo que a gente vai recolher? A ideia nossa é entregar esse óleo para a Petrobras, que é quem entende de petróleo”, disse o governador.

Os municípios que fazem parte do decreto são Lauro de Freitas, Camaçari, Entre Rios, Esplanada, Conde e Jandaíra. Salvador e Mata de São João, apesar de também serem afetados pela mancha, não vão receber os recursos, porque não declararam situação de emergência.

João Leão também falou sobre a suspeita de uma mancha de óleo de 21km quadrados a 100km da costa de Alagoas, que foi descartada após monitoramento aéreo especializado realizado por equipes da Petrobras e por imagens de satélites do Ibama.

“Uma das coisas importantes [do decreto] são os voos de helicópteros para a gente verificar se essa mancha que viram por satélite existe. Até hoje para nós é fake News. Não existe”, explicou.

A Bahia conta com 25 pontos de contaminação espalhados pelos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Mata de São João, Entre Rios, Esplanada, Conde e Jandaíra. Na capital baiana, segundo um balanço apontado pela prefeitura, ao menos 36 kg de petróleo foram retirados das praias da cidade por agentes da Limpurb.

A mancha de óleo chegou ao Rio Pojuca, na região de Itacimirim, que fica na cidade de Camaçari, região metropolitana de Salvador. Entre o sábado (12) e o domingo (13), funcionários da Defesa Civil e 20 voluntários tiraram cerca de 90 quilos do óleo do manguezal.

Manchas de óleo na Bahia

 Das localidades afetadas, a praia de Guarajuba, em Camaçari, é a que tem o pior estado na região metropolitana de Salvador — Foto: Itana Alencar/G1 BA

Das localidades afetadas, a praia de Guarajuba, em Camaçari, é a que tem o pior estado na região metropolitana de Salvador — Foto: Itana Alencar/G1 BA

As manchas começaram a chegar no estado em 3 de outubro, quase um mês após o início do problema no país. Mais de 150 praias já foram afetadas pelo óleo em todo o Nordeste.

Há registro em todos os nove estados da região. A Bahia foi o último a ser atingido.

“Fogo do Sol”, Marcos Valle: Era um dia de sol baiano.De repente, vejo ele, sozinho,no canto do azul piscina do hoje saudoso Hotel Meridien, na capital do berimbau!
Deu vontade de pedir um autógrafo. Desisti, o bossanoveiro, como eu, conversava com a paisagem do verão da gente.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

“Ainda há muito a fazer, mas o resultado mostra que estamos no caminho certo”, tuitou.

“Seguimos firmes na missão de devolver aos cidadãos a segurança e liberdade que lhes foi tirada.”

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 DO JORNAL DO BRASIL

Nova York vai ganhar um hotel Fasano

A JHSF Participações S.A., holding que controla no Brasil os hotéis Fasano do empresário Rogério Fasano, anunciou que vai abrir endereços em Manhattan. O Fasano Fifth Avenue ficará em frente ao Central Park, onde terá sua inauguração em janeiro, na elegante 5ª Avenida, entre as ruas 62 e 63, e será um empreendimento inédito e desenvolvido dentro dos mais modernos conceitos imobiliários, composto por  Clube Privado, com suítes e lobby bar; Club Residences, que serão vendidas em modelo de co-propriedade; Private Residences, compostos por apartamentos privados. Todos apartamentos serão entregues totalmente decorados pelo renomado arquiteto Tierry Despont.

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O hotel Fasano do Rio de Janeiro tem localização privilegiada, na praia de Ipanema (Foto: Reprodução do site Fasano)

O contrato de administração do Fasano Fifth Avenue prevê a participação de 2% do valor de venda das unidades, acrescidos de taxas de administração anuais usuais de gestão do prédio, mínima de USD 500 mil, e foi firmado com a JHSF internacional dentro do desenvolvimento conjunto de soluções modernas para empreendimentos de alto padrão, em localizações nobres e com serviços de hospitalidade.

O Fasano conjuntamente iniciará as atividades de gastronomia nos Estados Unidos, com a abertura do restaurante Fasano New York, no endereço 280 Park Avenue, em uma das regiões mais nobres com maior concentração de bancos e gestores de recursos no mundo. O imóvel de 1.900 m2 recém recebeu de seus proprietários investimentos da ordem de USD 40 milhões. O início das atividades está previsto para março, sujeito a obtenção de licenças costumeiras para esse tipo de operação.

Os empreendimentos, além de gerarem receitas de longo prazo para a JHSF e FASANO, são importantes no processo de internacionalização das marcas JHSF e FASANO.

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Posted on 15-10-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-10-2019
 

DO G1

Após o presidente do Supremo pautar para quinta-feira decisão sobre prisão na segunda instância, que pode beneficiar petista, deputados antecipam debate do tema na Câmara

O presidente do STF, Antonio Dias Toffoli, é seguido por Celso de Mello e Marco Aurélio Mello ao entrar no plenário do tribunal no dia 10 de outubro.
O presidente do STF, Antonio Dias Toffoli, é seguido por Celso de Mello e Marco Aurélio Mello ao entrar no plenário do tribunal no dia 10 de outubro.Fellipe Sampaio (SCO/STF)

Antonio Dias Toffoli assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018 prometendo previsibilidade. Não parece uma promessa simples de cumprir, já há alguns anos, quando se está à frente do Supremo. Sem qualquer aceno anterior, a semana começa com a previsão do julgamento, na quinta-feira, sobre a possibilidade de prender condenados em segunda instância, uma questão que assombra a Corte Suprema desde 2016, quando a maioria dos ministros considerou que é possível prender antes que todos os recursos se esgotem. Caso os ministros mudem de opinião, o beneficiado mais ilustre seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista poderia deixar a cadeia como consequência de uma mudança de entendimento, e essa é apenas uma das decisões que podem alterar condenações da Operação Lava Jato — assim que o presidente do STF decidir.

Por que a prisão em segunda instância será julgada nesta quinta-feira? O presidente do STF não é obrigado a justificar ou explicar sua decisão. Um dos maiores poderes do chefe do Poder Judiciário do Brasil é ditar a pauta. Cabe, portanto, especular sobre as razões. O julgamento foi pautado quando se aproxima a decisão da Justiça a respeito do pedido dos procuradores da Lava Jato para que Lula, preso em Curitiba desde abril de 2018, progrida para o regime semiaberto.

Em carta, o petista já disse que não troca sua dignidade pela sua liberdade. A defesa tem até a próxima sexta-feira, sgeundo o jornal O Globo, para dizer oficialmente sua decisão e o objetivo declarado é justamente usar a manifestação para cobrar o Supremo pelos julgamentos pedentes que envolvem o ex-presidente. “Tudo que os procuradores da Lava Jato realmente deveriam fazer é pedir desculpas ao povo brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família, pela mal que fizeram à democracia, à Justiça e ao país”, diz o ex-presidente na mensagem, na qual afirma que “não aceita barganhar” e que “cabe agora à Suprema Corte corrigir o que está errado, para que haja justiça independente e imparcial”.

A defesa de Lula destacou que não cogita descumprir decisões judiciais, mas o fato é que existe ainda outro caminho aberto no STF de Lula deixar a cadeia. A Segunda Turma do Supremo, formada por cinco ministros, está por deliberar sobre a anulação do processo de Lula, numa ação que questiona a conduta do então juiz Sérgio Moro à frente do caso — o julgamento foi interrompido porque o ministro Gilmar Mendes pediu vistas após Cármen Lúcia e Luiz Edson Fachin votarem contra a suspeição.

Como reação à decisão de Toffoli de pautar a questão da prisão após segunda instância, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), anunciou o início das deliberações sobre um projeto de lei sobre o mesmo assunto.”Queremos passar um claro recado à população brasileira: de que não desacreditem da Operação Lava Jato, não desacreditem do combate ao crime, porque aqui há deputados que não deixarão isso acontecer”, disse Francischini. A relatora da proposta de alterar a Constituição para que o STF não precise mais se debruçar sobre essa questão é a deputada Caroline de Toni (PSL-SC). Segundo ela, o país está “à mercê de uma consideração jurídica e a população cada vez mais desacredita da Justiça brasileira”.

Indefinição

Pende ainda na Suprema Corte um parecer sobre o alcance da decisão de que um réu delatado deve se manifestar depois do réu que o delatou. O julgamento dessa questão, que tem potencial de impacto avassalador para a Lava Jato, chegou a ser pautado por Toffoli no início do mês, mas foi adiado sem prazo para retornar ao plenário do STF — e também sem nenhuma satisfação pública.

Em tempos de instabilidade política e de protagonismo do STF, não se pode sequer garantir que o tribunal vai terminar qualquer desses julgamentos logo após iniciá-los. A expectativa é de que as três ações que questionam a prisão em segunda instância levem três sessões para serem votadas — o plenário do tribunal se reúne apenas às quartas e quintas-feiras, o que significa que o caso levaria ao menos duas semanas para ser encerrado. Contudo, como já aconteceu em julgamentos recentes, como a mencionada ação sobre a ordem de pronunciamento de delator e delatado, o presidente do tribunal pode simplesmente incluir outros assuntos na pauta. Tudo dependerá da avaliação do próprio Toffoli sobre os rumos do julgamento ou as condições políticas de momento.

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Posted on 15-10-2019
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Do Jornal do Brasil

 

A franco-americana Esther Duflo e os americanos Kramer e Banerjee dividirão o prêmio

Os economistas Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer ganharam o prêmio Nobel de Economia de 2019 por seus trabalhos no combate à pobreza global, anunciou nesta segunda-feira a Real Academia Sueca de Ciências.

A franco-americana Duflo se torna apenas a segunda mulher ganhadora do Nobel de Economia nos 50 anos de história do prêmio, além da mais nova, aos 46 anos. Ela dividiu o prêmio igualmente com os norte-americanos Kremer e Banerjee, que nasceu na Índia.

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Ganhadores do Nobel de Economia de 2019 (Foto: Karin Wesslen/TT News Agency/via REUTERS)

A Academia disse que o trabalho dos três economistas mostrou como o problema da pobreza pode ser resolvido dividindo-o em questões menores e mais precisas em áreas como educação e saúde, facilitando o enfrentamento dos problemas.

“Como resultado direto de um de seus estudos, mais de cinco milhões de crianças indianas se beneficiaram de programas eficazes de aulas de reforço na escola”, afirmou a Academia em comunicado.

“Outro exemplo são os pesados subsídios para cuidados de saúde preventivos que foram introduzidos em muitos países”.

O prêmio de 9 milhões de coroas suecas (915 mil dólares) foi uma adição posterior aos cinco prêmios criados pelo testamento do industrial e inventor da dinamite, Alfred Nobel, estabelecido pelo banco central sueco e concedido pela primeira vez em 1969.

Economia é o último dos prêmios a ser anunciado, com os vencedores de medicina, física, química, literatura e paz já tendo sido revelados ao longo da semana passada.

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Posted on 15-10-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-10-2019



 

Sponholz, no

 

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Posted on 15-10-2019
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DO EL PAÍS

Corpo foi achado em sua casa em Seul, um mês após ter mostrado os seios sem querer durante transmissão ao vivo

A estrela do pop coreana, Sulli, em 2015.
A estrela do pop coreana, Sulli, em 2015.Jang Se-young (AP)

A cantora e atriz Sulli, de 25 anos, foi encontrada morta por seu agente, nesta segunda-feira, em sua casa em Seul, Coreia do Sul. Sulli era uma figura conhecida do mundo do K-Pop, e integrou o quinteto F(X) entre 2009 e 2015, quando deixou a música para seguir a carreira de atriz.

O agente afirmou que foi a sua casa em Seongnam, ao sul de Seul, após não conseguir entrar em contato com ela desde a tarde de domingo. A polícia ainda investiga as causas da morte, mas a hipótese oficial é que se trata de um suicídio.

“Parece que vivia só na casa. É provável que tirou a própria vida, mas também estamos contemplando outras possibilidades”, assegurou um porta-voz das autoridades, segundo agência sul-coreana de notícias Yonhap. A polícia afirmou que no local não foi encontrada nenhuma carta de suicídio.

Choi Jin-ir, nome de real de Sulli, tinha 25 anos. Debutou como atriz ainda na infância. Entre 2009 e 2015 alcançou a fama como membro do grupo de música pop sul-coreana F(x), um quinteto feminino gerenciado pela SM Entertainment. Em 2014, anunciou um ano sabático, alegando estar “física e mentalmente esgotada pelos comentários negativos e falsos rumores”. Em 2015, Sulli, optou por abandonar o grupo de maneira definitiva para focar na atuação.

Com mais de seis milhões de seguidores no Instagram, Sulli era popular por seu caráter independente e desenvolto, o que rendeu seguidores e detratores. Liderou o movimento no-bra (sem sutiã) e por ter deixado de usar sutiã teve muitas de suas fotos criticadas na redes sociais.

No final do mês passado, a cantora mostrou os seios sem querer enquanto se maquiava durante uma transmissão ao vivo. Questionada por vários internautas, defendeu-se: “Não entendo qual é o problema. Faz parte de minha liberdade pessoal”

A notícia de sua morte sacudiu o mundo do K-pop e muitos artistas expressaram os pêsames pela morte de Sulli. Uma das mais afetadas foi Amber Liu, antiga colega de F(x), que por anunciou por meio de um tuíte a suspensão de seus próximos eventos.

A morte de Sulli chega só sete meses após que outro cantor coreano, Seo Min-woo, líder do grupo 100%, morresse aos 33 anos por causa de um infarto.

Em 2017, o vocalista da banda SHINee e amigo de Sulli, Kim Jong-hyun  suicidou-se aos 27 anos de idade. Os dois casos reavivaram o debate a respeito do funcionamento do mundo do K-pop: uma indústria colosal nas qual as agências preparam os artistas por anos e cuja vida privada e imagem acaba ficando completamente  submetida ao controle das empresas e o escrutínio do público.

 

https://youtu.be/P5uE7KDkDFE

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