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Além de defender um “tratamento mais rigoroso” para as delações premiadas, Augusto Aras reiterou suas críticas à Lava Jato na entrevista que concedeu a O Globo.

O novo PGR disse que a operação se deixou levar por “personalismo” e até citou o site de Glenn Greenwald e sua turma.

“A Lava Jato ficou personalizada. Esse personalismo gerou, como revela o ‘The Intercept’, ainda que com contestações à sua idoneidade, projetos de poder estranhos ao MPF e estranhos principalmente para quem tem o dever constitucional de não exercer atividade política. Então, o projeto de poder em uma instituição que não deve passar por política partidária, principalmente eleitoral, revela uma disfuncionalidade a ser corrigida. Isso tudo decorre da quebra do dever de impessoalidade”, afirmou Aras.

É tudo o que os inimigos da Lava Jato gostariam de ouvir.

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