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Postado em 20-09-2019
Arquivado em (Artigos) por vitor em 20-09-2019 00:42
 Cantor e compositor esteve acompanhado da namorada, Carol Proner, e do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, candidato à presidência pelo PT em 2018

 Da GaúchaZH

 

Ricardo Stuckert / Instituto Lula/Divulgação
Chico Buarque (E) ao lado da namorada, Carol Proner (C), do ex-ministro Celso Amorim (C) e de Fernando Haddad (D)Ricardo Stuckert / Instituto Lula/Divulgação

O cantor e compositor Chico Buarque conversou, nesta quinta-feira (19), com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cela da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. 

— Eu achei ele muito bem. Mais bem disposto, mais jovem, do que há um ano atrás. Aquele bom humor, aquela alegria, aquela indignação, que é justa — afirmou, em vídeo divulgado pelo fotógrafo oficial do PT, Ricardo Stuckert.

Chico esteva acompanhado da namorada, Carol Proner, além do ex-prefeito de São Paulo e candidato pelo PT à Presidência em 2018, Fernando Haddad, e o ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. 

Eles entregaram uma carta da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), entidade da qual Carol Proner faz parte. O documento declara “afeto e admiração” pelo ex-presidente, que está desde o dia 7 de abril de 2018 preso, cumprindo pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava-Jato.

Quando Chico estava no local, uma forte chuva atingiu Curitiba e danificou a Vigília Lula Livre, onde se encontram militantes que aguardam a saída do ex-presidente.

—  Vi as imagens da destruição da Vigília e fiquei triste, mas ao mesmo tempo achei que pode ser um presságio. Está na hora de desmanchar isso aqui. Lula livre! — declarou o cantor, segundo o site do PT.

As posições críticas de Chico Buarque ao governo de Jair Bolsonaro têm provocado embates com órgãos federais. O diretor do documentário Chico: Artista Brasileiro (2015), Miguel Faria Jr., afirmou, no último dia 12, que a obra foi censurada em um festival de cinema promovido pela Embaixada Brasileira no Uruguai. Quando se demitiu do cargo, o ex-secretário especial de Cultura do governo federal Henrique Pires afirmou a GaúchaZH que a conquista do Prêmio Camões por Chico Buarque provocou atrito com o ministro da Cidadania, Osmar Terra.

 — Quando Chico Buarque ganhou o prêmio Camões, quase fui demitido. (Terra) proibiu que algum representante do Ministério vá a Lisboa na entrega da homenagem. O Brasil será representado por alguém do Itamaraty — declarou.

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