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Polícia Federal investiga ações criminosas de grupos organizados

para espalhar incêndios no “Dia do Fogo” na Amazônia Legal…
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,,,e Bolsonaro e Moro, quinta-feira (29), diluem boatos de separação
e atacam crimes e criminosos.

ARTIGO DA SEMANA

Ruídos Bolsonaro x Moro, PF nas queimadas e a morte da lavoura do Cacau

Vitor Hugo Soares

Há fogo, ainda, sob as cinzas, em meio a nuvens de fumaça que se diluem aos poucos na região da Amazônia Legal. Enquanto isso,  nos desvãos da política , seguem os ruídos sobre a relação, do presidente  Jair Bolsonaro com o seu ministro da Justiça e da Segurança, Sérgio Moro, no jogo de poder atual. Vale a pena acompanhar, com olhos bem abertos, o trabalho (e resultados) da PF, na investigação sobre a participação do crime organizado no chamado “Dia do Fogo”, em áreas emblemáticas da floresta. Determinação do Palácio do Planalto, prontamente acatada pelo ministro “patrimônio nacional”, no discurso do presidente, quinta-feira (29).

Indícios e pistas, revelados pela revista Globo Rural, apontam ações típicas de organizações bandidas, na propagação do grande incêndio que, entre outros desastres e prejuízos, municiou o presidente Macron, da França , nos ataques duros ao colega brasileiro e nos palpites sobre a questão ambiental e a soberania do Brasil na região estratégica. Errática tentativa de agradar ruralistas de seu país, e fazer acenos políticos à ruidosa esquerda francesa, que morde seu calcanhar desde a posse.

Isso faz o jornalista recordar outro episódio de “terrorismo ambiental”, originário também da mata amazônica, de conseqüências terríveis  para a lavoura e a economia do cacau no sul baiano, com efeitos na política: a grande virada que fez o governo e o poder mudar de mãos na Bahia. A derrubada dos chamados “Barões do Cacau” e do “Carlismo” (de ACM, “o original”, no dizer de Mario Kertész). Tudo (ou quase) foi para as mãos do PT e suas linhas auxiliares.

Era o escândalo da Vassoura de Bruxa. Praga transplantada por mãos criminosas, da Amazônia para a Mata Atlântica, e que matou a rica e histórica lavoura cacaueira, um dos carros-chefes das exportações do agronegócio do país, e força econômica maior e motriz da balança comercial  baiana.. O jornalista vale – se da memória, de sua atuação profissional nas redações de A Tarde e sucursais do Jornal do Brasil e da Revista Veja, para alertar desmemoriados…

A Veja produziu, na época, ampla, bem apurada e polêmica reportagem sobre o bioterrorismo na zona do cacau. Investigação jornalística contundente, a partir de confissão de Luiz Henrique Franco Timóteo, então militante do PDT, de ter organizado ações para espalhar a praga nos cacauais sob as sombras das matas no rico sul do estado. Timóteo acusou pessoas e grupos organizados ligados ao PT de terem concebido e levado adiante o plano de disseminação do fungo da vassoura-de-bruxa da Amazônia, onde a praga é endêmica. Mais não conto. Está tudo nos arquivos dos jornais e revistas, nos inquéritos policiais e nos processos na justiça.
Agora  a PF apura o que se esconde nas nuvens turvas do chamado “Dia do Fogo”, convocação criminosa, para promover queimadas na Amazônia, através de aplicativos de mensagens usados por agricultores, grileiros e grupos organizados atuando no meio do caos dos desmatamentos.
“A suspeita é de crime organizado, metido em ações violentas, corruptas e, às vezes, em conluio com policiais, políticos e agentes do Estado na região”, assinalou o experiente e bem informado jornalista Alex Ferraz, na Tribuna da Bahia . Bomba de poder destrutivo bem maior que o terrorismo biológico da Vassoura de Bruxa, que devastou a lavoura e a economia do cacau na Bahia. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail:vitors.h@uol.com.br

“Mar Grande”, Paulinho da Viola: Definitivamente um samba de mão cheia composto em parceria com Sergio Natureza. Esplêndida interpretação de Paulinho, em apresentação ao vivo.Nada melhor nem mais bonito para a despedida musical de agosto no BP.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Um dos temas discutidos na reunião entre Donald Trump, Ernesto Araújo e Eduardo Bolsonaro foi a situação na Amazônia.

Segundo o ministro das Relações Exteriores, o presidente dos EUA se mostrou totalmente contrário a qualquer tipo de relativização da soberania brasileira na região.

“O presidente Trump foi completamente contra, tanto pela amizade que tem com o Brasil quanto por compartilhar da nossa visão de mundo de que não é assim que as coisas funcionam, que temos um mundo de nações soberanas”, afirmou Ernesto após o encontro.

Segundo Araújo, a comitiva do governo brasileiro agradeceu a Trump por sua postura durante o encontro do G7, na França, “ao contestar ideias que surgiram de relativizar a soberania brasileira sobre a Amazônia”.

O ministro disse também:

“Conversamos muito sobre a Amazônia. Tem havido muitas notícias sobre isso. Nós estamos conscientes do quanto a Amazônia é importante para o mundo.”

Resultado de imagem para Tabaré Vazquez descobre cancer no pulmão
DO JORNAL DO BRASIL

Mandato de Tabaré Vázquez vai até o dia 1º de marco de 2020

  O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, afirmou que governará “até o último minuto” de seu mandato apesar de ter sido diagnosticado com câncer pulmonar há poucos dias, já que é “sua obrigação” com o povo uruguaio, segundo relato na última quinta-feira (29).

“Não nos elegem presidente para governar por quatro anos, seis meses e cinco dias, nos elegem para cinco anos, e penso em cumprir com meu mandato”, ressaltou Vázquez em uma entrevista, na qual sustentou que deixará o governo em 1 de março de 2020, quando deverá entregar a faixa presidencial ao sucessor.

Neste sentido, o líder indicou que não deixará de fazer coisas pelo seu país e falou sobre o projeto de lei enviado do Poder Executivo ao Parlamento dias atrás para criar o Ministério de Cultura que, segundo ele, “não significa nenhuma despesa maior para o Estado”.

“Me disseram, por que manda esse projeto de lei agora que está chegando as eleições? Minha resposta é porque estou no período de governo, porque o país e a Constituição da República exige que sejam 5 anos de governo”, reiterou.

Vázquez, de 79 anos e oncologista de profissão, anunciou em 20 de agosto em entrevista coletiva, acompanhado da vice-presidente, Lucía Topolansky, e de boa parte de seu gabinete, que tinha sido diagnosticado com um nódulo pulmonar durante exames de rotina. Nesse mesmo dia, o líder afirmou que todos os estudos e tratamentos que necessários seriam feitos no Uruguai, porque o país conta com “um corpo médico de excelência” e tecnologia de vanguarda.

O presidente foi internado durante dois dias, nos quais passou por uma biópsia, que confirmou a presença de um tumor maligno no pulmão. Segundo informou a Presidência, nesta quarta-feira o líder se submeteu a um tratamento de radiocirurgia para tratar da doença que, segundo os médicos, não lhe impedirão de seguir com seus compromissos à frente do país.

Com relação à doença, Vázquez afirmou na entrevista a importância de prevenir e fazer exames de rotina para uma detecção precoce. “Isso é tão importante como uma sala de cirurgia, como uma sala de operações com toda tecnologia, como todos os produtos médicos que possam haver para diagnósticos ou tratamentos para qualquer doença”, ressaltou.

Vázquez também se referiu à situação do país e disse que o Uruguai “está forte” e que os cidadãos devem “querê-lo um pouquinho mais”. “Crise? Peço que olhem ao redor do país. Que olhem para o Brasil, para a Argentina, que olhem para o mundo, e que vejam como está o Uruguai. Que observem a estabilidade econômica. Não entramos em recessão, temos apoio internacional. Temos grau investidor”, enfatizou o presidente.

Do Jornal do Brasil

 

E anuncia mais quatro nomes internacionais na programação: Penelope Douglas, Tara Sivec, Franggy Yanes e Sofia Silva

  Criador de personagens que há seis décadas encantam gerações, o cartunista Mauricio de Sousa chegou ao Pavilhão das Artes da XIX Bienal do Livro causando frisson entre “crianças” de todas as idades. Vários adultos, fãs de Mônica, Cebolinha e Cascão, emocionaram-se ao encontrar o autor, que recebeu uma homenagem da Bienal pelos 60 anos de seus quadrinhos. Nesta manhã, ele inaugurou um mural de 210 metros quadrados no novo espaço do evento, com imagens de todas as fases de seus personagens e um enorme estêncil em que Maurício aparece brincando com Bidu, obra assinada pela artista urbana Simone Siss, que estava presente.
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Maurício de Souza na Bienal do Livro do Rio (Foto: Divulgação)

O cartunista autografou o painel e, em seguida, desenhou Bidu na placa comemorativa: “Ele foi meu primeiro personagem e se tornou um símbolo do meu estúdio “, contou.

Entre os fãs, a estudante catarinense Laura Flôr, de 16 anos, não parava de chorar: “Aprendi a gostar de ler por causa dos gibis dele!”, contou, enxugando as lágrimas.

Na Bienal mais diversa e inclusiva de todos os tempos, o autor e cartunista, que nos últimos anos vem criando diversos personagens com deficiências, falou sobre a importância da inclusão: “Sempre é uma coisa positiva, estamos somando personalidades, vontades, ideias. Esse é o segredo do progresso e da evolução. Estamos colaborando com isso com gibis, filmes, com tudo”, resumiu.

Durante a cerimônia de abertura do evento, que este ano faz uma reverência ao Japão e sua cultura, Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) ressaltou a importância da leitura e da valorização da educação: “Nosso país trilha um caminho perigoso que pode agravar a desigualdade”. E lembrou que a leitura pode ajudar a mudar esse cenário. “Promovemos com o Pró-Livro uma pesquisa do impacto do ato de ler no rendimento dos alunos. Os resultados indicam que ainda há muitas dificuldades e é preciso investir mais, tanto nos professores quanto nos alunos, a partir da leitura. A cada ataque à educação é preciso dobrar o acesso aos livros”, disse, destacando que Ana Maria Machado e Ruth Rocha são as grandes homenageadas da edição da Bienal 2019.

MAIS AUTORES INTERNACIONAIS AGITAM PROGRAMAÇÃO DA BIENAL

Nesta sexta-feira, mais quatro nomes internacionais confirmaram presença na XIX Bienal do Livro Rio. Penelope Douglas, Tara Sivec, Franggy Yanes e Sofia Silva farão parte do maior evento literário do Brasil com agenda e programação nos estandes de suas editoras.

Na The Gift Box Editora, a lista de autores inclui duas americanas e um venezuelano. Com títulos reconhecidos pelo The New York Times e The Wall Street Journal, e traduzida em mais de 14 países, a romancista americana Penelope Douglas, que assina os títulos “Birthday Girl” e “Punk 57”, será uma das estrelas. O time de talento estrangeiro da editora, inclui, ainda, a escritora Tara Sivec, cujo nome figura na lista de best-sellers do USA Today. Moradora de Ohio, ela se classifica como esposa, mãe, chofer, empregada doméstica, cozinheira de curta duração, babá e especialista em sarcasmo. Ela é responsável pela trilogia The Naughty Princess Club, que terá série completa na Bienal. Para os fãs, essa é uma vitória: é a primeira vez que os livros serão oferecidos juntos para o público. A primeira parte da coletânea foi lançada em março.

Já o fotógrafo venezuelano Franggy Yanes traz o livro “Next Door Journal: um projeto de amor ao Brasil” pelo novo selo da The Gift Box Editora, The Gift Book, voltado para projetos alternativos e culturais dentro da literatura. Há dois anos ele veio ao país para um evento e se apaixonou. Como bom desbravador de novos cenários e entusiasta das mais diversas culturas, Yanez deu vida ao projeto retratando através de suas lentes as belezas encontradas pelos estados que visitou.

Consagrada junto aos leitores brasileiros na última Bienal do Livro Rio, em 2017, Sofia Silva volta ao evento para lançar “Destinos Quebrados” e, mais uma vez, integrar a programação oficial. A autora portuguesa participará do debate “Vamos falar sobre luto” no Café Literário, dia 7 de setembro, às 12h. Haverá, ainda, uma sessão de autógrafos no estande da Editora Valentina (Pavilhão Verde, estande 72, Rua O), no dia 1º, às 15h.

Com investimento de mais de R$ 44 milhões, o festival é uma realização do Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL) e da GL exhibitions , apresentado pela Microsoft e com patrocínio master do Banco Itaú. O evento conta com apoio da lei federal de incentivo à cultura, através da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, e da lei municipal de incentivo à cultura da cidade do Rio de Janeiro, lei do ISS.

Agenda: Penelope Douglas / Bate papo e sessão de autógrafos no estande da The Gift Box Editora / Datas: 31 de agosto de 2019, às 18h e 01 de setembro de 2019, às 20h. / Local: Pavilhão 3 – Estande Gift Box – M05

Tara Sivec / Bate papo e sessão de autógrafos no estande da The Gift Box Editora / Data: 31 de agosto de 2019, às 20h e 01 de setembro de 2019, às 18h / Local: Pavilhão 3 – Estande Gift Box – M05

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Posted on 31-08-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-08-2019



 

Sponholz, no

 

 

Chanceler vai aos EUA ao lado de Eduardo Bolsonaro, mas não há anúncios. Presidente diz ter tido conversa “produtiva” com Angela Merkel sobre crise ambiental

O chanceler Ernesto Araújo e o deputado Eduardo Bolsonaro na Casa Branca.O chanceler Ernesto Araújo e o deputado Eduardo Bolsonaro na Casa Branca. Evan Vucci AP

O chanceler Ernesto Araújo, e Eduardo Bolsonaro, filho do presidente brasileiro e no comando da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, fizeram nesta sexta-feira uma visita express à Casa Branca. Araújo e Eduardo afirmaram na saída a jornalistas que foram recebidos pelo presidente Donald Trump, pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, pelo genro e assessor de Trump, Jared Kushner, e por assessores do conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton. Os brasileiros não ofereceram maiores detalhes sobre os encontros, que tampouco constam da agenda oficial das autoridades norte-americanas. “Creio que estamos em sintonia, os Governos estão em sintonia”, disse Araújo, a respeito da crise pelas queimadas na Amazônia, que colocaram o Bolsonaro como alvo de críticas, especialmente da Europa, mas não de Trump.

“Nós não tínhamos expectativa de sair daqui com nada assinado, mas achamos que é extraordinariamente significativo que o presidente Trump tenha nos recebido”, disse Eduardo Bolsonaro, indicado pelo pai para ser embaixador do Brasil em Washington, algo que ainda depende da aprovação no Senado. “Ele [Trump] reiterou várias coisas, prometeu trabalhar com a gente nessa questão do desenvolvimento sustentável na Amazônia, interesse enorme em acordo comercial amplo. Temos que sentar agora para ver o vai ser isso, como vamos modelar esse tipo de acordo”, seguiu, tudo segundo o globo. 

Não foram divulgadas, até o momento, imagens da reunião. A informação oficial sobre o encontro vinda do Itamaraty também foi pontual. À reportagem, a assessoria informou que Araújo “liderou delegação a Washington que foi recebida hoje pelo presidente dos EUA, Donald Trump”. Mais cedo, o presidente Bolsonaro havia dito que havia pedido “ajuda” a Trump na crise.

Telefonema para Merkel e mudança de tom

A aliança entre o Planalto e a Casa Branca é um dos maiores ativos da política externa do Governo Bolsonaro, sob pressão com a crise na Amazônia  —o presidente também recebeu nesta semana endosso do presidente chileno, Sebastián Piñera. Além dos danos à imagem do país, o aumento do desmatamento e das queimadas, aliados à retórica do presidente contra a regulação e multas ambientais, já começam a ter reverberação econômica negativa para o Brasil, com o boicote de uma marca norte-americana ao couro brasileiro. 

Nesta sexta pela manhã, o presidente Bolsonaro seguiu em sua retórica dura contra Europa, e especialmente com a França de Emmanuel Macron — “A Europa toda junta não tem lições para nos dar no tocante ao meio ambiente “—, mas anunciou que falaria com a chanceler alemã, Angela Merkel. À noite, informou ter tido uma “conversa bastante produtiva” com Merkel, numa mudança de tom em relação às semanas prévias, quando a Alemanha anunciou a suspensão de verbas para o Fundo Amazônia, que destina recursos a projetos contra a mudança climática na floresta brasileira. “[Ela] reafirmou a soberania brasileira na nossa região amazônica. A pedido do Governo Alemão, o Serviço Europeu de Ação Externa foi mobilizado para avaliar a situação das queimadas na América do Sul”, escreveu o presidente no Twitter.

A relação do Brasil com as lideranças europeias cobra especial importância num momento em que ainda pende de ratificação nos Parlamentos europeus o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. A UE fez questão de frisar os compromissos ambientais do Brasil no pacto, especialmente a permanência no Acordo de Paris, de combate ao aquecimento global. A França de Macron, cujos agricultores são contra o acordo comercial com o Mercosul, se transformou num bastião de resistência ao acordo e de cobranças públicas a Bolsonaro.

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