Por G1 Rio

Atriz Ruth de Souza morre aos 98 anos no Rio

Atriz Ruth de Souza morre aos 98 anos no Rio

Morreu na manhã deste domingo (28) a atriz Ruth de Souza, de 98 anos. Ela estava internada desde o começo da semana no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Copa D’Or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, vítima de uma pneumonia. A causa da morte não foi informada pelo hospital.

Com mais de 70 anos dedicados à dramaturgia, Ruth de Souza é ícone de várias gerações de atores. Ela foi pioneira ao longo de sua carreira: foi a primeira atriz negra a se apresentar no Theatro Municipal do Rio e a construir carreira na dramaturgia. Foi também a primeira brasileira indicada a um prêmio internacional de cinema – no Festival de Veneza de 1954.

O velório da atriz será nesta segunda-feira (29) no Theatro Municipal a partir das 10h. Os fãs e amigos poderão se despedir de Ruth de Souza até às 16h. O local do enterro ainda não foi confirmado. As informações são da GloboNews.

 
Morre aos 98 anos a atriz Ruth de Souza

Morre aos 98 anos a atriz Ruth de Souza

Trajetória

Ruth de Souza Pinto nasceu em 12 de maio de 1921, no bairro do Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Passou a infância com a família em Porto do Marinho (MG) e, após a morte do pai, voltou ao Rio com a mãe. Viveram em uma vila de lavadeiras e jardineiras em Copacabana.

Interessada em teatro, procurou e se uniu ao Teatro Experimental do Negro, grupo fundado por Abdias Nascimento e Agnaldo Camargo. Foi com o grupo que, em 8 de maio de 1945, atuou pela primeira vez no Theatro Municipal, que até então só tinha recebido atrizes brancas e ajudou a abrir as portas para artistas negras no Brasil. A peça encenada foi “O Imperador Jones”, de Eugene O’Neil.

Midori de Souza, sobrinha-neta de Ruth de Souza, falou da importância da tia para a dramaturgia.

“Ela merece essa homenagem da família, e os fãs também merecem, né, dar esse adeus para ela, porque a gente sabe que tem muita gente que gosta dela (…) Minha tia foi uma pessoa muito importante para a família toda. Uma pessoa de muita garra, uma pessoa que sempre deu conselhos, presente demais na família. Era tipo a matriarca da família”

 

Ruth de Souza na série 'Malu mulher', em 1980 — Foto: TV Globo Ruth de Souza na série 'Malu mulher', em 1980 — Foto: TV Globo

Ruth de Souza na série ‘Malu mulher’, em 1980 — Foto: TV Globo

Mais de 20 novelas

Na televisão, foi uma das pioneiras. Passou pela TV Tupi, pela Record, TV Excelsior e, em 1968, Ruth de Souza foi contratada pela Globo para atuar na novela “Passo dos ventos”, onde interpretou a mãe de santo Tuiá, uma mulher sábia cujos antepassados eram escravos, no Haiti.

Seu último trabalho foi na minissérie “Se eu fechar os olhos agora”, que foi ao ar este ano, na Globo. Na história recriada por Ricardo Linhares a partir do romance original de Edney Silvestre, ela viveu Madalena. Idosa e abandonada, a personagem era “adotada” pelos meninos Paulo Roberto (João Gabriel D’Aleluia) e Eduardo (Xande Valois) antes de ser assassinada de forma brutal e misteriosa.

Filha de um lavrador e de uma lavadeira, desde criança Ruth sonhava em ser atriz. “Eu era apaixonada por cinema. Queria ser atriz, mas naquela época não tinha atores negros, e muita gente ria de mim: ‘Imagina, ela quer ser artista! Não tem artista preto’. Eu ficava meio chateada, mas sabia que ia fazer; como, não sabia”, declarou a atriz no site Memória Globo.

Como uma das pioneiras da TV brasileira, a atriz participou de programas de variedades e musicais no início das transmissões da TV Tupi, até adaptar para a televisão, com Haroldo Costa, a peça “O filho pródigo”, que havia encenado no Teatro Experimental do Negro. A primeira novela foi “A deusa vencida” (1965), de Ivani Ribeiro, na TV Excelsior.

 

Ruth de Souza emocionada durante homenagem no desfile da Acadêmicos de Santa Cruz, no carnaval de 2019, no Rio — Foto: Marcos Serra Lima/G1 Ruth de Souza emocionada durante homenagem no desfile da Acadêmicos de Santa Cruz, no carnaval de 2019, no Rio — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Ruth de Souza emocionada durante homenagem no desfile da Acadêmicos de Santa Cruz, no carnaval de 2019, no Rio — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Na Globo, a atriz atuou em mais de 20 novelas. Entre elas: “A cabana do Pai Tomás”, “Pigmalião 70”, “Os ossos do barão”, “O rebu”, “Duas vidas” e “O clone”.

Em “Sinhá Moça” Ruth fez uma dupla inesquecível com Grande Otelo. Também atuou em seriados como “Memorial de Maria Moura” e “Na Forma da Lei”.

 

Fotos de momentos da carreira de Ruth de Souza que ilustram depoimento ao Memória Globo — Foto: TV Globo Fotos de momentos da carreira de Ruth de Souza que ilustram depoimento ao Memória Globo — Foto: TV Globo

Fotos de momentos da carreira de Ruth de Souza que ilustram depoimento ao Memória Globo — Foto: TV Globo

Carreira no cinema

No cinema, Ruth participou de mais de 30 filmes, incluindo a versão para a telona de “Sinhá Moça”, de Tom Payne. O longa levou Ruth a concorrer ao prêmio de melhor atriz do Festival de Veneza de 1954.

Em entrevista ao Memória Globo, ela lembra que, por pouco, não levou o prêmio e ainda superou atrizes consagradas como Katherine Hepburn e a Michèle Morgan – Lili Palmer foi a vencedora.

“Era muito importante o festival, Veneza, o festival de Veneza naquela época acho que era mais importante que o de Cannes, era muito importante. E aí, quando veio a notícia de que Lili Palmer tinha ganho o prêmio e eu tinha perdido por dois votos. Dois votos… Então, a Katherine Hepburn e a Michèle Morgan ficaram para trás, ficaram em quarto lugar, não sei.. Para mim, foi como se eu tivesse ganho o prêmio, foi muito importante para a minha carreira, inclusive”, contou Ruth.

A atriz esteve também no clássico “O assalto ao trem pagador” (1962), de Roberto Farias, e “As filhas do vento”, de Joel Zito Araujo, com o qual foi premiada no Festival de Gramado de 2004.

Ruth de Souza era grande admiradora do cinema por entender que era onde o artista negro tinha mais oportunidades.

“O cinema sempre deu mais oportunidade para o negro, desde o Grande Otelo. Eu tive sorte na continuidade de trabalho, tanto no teatro quanto na televisão. Sempre tive trabalho, mas são poucos os negros que têm. Isso foi benção de Deus”, declarou.

“Saravá”, Walter Queiroz: da trilha musical da novela “Sinhá Moça”, da Globo, apresentada no horário das 18h, e um dos maiores sucessos da atriz Ruth de Souza na televisão.Baseada no livro homônimo de de Maria Dezzone Pacheco Fernandes, , no texto original de Benedito Ruy Barbosa e adaptada por Edmara Barbosa e Edilene. Estreou em 13 de Março de 2oo6 na Rede Globo. Saudades de Ruth!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

Camará de Walter Queiroz faz parte trilha sonora da novela das 18 horas, “Sinhá Moça” baseada no livro homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes, no textos originais de Benedito Ruy Barbosa e adaptada por Edmara Barbosa & Edilene Barbosa que estreou dia 13 de Março de 2006 na Rede Globo. Foi reapresentada no Vale a pena de ver de novo a partir de 15 de Março de 2010.

Presidente afirmou que nome de seu filho deputado, de 35 anos, já foi enviado ao Governo americano, para que ele ocupe a embaixada em Washington. Senado votará a nomeação

 Naiara Galarraga Gortázar
Eduardo ao lado do pai e de Trump, no encontro do G20, em foto publicada por ele em seu Instagram.
Eduardo ao lado do pai e de Trump, no encontro do G20, em foto publicada por ele em seu Instagram. Reprodução/Instagram

Eduardo Bolsonaro, 35 anos, deputado federal (PSL-SP), enlace latino-americano da aliança global nacional-populista e aspirante a embaixador do Brasil em Washington, foi abençoado pelo próprio Donald Trump perante os olhos do mundo. Foi em 19 de março, nos jardins da Casa Branca, durante a primeira visita oficial de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, a capital norte-americana. As perguntas sobre uma possível intervenção militar na Venezuela para derrubar Nicolás Maduro dominavam a entrevista coletiva presidencial quando o norte-americano, o político mais poderoso do mundo, disse com o olhar voltado para o fundo, à sua direita: “Aliás, vejo entre o público o filho do presidente [Bolsonaro]. Pode se levantar, por favor? Você fez um trabalho fantástico”. A adulação, transmitida ao vivo pelos canais locais e internacionais, podia ser uma manobra de distração frente à imprensa, mas o fato é que Bolsonaro filho, que pouco antes tinha tido o privilégio de acompanhar o pai ao Salão Oval —o ministro de Relações Exteriores teve que ficar fora—, recebia um valioso tapinha nas costas de Trump. Um gesto que em política vale ouro.

Essa proximidade com o presidente dos EUA, na opinião de Bolsonaro, é o principal ativo de seu filho para ser o próximo embaixador do Brasil em Washington, posto vago há meses. “Qual é o principal papel de um embaixador? Não é ter uma boa relação com o chefe do Estado de outro país? [Eduardo] cumpre esse requisito? Cumpre. Simples assim”, respondeu o presidente, que não esconde seu desgosto com as críticas, incluídas as de seus eleitores. “Vou nomear, sim. E quem disser que não vai mais votar em mim, lamento”, declarou na semana passada, contestando a acusação de nepotismo. Na sexta, ele afirmou que enviou o nome de seu filho ao Governo americano, uma praxe diplomática. E, neste sábado, voltou a justificar sua escolha, ao explicar que queria se aproximar com os países de “primeiro mundo” para que eles ajudem a explorar o minério de terras indígenas: “Por isso, a minha aproximação com os Estados Unidos. Por isso, eu quero uma pessoa de confiança minha na embaixada dos EUA (…) Vocês acham que eu colocaria um filho meu em um posto de destaque desse para pagar vexame? Quero contato rápido e imediato com o presidente americano”, ressaltou.O apoio dele é essencial, mas não suficiente. A indicação deve ser aprovada também pelo Senado, que não está tão entusiasmado. E a votação é secreta.

O protagonista se apressou em negar que seja um filhinho-de-papai e enumerou seus méritos para dirigir a cobiçada legação: “Presido a comissão de Relações Exteriores da Câmara, tenho vivência, fiz intercâmbio, fritei hambúrguer lá nos Estados Unidos, e melhorei meu inglês”. Nisto também Bolsonaro imita Trump, que nomeou sua filha e seu genro, empresários, como assessores presidenciais, e o segundo como seu enviado para o Oriente Médio.

Eduardo Bolsonaro, o terceiro filho do militar da reserva e de sua primeira mulher, Rogéria Braga, não é um político novato. Em outubro foi eleito para seu segundo mandato na Câmara com a maior votação da história: mais de 1,8 milhão de eleitores de São Paulo escolheram ser representados em Brasília por esse escrivão da Polícia Federal formado em Direito. Para ir a Washington, terá que renunciar à vaga parlamentar e, segundo a Constituição, teria que esperar até 2024 para ser novamente candidato a um cargo eletivo, ou até 2028 se o chefe desta dinastia for reeleito presidente.

Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas e colunista do EL PAÍS Brasil, não duvida de que com Bolsonaro filho o Brasil ganharia acesso a Trump e à Casa Branca, mas adverte que “existem problemas estruturais (na relação bilateral)” que não mudarão. Explica que “o Brasil não pode entregar aos EUA o que estes lhe pedem, que é um maior apoio para resolver a crise da Venezuela e reduzir a influência da China na América Latina. Por exemplo, não vai vetar a Huawei”. O especialista argumenta que, em Washington, Eduardo cumpriria outra função-chave: ser o enlace com a rede de líderes e pensadores de extrema direita —o norte-americano Steve Bannon, o italiano Matteo Salvini, a francesa Marine Le Pen, o húngaro Viktor Orbán… —com vistas à reeleição de Bolsonaro.

Quando em fevereiro Bannon o nomeou representante na América Latina do seu grupo The Movement, Eduardo agradeceu e definiu assim a missão: “Trabalharemos com Bannon para resgatar a soberania das mãos de forças progressistas, globalistas e elitistas, para expandir o nacionalismo razoável”.

O mandatário lançou a proposta, que causou grande surpresa em todos os estamentos e horror entre os diplomatas profissionais, justamente no dia em que o indicado completou 35 anos – exatamente a idade mínima que a lei brasileira estabelece para ser embaixador. O rumor de que em contrapartida Eric Trump viria para a embaixada dos EUA em Brasília, também vaga, foi desmentido por este. Se a nomeação fracassar, “será um gol contra”, nas palavras do especialista Stuenkel.

Advogados dizem que Vermelho deixou cópias de conversas dentro e fora do país

Na primeira manifestação da defesa de Walter Delgatti Neto, o Vermelho, os advogados do hacker disseram que ele deixou cópias de conversas hackeadas com pessoas dentro e fora do Brasil, informa a GloboNews.

No texto, os advogados Luis Gustavo Delgado Barros e Fabrício Martins Chaves Lucas falam que existem “fiéis depositários nacionais e internacionais” desse material.

Os defensores dizem que Vermelho afirma que o poder público deveria testar a segurança de aplicativos como o Telegram, utilizado por ele para invadir celulares de autoridades.

No comunicado, a defesa de Delgatti também afirma que o seu cliente não reconhece o apelido “Vermelho”. E que, no momento, ele não tem filiação partidária e é “desinteressado em política institucional”.

Em depoimento na última quarta-feira, dia 24, o DJ Gustavo Henrique Elias Santos afirmou que Delgatti era “simpatizante” do PT. Vermelho foi filiado ao DEM, que anunciou sua expulsão do partido na semana passada.

jul
29

Do Jornal do Brasil

 

Em nota, a Funai também trata o fato como uma “suposta invasão” e um “possível ataque” à terra indígena

   O procurador-chefe da Procuradoria da República no Amapá, Rodolfo Soares Ribeiro Lopes, disse ser prematuro afirmar que os assassinos do cacique da aldeia Waseity, da Terra Indígena Waiãpi, sejam garimpeiros que invadiram a reserva localizada no oeste do Amapá.

“Há várias linhas investigativas em curso e não é possível afirmar o que ocorreu. Estamos trabalhando com várias hipóteses. É possível que o crime tenha sido praticado por garimpeiros, por caçadores ou até mesmo por outros indígenas”, declarou Lopes em entrevista à Rádio Nacional, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“O procurador titular vai assumir o caso amanhã e poderá esclarecer melhor sobre a existência ou não destes conflitos na terra indígena”, acrescentou Lopes, explicando estar acompanhando os fatos na condição de procurador plantonista.

Segundo o Conselho das Aldeias Waiãpi-Apina, garimpeiros invadiram a terra indígena e atacaram ao menos uma aldeia, a Yvytotõ, durante a última semana.

O chefe da aldeia Waseity, Emyra Waiãpi, foi morto na tarde de segunda-feira (22). De acordo com o conselho, entretanto, a morte não foi testemunhada por indígenas e só foi percebida na manhã de terça-feira (23).

Ainda de acordo com o conselho, grupos de Waiãpi encontraram não índios armados entre sexta-feira (26) e sábado (27), quando a aldeia Yvytotõ foi invadida e tiros foram ouvidos próximos à aldeia Jakare. O conselho comunicou a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Ministério Público Federal (MPF) na sexta-feira. Na tarde de sábado, policiais federais e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Amapá foram acionados e se deslocaram para a região a fim de apurar as denúncias.

“O MPF instaurou dois procedimentos. Um criminal, para apurar as circunstâncias da morte da liderança indígena. E outro para apurar a suposta invasão à terra indígena”, acrescentou o procurador da República, admitindo ainda não haver detalhes sobre a morte de Emyra Waiãpi. “É muito cedo para afirmarmos o que aconteceu. As equipes da PF e do Bope já estão na terra indígena recolhendo as informações necessárias para esclarecer o que de fato ocorreu”.

Em nota, a Funai também trata o fato como uma “suposta invasão” e um “possível ataque” à terra indígena. Já o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organização indigenista vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cobra das autoridades públicas medidas “urgentes, estruturantes e politicamente isentas” para que os responsáveis pelo ataque aos Waiãpi sejam identificados e punidos.

Pelas redes sociais, a prefeita de Pedra Branca do Amapari, Beth Pelaes (PMDB), disse que a população repudia qualquer forma de agressão às famílias indígenas e a seu território. “Estamos, todos, muito sensibilizados e chocados com o que está acontecendo”, escreveu a prefeita, assegurando que as medidas de segurança para “impedir o agravamento do conflito entre índios e garimpeiros” já estão sendo adotadas.

Pedra Branca do Amapari é um dos três municípios amapaenses que abrigam a Terra Indígena Waiãpi.

jul
29
Posted on 29-07-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-07-2019


 

Miguel, no

 

jul
29

DO JORNAL DO BRASIL

Carlos Bolsonaro: ‘é um dos maiores cabides de emprego do mundo’

Ele fez o post em sua conta pessoal no Twitter neste domingo (28)

Na sua conta no Twitter, o vereador e filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, afirmou que o Brasil é um dos maiores cabides de emprego do mundo. “Sempre usando dinheiro dos pagadores de impostos para tal”, escreveu.

Na rede social, ele tammbém compartilhou  um artigo que cita declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a intenção do governo de Bolsonaro de disparar um “canhão da privatização’ de empresas estatais.

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