“Invierno Porteño”, Astor Piazzolla: Registro da extraordinária apresentação de  Piazzolla e seu Quinteto no Regina Theater, em 1970. Nada melhor para o dia seguinte da espetacular partida de futebol entre Brasil e Argentina no Mineirão. Uma noite para não esquecer!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

 

Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília

Moro vai à Câmara falar sobre supostas trocas de mensagens publicadas por site

Moro na Câmara fala sobre supostas trocas de mensagens publicadas por site

 

A reunião conjunta de três comissões da Câmara – em que parlamentares ouviram explicações do ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre mensagens atribuídas a ele e divulgadas pelo site The Intercept – foi encerrada na noite desta terça-feira (2) depois de uma confusão entre deputados.

O tumulto aconteceu após cerca de oito horas de reunião, depois que o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ofendeu Moro. A fala de Braga gerou revolta de deputados que apoiam Sergio Moro. Parlamentares e assessores, então, cercaram a mesa da presidência da reunião.

Muitos deputados ainda estavam inscritos para fazer perguntas ao ministro da Justiça.

Moro deixou o colegiado e se dirigiu a uma sala destinada à presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP), que presidia a sessão, encerrou os trabalhos.

Com a confusão em andamento, Marcivania ainda tentou retomar os trabalhos e recomeçar o interrogatório de Moro. No entanto, a deputada disse ter sido informada de que o ministro havia deixado o prédio do Congresso e desistiu da retomada dos trabalhos.

O deputado Filipe Barros (PSL-PR) disse que Marcivania não tinha “pulso” para presidir a reunião.

Antes de encerrar a reunião, Marcivania pediu que as ofensas a Moro fossem retiradas dos registros da reunião.

O presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), disse que Moro só deixou o Congresso depois que Marcivania declarou os trabalhos encerrados. Segundo Francischini, uma reunião não pode ser retomada depois de encerrada.

Na avaliação do presidente da CCJ, a reunião foi encerrada porque Moro “foi desrespeitado por alguns poucos parlamentares”.

Fala de Moro

Antes de a reunião ser encerrada, cerca de 60 deputados fizeram discursos ou perguntas a Sergio Moro.

A audiência conjunta da CCJ, Comissão de Direitos Humanos e da Comissão de Trabalho foi convocada para que Moro falasse sobre reportagens do The Intercpet que apontam que o ex-juiz teria orientado procuradores da Lava Jato ao longo da operação.

Na exposição inicial, Moro disse que, por trás das mensagens, existe uma “tentativa criminosa” de invalidar condenações da Lava Jato. Moro classificou o conteúdo das mensagens de “balão cheio de nada”.

Ao longo de toda a reunião, parlamentares da oposição afirmaram que Moro foi parcial na condução dos processos da Lava Jato e que cometeu crimes.

Apoiadores de Moro, por outro lado, elogiaram a conduta do ex-juiz e destacaram que o ministro foi importante no combate à corrupção no Brasil.

O deputado Boca Aberta (PROS-PR), apoiador de Moro, chegou a entregar um troféu ao juiz pela atuação no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.

O transcorrer da reunião, sempre com clima quente, indicava que os trabalhos seriam encerrados com um tumulto entre parlamentares. Vários bate-bocas foram registrados ao longo do dia.

‘Malvados’ da Lava Jato

Na audiência na Câmara, o ministro Sergio Moro foi irônico ao comentar a possibilidade de anulação do processo que resultou na prisão do ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá (SP).

“Se ouve muito da anulação do processo do ex-presidente [Lula]. Tem que se perguntar realmente quem defende, então, Sergio Cabral, Eduardo Cunha, Renato Duque, todos esses ‘inocentes’ que teriam sido condenados segundo esse site de notícias”, ironizou Moro.

“Nós precisamos defensores também dessas pessoas, para defender que elas sejam colocadas imediatamente em liberdade já que foram condenados pelos malvados procuradores da Lava Jato ou desonestos policiais e [pelo] juiz parcial”, acrescentou o ex-juiz.

Moro também disse que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) embarcou no “sensacionalismo” das reportagens do The Intercept ao pedir o seu afastamento. Ele também afirmou ter a impressão que o apoio a ele cresceu depois da divulgação das mensagens, cuja a autenticidade ele não reconhece.

A movimentação na Comissão de Constituição e Justiça era grande desde cedo. Os parlamentares organizaram uma lista informal de inscrições.

Próximo Rodrigo Maia recebe governadores para negociar inclusão dos estados na Previdência
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jul
03
Posted on 03-07-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-07-2019

FAB vai interrogar sargento preso com cocaína na Espanha

 

Jair Bolsonaro afirmou hoje, após um almoço com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e comandantes das Forças Armadas, que uma equipe de militares será encaminhada à Espanha para interrogar o sargento Manoel Silva Rodrigues, preso com 39 kg de cocaína em Sevilha.

“Esse assunto foi tratado. O comandante [Antonio Carlos Moretti] Bermudez instaurou inquérito. Outras investigações estão sendo feitas. Estamos fornecendo informações à polícia da Espanha. Ele pretende [enviar] uma equipe nossa o mais breve possível para ouvir o sargento lá.”

E acrescentou:

“Temos a suspeita de que não é a primeira vez que ele mexeu com drogas, tendo em vista a quantidade. E investigações a que tive acesso estão indo a contento.”

jul
03
Posted on 03-07-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-07-2019

Jornal do Brasil

 

Presidente teria entrado em contato com ministro-chefe do GSI

GUSTAVO URIBE

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Em meio a uma nova saia-justa criada por Carlos Bolsonaro, o presidente Jair Bolsonaro entrou em contato com o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno, e manifestou respaldo a ele.

A informação foi confirmada à reportagem nesta terça-feira (2) por dois assessores presidenciais, segundo os quais Bolsonaro atuou para prestigiar o ministro e evitar que o episódio se transformasse em uma nova crise política em meio à tramitação da reforma previdenciária.

Macaque in the trees
Carlos Bolsonaro (Foto: Sérgio Lima/AFP)

Em público, no entanto, o presidente evitou comentar o episódio. Perguntado na chegada a almoço no Ministério da Defesa, ele pediu que a imprensa perguntasse sobre o assunto ao vereador pelo Rio de Janeiro.

Nos bastidores, a crítica indireta do filho do presidente ao general foi condenada pela cúpula militar, para a qual ele insiste em causar desarmonia no governo de seu pai. 

Na segunda-feira (1º), Carlos fez um comentário em uma página bolsonarista na qual uma pessoa que se identificava como jornalista acusava o GSI e a FAB (Força Aérea Brasileira) como cúmplices do sargento Manoel Silva Rodrigues, preso na Espanha com 39 kg de cocaína.

“Por que acha que não ando com seguranças? Principalmente aqueles oferecidos pelo GSI? Sua grande maioria podem (sic) ser até homens bem intencionados e acredito que seja, mas estão subordinados a algo que não acredito. Tenho gritado em vão há meses internamente e infelizmente sou ignorado”, escreveu o vereador. 

O site bolsonarista atacou diretamente Heleno, dizendo que “a culpa é dele”, replicando o que assessores palacianos haviam dito quando o caso estourou. O general chegou a responder, dizendo que a responsabilidade pelas revistas de aeronaves era da FAB.

Não é a primeira vez que Carlos entra em conflito com a núcleo militar do Palácio do Planalto. Nas redes sociais, o filho do presidente já fez críticas públicas ao vice-presidente Hamilton Mourão e ao ex-ministro da Secretaria de Governo Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Do Jornal do Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que uma eventual reinclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência cabe ao Congresso, ao mesmo tempo em que cobrou empenho dos governadores, em especial os do Nordeste e de esquerda, que, na avaliação dele, querem aprovar mudanças nas regras com voto contrário para evitar desgaste político.

“Essa discussão mudou de campo, né? O campo é o Parlamento, do outro lado da pista”, disse a jornalistas ao chegar ao Ministério da Defesa para um almoço.

Macaque in the trees
Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

“Agora, para entrar Estados e municípios, os governadores, em especial do Nordeste, de esquerda, têm que votar favorável. Até pouco tempo, eles queriam que fosse aprovada a reforma com o voto contrário deles para não ter desgaste e tem desgaste no Parlamento, sempre tem”, completou ele.

Bolsonaro afirmou que quer “fechar hoje” a leitura do parecer da reforma. Disse ter conversado com o relator da reforma na comissão, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e que essas tratativas estão sendo feitas pela equipe econômica liderada por Paulo Guedes, outros ministros, lideranças e destacou que ele participa “daquilo que é possível”.

O relator apresenta um complemento ao seu voto nesta terça a partir das 16h. Na versão anterior, ele havia retirado os entes regionais da proposta –eles constavam originalmente da Proposta de Emenda à Constituição enviada pelo Executivo ao Congresso.

O presidente comentou ainda o protesto de policiais em frente ao Ministério da Defesa que querem manter regras especiais para a aposentadoria na reforma. Ele disse que o assunto está sendo negociado e que chegou a conversar com o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, sobre o tema.

“Estamos tratando do assunto. É natural os lobbies, mas todo mundo vai ter a sua cota de sacrifício, como as Forças Armadas tiveram”, disse ele, numa referência ao fato de os militares terem sido os únicos a passar, no governo Fernando Henrique, por uma reforma no pagamento de benefícios.

O presidente disse ainda que, havendo recursos, emendas parlamentares serão pagas. “Ninguém está inventando recurso. Havendo recursos, liberaremos todas as emendas”, disse.

Conforme reportagem da véspera da Reuters, o governo tem prometido a deputados liberar 20 milhões de reais em emendas parlamentares para aqueles que votarem a favor da reforma na apreciação da matéria no plenário da Câmara. Contudo, lideranças ouvidas pela reportagem avaliam que a verba deveria ser apenas parte do esforço do governo para melhorar a relação e garantir a aprovação da proposta.

(Reportagem de Ricardo Brito)

jul
03
Posted on 03-07-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-07-2019



 

Sponholz, no

 

Dupla de ataque brilhou na vitória por 2 a 0 no Mineirão com um gol e uma assistência para cada. A seleção argentina criou mais chances, mas não furou a defesa brasileira

 ao vivo jogo resultado brasil x argentina copa américa semifinalGabriel Jesus comemora o primeiro gol do Brasil. Eugenio Souza AP

Diogo Magri

O Brasil bateu a Argentina por 2 a 0 nesta terça-feira, no Mineirão, em Belo Horizonte, e se classificou para a final da Copa América 2019. No primeiro tempo, Gabriel Jesus marcou com assistência de Roberto Firmino e, na etapa final, o camisa 9 devolveu o favor para o companheiro de ataque ampliar. Em um jogo tenso e com uma atmosfera digna do clássico sul-americana, os argentinos criaram mais chances e acertaram a trave duas vezes, mas não conseguiram furar a defesa brasileira, que também contou com uma excelente atuação de Daniel Alves. Agora, o Brasil espera o vencedor de Chile x Peru para saber o adversário da final da Copa América, que acontece no próximo domingo, às 16h (horário de Brasília).

Mais disputado do que jogado, o primeiro tempo teve uma marcação bem apertada, faltas duras e reclamações de ambos os lados. A seleção brasileira abriu o placar aos 18 minutos, quando Daniel Alves deu um chapéu em Acuña e driblou Paredes e abriu pela direita com Roberto Firmino, que cruzou rasteiro para Gabriel Jesus, livre na área, tirar do goleiro Armani. Após o 1 a 0, os argentinos assumiram o controle do jogo e chegaram a acertar o travessão de Alisson com Aguero cabeceando um cruzamento de Messi. A Argentina chegou ao intervalo com cinco finalizações, contra apenas duas do Brasil.

No intervalo da partida, o presidente Jair Bolsonaro entrou em campo, acenou para a torcida e chacoalhou uma bandeira do Brasil. Muitos torcedores à beira da arquibancada puxaram gritos de “mito” e aplausos, mas outra parte da torcida o vaiou na saída do gramado. Antes, logo em seguida à execução do hino argentino, Bolsonaro já havia sido vaiado quando apareceu no telão do estádio ao lado de Paulo Guedes, ministro da Economia.

O segundo tempo voltou com a seleção argentina pressionando os brasileiros em busca do empate. Tite logo trocou Everton Cebolinha por Willian e Marquinhos, lesionado, por Miranda. Buscando jogadas com Aguero e Lautaro Martinez, Messi acertou a trave de Alisson e viu o goleiro fazer uma bela defesa em cobrança de falta pela esquerda. Aos 25 minutos, Gabriel Jesus aproveitou bola espirrada para puxar o contra-ataque desde o campo de defesa. Ganhou a dividida com Pezzella, passou por Otamendi e, já na área, driblou Foyth antes de servir Firmino. O atacante, com tranquilidade, empurrou para o gol de Armani e decretou o 2 a 0. A vantagem minou as chances da Argentina, que viu o Brasil garantir a vaga na final sul-americana após 12 anos de ausência, enquanto os maiores adversários acumulam 26 anos de jejum. Messi e companhia esperam o perdedor de Chile x Peru para saber com quem decidem o terceiro lugar do torneio no próximo sábado, às 16h (horário de Brasília)

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