Ricardo Salles havia cancelado a realização do evento no Brasil na semana passada

O Ministério do Meio Ambiente anunciou neste domingo (19) que voltou atrás e participará da Semana do Clima da América Latina e do Caribe, em Salvador. Na última semana, o titular da pasta, Ricardo Salles, havia cancelado a realização do evento no Brasil.

Em nota, o ministério informou que decidiu formular uma proposta para ser discutida no evento, que contará com a participação da pasta e do Itamaraty.

Confira a íntegra da nota enviada pela pasta:

“O Ministério do Meio Ambiente, através de entendimentos mantidos nesses últimos dias com o Prefeito de Salvador, o Ministro das Relações Exteriores e o novo Secretário-Executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, decidiu formular proposta com ênfase na Agenda de Qualidade Ambiental Urbana e no Pagamento por Serviços Ambientais, através de instrumentos financeiros que visem dar efetividade econômica às atuais e futuras ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas no Brasil, a serem discutidas e apoiadas na Climate Week, em Salvador, bem como nos eventos subsequentes até a COP25, no Chile, os quais deverão contar com a participação deste Ministério do Meio Ambiente e do Ministério das Relações Exteriores.”

“Crazy”, Willie Nelson: Fabulosa interpretação de um dos maiores sucessos da música country dos Estados Unidos em todos os tempos. Aqui em uma gravação dos Anos 60, que integra o álbum “Country Hits of 60`s & 70`s”. Simplesmente maravilhoso!!!

A canção vai dedicada a Robert Permenter, bravo norte-americano, inspirado artista plástico da Califórnia, onde vive ao lado da amada Gabee ( sobrinha e afilhada querida deste editor) e festejou aniversário neste fim de semana: ele, amante confesso da música country, e ela loucamente apaixonada por esta canção ( igual ao padrinho).Parabéns e um brinde: TimTim!!!

Por G1 BA

Polícia disse ter apreendido armas com suspeitos mortos que podem ter sido usadas na chacina — Foto: Divulgação/SSP-BA Polícia disse ter apreendido armas com suspeitos mortos que podem ter sido usadas na chacina — Foto: Divulgação/SSP-BA

Polícia disse ter apreendido armas com suspeitos mortos que podem ter sido usadas na chacina — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três homens suspeitos de envolvimento na chacina ocorrida no município de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, na noite de sábado (18), foram mortos em confronto com a polícia no final da tarde deste domingo (19), informou a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

Os suspeitos foram localizados por equipes da 52ª Companhia Independente da Polícia Militar e da Rondesp RMS na região conhecida como Lagoa dos Patos, após a polícia ter recebido uma denúncia.

Um deles foi identificado como Robson Rodrigues dos Santos. Os outros dois ainda seguem sem identificação, diz a SSP.

Com os homens, a polícia disse ter encontrado duas pistolas calibres 9mm, mesmo tipo de arma utilizada nas mortes, e um revólver calibre 38. A SSP informou que exames balísticos serão realizados com o objetivo de confirmar se as armas apreendidas foram as usadas no crime.

 

Vários móveis foram atingidos pelos disparos durante chacina. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia Vários móveis foram atingidos pelos disparos durante chacina. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia

Vários móveis foram atingidos pelos disparos durante chacina. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia

 

No confronto com os policiais, os suspeitos acabaram sendo atingidos e, conforme a SSP, chegaram a ser socorridos, mas não resistiram.

A SSP informou que, investigações preliminares dão conta de que as mortes estão relacionadas à disputa pelo tráfico de drogas na região. De acordo com os policiais, no momento da abordagem, o trio comemorava as mortes ocorridas no dia anterior.

O caso é investigado pela 34ª Delegacia Territorial e pela Delegacia de Homicídios Múltiplos. Ainda de acordo com a SSP-BA, as equipes da 52ª CIPM e da Rondesp RMS intensificavam o policiamento na região desde que ocorreu a chacina.

Caso

 

Vários móveis foram atingidos pelos disparos durante chacina. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia Vários móveis foram atingidos pelos disparos durante chacina. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia

Vários móveis foram atingidos pelos disparos durante chacina. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia

A SSP informa que cinco pessoas morreram na chacina, mas a 34ª Delegacia de Portão disse que uma sexta vítima, socorrida para o Hospital do Subúrbio, teve morte cerebral.

Segundo a delegada Quitéria Maria Neta, que apura o caso, quatro homens a bordo de um carro atiraram, primeiro, em Pablo Ferreira dos Santos, 15 anos, na Travessa Santo Antônio, por volta das 19h. Após balear o adolescente, o grupo seguiu com o veículo para a Rua Boca da Mata.

Ainda de acordo com a delegada, ao chegar no local, os homens dispararam contra uma mulher e os dois sobrinhos dela que estavam na porta de casa. As vítimas foram identificadas como Raimunda dos Santos, 35 anos, Raiane Santos, 12, e Guilherme da Silva, 19.

Na ação, Arthur Moreira, 23, e Rogério da Silva, 36 anos, que estavam no local, também foram baleados.

A SSP confirma as mortes de Pablo, Raimunda, Raiane, Guilherme e Rogério. O órgão disse, na noite deste domingo, que ainda não havia confirmação da morte de Arthur. A delegacia de Lauro de Freitas, no entanto, disse que ele teve morte cerebral.

O caso é investigado pela 34ª Delegacia de Portão.

 

Chacina ocorreu na cidade de Lauro de Freitas, na Bahia. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia Chacina ocorreu na cidade de Lauro de Freitas, na Bahia. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia

Chacina ocorreu na cidade de Lauro de Freitas, na Bahia. — Foto: Cid Vaz / TV Bahia

maio
20
Posted on 20-05-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-05-2019

Aliados do governo Bolsonaro estão convocando pessoas para uma manifestação no próximo domingo (26). As pautas são variadas, mas muitas mensagens incluem apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime.

Ao mesmo tempo, grupos favoráveis a essas pautas, como o MBL, anunciaram que não vão participar da manifestação pró-governo.

Confira neste post alguns dos tweets mais republicados e entenda esse debate.

1. Chamadas para a manifestação

A base intelectual dos protestos é que o ‘establishment’, representado pelo Congresso, está travando a agenda do governo por não receber cargos e outras benesses do Executivo.

O principal articular público desse entendimento é Filipe Martins, assessor internacional da presidência. Em sua tese, as ‘vozes cínicas do establishment’ não conseguem entender que “basta que quem foi escolhido líder pelo povo exponha a podridão do sistema e peça mais engajamento popular”.

A aposta desse grupo, portanto, é que a mobilização popular será suficiente para convencer o Congresso a obedecer à vontade do povo, votando na agenda que venceu a eleição de 2018.

Nem todo mundo concorda.

(…)

Do Jornal do Brasil

 

Presidente fala ainda em ‘mudança de paradigma na política’ e afirma que quem dita os rumos ‘é o povo’


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou nas redes sociais, neste domingo (19), um vídeo em que um pastor francês o aponta como o “escolhido por Deus” para governar o Brasil. Na sua conta no Facebook, o presidente afirmou que “existe uma mudança de paradigma na política”, e que quem deve ditar os rumos do país é o “povo”.

 “- Pastor francês expõe sua visão sobre o futuro do Brasil.

– Não existe teoria da conspiração, existe uma mudança de paradigma na política.

– Quem deve ditar os rumos do país é o povo! Assim são as democracias.”, escreveu Bolsonaro.

Macaque in the trees
Presidente Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

No vídeo, o pastor Steve Kunda destaca: “Na história da bíblia, houve políticos que foram estabelecidos por Deus. Um exemplo é quando falam do imperador da Pérsia, Ciro. Antes do seu nascimento, Deus fala através de Isaías: ‘Eu escolho meu servo Ciro’. E senhor Jair Bolsonaro é o Ciro do Brasil. Você querendo ou não.”

 O vídeo foi gravado há mais de um mês e divulgado no dia 10 de abril no site da Rede Super. O programa em que o pastor é entrevistado é apresentado pelo pastor Cássio Miranda na Rede Super, emissora de televisão com sede em Belo Horizonte que pertence à Igreja Batista da Lagoinha. A rede é comandada pelo ex-deputado estadual Dalmir de Jesus e outros quatro deputados, além da empresária Liliane Hermeto.

“Eu não moro aqui. Mas falo da parte de Deus. Vocês aceitando ou não, você seja de esquerda ou de direita, o senhor Jair Bolsonaro é o Ciro do Brasil. Deus o escolheu para um novo tempo, para uma nova temporada no Brasil. Não passe o seu tempo criticando. Juntem as forças e sustentem esse homem. Orem por ele, encorajem-no, não façam oposição”, disse o pastor.

“Ele tem uma visão nacional para emancipação do País, para emancipação da nação. Sustentem esse homem, apoiem-no. Deus falou que os dois primeiros anos dele não vão ser fáceis. Mas a mão de Deus está com ele porque vai cortar muitos obstáculos, muitas opressões. Mas foi Deus quem o escolheu”, acrescentou o pastor.

maio
20
Posted on 20-05-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-05-2019


 

Clayton, no jornal

 

O Estado sulista acaba de aprovar a lei mais restritiva dos EUA, parte de uma ofensiva conservadora nacional, mas a via-crúcis das mulheres começou há muitos anos

Montgomery
Ativistas do grupo PowerHouse cobrem com guarda-chuvas a entrada da clínica de Serviços Reprodutivos, na passada sexta-feira, em Montgomery (Alabama).
Ativistas do grupo PowerHouse cobrem com guarda-chuvas a entrada da clínica de Serviços Reprodutivos, na passada sexta-feira, em Montgomery (Alabama). A. Mars

São pouco mais de 4h30 da madrugada, mas no 811 da rua South Perry de Montgomery já começou a movimentação. Três homens rezam de joelhos na escuridão, de costas para um edifício baixo e envelhecido que abriga uma das três únicas clínicas de aborto no Alabama. Chega um quarto, David Day ? como se apresenta ?, com uma câmera GoPro no peito e um cartaz com a imagem de um feto ensanguentado nas mãos. Fica de pé. Na casa ao lado do centro médico, separada apenas por um estacionamento, os voluntários da organização Power House também começaram sua jornada. Bianca Cameron-Schwiesow e Margeaux Hartline colocam seus coletes coloridos e colocam seus guarda-chuvas na entrada. Pouco a pouco vão aparecendo outros para fazer a escolta, mais de uma dúzia. É sexta-feira, único dia da semana em que são realizadas as intervenções, e são esperados 20 pacientes.

Às 5h15, chega a primeira paciente. Sozinha. “Carro!”, avisa uma das voluntárias. E todo mundo sabe o que deve fazer, a rotina de toda sexta-feira; também para David. “Isso que ela vai fazer é matar um bebê, não deixem que matem um bebê, é homicídio…”, grita David enquanto o veículo entra no estacionamento, para onde ele não pode ir. Bianca e outras duas escoltas vêm buscar a mulher, cobrem-na com grandes guarda-chuvas abertos enquanto ela sai do carro e caminham de braços dados para a porta da clínica, um trajeto de menos de 100 passos durante os quais David e outros companheiros de protesto não param de lançar reprimendas para a nuvem de guarda-chuvas sob a qual se esconde a jovem. Grava com a câmera e às vezes transmite a cena pelo Facebook Live.

Dois policiais estão a postos para que nada saia do controle. Para abafar os gritos dos manifestantes, o pessoal da Power House responde com música a todo volume. “And we gonna let it burn, burn, burn, burn…”, de Ellie Gouldin, impõe-se com mil decibéis sobre algo ininteligível que um recém-chegado pronuncia sobre o Senhor, mas não o abafa.

Outro carro. Desta vez é dirigido por um homem, com uma mulher ao lado e uma criança no banco traseiro. O processo se repete: as escoltas entram em ação, mais guarda-chuvas, mais gritos. Continua a batalha acústica. Rebel Girl, do Bikini Kill, toca a todo volume e David pega um alto-falante. Indagado sobre se não deveria respeitar a intimidade das mulheres, afirma: “Estão matando vidas humanas e tenho de ser discreto? Isto é como o Holocausto, é como a Inquisição espanhola”.

Na calçada em frente, Robyn Blessing e um companheiro acabam de estacionar, como toda sexta-feira, um motorhome que anuncia testes de gravidez e ultrassonografias grátis. Dentro do veículo, porém, além de uma maca, Robyn não é capaz de mostrar nenhum material médico com o qual supostamente faz os exames, a não ser dezenas de panfletos de organizações pró-vida e um grande entusiasmo para aconselhar mulheres que ? diz ela ? ainda não sabem, mas querem, sim, dar à luz um bebê.

Nasce o dia e, ao lado do motorhome, 20 ou 30 pessoas formam um círculo para rezar e cantar para Deus. A maioria dos pacientes não chega muito depois do amanhecer para reduzir ao máximo sua visibilidade, por um lado, e porque alguns vêm de longe ? já que a clínica de aborto de Montgomery não só é uma das únicas três do Alabama, um Estado com mais de oito milhões de habitantes, como também é a mais próxima para muitos moradores do Mississippi e da parte continental de Flórida. Por isso, dentro da casa vizinha, filhos e acompanhantes adultos das mulheres que vão à clínica se refugiam durante algumas horas. Um menino, pouco mais que adolescente, dorme no sofá com uma menina de um ou dois anos nos braços.

Saem as primeiras pacientes. As recriminações recomeçam: “Matou um bebê, você matou um bebê”. Um corredor de guarda-chuvas protege sua saída até a casa ou até o carro. Depois do meio-dia já acabou tudo. A polícia vai embora. Os manifestantes também, mas depois aparece outra mulher, que se ajoelha e começa a rezar.

Jeanne Paxon rezando na sexta-feira em frente ao Centro de Serviços Sanitários Reprodutivos em Montgomery (Alabama).
Jeanne Paxon rezando na sexta-feira em frente ao Centro de Serviços Sanitários Reprodutivos em Montgomery (Alabama). A. Mars
 O que ocorre às sextas-feiras nesse centro pode virar crime dentro de seis meses, se entrar em vigor a lei que o Alabama aprovou na terça-feira, proibindo categoricamente o aborto ? mesmo em casos de incesto ou estupro ?, exceto se a mãe correr risco de morte, com penas de até 99 anos de prisão para o médico que violar a proibição. Mas a sensação de ilegalidade e clandestinidade já é evidente nesta parte dos EUA. De madrugada, escondidas atrás de guarda-chuvas, entre gritos e insultos: é assim que as mulheres abortam no Alabama.

“As leis, na prática, vêm tornando cada vez mais difícil [o aborto], nos anos noventa havia 20 clínicas de aborto, agora há três [as outras duas ficam em Huntsville e Tuscaloosa]. E lhes impõem normas que são armadilhas, exigências sem sentido para forçar os fechamentos”, explica Mia Raven, diretora da Power House.

O conservador Alabama, um dos redutos do cinturão bíblico do país, já era um dos Estados mais restritivos em relação ao aborto. Toda mulher que pretenda interromper a gravidez deve passar primeiro por um ultrassom e responder se quer vê-lo ou não, receber aconselhamento imposto pelas autoridades e esperar um período de 48 horas. Mas nada tão radical como a lei que acaba de ser aprovada.

A republicana Terri Collins em seu escritório da Câmara na quinta-feira.
A republicana Terri Collins em seu escritório da Câmara na quinta-feira. A. M.

A medida foi aprovada pelo Senado estadual com o voto a favor de 25 homens brancos republicanos, que são maioria nessa Casa. Seis democratas (incluindo apenas duas mulheres) votaram contra. Mas a batalha do aborto é muito mais que uma questão de gênero no Alabama. Na cristalização do projeto há uma mulher ? a governadora Kye Ivey, que poderia ter vetado a lei, mas a sancionou na quarta-feira ? e em sua origem há outra, Terri Collins, que o apresentou na Câmara baixa, passo prévio ao Senado.

Collins estava radiante de felicidade na quinta-feira. Passou, diz ela, 40 anos lutando por essa lei. “O verdadeiro objetivo é que a Suprema Corte revise seu critério de que um bebê no útero não é uma pessoa”, explicou ao EL PAÍS em seu escritório na Câmara, a suíte 427. Até que ponto a religião influencia seu trabalho legislativo? “Deus me influencia em tudo que faço, mas meu objetivo com isto é principalmente ajudar as mulheres”, responde.

O Alabama se somou a uma lista de vários Estados que aprovaram leis sabendo que elas ainda terão de passar por sucessivos juízes ? e provavelmente serão suspensas de forma preventiva ? até conseguir chegar à Suprema Corte, de maioria conservadora, para tentar reverter a famosa sentença do caso Roe versus Wade, de 1973, que legalizou o aborto em todo o país. A chegada de Donald Trump ao poder aumentou as esperanças desse grupo. Geórgia, Kentucky, Ohio e Mississippi aprovaram aquelas que são conhecidas como “leis do primeiro batimento cardíaco”, segundo as quais a gravidez não pode ser interrompida depois de seis ou oito semanas, quando os ginecologistas conseguem detectar o batimento, embora nesse período uma mulher possa não saber que está grávida. Ao mesmo tempo, Estados mais progressistas, como Nova York, Rhode Island e Novo México, estão adotando outras normas para proteger esse direito, o que mostra a crescente divisão política e social dos EUA.

Grupo de voluntários da Power House em Montgomery.
Grupo de voluntários da Power House em Montgomery. A. M.
 “Nós, os médicos, somos colocados diante de uma escolha impossível”, afirma Janet Leftkowitz, diretora médica da Planned Parenthood para o Sudeste dos EUA, quando lhe pergunto se continuará exercendo a medicina no Alabama caso entre em vigor a lei que pode levá-la para a prisão. “Você se arrisca legalmente se rejeita uma paciente em risco e também se a trata, isso vai dissuadir mais médicos de trabalhar no Estado, que já tem um problema de carestia”, ressalta.

O Alabama é o quinto Estado dos EUA com maior taxa de mortalidade ao nascer e, segundo dados do Congresso Americano de Obstetrícia, muitas cidades não têm ginecologista. Não há nada, diz Terri Collins, que justifique o que ela considera “matar um bebê”. Para Bob Singleton, senador democrata do Alabama, a ofensiva legislativa contra o aborto “vai além da influência da religião, isso é iniciativa de um Partido Republicano que decidiu transformar esse assunto em um mantra”. Essa batalha acaba de começar, mas os guarda-chuvas já estão abertos há anos no velho sul.

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