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Posted on 09-05-2019
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TRF-2 analisou o ‘habeas corpus’ que beneficiava ex-presidente. Medida afeta seu assessor coronel Lima. Decisão retoma debate sobre uso das prisões preventivas.

Michel Temer é soltoTemer ao deixar a prisão. MARCELO SAYÃO EFE

Michel Temer deve voltar à prisão. Foi o que decidiu o colegiado do Tribunal Regional da 2ª Região (TRF-2) na tarde desta quarta-feira, por 2 votos a 1. A medida afeta o ex-presidente e o coronel reformado da PM João Baptista Lima Filho, amigo do emedebista e visto como seu operador financeiro. Os magistrados da segunda instância decidiram revogar o habeas corpus do desembargador Antonio Ivan Athié, que suspendeu no dia 25 de março a prisão preventiva do ex-mandatário e de outros investigados determinadas pelo juiz Marcelo Bretas quatro dias antes. Bretas julga os casos relacionados à Operação Lava Jato no Rio.

A defesa de Temer contestou o motivo alegado para decidir pela prisão, argumentando que os próprios desembargadores do TRF-2 reconheceram que o emedebista não oferece riscos para a ordem pública — o que retoma, mais uma vez, o debate jurídico sobre o uso das prisões antes da condenação pela Lava Jato. O advogado do ex-presidente, Eduardo Pizarro Carnelós, disse à GloboNews que negociou para que o emedebista se entregue às autoridades nesta quinta-feira com o objetivo de evitar ainda maior constrangimento para o mandatário. Em entrevista na televisão, Temer se mostrou surpreendido com a decisão, mas se disse “sereno”.

Temer e Lima foram presos em 21 de março pela Operação Descontaminação, um desdobramento da Lava Jato na Justiça Federal do Rio. O ex-presidente, de 78 anos, é acusado de ter recebido um milhão de reais de propina num contrato para a construção da Usina Termonuclear de Angra 3, de onde 1,8 bilhão teriam sido desviados. Os outros seis investigados que haviam sido presos preventivamente e soltos posteriormente com o habeas corpus, como o ex-ministro e ex-governador do Rio Wellington Moreira Franco (MDB), continuarão soltos.

 

“O Infante”, Elba Ramalho: a grandiosidade monumental e sem fronteiras da poesia de Pessoa, a intensidade musical sem tamanho na composição de André Luiz, e a emoção à flor da pele na interpretação formidável de Elba. Tudo junto faz desta canção um presente especial do Bahia em Pauta aos seus leitores e ouvintes, nesta quinta-feira ardente de maio.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

Por Claudio Dantas

Demitida da Diretoria de Negócios da Apex, Letícia Catelani diz que resistiu a pressões para renovar supostos “contratos espúrios” firmados por gestões anteriores. Olavo de Carvalho, por sua vez, acusa o general Santos Cruz de “tráfico de influência”.

Entre olavetes que integram o governo, circula mensagem de WhatsApp que indica a atuação do ministro na renovação do patrocínio da Apex ao Sindicato da Indústria Audiovisual de São Paulo.

A mensagem foi enviada no fim de março a Letícia Catelani pelo general Roberto Escoto, então chefe de gabinete do embaixador Mario Vilalva, que presidia a Apex.

Segundo Escoto, Vilalva havia recebido uma ligação de Santos Cruz, determinando a renovação do contrato. “O ministro solicitou que a Apex resolva essa questão impreterivelmente hoje até 1200hs”, escreveu.

Catelani nunca respondeu a mensagem. Mas, dias depois, o chanceler Ernesto Araújo demitiu Vilalva e Escoto – abrindo uma nova crise que acabaria levando à queda da própria diretora.

Procurado por O Antagonista, Escoto afirmou que “não há nada de espúrio no contrato ou de ilegal da atuação de Santos Cruz”. Ele alega que a Secretaria Executiva do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), subordinada a Santos Cruz, tem assento no Conselho Deliberativo da Apex.

“Quando o embaixador me ligou, entendi que era uma coisa que o Planalto queria a gente apoiasse, que resolvesse logo.”

O Antagonista não conseguiu contato com Letícia Catelani. Santos Cruz não se manifestou.

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Posted on 09-05-2019
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Do Jornal do Brasil

 

Também são executados 41 mandados de busca e apreensão em sedes de empresas

  

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Operação Lava Jato deflagrou na manhã desta quarta-feira (8) uma nova fase na qual foram presos executivos do Banco Paulista sob a suspeita de facilitarem a lavagem de propina distribuída pela Odebrecht.

Os alvos dos mandados de prisão são os executivos do banco Paulo Cesar Haenel Pereira Barreto, Tarcísio Rodrigues Joaquim e Gerson Luiz Mendes de Brito. Também são executados 41 mandados de busca e apreensão em sedes de empresas que tiveram transações com o banco.

Os mandados são cumpridos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Segundo a PF, é a primeira vez que a Lava Jato cumpre operações de busca na sede de bancos.

Macaque in the trees
(Foto: REUTERS/Sergio Moraes)

De acordo com o Ministério Público Federal no Paraná, responsável por essa braço da Lava Jato, investigações revelaram que ao menos R$ 48 milhões, repassados pela empreiteira no exterior a seis executivos acusados de corrupção, foram lavados de 2009 a 2015 por meio de contratos falsos com o Banco Paulista.

Outros repasses suspeitos a empresas aparentemente sem estrutura, na ordem de R$ 280 milhões, também são analisados, segundo a Procuradoria.

A investigação apontou que a Odebrecht mantinha diversas contas bancárias no Meinl Bank, com sede em Antígua e Barbuda, no Caribe, que eram usadas para movimentar dinheiro de forma ilícita.

Segundo os investigadores, a Odebrecht enviava o dinheiro para propina ao exterior, para contas operadas por doleiros. Em seguida, esses doleiros faziam depósitos no Banco Paulista das mesmas quantias. Na sequência, a entidade realizava pagamentos em reais a empresas de fachada, por serviços que nunca foram realizados. A maioria dessas empresas era registrada como consultorias financeiras.

Segundo o Ministério Público, a Receita Federal do Brasil apurou que 99% do faturamento dessas empresas, que não possuíam funcionários, vinha de transferências do Banco Paulista.

“A omissão da instituição financeira na prevenção à lavagem de dinheiro e na comunicação de operações suspeitas, em si, já se revela bastante crítica. Contudo, o que a Lava Jato investiga é algo mais grave: a atuação criminosa de três altos executivos do Banco Paulista para a lavagem de pelo menos R$ 48 milhões. Estamos falando de dinheiro que veio do setor de propinas da Odebrecht e que foi lavado por meio de contratos falsos do próprio banco”, disse em nota Roberson Pozzobon, procurador da República.

A 61ª fase da Lava Jato foi nomeada Disfarces de Mamom, em referência à passagem bíblica que diz que ninguém pode servir a dois senhores.

Os advogados dos executivos presos ainda não foram localizados pela reportagem.

O Banco Paulista informou, por meio de sua assessoria, que a área de câmbio foi surpreendida nesta quarta-feira (8) com a operação da Polícia Federal em sua sede, que está colaborando com as autoridades e “retomando suas operações regulares”.

Do Jornal do Brasil

Como noticiamos em diversas de nossas edições, faltava à Lava Jato a criminalização e prisão de banqueiros que lavavam dinheiro para o esquema de corrupção da Petrobras. Hoje, o Ministério Público e a Policia Federal deram inicio à “Lava Bancos”, prendendo três executivos do Banco Paulista S/A.

Mas segundo fontes do JB, ainda falta apurar os delitos de corrupção de muitos outros bancos estrangeiros no país. Dentre eles, um dos principais captadores de recursos oriundos de corrupção, o Credit Suisse, já condenado pelas autoridades da Suíça por lavagem de dinheiro da Petrobras e dirigentes da FIFA, que ainda não foi formalmente acusado no Brasil. Nem seus dirigentes que possibilitaram as fraudes contra o sistema financeiro nacional foram presos ou convocados para depor.

Em nota oficial, o procurador Júlio Noronha deixa claro que a prisão, hoje, de executivos do Banco Paulista é só inicio da investigação que levará a todos os outros bancos envolvidos com lavagem de dinheiro, como é o caso do Credit Suisse, até o momento, sem acusação formal no Brasil – ao contrário de seu país de origem, onde o banco já foi formalmente condenado por corrupção: “A operação de hoje inicia a responsabilização de agentes que atuaram no mercado financeiro e bancário, e permitiram que milhões de reais fossem lavados e pagos como propina no grande esquema revelado pela Lava Jato. Quem falhou na detecção e na comunicação dessas condutas criminosas de lavagem, e até delas participou, pode ser chamado à responsabilidade”.

maio
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Posted on 09-05-2019
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Thiago Lucas, no

 

O bebê foi apresentado à rainha Elizabeth II nesta tarde, horas depois de o casal mostrá-lo à imprensa

 
Archie Harrison, filho de Meghan Markle e do príncipe Harry
Harry e Meghan Markle apresentam Archie Harrison à rainha Elizabeth II, Philip de Edimburgo e Dorian Regland CHRIS ALLERTON (@SUSSEXROYAL)
Londres

Archie Harrison Mountbatten-Windsor. Este é o nome do primeiro filho do príncipe Harry e de Meghan Markle, conforme o casal informou nesta quarta-feira por meio do Instagram. Ao lado de uma imagem em preto e branco em que aparece (Markle com a criança nos braços) com a rainha Elizabeth II, Philip de Edimburgo e Doria Ragland, mãe da duquesa de Sussex, o casal real comunicou o nome do pequeno.

Jornalistas que cobrem a família real britânica afirmam que os duques decidiram quebrar a tradição não apenas com o nome inesperado do bebê ou com o registro de Doria Ragland no retrato real, mas também com o uso de títulos. As apostas afirmaram que ele seria Conde de Dumbarton, mas não usará nenhum título por vontade expressa de seus pais. Além disso, ele também não será um príncipe, já que não é um herdeiro direto do trono ou filho do herdeiro (como é o príncipe William e seus três filhos). Portanto, a forma de se dirigir a ele será o ‘Mestre Archie’.

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