Assim não dá

Fila por uma vaga de emprego em São Paulo no final de março.
Fila por uma vaga de emprego em São Paulo no final de março. AMANDA PEROBELLI Reuters

Já recordei em outras oportunidades o que ouvi de Bill Clinton em Camp David. Quando visito um país, disse ele, pergunto e procuro responder: qual seu maior temor e seu maior sonho? Palavras simples e profundas. No âmago do sentimento de cada povo sempre há algo em torno dessas questões. Aplicando ao Brasil, penso que no inconsciente nacional o que mais tememos é não “dar certo”; e o que mais desejamos é crescer, ter desenvolvimento. Estes sentimentos raramente são conscientes. Traduzem-se de forma concreta, por exemplo, em “quero ter emprego”, quero que “os meus” tenham percursos prósperos; ou, pelo contrário: o país não vai para frente porque “os políticos” roubam muito, “os governos” não ajudam. Ou ainda, na versão mais antiga, não avançamos porque “eles” não deixam (o imperialismo, os estrangeiros ou quem seja). Até agora, porém, não perdemos a esperança de “dar certo”. Depois de 1988 , com a nova Constituição, passamos a entender que desenvolvimento requer democracia e inclusão social.

Talvez estejamos começando a viver outro momento. O da desesperança. As pessoas deixam, aos poucos, de acreditar nelas próprias como coletividade. A “culpa” não é de ninguém, é de todos. Nem culpa é, trata-se de desalento. Também, dirão os mais ácidos, “com esta classe política”… e imaginam que o país seria melhor sem os políticos. Com quem, então: com tecnocratas, com autoritários? Os que assim pensam, sem dar continuidade a seus temores, nos deixam com eles. Para contrastar, li recentemente um texto sobre a China. Chama-se: O sonho chinês ou como evitar a dupla armadilha, de Osvaldo Rosales. Desde o governo de Deng Xiao Ping, os chineses têm metas aceitas pela maioria (ou inculcadas nela), o governo dispõe de estratégias para orientá-las e de táticas para pô-las em prática. Dispensa, contudo, a democracia que conhecemos e queremos.

Será que não é possível para os brasileiros voltarmos a ter esperança? Nos momentos de incerteza é quando mais se precisa de crença. Falta chacoalhar o país outra vez, como fez Juscelino em seu tempo e mesmo o Plano Real, e vislumbrar um futuro mais venturoso. É melhor sonhar com os pés no chão, logo, é preciso dar os primeiros passos. Como imaginar um futuro melhor se as taxas de desemprego não se reduzem? Como reduzi-las sem investimento e como investir sem acreditar no futuro? Parece a quadratura do círculo, mas não é.

A reforma da Previdência vem neste contexto: é preciso demonstrar que o estado faliu e, sem concentrar todos os males na Previdência e muito menos nos pobres ou só no funcionalismo, falar francamente com a nação, e não só com o mercado. É necessário aprovar a reforma da Previdência não só para obter o “equilíbrio fiscal”, mas para progredirmos. Ela é necessária porque o estado, num país de desigualdades e pobreza como o nosso, precisa atuar em todo os setores da sociedade e não dispõe mais de recursos. A reforma da Previdência, além de ser fiscalmente essencial, é necessária para dar ao estado condições de ampliar os recursos para a educação, a saúde etc. E também para assegurar o pagamento futuro de pensões. Precisamos de um estado hígido, o que não quer dizer pequeno, e precisamos de mais investimentos, que terão de vir principalmente do setor privado. Sem crescimento da economia, por mais que se reduzam os gastos, faltará pão às pessoas e combustível para o governo andar.

Não basta a reforma da previdência. Para o país ter rumo é preciso ver os que mandam empenhados no bem estar coletivo. Os problemas, por sua multiplicidade, parecem intransponíveis; sua solução, por isso mesmo, não pode ser unitária. É preciso que o povo veja sinais de avanço em várias áreas. Isso requer o uso do “verbo”—da palavra — não para alvejar inimigos, mas para despertar entusiasmo (que etimologicamente quer dizer “deus no coração”, crença).

Que contraste entre o necessário para o país voltar a sonhar e o bate-boca diário, via redes sociais, mantido pelos familiares da República! Não roubar é obrigação e é pouco; é preciso ter compostura e pensar grande. O desânimo só cederá se houver recuperação da confiança. Caso contrário, na prática, as esperanças no governo se desvanecerão como as pesquisas de opinião estão mostrando. Sei, por experiência, que governar é difícil. Não convém, pois, precipitação no julgamento.

Como ainda estamos em crise (basta olhar o desemprego), é preciso haver sinais positivos para que a crença se mantenha. É hora de apresentar e explicar ao país uma agenda para vencer os desafios do crescimento econômico, da redução da pobreza e da injustiça social. Uma agenda que convoque a nação sem sectarismo para a reconstrução do caminho difícil, mas possível, de desenvolvimento. Políticas que sejam de estado e não deste ou daquele governo. No mundo contemporâneo, o governo precisa explicar os porquês de sua agenda para alavancar o desenvolvimento. Este requer a conjugação entre políticas governamentais (inclusive as distributivas e demais pertinentes na área social), um grande esforço na área de ciência e pesquisa para aumentar a produtividade, e requer ainda a cooperação da “iniciativa privada”, nacional e estrangeira, sobretudo na área de infraestrutura. O estado, por si, será incapaz de tal proeza. Pior, poderá embaraçar a gestão sem conseguir o aumento da produtividade na economia e nas ações públicas.

Sem elas, como generalizar a crença no país e fazer o povo sentir bem estar? Falta explicar o porquê das reformas, no plural, e estabelecer uma ligação clara entre a agenda do governo com os interesses nacionais e populares de longo prazo. Só assim voltaremos a crer em nós. Sem isso assistiremos a uma indefinida transição entre a estagnação que herdamos do lulo-petismo e não se sabe o quê. Assim não dá.

“Comme Ils Disent”, Charles Aznavour: incluída na relação das 40 maiores canções francesas, neste vídeo o grande artista brilha em notável performance interpretativa de uma tema difícil e delicado. Do Bahia em Pauta para seus ouvintes e leitores no domingo de abril.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Letra:

J´habite seul avec maman Dans un très vieil appartement rue Sarasate J´ai pour me tenir compagnie Une tortue deux canaris et une chatte. Pour laisser maman reposer Très souvent je fais le marché et la cuisine Je range, je lave, j´essuie, A l´occasion je pique aussi à la machine. Le travail ne me fait pas peur Je suis un peu décorateur un peu styliste Mais mon vrai métier c´est la nuit. Je l´exerce en travesti, je suis artiste. Jai un numéro très spécial Qui finit en nu intégral après strip-tease, Et dans la salle je vois que Les mâles n´en croient pas leurs yeux. Je suis un homo comme ils disent. Vers les trois heures du matin On va manger entre copains de tous les sexes Dans un quelconque bar-tabac Et là on s´en donne à cœur joie et sans complexe On déballe des vérités Sur des gens qu´on a dans le nez, on les lapide. Mais on fait ça avec humour Enrobé dans des calembours mouillés d´acide On rencontre des attardés Qui pour épater leurs tablées marchent et ondulent Singeant ce qu´ils croient être nous Et se couvrent, les pauvres fous, de ridicule Ça gesticule et parle fort. Ça joue les divas, les ténors de la bêtise. Moi les lazzi, les quolibets Me laissent froid puisque c´est vrai. Je suis un homo comme ils disent. A l´heure où naît un jour nouveau Je rentre retrouver mon lot de solitude. J´ôte mes cils et mes cheveux Comme un pauvre clown malheureux de lassitude. Je me couche mais ne dors pas Je pense à mes amours sans joie si dérisoires. A ce garçon beau comme un Dieu Qui sans rien faire a mis le feu à ma mémoire. Ma bouche n´osera jamais Lui avouer mon doux secret mon tendre drame Car l´objet de tous mes tourments Passe le plus clair de son temps au lit des femmes Nul n´a le droit en vérité De me blâmer de me juger et je précise Que c´est bien la nature qui Est seule responsable si Je suis un “homme oh” comme ils disent.

maio
05

Do Jornal do Brasil

 

Entrevista de Kennedy Alencar iria ao ar na noite deste sábado

  SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A RedeTV! decidiu não exibir uma entrevista feita pelo jornalista Kennedy Alencar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi alvo de críticas de aliados do petista.

Foi a segunda vez que o petista falou com veículos de imprensa depois de ter sido preso em Curitiba, em abril de 2018. A primeira foi no último dia 26, quando recebeu a Folha de S.Paulo e o jornal El País, após a queda da proibição imposta pelo Supremo Tribunal Federal.

A entrevista de Kennedy Alencar com Lula foi feita na sexta (3) e, segundo divulgado pelo jornalista, iria ao ar na noite deste sábado (4) na RedeTV!.

Macaque in the trees
Lula deixa a carceragem para acompanhar velório de neto (Foto: Miguel SCHINCARIOL / AFP; FRANKLIN DE FREITAS / AFP)

Agora, o material deve ser exibido, em data indefinida, pela BBC World News, segundo a RedeTV! e o jornalista. Em seu blog, Kennedy afirma, em seguida, “publicará as íntegras em texto e vídeo da conversa com o petista”.

Na entrevista, o ex-presidente admite pedir progressão de regime para sair da prisão devido à condenação no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Em nota, o site oficial de Lula afirmou que a própria RedeTV! havia acionado a Justiça para entrevistar o petista.

“Registre-se que emissora não só entrou com uma reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal para garantir o direito de entrevistar o ex-presidente como gravou a entrevista”, diz o comunicado.

Procurada, a emissora afirma em nota que “foi contratada no ano passado pela BBC World News e pela K.doc para gravar entrevistas para a série-documentário de três capítulos. Realizou 12 entrevistas, 3 das quais com ex-presidentes da República. A série, chamada ‘What Happened to Brazil’, foi transmitida internacionalmente em janeiro pela BBC”.

Segundo a RedeTV!, “a entrevista com Lula foi solicitada à época como parte desse projeto”. “Liberada agora pela Justiça, foi gravada na última sexta-feira. A entrevista será usada pela BBC World News com exclusividade, numa sequência da produção desenvolvida no ano passado. Todos os direitos sobre imagens e direção editorial são da BBC”, afirmou.

As entrevistas que foram gravadas anteriormente para a série também não foram exibidas pela emissora.

Nas redes sociais, aliados de Lula criticaram a decisão da RedeTV!.

Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad publicou no Twitter a nota da emissora e questionou: “Você tem medo de quê?”.

Já a deputada Maria do Rosário (PT-RS) manifestou apoio a Kennedy e Lula e disse que é “um desrespeito com ambos e com o Brasil”.

Vice dá versão para cancelamento da viagem de presidente para receber homenagem no exterior; Rodrigo Maia reage a prefeito de Nova York

Henrique Massaro e Breno Pires
 

O vice-presidente Hamilton Mourão atribuiu neste sábado, 3, à disputa política interna dos Estados Unidos o motivo do cancelamento da viagem do presidente Jair Bolsonaro a Nova York, onde seria homenageado no próximo dia 14 pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.

Bolsonaro, que seria agraciado com o prêmio “Personalidade do Ano”, vinha recebendo críticas de políticos americanos, principalmente do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, e do senador Brad Hoylman, ambos democratas. Os dois comemoraram a desistência do brasileiro.

Na versão de Mourão, a decisão de Bolsonaro não teve relação com o cancelamento de patrocinadores do evento em Nova York. Desde que teve seu nome confirmado como homenageado, Bolsonaro foi alvo de uma série de resistências.

O Museu de História Nacional, onde inicialmente seria a cerimônia, se recusou a sediar a premiação. Empresas como a companhia aérea Delta, a consultoria Bain & Company e o jornal Financial Times retiraram seus patrocínios ao evento.

“A realidade é que o presidente se sente incomodado pela atitude do prefeito de Nova York, que nada mais é do que uma disputa interna nos Estados Unidos”, disse Mourão após participar da Festa Nacional da Cavalaria do Rio Grande do Sul, no município de Tramandaí.

“O prefeito é democrata, o presidente Donald Trump é republicano e o presidente Jair Bolsonaro julgou por bem não se meter em algo que é uma disputa de outro país”, afirmou o vice.

Após o governo anunciar o cancelamento da viagem de Bolsonaro, o prefeito e o senador dos EUA comemoraram, por meio do Twitter. “Jair Bolsonaro aprendeu do jeito difícil que nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão. Ele correu. Não fiquei surpreso – valentões geralmente não aguentam um soco. Seu ódio não é bem-vindo aqui”, escreveu Bill de Blasio.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reagiu: “O prefeito de NYC critica a intolerância de Jair Bolsonaro, mas age da mesma forma. Discordo em muitas coisas do presidente Bolsonaro na agenda de valores mas não há saída para os nossos desafios sem diálogo e respeito”, escreveu Maia, também no Twitter.

O senador Brad Hoylman chamou de “vitória” o cancelamento da viagem presidencial. “Enfrentamos o presidente homofóbico do Brasil Jair Bolsonaro e vencemos. De acordo com as notícias brasileiras, ele se retirou do evento no Marriott Marquis e cancelou sua viagem aos EUA. O ódio não tem casa em Nova York.”

Por meio do porta-voz Otávio do Rêgo Barros, o presidente justificou a desistência em razão dos “ataques deliberados” de Bill de Blasio e pelo que chamou de “ideologização da atividade”.

Do  Jornal do Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O prefeito de Nova York, o democrata Bill de Blasio, chamou neste sábado (4) o presidente Jair Bolsonaro de “valentão” que não aguenta uma briga e disse que o brasileiro fugiu ao cancelar sua viagem para a cidade americana.

Bolsonaro iria para Nova York para ser homenageado no dia 14 de maio com o prêmio de “Pessoa do Ano” em jantar de gala promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Na sexta (3), porém, o governo brasileiro anunciou o cancelamento da viagem e culpou De Blasio por isso.

“Jair Bolsonaro aprendeu da maneira mais difícil que os nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão. Nós chamamos atenção para sua intolerância. Ele fugiu. Nenhuma surpresa –valentões não aguentam um soco. Já vai tarde, Jair Bolsonaro. Seu ódio não é bem-vindo aqui”, escreveu o democrata em uma rede social.

“Os ataques de Jair Bolsonaro contra dos direitos LGBTQ e seus planos destrutivos para nosso planeta se refletem em muitos líderes –incluindo diversos em nosso país. TODOS devem se levantar para denunciar e lutar contra esse ódio desmedido”, completou De Blasio, um conhecido crítico do presidente americano Donald Trump.

O ex-prefeito de São Paulo e candidato derrotado do PT à Presidência, Fernando Haddad, comentou também nas redes sociais a declaração do americano e elogiou De Blasio.

Macaque in the trees
Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

“Querido Bill, orgulhoso de Nova York. Vamos nos livrar da intolerância cuidando das pessoas e do planeta”, afirmou o petista, que também é colunista da Folha de S.Paulo

Em entrevista a uma rádio, em abril, De Blasio já tinha afirmado que Bolsonaro não era bem-vindo à cidade e o chamou de racista, homofóbico e destrutivo.

Por isso, ao anunciar na sexta o cancelamento da viagem, o gabinete do porta-voz da Presidência brasileira culpou o democrata pela medida.

“Em face da resistência e dos ataques deliberados do prefeito de Nova York e da pressão de grupos de interesses sobre as instituições que organizam, patrocinam e acolhem em suas instalações o evento anualmente, ficou caracterizada a ideologização da atividade” disse a assessoria de Bolsonaro.

Desde que, no mês passado, o Museu de História Natural de Nova York se recusou a receber o evento, uma série de manifestações pressionavam os patrocinadores a não vincular seu dinheiro –nem suas marcas– ao evento que, além do presidente, homenagearia o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

O objetivo dos protestos era que o jantar fosse cancelado.

Em nota, a câmara afirmou que foi informada pela Presidência da República que Bolsonaro não participará do jantar do dia 14 de maio, mas que o evento está confirmado com os demais homenageados. “Outros eventos paralelos agendados para acontecer durante a semana serão realizados como planejado.”

O jantar se tornou objeto de controvérsia e criou embaraços com empresas e a elite nova-iorquina.

Após o Museu Americano de História Natural se recusar a sediar o evento, o hotel New York Marriott Maquis aceitou receber o jantar e passou a ser alvo de manifestações.

O senador estadual democrata Brad Hoylman, representante da comunidade gay, enviou carta ao hotel para pedir que o local também não recebesse o presidente brasileiro.

Segundo ele, Bolsonaro é “homofóbico perigoso e violento, que não merece uma plataforma pública de reconhecimento em nossa cidade”. O Marriott tem histórico de apoio à causa LGBT.

Em publicação no Twitter, o senador afirmou que não é possível a empresas ter dois lados: “Apoio aos LGBT ou a um notório homofóbico”.

A companhia aérea Delta, a consultoria Bain & Company e o jornal Financial Times, que patrocinavam a festa, retiraram o apoio no início desta semana. Ao explicar a decisão, a Bain disse à CNN que “celebrar a diversidade é um princípio essencial” da empresa.

Nesta sexta, a reportagem revelou que o Banco do Brasil e o consulado-geral do país em Nova York ajudaram a financiar a festa. O banco concordou em pagar US$ 12 mil (R$ 47,5 mil) para ter uma mesa com dez lugares no jantar de gala anual da entidade, cujo objetivo é arrecadar fundos para patrocinar interesses de empresas brasileiras e americanas nos Estados Unidos.

Organizadores dos eventos de que Bolsonaro participaria em Nova York ficaram surpresos e chocados com o cancelamento da viagem. Entre os eventos previstos estavam um encontro com o CEO do Bank of America; um almoço para 115 pessoas; um jantar no Metropolitan Club para 250 pessoas, com presença do presidente do Banco Safra; um café da manhã no Harvard Club; uma entrevista para o jornal The Wall Street Journal e outros.

Entre os que permaneciam no hall de patrocinadores do evento estavam instituições financeiras como Merrill Lynch, Credit Suisse, Morgan Stanley, Citigroup, Itaú, Bradesco e HSBC.

A premiação é concedida há 49 anos e busca homenagear dois líderes, um brasileiro e um americano, reconhecidos pela atuação em aproximar e melhorar as relações entre os dois países no ano anterior.

maio
05
Posted on 05-05-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-05-2019



 

 J. Bosco, no jornal

 

DO BLOG O ANTAGONISTA

Maia: “O prefeito de NY critica a intolerância de Bolsonaro mas age da mesma forma”

 

No Twitter, Rodrigo Maia saiu em defesa de Jair Bolsonaro e condenou a atitude do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, que mais cedo disse que o presidente não aguenta uma briga.

“O prefeito de NYC critica a intolerância de Jair Bolsonaro mas age da mesma forma. Discordo em muitas coisas do presidente Bolsonaro na agenda de valores mas não há saída para os nossos desafios sem diálogo e respeito.”

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