“Cidade Submersa”, Paulinho da Viola:”Ergo em silêncio, como um pirata perdido, Minha negra bandeira e me sento. Mexo e remexo e me perco e adormeço, Nas ruínas da cidade submersa. Sonhando um mar que não conheço Como não conheço as ondas do meu coração. Restaram que nem cinzas, cicatrizes que tentei cobrir ainda com pudor. Na memória tantas vagas, que nem posso repetir ou explicar, se me doeu azar, Não quero saber de nada”…

Preciosidade – em poesia e melodia – do nobre artista e compositor popular do Rio de Janeiro. Salve Paulinho, haja o que houver no Rio.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

 

 

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