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Por João Borges

Comentarista da GloboNews. Trabalhou em ‘O Estado de S. Paulo’, ‘O Globo’ e Banco Central

Presidente Jair Bolsonaro discursa em jantar com embaixadores de países islâmicos — Foto: Alan Santos/PR Presidente Jair Bolsonaro discursa em jantar com embaixadores de países islâmicos — Foto: Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro discursa em jantar com embaixadores de países islâmicos — Foto: Alan Santos/PR

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, afirmou ao blog que, no jantar desta quarta-feira (10) com o presidente Jair Bolsonaro, os embaixadores de países islâmicos ficaram satisfeitos com as explicações dadas pelo governo brasileiro. Com isso, avalia Martins, o “mal-entendido” agora é “página virada”.

O jantar aconteceu dez dias após Bolsonaro anunciar, durante visita a Israel, a abertura de um escritório comercial na cidade de Jerusalém.

A decisão, segundo a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, deixou os países árabes incomodados com o Brasil.

De acordo com João Martins, no jantar, foi colocado que os produtores brasileiros têm o objetivo de manter e ampliar os negócios com os países islâmicos.

O presidente da CNA informou ainda que participaram 37 embaixadores e foi dito na reunião que o Brasil produzirá, em 10 anos, 300 milhões de toneladas de grãos.

Acrescentou, também que as exportações de grãos devem ser direcionadas principalmente aos países islâmicos, asiáticos e africanos.

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